Feed-se

Digite teu e-mail abaixo:

Você receberá um e-mail, basta confirmar para receber nossas atualizações!

Categorias

Contas Oficiais

Archive for setembro, 2009

Professor… eu quero é no cuzinho!!!

terça-feira, setembro 29th, 2009

Há uns dois anos atrás fui apaixonada por meu professor de matemática, notava que na época da escola ele ficava me secando com os olhos, mas naquela apesar de não ser mais virgem era muito bobinha e vivia fugindo de suas tentativas de envestidas, por morrer de vergonha. E fiquei muito surpresa por encontra-lo em uma festa de uma amiga da faculdade. Vi que ele também ficou surpreso em me reencontrar depois de tanto tempo, nos abraçamos e emendamos um longo papo, até que em um certo momento ele perguntou onde era o banheiro, expliquei o caminho, ele se fazendo de desentendido, perguntou se não seria mais fácil leva-lo até lá!!! Minha mente já começou a trabalhar, dessa vez não iria deixar aquele gostoso passar batido, respondi tudo bem, mas antes disse que tinha que dar um recado para minha amiga rapidinho, fui até ela e pedi quase implorando para ela me empestar seu quarto que em dia de festa vivia trancado, o olhar dela foi de mim para ele. Com a chave na mão passei por ele, o peguei pela mão e o puxei, ele me viu abrindo a porta, mas não fez nenhum tipo de pergunta. Entramos e mostrei para ele o banheiro, enquanto ele estava lá dentro deitei na cama e esperei, parecia que o tempo não passava, quando ele saiu perguntei se estava tudo ok se já podíamos descer, ele secava todo meu corpo como na época do colégio e falou: -Eu sei que você não me trouxe aqui só para usar o banheiro!! Não me contendo, levantei da cama e fui em sua direção.Começamos a nos agarrar, tirei sua camisa, enquanto ia tocando seu pau com a outra mão, desci minha boca por sua barriga até chegar naquele cacete gostoso, engoli ele todo, o professor ficou louco de tesão (mais…)

Entre bons amigos

terça-feira, setembro 29th, 2009

Metade da minha adolescência eu passei apaixonada por um garoto do colégio. Ele era mais velho do que eu, e nunca me deu bola, ao contrário de seu melhor amigo, que estudava comigo e vivia me perseguindo. Jackson era o nome que eu vivia rabiscando em minhas agendas, e para quem os versos e poemas em meus antigos blogs eram dedicados. Minhas amigas compartilhavam desse meu segredo, dessa minha paixão. Minha dor era ter na lembrança o dia em que ele me deu um fora. Disse que me achava “bonitinha” mas não queria nada comigo. Me achei horrorosa naquele dia. Minhas amigas me disseram que ele fez isso porque sabia que Allan, o melhor amigo dele, estava afim de mim. Jackson preferia ter um amigo do que me ter como namorada. Allan não se importava, sabia de minha paixão, mas mesmo assim teimava em tentar algo comigo. “Pelo menos uma vez!” – ele dizia. E eu me via refletida nela, pois meu desespero era tanto que se fosse para ficar apenas uma vez com o Jackson eu já me sentiria realizada. E houve a oportunidade. Certa vez numa festinha da turma do colégio, na casa dos pais de uma garota do terceiro ano, quase todo o pessoal que estudava e morava na mesma região estava lá. Eu e minhas amigas, todas do primeiro ano, Allan e Jackson. Ao todo umas 60 pessoas. Sabendo que meu amado estaria lá, fui com uma roupa bem provocante. Saia xadrez, meia arrastão, uma camisa um pouco aberta, como um decote exibindo meu sutiã, amarrada acima do umbigo, mostrando meu umbigo com piercing, cabelo pintado de vermelho, Estava bem grunge. Eles como skatistas, eu sabia que iria chamar atenção. Na festa, quando os dois rapazes me notaram, ficaram comentando alguma coisa entre si, apontando com o olhar na minha direção. Beberam muito. E eu também bebi. Recebi alguns convites para ficar com alguém. Mas não aceitei, só pensava no maldito loiro skatista. Foi quando ele se aproximou de mim, e eu já estava bem desinibida, por causa do álcool, que Jackson me fez a seguinte proposta. “Fico com você, se você ficar com o Allan.” Eu aceitei. Ele me pegou na mão e me levou para dentro da casa, longe da área onde a festa rolava. Fomos até uma sala, luzes apagadas (mais…)

