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Como fodi a diarista – Primeira Parte

janeiro 29th, 2015

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Conto enviado por: A.S.
Conto: Sou pastor auxiliar de uma igreja evangélica, a noite, digo auxiliar porque tenho outro afazer durante o dia, sou militar da marinha mulato e solteiro tenho meu apartamento próprio moro no segundo andar em um prédio de 4 andares com 16 apartamento uma vizinhança muito boa, é um ambiente muito tranqüilo e de pouco entra e sai. Passei na igreja e pedi a uma das obreiras que fica na secretaria seria possível se caso conheça alguma diarista para dar uma boa arrumação no apartamento pois a muito tempo que não era feito trocamos umas idéias ela ficou de arrumar deixei a chave do ap e fui para o quartel a tarde passei por lá e tinha um recado que iria alguém no dia seguinte cuidar do ap.

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Como fodi a diarista – Segunda Parte

janeiro 29th, 2015

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Conto enviado por: A.S.
Conto: Leva a conversa para alguma frustração depois de troca da lâmpada e limpeza no ventilador da sala passamos para o corredor não sendo muito largo passei por ela apertada entre a parede e escada uma encoxada na sua bunda pedi desculpa ela sorriu e desculpou mas me despertou uma cobiça afinal sou um homem e ela uma mulher sozinhos num apartamento mesmo tendo muito respeito mas a tentação sempre existe e existirá ela subiu na escada e rapidinho trocou as lâmpadas queimadas ao descer da escada ajudei e ela veio sendo encoxada sem querer para evitar que caísse foi mais tempo e o pau começou a dar sinal de vida ela percebeu pelo volume criado tentei disfarçar mas vi que ela notou e ficou mansinha, passamos para outro quarto que faço dele uma espece de escritório e sala de computador que as vezes dou algumas aulas de informática como roby e recupero computador da vizinhança faço gratuitamente.

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Como fodi a diarista – Terceira Parte

janeiro 29th, 2015

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Conto enviado por: A.S.
Conto: Conseguimos contornar o tempo e agora esta oportunidade pois nada acontece por acaso vou ser fodida pelo homem da minha igreja isto é uma benção ela falando e ensaiando uma punhetinha deliciosa  mandei ela xupar ela respondeu eu nunca chupei perguntou vc gosta de ser xupado respondi sim xupa bem gostoso esta piroca ela disse pirocão e desajeitada chupava a vara eu forçava mas a boquinha dela muito pequena entrava com dificuldade mas ela chupando depois de bastante xupar me preparei para foder nela comecei a pincelar a cabeça do pau na rachinha dela molhadinha lubrificação natural que delicia ela gemia gritava de tesão e pediu por favor enfia esta piroca na minha boceta que esta doida de tesão e perguntou qual o tamanho dele eu respondi bem medido 23 cm por 8  23×8.

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Mara, a escrava ideal – 1ª Parte

janeiro 29th, 2015

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Conto enviado por: Dom Grisalho
Conto: mara estava guardando suas coisas, após mais uma jornada de trabalho, organizando-se para que quando retornasse na manhã seguinte, estivesse tudo no lugar. Ela é tremendamente metódica quanto à limpeza e ao local em que deve ficar seus pertences, o ambiente fazia o possível para ficar sem poeiras e, tudo tem que estar em seu lugar, e enquanto não estivesse tudo organizado ela não iria embora. Estava bem extenuada, não via à hora de chegar a casa e descansar, pois o dia foi extremamente cansativo, muitas atribuições e ficava praticamente o dia inteiro sozinha cuidando de tudo e, atenciosa com todos que ali, de uma forma ou outra precisassem do atendimento profissional que ela estava a dispor na organização em que era contratada.

Estava quase trancando a porta da firma quando sentiu seu celular vibrar em sua bolsa, meio a contragosto atendeu, não queria mais cuidar de nenhuma atividade da empresa. Mas, ao contrário do que esperava, ao abrir com alegria notou que era uma mensagem que enviei, do DONO que ela tanto ama, ordenando-a ir do trabalho direto para minha casa.

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Minha esposa provocou e tive que comer seu cuzinho

janeiro 5th, 2015

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Conto enviado por: M.C.
Conto: Bom vou pular as apresentações .
Com a rotina do casamento eu e minha esposa quase nunca aproveitamos ,de acordo, nossas transa, mas eis que surgiu uma oportunidade, pois fomos convidados para ir no baile de formatura de meu primo. Meus filhos foi para casa de meus pais , minha esposa estava linda , e meu tesão já estava a mil antes mesmos da festa como eu não bebo , minha esposa me pediu para tomar conta dela casa estivesse passando dos limites era para dar um “stop”.
ja no caminho estávamos acompanhando minha afilhada e o namorado dela , e no caminho mesmo já começou o esquenta, caricias na perna e apertada no pênis por cima da calça , que como era social era mais fina . Já no baile muitas bebidas e dança , minha esposa ficava de costa para mim e se acabava de rebolar no meu pau , cada copo a mais que ela bebia ficava mais ousada e eu adorando. Eu falava em seu ouvidinho que ela era minha putinha e que iria acabar com ela em casa , que hoje seu cuzinho era meu , de imediato ela disse no cuzinho não esta um pouco dolorido. Ja fazia um bom tempo que não comia aquele cuzinho.

