Conto Traindo o marido sem culpa

Sou uma mulher casada há 25 anos…
Apesar de ter mais de 40 anos, ter  filhos, e de nunca ter me cuidado, tenho um corpo em forma ainda. Sou clara, 1,65m 58 kg. Uma bunda considerada bonita, pernas grossas.
Sempre fui fiel e nunca havia olhado pra outros homens…
Mas de uns tempos pra cá, venho imaginando como seria transar com outros homens…
Comecei a ler alguns contos eróticos, assistir filmes… Ficava tentando estimular meu marido a ser mais criativo, a variar um pouco as relações, afinal 25 anos é muito tempo!
Mas por mais que eu tentasse ele não colaborava. Quase sempre do mesmo jeito.
Minha imaginação estava cada vez mais ousada… Pensava numa trepada bem dada… Queria um sexo mais selvagem…Com um homem que soubesse me dominar, que me pegasse com força e com vontade… Ah!!! Como eu sonhei com um homem assim.
Tinha ele na minha imaginação. Fechava os olhos e pensava como seria…Muitas vezes ficava tão excitada que tinha que me masturbar.
Perto do meu trabalho tem uma praça por onde costumo passar, quando volto pra casa.
Há uns meses, eu vinha pela praça com uma amiga, quando ela me mostrou um policial que estava sentado num banco. Me disse pra olhar porque ele estava olhando pra mim…
_Imagina!!! Ele não está olhando não!
_Ele te olhou sim. Você não vê nada? Continue Lendo…

Conto O RONALDO ME FEZ CORNO

Sou casado há quatro anos com uma linda morena de 28 anos. Ainda não temos filhos e uma situação financeira estável. Tenho 33 anos, e de uns tempos para cá comecei a ter a fantasia de assistir minha esposa com outro homem. Essa idéia me deixava muito excitado, mais não sabia como falar com ela sobre o assunto. Como temos o hábito de assistir filmes eróticos nos finais de semana, comecei a pegar apenas vídeos que continham cenas de swing e troca de casais. No início ela não demonstrou muito interesse, talvez por vergonha, mais com o tempo, senti que ela ficava cada vez mais excitada com aquelas cenas. Tomei coragem e, sempre que íamos transar, incluía uma terceira pessoa, a fazendo imaginar que tinha um outro homem transando com ela. Ela ficava excitadíssima e gozava loucamente. Depois que passava a excitação não tocava mais no assunto, até que Um dia tivemos uma transa inesquecível. Enquanto eu a penetrava, ela sussurrou no meu ouvido e disse: Quer dizer que você quer ser corninho? Eu respondi mais que prontamente: Quero sim, muito. Ela então falou: arranje um macho bem gostosão que eu realizo seu desejo e na sua frente. Gozei como nunca tinha gozado e ela também. A partir desse dia sempre que íamos transar ela falava a mesma coisa e quando passava a excitação, ela fingia que nada tinha acontecido. Isso tudo durou quase um ano.

Ela estava no quarto ano de direito e eu a buscava todas as noite na faculdade. Um dia ela chegou com um colega e me pediu para lhe dar uma carona visto que seu carro estava na oficina. Atendi prontamente e ele se apresentou muito educadamente dizendo se chamar Ronaldo e justificando que seu carro estava na oficina e que a conserto iria demorar uma semana e se eu não me incomodaria de lhe dar uma carona até pegar o carro de volta. Disse que não teria problema algum. Acabamos ficando amigos. Ronaldo era muito simpático e tinha a idade de minha esposa, e estava terminando a faculdade para voltar para sua terra natal.