Eu e o gostoso do exercito

terça-feira, setembro 29th, 2009

Meu nome e luiza,tenho 18 anos sou louca por sexo to noiva e ja namoro há tres anos,ele estuda em outro estado e eu tenho que controlar meus instintos. Quando tinha 14 anos o marido da minha que veio passar as ferias na nossa cidade(eles moram em outra cidade)ele é uma delicia alto ,forte,gostoso,e o melhor ja servio ao exercito sabe como é, ele me parecia ser muito insaciavel selvagem mesmo. Parece que ele percebeu minha impolgação e entrou na dança também me provocou, passava a mão em mim falava coisas picantes, mas ficou so nisso.No final do ano fui presta vestibular lá na cidade onde eles moram e como se fosse um sonho da minha familia sei lá. Ao chegar e ver ele fiquei louca,mas me controlei pois tinha uma prova pra fazer. So que quando o dia da prova passou e eu não tinha mais o que fazer resolvi brica um pouco,pois aquele homem era demais e eu não podia deixar passar. Começei aprovoca-lo saia do banheiro so de toalha,mas com aquelas toalhas pequenas que quando vc se enrrola sua bunda fica a mostra,Ia lavar a louça com aquelas blusas bem finas e sem sutiã e deixava respinga agua mesmo nos ceiospra ele ver que eles estamvam durinhos.Ele logico começou aperceber e a devolver na mesma moeda sempre que dava passavaperto de mim rossando seu pau na minha bunda.Um belo dia ficamos só em casa minha tia ia visitar uma amiga, ai ele me chamou pra assistir um filme eu inocente fui, nahora que estava colocando o filme perguntei que filme era, e ele sinicamente respondeu um filme porno,ja fiquei louca e enquanto o filme rolava ele passava a mão na minha perna e ia subindo chegou perto da minha xana ele tirou e colocou perto do meus ceios e foi decendo ate chega neles e foi acariciando, ainda por cima da roupa, deu pra ver que ele queria muito. Ele começou ame beijar era bom demais parecia que ia me devorar (mais…)

Fodida no elevador pelo coroa

terça-feira, setembro 29th, 2009

Fodida no elevador pelo coroa Por Ayeska Sempre que pegava aquele elevador, coincidência ou não aquele coroa o pegava também…Me olhava de cima a baixo e passava a língua na boca descaradamente. Eu fazia de conta que não notava. Chovia aquela noite, entrei rápido no elevador sem prestar atenção em quem se encontrava lá dentro. Só exerguei uma mão grande e logo em seguida a luz se apagou e o elevador parou. – Que diabos, foi isso?- perguntei desconfiada. – Olá minha tesudinha.- senti um arrepio, quem seria. Não entrava estranhos no prédio e nunca havia ouvido aquela voz antes. – Poderia acender a luz,por favor? – Quietinha e faça o que eu mandar.- De repente uma luz fraca acendeu, era a de emergência. – Tá bom.-respondi num suspiro. Senti um arrepio de tesão, era incontrolável, só de imaginar o que aquele estranho iria fazer comigo, minha xoxotinha molhou minha calcinha. – Relaxa e goza, minha tesudinha.- Ele pegou minhas mãos e senti o seu membro que já se encontrava fora da calça. Um membro comprido, quente que começou a inchar nas minhas mãos. Eu o massageei , sob a luz fraca, sentindo sua respiração ficar ofegante. Suas mãos tocaram os meus seios, massageando-os deixando os biquinhos durinhos e salientes. – Faça bem gostoso, querida e nada de mal lhe acontecerá!…Ohhhhh..que mãozinha pequena, macia… e deliciosa…. Ajoelhei-me e esfreguei seu pau duro no meu rosto e pescoço, lambi a glande intumescida, lambi toda a extensão do seu pau; depois o introduzi na boca e o chupei .Ele ofegava, acariciava meus cabelos e enquanto movia os seus quadris, entrando e saindo por entre os meus lábios. Minha buceta molhada. – Hum…que delicia…que boquinha…quente…gostosa… …úmida….deve ser assim sua bucetinha…ela está molhadinha, não é? Não respondi enquanto ele movia seus quadris fodendo minha boca. Minhas mãos subiram pelas suas coxas que eram fortes. Encontrei seu cinto, soltei-o e puxei a calça dele para baixo (mais…)