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Uma grande família | Continuação

janeiro 5th, 2015

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Conto enviado por: I.O.
Conto:

Primeira parte: http://contosveridicos.com.br/uma-grande-familia/

Depois de eu ter tomado a iniciativa de beijar o meu próprio irmão, estávamos ali, a sós em casa, no quarto dele, eu me encontrava sentada no seu colo, ele vestindo apenas uma toalha, eu me sentia nas nuvens com aquele beijo. Vitor então me abraçou com mais força, colou meu corpo no dele enquanto o beijo começou a acelerar e ficar mais quente, meus seios agora durinhos naquela camiseta encostavam no peito dele, eu sentia o volume de seu pênis crescer na toalha encomodando em baixo de mim, quando comecei a ficar mais excitada.

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Uma grande família

janeiro 5th, 2015

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Conto enviado por: I.O.
Conto:

Nossa família é bastante grande. Minha mãe, meu padrasto, casado com minha mãe à dois anos, meu irmão mais velho de 24 anos, a namorada dele que já é da família, vive aqui em casa de 20 anos; meu irmão do meio, de 18 e eu sou a caçula, tenho 17, meu nome é Bia e vou contar como vive a nossa família.

Meus pais viajaram ontem, deixaram o Juan, o mais velho tomando conta de tudo. Juan, que não desgruda da namorada, logico que não tava preocupado com a casa, nem com Vitor e eu, já eramos bem grandinhos pra nos cuidarmos. Juan aproveitou a deixa de nossos pais e se mandou pra casa da namorada, onde lá ia ficar o tempo que papai e mamãe tivessem fora, afinal, ele não podia dormir lá, mamãe nunca deixou.

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Nova aventura com Paulinha e Olívia

dezembro 25th, 2014

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Conto enviado por: R.M.
Conto: Há tempos venho não relato nossas aventuras por falta de tempo.
Conheci Alana através deste site, teclo todos os dias com ela, isto não me deixa tempo para redigir os relatos. Como estava devendo este a ela, redigi por completo e aproveitei para colocar no site.
Um abraço a todo vocês que acompanham nossa saga ou como disse Alana; As estripulias de Olívia e Paulinha.

Vou tentar ser mais direto, não sei se vou conseguir.
Estava trabalhando quando Olívia me chama no MSN só ai eu soube que ela estava de féria, aproveitara para fazer alguns exames médicos para coloca à saúde em dia, uma das consultas seria no centro de Fortaleza, início de noite.

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Desejos contidos em – O defeito

dezembro 24th, 2014

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Conto enviado por: R.M.
Conto:

– Posso comer ele onde eu quiser. Ele é meu. Beijou-me novamente e baixou seu braço insinuando que pegava em meu membro. Mas só insinuou. E eu, mi fiz que estava gozando. Ela me deu umas tapas, todos nós sorrimos e ela também me chamando de palhaço.

Combinamos de nos encontra ainda esta semana, aguardem que quando puder eu conto tudo.

Acima, o final do relato: Desejos contidos em, A Guardiã; acontecido com Olívia e sua amiga de trabalho: Paulinha.

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Meg e o negão da banda

dezembro 23rd, 2014

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Conto enviado por: X.E.
Conto: Meg tinha ido com algumas amigas a um local onde se aprende a dançar e depois funciona como boate. Como ela sabia dançar muito bem, já foi com as amigas no horário mais tarde, para dançarem, sem a presença incômoda de pessoas que ainda não aprenderam direito e ficam esbarrando nos demais.
Havia uma banda tocando e ela e as amigas foram para a pista. Dançavam sozinhas, não tinham ido ali à procura de homens. Gostavam de dançar, apenas isso e ali era um local muito bom, já o conheciam.
Ela estava com um vestido rodado e rodopiava na pista. Atraiu a atenção de um negão que tocava na banda e que ficava entusiasmado quando ela dava uma rodada, a saia subia e a calcinha dela aparecia. Ela não estava nem aí se alguém via a calcinha ou não. Estava enlevada e dançou até a banda parar para um intervalo. Aí entrava a música mecânica e ela e as amigas se sentaram para bebericar alguma coisa.