No decorrer dessa semana de caronas percebi que minha mulher e ele eram bastante íntimos e conversavam como se fossem velhos amigos. Bateu-me em certo ciúme e ao mesmo tempo um tesão ao imaginar ele comendo minha amada esposa. Num desses dias, quando estávamos transando, toquei no assunto de outro homem na nossa cama e falei o nome dele no ouvido dela Continue Lendo…

Conto MEUS DOIS AMIGOS E MINHA MULHER

Tenho 33 anos e minha esposa, uma linda moreninha, tem 28. Estamos casados há cinco anos. Desde que a conheci que tenho a fantasia de transar com ela e uma outra pessoa. Inicialmente tinha a fantasia de transar com ela e outra mulher. Sempre que ia transar eu falava se ela topava e ela, apesar de ficar excitada, não aceitava, pois tinha ciúmes de mim. O tempo foi passando e ficamos noivos. E continuava fantasiando outras pessoas transando com a gente. Numa transa louca, perguntei a ela se outro homem ela aceitava. Ela ficou assustada e me perguntou se eu deixaria. Eu falei que se fosse de comum acordo e ela estivesse afim eu aceitaria. Ela então, bastante excitada, me disse que seu ex-namorado lhe deu uma cantada na faculdade e ela ficou com vontade de dar pra ele, mas não teve coragem e se soubesse que eu não importava tinha dado. Fiquei excitado quando ela falou isso e começamos uma trepada e durante os sarros pedi para ela contar como foi que ela perdeu o cabaçinho com ele. Enquanto ela me contava eu a chupava toda e num dado momento perguntei a ela como era o pau dele e ela me disse que era grosso e cabeçudo e que doeu um pouco. Gozamos como loucos nesse dia.

Casamos e mudamos para um apartamento de dois quartos e uma das primeiras aquisições foi uma TV de 29 polegadas, um DVD e um computador. Nas horas vagas era pura sacanagem (Sites de contos eróticos, filmes pornôs em DVD, bebidas e muito sexo) e sempre tocava no assunto de outras pessoas nas nossas transas. O tempo foi passando e as fantasias se apimentando.

Recentemente fui visitar uns parentes em uma cidade vizinha e lá encontrei dois amigos que há muito não os via. Ambos já estão casados. Numa rodada de bebidas passamos a noite conversando e, num dado momento da conversa, passamos a falar de nossos casamentos, esposas e, depois de muita bebida o papo foi ficando mais solto e acabamos falando sobre fantasias sexuais. Contei a eles meu desejo de ter outra pessoa nas nossas transas Continue Lendo…

Conto MEIO CORNO OU CORNO DE VERDADE?

Tenho 32 anos e minha esposa 26. Somos casados há três anos e não temos filhos. Numa sexta-feira sai do serviço mais cedo e resolvi ir até o ponto em que minha esposa pega o ônibus para voltar do trabalho. Minha intenção era convidá-la, de surpresa, para um chopinho. Quando me aproximei da parada o ônibus já estava no ponto e minha esposa já tinha embarcado. Corri e consegui entrar também. Ela não me viu e como o coletivo estava muito cheio, não consegui chegar mais perto dela. Resolvi não chamá-la e esperar um pouco até surgir uma oportunidade para me aproximar mais dela.

Num dado momento um rapaz aparentando uns 30 anos se posicionou atrás dela e ficou encostando o pau duro sob a calça na bundinha dela. Na posição em que eu estava dava para ver tudo, mas ela não podia me ver e como estava um pouco escuro, as pessoas em volta também não percebiam nada. Fiquei puto da vida e tentei me aproximar, mas não consegui, pois o ônibus estava realmente cheio.

Fiquei observando e percebi que ela não demonstrou que estava incomodada com aquela atitude do rapaz e pra minha surpresa pude ver outro rapaz, aparentando uns 25 anos, também encostando seu pau duro sob a calça na mão de minha esposa que se segurava no encosto do banco. Deu-me um misto de raiva e ciúmes e ao mesmo tempo um tesão enorme, visto que sempre a fantasiei dando pra outro homem. Resolvi ficar só olhando.

Ela estava vestida com uma saia preta de tecido fino e o cara estava pressionando o pau entre suas nádegas e ela deixando sem reagir. Quando olhei para o outro rapaz pude observar que ele estava com uma expressão de excitação e vi minha esposa mexendo com a mão e alisando o pau dele por cima da calça. Aquela cena me deixou com um tesão danado e fiquei observando, de forma que ela e os rapazes não percebessem que esta vendo tudo. Continue Lendo…

Conto ME PEDIRAM E ACEITEI SER CORNO

Meu nome é Vander, Tenho 32 anos, sou casado com Adriana, uma linda morena de 27 anos, não temos filhos. Trabalho em uma Estatal aqui em Brasília e minha esposa também e servidora pública Federal. Temos um bom padrão de vida e ótimos relacionamentos aqui na Capital Federal.

