Tudo começou em mais uma Sexta que nós não tínhamos nada para fazer. Pensamos, porque não comer uma puta. Fomos, eu, Boca, dos contos anteriores, Kiko, que é meu primo, e tem uma grande semelhança com o Kiko do Chaves, e um amiguinho dele, o Nego (nome fictício). Estávamos no carro e fomos num lugar onde Nego e Kiko diziam que tinham putas gostosas, somente patyzinhas, etc. Era em baixo do Minhocão, um lugar muito sujo e feio. Na primeira volta, primeiro encontramos 3 putas reunidas, todas horríveis, que diziam ser muito baratas. Depois andando mais um pouco vimos um grupo de travecos e andando mais, vimos putas sujas e travecos separados, por toda rua. Entramos a direita, para pegar o retorno, quanto Nego e Kiko viram um traveco, que eles diziam que era mulher, negão, alto, com nariz de homem, e muito escroto. Falamos que era homem, mas eles garantiram que era mulher. Demos outra volta. Dessa vez, eu e Boca começamos a disconfiar que os dois queriam um traveco, pois já sabíamos de histórias que o Kiko gostava de um negão e era viadinho, e não parava de dar voltinhas de carro com Negão. Ficamos queitos e passou de novo por esse traveco, dessa vez eles perguntaram preços, etc., mas o estranho é que eles não quiseram ver se era mulher ou traveco. Demos outra volta e eles ficaram discutindo, pois eu e Boca falamos que não íamos comer akela(o) coisa escrota. Na terceira e última volta, passamos de novo pelo traveco negro Continue Lendo…