Foda entre a colegial e o padre

terça-feira, setembro 29th, 2009

Foda entre a Colegial e o Padre… por Ayeska Todos os domingos eu percebia o olhar guloso do padre durante o canto. Ele era alto, forte, cabelos curtos com alguns fios grisalhos. Eu participava de um grupo de jovens, e nós ajudávamos sempre o Padre e a Casa Paroquial. Um dia foram em minha casa me pedir que cuidasse do pobre padre que estava doente. Achei estranho, pois um dia antes havia me confessado com ele e deveria tê-lo deixado muito tesudo com as minhas confissões pecaminosas, pois havia notado que no final ele estava ofegante e com a voz rouca, pedindo que confessasse mais e mais pecados; já havia percebido as intenções do Padre, pois toda vez que me via dava um jeito de encostar seu corpo forte no meu, sem que alguém percebesse. Cheguei na Casa Paroquial e fui direto até o quarto do Padre Simonetti, a mulher que cuidava dele e da casa havia saído para comprar alimentos para o jantar e pagar contas. Sem fazer barulho, entrei no quarto do Padre e o encontrei deitado em sua cama. O quarto estava escuro, a janela estava fechada e a única iluminação era da luminária ao lado da cama. – Quem está aí? – perguntou o Padre levantando a cabeça do travesseiro e ao me ver, olhou-me de cima e baixo. Eu trajava uma mini-saia jeans, uma blusinha de alcinhas colada no corpo e curta, deixando meus seios mais redondos e o meu umbigo aparecendo….Meus longos cabelos soltos. – Oi Padre Siomnetti, sou eu Ayeska…Como o senhor está??? Fui escolhida para cuidar do senhor. – Ayeska, vc será minha enfermeira????? – O padre Simonetti , passou os lábios em sua boca e olhou-me como seu eu fosse uma guloseima. -Sim padre. – ele fez sinal para que me aproximasse de sua cama. Estava com apenas um lençol sobre seu corpo, via que usava uma regata branca e percebi que algo crescia e levantava por baixo do lençol, abaixo da sua barriga. ” Ora que safado..o padre estava com o pau duro.” -pensei. – Está tudo bem, Padre? – perguntei enquanto sentava ao seu lado em sua cama. Passei a mão levemente em sua testa que suava; para ver se estava com febre. Aos dezesseis anos havia feito um curso de primeiro-socorros (mais…)

Sexo no banheiro do shopping!

terça-feira, setembro 29th, 2009

Olá, me chamo Jéssika e tenho 18 anos. Certo dia, estava no shopping com minha mãe. Encontrei com um amigo que não via já há algum tempo, seu nome era Adriano! Como estava mudado… era alto, sarado, loiro, dos olhos castanhos claros! um gato! me chamou para dar uma volta, enquanto minha mãe terminava de ver as coisas! Papo vai, papo vem, parei para tomar água no corredor que havia um banheiro geralmente vazio. Quando me abaixei pra beber água ele começou a roçar o sua piroca, um pouco dura na minha bunda. Achei estranho, talvez sem querer, então preferi não comentar nada. Foi quando ele entrou no banheiro e me disse que eu tinha que ver a reforma do banheiro! Achei estranhissimo né, por que não posso entrar no banheiro masculino. porem ele insistiu e me disse que estava vazio. Entrei. Lá não havia nada demais, a não ser pelo Adriano em frente a cabine de KCT duro me chamando, e falando: – Vem , eu sei que você quer!!! ele estava de camisinha, alem disso,eu não era mais virgem e não resisti! entramos naquela estreita cabine e começamos a nos beijar! depois ajoelhei e chupei com muita volúpia aquela rola grossa e bela! Chupei também o seu saco, e senti aquele cheiro de homem! que delícia. comecei a lamber a sua barriga. Eu estava totalmente excitada, com a buceta molhadinha! Enquanto isso ele começou a me dedar! Enfiava não so um, nem dois, mas sim 3 dedos! Senti um prazer inexplicável. Aí ele começou a penetrar o seu membro em mim (mais…)