Em novembro de 2006 minha esposa recebeu um convite de sua amiga Rejane para passarmos um final de semana, juntamente com seus familiares e amigos, em sua casa de campo, próximo da cidade de Pirenópolis/GO, 150 km de Brasília. Chegamos lá por volta de 14h de sábado. Fomos muito bem recebidos pela Rejane, a qual nos apresentou os demais convidados, Ronaldo seu marido e Carlos e Osvaldo amigos do marido dela, seus pais e outros adolescentes parentes dela. O marido da Rejane e seus familiares já era nossos conhecidos. Já o Carlos e o Osvaldo eram novidades. Ambos aparentavam seus 28 a 30 anos, ótimas aparências, muito educados e divertidos.

Pirenópolis faz muito calor e resolvemos ir para a piscina nos refrescar. Colocamos nossos trajes de banho e fomos todos pra água. Modéstia parte, minha esposa é muito bonita e tem um corpinho escultural e percebi que o Carlos e o Osvaldo a observavam muito. Ficamos à beira da piscina batendo papo, bebendo cerveja, uísque e beliscando alguns petiscos. Carlos e Osvaldo puxavam assunto com minha esposa. Ela estava sentada e eles de pé em sua frente e eu, um pouco mais afastado fiquei observando e pude perceber que ambos eram sarados e o volume sob suas sungas, principalmente o do Osvaldo, indicava serem bem dotados e percebi que minha mulher vez em quando, disfarçadamente, fixava os olhos naqueles monumentos. Continue Lendo…

Conto LIDIANE E SEUS DOIS MARIDOS

Quando eu fiz 20 anos as coisas começaram a acontecer na minha vida muito rapidamente. Fiz um concurso e passei a trabalhar num Banco Estatal. Antes dos 23 anos me casei com a menina mais linda da minha pequena cidade. Ela tinha somente 18 aninhos e virgem. Vou chamá-la de Lidiane. Aos 25 anos recebi uma proposta de ser transferido para outra cidade como auxiliar da gerência com um aumento de salário razoável. Esta nova cidade ficava a mais de 300 km da minha e sua maior economia girava em torno da agropecuária. Fui orientado a procurar o Sr. Ronaldo que era o criador e dirigente da Cooperativa de Leite daquela cidade e tinha muita influência. Ronaldo era um homem com seus 40 anos; +- 1,90 m, magro falso, muito simpático, bonitão e prestativo. Quando ele soube que eu era casado e estava procurando uma casa boa e barata pra alugar, me ofereceu a casa que ele tinha construído pra sua filha única, que nunca chegou a ocupá-la, por ter casado com um filho de fazendeiro e indo morar em São Paulo. A casa ficava dentro de um pequeno sitio, a uns 15 minutos do centro da cidade, ao lado da sua própria casa. Ficamos muito amigos e Lidiane e Júlia, esposa de Ronaldo, também ficaram muito amigas. Tornamos tão íntimos que freqüentávamos a casa um do outro diariamente. Eu e Lidiane vivíamos felizes, tínhamos bons amigos e uma vida sexual satisfatória. Satisfatória porque mantínhamos o sexo dentro dos padrões de marido e mulher, isto é; na base do papai-e-mamãe. Eu que já tinha visto vários filmes pornôs tinha vontade de variar um pouco, mas o medo de magoar Lidiane me impedia de até tentar.

A vida transcorria normalmente até que numa noite bastante chuvosa, aconteceu um acidente com o carro do Ronaldo que acabou vitimando fatalmente dona Júlia, sua esposa. Fato que nos abalou demais e também a maioria dos moradores da cidade. Ronaldo passou a ser uma pessoa totalmente diferente do que era: triste, calado, trabalho e casa viraram sua rotina. Lidiane passou a cuidar da casa do Ronaldo para mantê-la limpa e fiz questão de que ele se alimentasse na minha casa: café da manhã, almoço e lanche à noite. Só que Ronaldo passou, principalmente nos finais de semana, a beber muito, chegando às vezes a perder toda a noção de compostura. Após uns nove meses daquela fatalidade, um sábado à noite que chovia muito forte, vi quando Ronaldo saiu na sua varanda sem camisa e com um short de pijama aparentando estar totalmente bêbado. Quando olhei novamente vi Ronaldo caído dentro de uma poça de água e tentando se levantar. Corri para ajudá-lo, mas como ele era muito pesado, não consegui erguê-lo e chamei Lidiane para me ajudar. Ela saiu naquela chuva vestindo apenas uma camisola na tentativa de me ajudar. Levamos uns 10 minutos pra conseguir arrastar Ronaldo até dentro da sala de sua casa Continue Lendo…