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Olivia foi par o banheiro e eu em seguida

dezembro 22nd, 2014

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Conto enviado por: O.A.
Conto:

Fiquei apreciando Olívia no banho, entrei no chuveiro e ela saiu enrolando-se numa toalha e detendo-se no espelho. Em seguida ela levanta a toalha expôs aquele lindo bundão, empinou-o, passa os dedos nas beiradas do cu, alisou a bunda olhou para ela e disse:

– Minha bunda tá ardendo! Tu ainda vai deixar hematomas e vai me complicar.
Sorriu a safada voltou-se para o espelho arrumando os cabelos, deixando a bunda empinada para fora da tolha e provocou-me  com leves rebolados.

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Convidada a navegar e fuder

dezembro 21st, 2014

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Conto enviado por: Z.M.
Conto: A amiga de Meg, a Lúcia, que os leitores já conhecem, esteve em nosso apartamento outro dia. Estava bem queimada de sol.
– Gente, estive em Angra. Uma delícia de lugar, vocês conhecem?
– Sim, já estivemos lá algumas vezes.
– Sol maravilhoso, olha só como queimei!
E nos mostrou os seios, que não tinham marquinha alguma. A Meg sacou logo que ela queria contar alguma coisa interessante.
– Onde é que você tomou sol pelada, dona Lúcia? Nas praias é que não foi!
– Ah! Nem te conto!

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No Motel com Paulinha

dezembro 20th, 2014

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Conto enviado por: R.M.
Conto: No relato anterior (Desejos contido em O Defeito), combinei com Paulinha, que compraria o consolo e nos encontraríamos em um Motel no centro, pois eu teria que ir fechar o escritório. Em 28/05/07

Saímos, ela ficou me esperando na esquina, devolvi as chave da casa de Olívia e disse a minha sogra que não tinha achado defeito no carro de Olívia melhor que o levasse a oficina. Chamei um táxi e apanhei Paulinha no local combinado. Ela desceu em uma lanchonete no centro de Fortaleza, pedi para que fosse ao Vip Motel, procurasse Antonio em meu nome e me telefonasse. Passei em um sexy-shopping, adquiri o consolo (que coisa cara!); e segui para o escritório, quase todos já haviam saído, estavam somente o João (administrativo), e Marcilene secretária e atendente (o avião recém-contratada a mais ou menos 20 dias, período em que estive com a Virose; pessoa com qual já tive caso sério- no passado), dispensei o João e fiquei resolvendo pendências com Marcilene. Perguntei se ela estava gostando, falou que já tinha se adaptado aos colegas de trabalho, mas que ainda não me conhecia como patrão, estava com receios. Sorri e disse a ela:

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Conheci na Internet

dezembro 19th, 2014

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Conto enviado por: W.R.
Conto: Meu nome é Hermes, tenho hoje 55 anos, e o que vou narrar aqui, aconteceu comigo, há dois anos, quando eu estava trabalhando em uma cidade de outro estado que não o meu.
Sou casado há 32 anos e tenho duas filhas, uma com 31 anos e outra com 23 anos. Eu e a minha mulher não nos damos bem, principalmente na cama, pois ela mal permite que eu a penetre na buceta, detesta chupar meu pau, e nem imaginar falar em sexo anal.
Não sou do tipo galã, mas sou um coroa até bem apanhado, apesar dos kilinhos a mais. Minha pica é do tipo normal, 15 cm, e eu procuro sempre me manter totalmente depilado nas partes íntimas.
Tenho um fogo que nem sei se é normal. Fico com tesão com muita facilidade, até com cheiro de perfume feminino eu fico de pau duro.

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Meu tio me pegou

dezembro 11th, 2014

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Conto enviado por: Drii all
Conto: Nas últimas férias, fui pro sítio do meu tio Fernando. Como meus pais não podiam me levar, fui de onibus.
Lá, mora só ele e meus primos Bruno e Aline.
Quando cheguei, estavam todos sentados na varanda, me esperando.
O tio Fernando é o tipico fazendeiro. Todo fortão, sempre sem camisa, exibindo o peito largo e peludo. Calça jeans velha, larga e surrada. E botinões pra andar no meio do mato. Tem um bigodão preto, que deixa ele parecendo aqueles xerifes de filme de cowboy. Assim que me viu, olhou bem pra mim e pro meu corpo todo, como se tivesse medindo cada parte, e falou “Como você cresceu, Dri. Tá uma moçona muito bonita!” sorrindo, enquanto fumava seu cachimbo. Retruí o sorriso toda timida.
Fazia tempo que não os via. Meu tio não tinha mudado nada. Mas fiquei surpresa como meus primos tinham crescido. O Bruno, tem só dois anos mais que eu. Só que parece bem mais velho. Todo musculoso, peludo, voz grossa, barba. Um homem de verdade! Ele é moreno, cabelos pretos cacheados e os olhos pretos, sempre brilhantes. Muito bonito.

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