Perdendo o cabaço dentro do ônibus

terça-feira, setembro 29th, 2009

colégio particular e nosso uniforme era bem comportado mas eu não era! E fazia questão de comprar a saia mais curtinha e apertada e uma blusinha apertadinha que eu cortava fazendo um super decote que deixava os meninos loucos, eu sempre ficava na frente da escola esperando todas as minhas amigas chegarem para entrarmos juntas e sempre passava um ônibus escolar com um motorista muito gato que me comia com os olhos. Um certo dia eu estava muito atrasada e não podia ir pra escola andando pois chegaria muito mais atrasada,mas mesmo assim fui correndo e quando estava no meio do caminho o motorista gato passou e parou ao meu lado perguntando se eu precisava de ajuda pois estava correndo desesperadamente então com a respiração ofegante eu lhe disse: -tô sim, eu estou muito atrasada para chegar no colégio! então ele falou: -Você estuda no Santa Clara né? e eu disse que sim então ele me ofereceu uma carona pois já estava indo embora pra casa e eu aceitei, sentei no banco ao lado do dele mas um pouco longe durante o caminho todo ele secou loucamente minhas pernas e meu mega decote, quando estavamos quase chegando ele me disse: -um garota linda como você não pode andar sozinha por ai não, é muito perigoso! eu disse: -Eu sei muito bem me defender de qualquer coisa! Quando olhei pra ele pude reparar que era super forte e seu pau enorme estava durissimo Então ele falou: -Já pensou se um tarado te pega por aí! e eu lhe disse: -Meu pai é investigador e minha mãe é juiza o idiota que se meter comigo vai pagar caro! então ele pegou um caminho totalmente desconhecido, numas ruas que pra mim que sempre morei num bairro nobre de São Paulo eram sinistras chegou a uma rua estreita, fechada e escura quando ele estacionou o ônibus eu lhe falei: -Minha escola está bem longe daqui! Ele me disse: -Calma patricinha eu vou te dar uma aula muito mais gostosa! Eu não pude segurar e fiquei totalmente molhada e me interessei muito por aquilo e estava adorando aquela situação, então ele tirou a camisa exibindo seu lindo peitoral e me mandou ajuda-lo a fechar as cortinas, quando fechei a última cortina estava de quatro em cima do banco e ele me agarrou brutamente esfregando seu pau duro na minha bunda e eu disse: -Você está me machucando!(mas eu estava amando aquilo) Ele disse: -e vou machucar ainda mais! então eu lhe disse que estava entendendo aquele jogo e revelei que estava gostando então ele me pegou no colo e me levou até os bancos do meio puxou minha saia abriu minha blusa (mais…)

Transei com o amigo do meu marido

terça-feira, setembro 29th, 2009

oi meu nome é karinna tenho 19 anos morena bem de corpo sou casada e tenho uma filha.minha historia é verdadeira so serao preservados os nomes.tudo começou qndo ainda morava na minha cidade natal meu marido tinha um amigo xamado andrei um moreninho bem gostozinho q so de olhar ja pensava bobagem até então ele nunca me olhou como “mulher” até porque ele era um dos melhores amigos do meu marido.dpois de um tempo me mudei pra outra cidade um pouco longe entao na minha cabeça as possibilidades de rolar alguma coisa entre nos era praticamente impossivel.depois de ulguns meses começamos a conversar por msn.uma noite ja era tarde e ele entrou no msn e puxou papo ai ele perguntou pelo meu marido e eu disse q ele ja estava dormindo entao começamos a dar emcima um do outro.papo vai papo vem depois de alguns meses fui visitar meus amigos na minha cidade mas antes avisei pra ele e nos combinamos de nos encontrar.eu estava ansiosa esperando pelo dia q iriamos nos encontrar.combinamos 1 dia antes e no dia q combinamos ele deu uma palinha do que seria nosso encontro.xegou a noite tao desejada por mim.fomos a caminho do motel e a namorada dele nao parava de ligar pra ele e toda hora tinhamos q descer da moto pra ela n desconfiar de nada pra variar o nome da xifruda tbm era karina.xegamos no primeiro motel e pra nossa surpresa estava xeio o segundo e o terceiro tbm.até que encontramos o quarto motel graças a deus axei q n ia rolar naquela noite.fomos pro quarto conversamos um pouco e ele perguntou se eu estava decidida mesmo sobre o que aconteceria em alguns instantes e disse que sim ele me deu um beijo e meu corpo começou a ferver pude sentir que o dele tbm.começamos a nos tocar primeiro por cima da roupa e eu ja nao aguentava mais aquela vontade louca de sentir aquele corpo gostoso e de tocar naquele pau grande grosso e de sentir as maos dele na minha bucetinha (mais…)

Meu primeiro anal

terça-feira, setembro 29th, 2009

Foi numa noite de sábado pra domingo… Como já coloquei em outro conto meu, sou loira alta, olhos verdes, corpo malhado. Bob e eu estávamos deitados no sofá e meus pais na sala junto conosco. Até que eles decidiram ir deitar. Foi quando começo aquela função, era beijo pra cá amasso pra lá, mão ali, mão aqui, uma loucura. Até que ele começo a molha o dedo dele na minha xaninha e passa na portinha de tras, qndo de repente ele coloco um poquinho do dedo pra dentro. Gostei e deixei ele foi gostando e colocando mais fundo e mexendo e tirando, botando, brincando i me mordendo na orelhinha. Eu já tava ficando loquinha. até que ele colocou dois dedinhos, ai que delírio. Brincou um montei eu dexando. Bob devia ter cansado daqla brinkdera e tento algo mais “sério”. Colco o pau dele que não é dos menores na beradinha da minha portinha dos fundos, aí eu me assustei e ele reparo pq não tento. Continuamos a brinkdeira, i eu loquinha pra da só que naum tinhamos camisinha, eu olhei pra ele e prguntei se ele num qria tenta. Ele prontamente disse que tentaria mas que se doesse era pra fala que ele parava (mais…)