Conto FUI SER CORNO EM BRASÍLIA

Cheguei a Brasília há dois anos, logo após me casar. Chamo-me Leonardo e minha esposa Regina. Nossa cidade, no interior de Minas, é pequena e por conta disso, Regina foi minha primeira namorada e eu o primeiro namorado dela. Passei num concurso público para trabalhar na Capital Federal e para ela vir junto tivemos que nos casar às preças para ela me acompanhar. Casamos, ela com 16 e eu com 21. Ela virgem, já que antes só tínhamos dados muitos amassos e o máximo que ela havia feito era ter pegado no meu pau e me punhetado. Os pais dela tiveram que autorizar, junto ao Juiz da cidade, o casamento, pois ainda era de menos. Nossa noite de núpcias foi um sufoco, ambos inexperientes e até conseguir penetrá-la, foi um trauma, já que ela, muito tímida, sempre foi reservada e não relaxava o suficiente. Conseguimos e não posso dizer que foi a melhor transa para os dois. O tempo passou fomos nos abrindo e fazendo sexo todos os dias, mas ela sempre muito acanhada.

Quando mudamos, escolhemos uma casa, numa Cidade Satélite onde morava Adilson, filho de um amigo dos meus pais, que trabalhava na capital. Ele era casado, pai de um filho, 35 anos. Ficamos amigos do casal e sempre freqüentávamos a casa deles e eles a nossa. Adilson tinha uma casa muito boa e com piscina e nos finais de semana ele sempre nos chamava para um churrasquinho, cervejinha e banho de piscina. Com o tempo fui percebendo que ele não tirava os olhos de minha esposinha. Quando estava só de sunga, dava para ver o volume e perceber claramente que ele era bem dotado. Percebi também que Regina, sempre que tinha oportunidade, fixava os olhos entre suas pernas. Ele disfarçava, mas dava para perceber que a desejava e, quando Regina ficava só de biquíni, o volume entre suas pernas aumentava e ele tinha que sentar para disfarçar, tamanho era o tesão dele pela minha mulher. Um dia resolvi conversar com minha esposa sobre isso e ela, muito sem graça, disse-me que também vinha percebendo isso, mas me tranqüilizou, dizendo que ele nunca fez nada além de olhar e que eu tinha que confiar nela, pois me ama e jamais pensou em nada. Estava enciumado, mas confesso que também com tesão, sabendo que ela estava sendo desejada. Continue Lendo…

Conto FUI CORNO NUM JOGO DE TRUCO

Tenho 32 anos e minha esposa 28. Somos casados há quatro anos, sem filhos. Trabalho numa Estatal em Brasília e minha esposa é professora de Inglês numa escola particular no período da manhã e à noite dá aulas, também de inglês, juntamente com outros professores, a um grupo de executivos, também de uma Estatal. Ela me disse que ultimamente vêem sendo assediada por alguns desses executivos. Fico enciumado, mas confesso que fico excitado também, visto que a fantasio dando para outros homens na minha frente, e quando estamos transando falo dos tais executivos no ouvido dela e a faço goza loucamente. Faço questão que ela perceba que fico excitado e gosto quando ela fala dos assédios recebidos e sinto que ela gosta desse meu comportamento.

No final do ano de 2006 a Empresa dos tais executivos resolveu dar uma festa de despedida ao grupo de professores, visto o encerramento, após um ano, do curso por eles ministrado. O convite foi ostensivo aos familiares. Foi um final de semana num hotel fazenda, reservado exclusivamente para o grupo. Eu e minha esposa ficamos com um chalé bem espaçoso e em local mais afastado.