Depois de um mês

terça-feira, setembro 29th, 2009

Bem, esse é meu primeiro conto, e vou relatar uma linda e caliente noite de amor, com meu gatinho!! Sou morena, olhos cor de amêndoas, tenho um belo corpo e o que mais gosto em mim são minhas pernas. Vamos ao conto… Depois de quase um mês sem fazer amor, estavamos doidos de vontade! Ele veio me buscar em ksa, estava lindo como sempre!! Chegando no quarto ele foi logo tirando a roupa, eu como boa menina me sentei na cama, e fiquei olhando-o e pensando – Meu Deus!! Isso é tudo pra mim? Delícia!! Eu estava com uma bermuda jeans e um casaco preto com zíper frontal, detalhe eu estava chupando pirulito! Ele me deitou na cama tirou minha bermuda, abriu meu casaco e viu q eu estava sem sutiã, tirou o pirulito da minha boca, me beijou, me olhou com um olhar safado, desceu pelo meu corpo e começou a beijar minha xoxotinha, passou a mão por ela, estava toda depiladinha, passou o pirulito por ela e começou a lambe-la, e me penetrava com o pirulito, sugava meu grelhinho, e me chupava como se nossas vidas dependessem daquilo! Eu me contorcia, morria de prazer, meu corpo era invadido por uma sensação maravilhosa!! Ele subiu novamente, me beijou e eu pude sentir meu gosto na bok do meu homem. Mudamos de posição, agora era minha vez de fazer um oral bem gostoso, no meu amor. Fiquei sentada próxima ao seu corpo e comecei a beijar, lamber e chupar o membro dele. Como adoro fazer isso! Nossa q pênis gostoso!! Ele sussurava q estava gostoso, q eu fazia aquilo muito bem! Depois ele me puxou pra cima dele e disse: Vem cá, amor, faz assim!! E começamos um 69 alucinante! Pouco tempo depois eu gozei loucamente na boca do meu amor, e ele dizia: – Isso goza bem gostoso!! Eu ficava mais doida ainda. Ele veio pra cima de mim, me beijou e perguntou se eu queria cavalgar, eu apenas balancei a kbça afirmativamente, ele se levantou e foi colocar a camisinha. Sentou-se na cama, e eu sentei em cima dele, ia descendo bem devagar pra sentir cada centímetro daquele pau gostoso entrando dentro de mim, adoro ficar por cima e dominar a situação, fazer do jeito q eu quero (mais…)

O professor

terça-feira, setembro 29th, 2009

Ola, este é meu primeiro conto ●Nomes falsos Ola meu nome é Suelen, estou no ultimo ano do ensino médio, tem cabelos pretos e longos, tenho altura media e seios fartos, olhos verdes,boca carnuda; td começou quando um novo professor de informática veio para nosso colégio, o ultimo era feio e gordo, e eu e minhas amigas achávamos que não ia ser diferente com esse, mais, nossa! Quando aquele homem entrou na sala quase eu tive um ataque, louro, olhos castanhos claros, alto, corpo bem cuidado, e olhar de safado! Eu já me senti atraída por ele, e achei que ele tbm estava atraído por mim. Ele deslizava a mao sobre o meu ombro e eu sentia arrepios muito gostosos, passava a mao na minha cintura, as vezes beija meu pescoço. Um dia eu fiquei ate mais tarde na escola terminando um trabalho, quando eu o vi passando pelo corredor, animada fui falar com ele:-Oi pro! -O que vc ta fazendo aqui? -Ah é que eu tenho um trabalho pra terminar, e vc? -Ah revisando umas provas, quer que eu te ajude no trabalho? (eu vi nisso um pretexto pra ficar perto dele) –Claro que eu quero! –Então vamos pra diretoria! Não tinha ninguém na escola, tirando a tia da limpeza que tava na quadra, chegando lá eu sentei na mesa e ele foi ver as provas, a mesa que eu sentei era de frente pra ele ai pra provocar eu cruzei as pernas pra saia subir, ele olhou, disfarçou mais deu pra vê que ele tava gostando da situação (mais…)