Enquanto rolava um churrasco, ficamos conversando à beira da piscina e bebendo cerveja, quando quatro homens se aproximaram da gente e a cumprimentou com beijinhos na face. Minha esposa então me apresentou a eles, dizendo se tratar de alunos dela na Empresa. Educadamente os convidei para se sentarem com a gente, o que fizerem sem cerimônia. O papo estava agradável, eram todos muito simpáticos e divertidos, e todos aparentavam ter seus 45 anos. Ali ficamos toda à tarde de sábado, num divertido e agradável papo. Durante todo esse tempo, percebi que os quatro não tiravam os olhos de minha esposa, me fazendo crer se tratava dos tais executivos que a assediava no curso. Quando ela tirou a bermuda e a camiseta e ficou só de biquíni, pude perceber o quanto eles a admiravam e, a certa altura Continue Lendo…

Conto FUI CORNO NA CASA DE CAMPO

Eu e minha esposa adoramos sexo. Ana sempre foi uma mulher excepcional. Estamos casados há quatro anos, tenho 34 anos e Ana 27, ainda não temos filhos. Eu descobri sua tendência ao exibicionismo e a incentivei a explorá-lo. Foi numa brincadeira num posto de gasolina. Aquelas coisas de deixar a calcinha aparecendo para o frentista, e fingir que não percebeu o intrometido. O que era brincadeira foi virando rotina no nosso relacionamento. A partir daí criamos um jogo de provocação, onde só eu e Ana podia jogar. Os “escolhidos” eram simples espectadores.

Era um jogo bem simples e extremamente excitante. Nós dois saiamos, geralmente à noite, como dois caçadores. Escolhíamos o lugar e nossas “vitimas”. Estudávamos todas as possibilidades e limitações da ocasião, e só então partíamos para o ataque. Com a nossa presa sob nosso jugo, e já satisfeita com o resultado de nossa caça, eu e Ana saíamos do local com a mesma rapidez que abordávamos a “vitima”, e deixávamos o coitado “a ver navios”. Nossa noite sempre terminava com uma transa incrível. Continue Lendo…

Conto FOU CORNO COM A AJUDA DO MARCELO

Somos casados. Tenho 27 anos e minha esposa 24. Minha mulher é muito bonita, loirinha, magrinha com os seios pequenos para médios, com os biquinhos grandes e pontudos que sempre marca a blusinha quando ela está sem sutiã. Apesar de magra, sempre chama a atenção por sua bundinha. Fui seu único namorado e tudo que ela aprendeu sobre sexo foi comigo. Garota difícil, só perdeu a virgindade com 18 anos. Antes disso só aceitava brincadeiras. Ensinei ela fazer sexo oral e isso passou a ser nossa melhor relação. De tanto me chupar ficou craque nesta arte, inclusive deixa gozar na boca. Logo depois que nos casamos, comprei um computador e comecei a ter acesso a relatos sobre todo tipo de fantasia e uma mexeu comigo: – Ver minha esposa transando com outro cara. Comecei fantasiar isso quando transávamos. Sempre que ia transar com ela ficava brincando com o dedo em seu cuzinho enquanto penetrava sua bucetinha, dizendo que era outro pinto que estava entrando nela. Às vezes dizia a ela que vários casais hoje em dia faziam essa prática, mas ela nunca se interessou, dizendo que só queria eu mesmo.

A grande mudança ocorreu quando passei a comprar filmes pornôs sobre este assunto. Em todas as cenas havia um marido oferecendo sua esposa a outros homens e assistindo a tudo. Percebi que aos poucos ela foi se interessando pelo assunto e, como ela me conhece bem, me perguntou diretamente se eu estava com vontade de ser corno e a ver transando com outros caras, pois, eu sempre tocava neste assunto. Sem pensar disse que sentia muito tesão quando imaginava alguém transando com ela, mas não sabia se teria realmente coragem de fazer isso. Nisso ela chegou bem pertinho de mim me olhando nos olhos com aquele jeitinho dengoso que só ela tem e me disse bem baixinho no ouvido: -Amor, até hoje só você teve o prazer de sentir meu corpinho, mas se tem mesmo vontade de me ver transando com outros homens, eu realizo seu desejo Continue Lendo…