Diário de Uma ex-adolescente

terça-feira, setembro 29th, 2009

� estranho e engra�ado: apesar de serem poucos os anos, olho para tr�s e n�o me identifico com aquela adolescente curiosa e sedenta por sexo. N�o que eu me arrependa do que fiz e senti ou que eu n�o deseje prazer nos dias de hoje… mas � diferente. Na adolesc�ncia o sexo ocupava grande parte dos meus pensamentos. A curiosidade e as sensa��es de um primeiro beijo e de uma primeira transa � algo que fica perdido no tempo. Parece ter um �per�odo de validade�. Ainda com quatorze anos comecei a ficar mais interessada em sexo. Certamente minha sexualidade j� havia aflorado antes, mas s� a� comecei a dedicar mais aten��o ao assunto. Em frente ao espelho do meu quarto sentia muito prazer ao me ver nua ou s� de calcinha. Meu corpo j� tinha curvas; meus seios, crescidos e duros, j� n�o podiam ficar livres sob � blusa, pois os mamilos marcavam o tecido e chamavam a aten��o dos homens; meus grandes l�bios haviam inchado e meu clit�ris come�ava perder o rosado de antes para ser substitu�do por uma colora��o mais escura. Estranha sensa��o! Ao me desejar, sentia calor pelo corpo, principalmente entre as pernas e nos mamilos; minha pele ficava totalmente arrepiada. Nestes momentos de auto-admira��o costumava ultrapassar pequenas fronteiras a cada dia. O simples olhar contemplativo era trocado passo a passo por toques cada vez mais ousados. Solit�ria em meu quarto, beijava-me no espelho; inclinava-me para frente de maneira que meu bumbum ficasse ainda maior; empinava meus peitos com as m�os; puxava safadamente a calcinha de algod�o pra cima at� que ficasse completamente comprimida entre minha bundinha. Um l�quido viscoso, transparente e perfumado costumava descer e ser absorvido pela calcinha. Lindo era me ver com a m�o sob aquela pe�a infanto-juvenil; o dedo m�dio friccionando at� que meu corpo se �desmanchasse� em tremores. A descoberta da masturba��o foi algo maravilhoso e solit�rio! Naquela ocasi�o o prazer parecia mais puro. Sentia prazer pelo toque, pelo contato com meu pr�prio corpo; ainda n�o havia aprendido a fantasiar com figuras masculinas, ainda n�o tinha homens em meu universo. Lembro perfeitamente que a aten��o ao sexo oposto surgiu pouco depois. T�pica menininha da zona sul carioca, passei a freq�entar a praia sem meus pais por volta dos quinze anos. Com amiguinhas da mesma idade, come�ava a prestar mais aten��o nos corpos masculinos. At� ent�o curtia rostos. Gostava de sorrisos e de olhos bonitos. As praias, no entanto, mostraram-me �outras belezas�. Discretamente excitada, passei a reparar mais detidamente �detalhes� diferentes. Sob as sungas dos rapazes passei a apreciar diversos tamanhos, espessuras e formatos: algumas concentravam-se no meio, o que indicava muito possivelmente algo pequeno e delicado; outras pareciam mais el�sticas, borrachudas, e apontavam para os lados, tensionando o tecido apesar moleza; algumas outras ficavam perfeitamente delineadas (nestas, podia ver o contorno da glande, que �s vezes chegava a ser maior do que o resto). Tamb�m por esta �poca comecei a me sentir mais atra�da pelos negros. Coincidentemente ou n�o, eram eles que desfilavam com as mais �belas pe�as�. Alguns, detentores de corpos esculturais, pareciam carregar armas debaixo da roupa de banho. Hoje em dia n�o idealizo da mesma maneira o tamanho dos corpos cavernosos. Apesar de gostar, sei reconhecer o valor dos �menos dotados�! Naqueles tempos perdidos, por�m, a coisa era diferente. Ainda n�o havia sido contemplada por ningu�m e desejava ser preenchida da maneira mais intensa poss�vel. Coisas de adolescente: sempre queremos o mais bonito, o mais inteligente, o mais simp�tico. No meu caso, passava a querer tamb�m o mais avantajado! No meu delicado quarto de adolescente, a masturba��o j� era incrementada com pensamentos mais ousados, com �objetos� escuros, grandes e grossos. Ah, que maravilha… eu imaginava minha pele branca contrastando com uma �volume� enegrecido; l�bios grandes e carnudos beijando meu rostinho delicado; m�os calejadas e fortes puxando levemente meus cabelos loiros e perfumados. Gozava e gozava diversas vezes no banho e na hora de dormir. Meu primeiro namoradinho foi Robson, um lindo menino da zona sul que estudava no mesmo col�gio que o meu. Um ano mais velho, Robson era realmente muito gatinho. Inteligente, passou a estudar comigo alguns dias da semana. �quela altura, no entanto, minha m�e, que j� percebia mudan�as em meu comportamento, n�o deixava que Robson e eu fic�ssemos completamente � vontade. Mam�e obrigava-nos a estudar na sala, de maneira que n�o nos perdesse de vista. Ali, apesar do tr�nsito mais intenso de pessoas, pude tocar e ser tocada por um �homem� pela primeira vez. Embaixo da mesa pude sentir algumas vezes, rapidamente, o t�o desejado �instrumento� masculino entre meus dedos. Fino e relativamente pequeno (a refer�ncia ainda era africana), o prazer do meu lindinho ficava mais duro, pulsante e melado a cada alisada e apert�o meus. Quando podia, o garoto retribu�a com carinhos e apert�es em minhas partes mais vivas e quentes. Seus dedos ro�avam em mim sobre as bermudas, sobre as calcinhas de algod�o e sobre as blusas. Ahh, leitores, como gozei naqueles �encontros educativos�! N�o pensem, por�m, que Robson foi o primeiro a me satisfazer na plenitude! Al�m destas �quase masturba��es� em meu ex-namorado, n�o tive outras experi�ncias sexuais com homens at� o ano seguinte. Antes disso, curti uma est�ria meio louca com Ra�ssa, uma amiga mais velha da escola. Avoadinha da zona sul, Ra�ssa j� n�o era mais virgem e adorava fela��o. Extrovertida ao extremo, a �patricinha� de dezesseis anos costumava sorver a seiva prim�ria dos garotos da equipe de nata��o de nosso clube (segundo ela, o cheiro do vesti�rio masculino era t�o excitante que �s vezes ela ficava sem tomar banho ap�s o treino de saltos). Ao final da tarde freq�entava o vesti�rio dos atletas para agraci�-los com quentes masturba��es e mamadas. S� de mai�, esfregava-se nos rapazes e depois ajoelhava-se diante dos mesmos para come�ar a abocanhar cada um. Numa certa ocasi�o, segundo ela, chegou a presentear na mesma tarde oito diferentes atletas. Com Ra�ssa trancava-me no quarto, pois nela minha m�e sentia mais confian�a. �vida ouvinte de suas est�rias, ficava extremamente excitada com cada detalhe que saltava daqueles lindos e delicados l�bios vermelhos (mais…)

Sexo na aldeia

terça-feira, setembro 29th, 2009

O avião em que nós estávamos viajando teve uma pequena pane e precisou fazer um pouso forçado numa floresta tropical, lá pelos lados dos Andes. Apesar do susto todos nós saímos ilesos e tínhamos provisões para uma semana o que não nos causou desespero, pois já havíamos conseguido contato com a base e em questão de dias iríamos ser resgatados. Eu tinha 19 anos na época e viajava com meus pais que são empresários do ramo têxtil. Eu sabia muito pouco sobre sexo, tinha um namorado que tinha 22 anos e nós dois perdemos a virgindade juntos, mas em função das nossas famílias conservadoras, tínhamos muitos pudores e tabus e o sexo era bem tradicional entre nós. Na primeira noite que passamos na mata, ouvimos uns tambores vindo de longe, de dentro da mata. O comandante nos explicou que aquelas matas eram habitadas por tribos ainda primitivas, mas não se tinha notícias que fossem selvagens por isso ficamos tranquilos. Quando amanheceu, estava tão quente, que logo quisémos procurar algum lugar que pudéssemos nos banhar e andando um pouco pelas matas encontramos umas cachoeiras. Como estava muito boa aquela água, pedi para os meus pais para ficar um pouco mais lá, na verdade queria ficar sozinha pra poder nadar nua e foi isso que fiz quando todos foram embora. Quando subi de um mergulho que tinha dado, vi que dois índios tinham aparecido e quando fui gritar logo eles me pegaram e me amordaçaram, me levando com eles. Chegamos numa aldeia, depois de algum tempo e me colocaram amarrada pelas mãos no tronco de uma árvore, numa espécie de exposição a todos. A tribo toda passava por lá, me olhando, eles eram um tipo meio africanos, com traços largos, pele escura e eu devia causar mesmo curiosidade entre eles, eu contrastava com as mulheres daquele lugar, todas bem morenas, com os seios caídos, segurando seus filhos, meio deformadas de corpo e feias de rosto, algumas percebi nem tinham todos os dentes. Eu sou loirinha, a pele bem clarinha, os cabelos lisos, dourados, até a cintura, os meus peitos durinhos, apontados para cima, no frescor dos meus 19 anos, coxas grossas, cintura marcada e uma bundinha bem durinha e arrebitada. Eu percebia que os homens passavam me olhando com desejo e as mulheres numa atitude meio infantil, dando risinhos… Fiquei lá, praticamente o dia todo, até que no final da tarde eu percebi que preparavam uma grande fogueira no meio da tribo e duas mulheres vieram me buscar para cuidar de mim (mais…)

Roubando o amante da mamãe

terça-feira, setembro 29th, 2009

Quando vi mamãe aos beijos nas escadas de incêndio do prédio com nosso vizinho, fiquei perdida sem saber o que fazer, minha primeira vontade era contar para papai, mas sabia que iria acabar com o casamento dos dois e isso eu não queria! Sabia que o Dudu como era conhecido, já tinha seus 35 anos, ainda era solteiro, trabalhava com informática o que lhe proporcionava uma boa situação financeira, vivia se envolvendo com as moradoras do nosso prédio e a da vez era minha mãe, olhando pra ele não é difícil entender como ela se deixou envolver, ele era muito charmoso e envolvente, sempre gentil e atencioso com todas!! Então pensei se mamãe pode porque eu não, varias vezes ele me secava ou soltava umas cantadas para mim quando eu estava na piscina ou quando subíamos juntos no elevador, não ia ser difícil e alem de tudo, iria ganhar mais experiência e afastaria ele dela!! Depois de tomada a decisão não perdia a oportunidade de provoca-lo. Um dia voltando do colégio me deparei com o Dudu e mais 5 pessoas esperando o elevador, e quando ele chegou entramos todos, pelo canto do olho notei que era ele que estava atrás de mim, então comecei a empinar meu bunda e me mexer como se estivesse impaciente, senti que estava dando resultado, dois andares antes do nosso, desceu as ultimas três pessoas que faltavam, quando fui me afastar ele me puxou pela cintura e disse no meu ouvido: -Não, continua assim, esta gostoso!!!! Descemos do elevador e cada um foi para o seu ap.! Isso foi em uma segunda e só fui o ver de novo no sábado de manhã quando a campainha tocou e lá estava ele me pedindo um pouco de açúcar emprestado. Pedi pra ele entrar, enquanto eu iria pegar. Fui até a cozinha e comecei a pensar rápido essa era a oportunidade, meus pais estavam trabalhando (mais…)

Entre 4 paredes

terça-feira, setembro 29th, 2009

Essa é a história de uma mulher que cansou de seguir os padrões da sociedade e resolveu de vez escancarar seus desejos reais. Em uma noite que parecia ser como todas as outras ela resolve surpreender seu marido com uma surpresinha. Ela se prepara toda ,ansiosa em vê-lo chegar… Finalmente ele chega. Pendura seu casaco na porta, vai ate a cosinha e procura a sua garrafa de vinho tinto suave que costumava tomar um gole ao chegar do trabalho. Abre a geladeira e não o acha. Achou estranho, mas resolveu deixar pra lá. Ele sobe as escadas, ansioso por aquele banho que tanto esperava o dia inteiro. Abre a porta de seu quarto para pegar suas roupas e toalha, quando acende a luz… Depara-se com sua esposa. Completamente nua. Suas pernas estavam bem abertas de forma que sua vagina ficasse bem exposta e insinuante. Entre suas pernas, estava a garrafa de vinho. E em uma de suas mãos, uma taça de vinho.Ela bebia desse vinho lentamente deixando-o escorrer por entre seus seios de modo que deixasse seu marido ainda mais excitado.Ela então o olha fixamente nos olhos de maneira bem convidativa.Numa atitude inesperada ela se levanta e vai até seu encontro de maneira insinuante e dominante.O põe contra a parede tomando conta de todo o seu corpo.Ela arranca-lhe a roupa e o atira na cama.Prende suas mãos deixando-o impotente e começa a lambe-lo.Começa pelo pescoço com agressivas mordidas.Ele gemia te tanto tesão.Ela vai descendo e para mais uma vez em seus mamilos.Do jeito que ele gostava,ela os mordia excitantemente.Ele já nem tinha como sentir-se mais excitado (mais…)