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Archive for outubro, 2009

A sogra de shortinho

terça-feira, outubro 13th, 2009

Raramente entro em sites de contos eróticos, mas entrei no de vocês e resolvi contar um também. Sou casado, 39 anos, cabelo loiro e adminsitrador de empresa. E tenho, como todo homem, uma amante. Ela é morena e muito bonita, 26 anos, 1m67, cabelos lisos e longos, corpo é bem fornido, com coxas torneadas, bundinha empinada e uns peitos maravilhosos, naturais e duros. Esta história, porém, não é com ela, mas com a mãe dela, minha sogra.
Não é sogra, verdadeiramente, mas a chamo de sogra. Ela tem 42 anos e é um espetáculo, está sempre bem disposta e feliz, é a típica sogra “faceira”.
O corpo da sogra é parecido com o da filha dela, apenas coxas mais grossas e uma bunda muito, mas muito, muito, muito mais gostosa que a da filha dela. Minha relação com a sogra é espetacular. Ela é separada e democática, me aceita na casa dela, almoço lá, vemos tevê, tudo naturalmente. Sou, como se diz, “da casa”. Sou esperto, é claro, e empresto meu carro para ela ir aqui e ali e sempre dou presentinhos para ela, retribuindo a amizade.
Um sábado desses liguei para a sogra, pois a filha dela, minha amante, tinha ido no salão de beleza ali perto, e ela me convidou para ir lá, tomar chimarrão, enquanto esperava a filha ficar pronta no salão onde eu iria de pegá-la. E como não tinha nada para fazer, fui para lá.
Cheguei e a sogra disse que ia preparar o chimarrão. Era verão, e ela estava com um shortinho “mínimo”, que deixava à mostra os coxões e a bunda maravilhosa.
Como ela ficou de costas, fiquei apreciando a bunda dela, as coxas, as costas e como ela estava com uma blusinha bem leve, os peitos ficavam marcados.
Ela se tocou que eu a estava admirando, pois se virou e mostrando aqueles dentes bem feitos me disse:
- Calorão hoje, né?
E continuou fazendo o chimarrão, e eu senti um tesão enorme (mais…)

She e Italiano

terça-feira, outubro 13th, 2009

Bom deixa eu nos apresentar, somos o casal Samshe, eu tenho 35 a She tem 29, somos liberais, moramos em São Paulo capital.

Curtimos ménage masculino, ménage feminino e swing com troca de casais, a She adora brincar com meninas.

Ontem a She, chegou do hospital, por volta de 14h00min e me disse que queria dar uma volta aproveitar o sol, tirar um pouco do branco escritório, que os paulistas têm por natureza, fomos então tomar um suco numa frutaria bem conhecida no bairro de Vl. Maria, só que a She estava com uma cara de safada inacreditável….olhava as garotas que passavam por nós, secava estava afim de brincadeira…estávamos com  o celular com internet no MSN, falando com o pessoal, quando entrou um single que teclávamos a algum tempo, o Italiano, morava próximo a nós ficando assim mais fácil de encontrá-lo…O jogo do Brasil e Bolívia corria solto no telão da frutaria e a She, com aquela cara de safada ia falando com Italiano pelo MSN, papo vai, papo vem, ela marcou com ele em um posto de gasolina que todos conhecíamos; Não deu nem 15 minutos ele apareceu, começamos a papear e a She quis comer algo, passamos numa padaria para comer pizza de balcão que adoramos, a She estava excitada com o rapaz, ai no meio da conversa ela deu a frase senha que queria, ir pro motel…è tem isso, sim…uma frase que dizemos que é o sinal verde pra brincadeira começar, caso um dos dois não estivesse a vontade o outro não avançaria. (mais…)

Ofereço minha esposa aos Amigos com prazer!!!

sábado, outubro 10th, 2009

Somos casados a mais de dez anos, tenho 41 e ela 40. Mais gostosa não vi outra. E sem essa de mulher maravilha, deslumbrante ou coisa do tipo, que é o que mais se lê nos contos. Minha mulher é normal, bonita o suficiente e gostosa mais ainda como disse, tem uma bunda grande, uma buceta grande e carnuda, coxas grossas e isso, é mais que suficiente, pra mim e os amigos que escolho para compartilhá-la. Conforme diz o título, adoro oferecer minha puta esposa aos “amigos”, mas sem repeteco. Uma única vez e ponto final. E ela, adora me satisfazer, dando o rabo para meus amigos e me deixando enlouquecido. Somos de Santa Catarina, sempre fomos liberais, desde que, os dois juntos.

O que aqui vou relatar, aconteceu em Março de 2009. Estava em meu escritório, num dia daqueles, correria o tempo todo, sou representante comercial, minha sala cheia o tempo todo, um entra e sai de colegas, até que derrepente tive a idéia, olhando todos aqueles machos dando sopa por ali.

Sempre levo surpresinhas pra minha mulher, mas nunca passou de um “amigo” por vez, embora ela já tivesse demonstrado interesse, em dar aquele delicioso rabo pra mais de um de uma vez só.

A idéia que me surgiu, foi de chamar os caras que estavam comigo hoje no escritório, e que, a cada semana, são diferentes, oriundos de várias cidades do estado, e convidá-los pra uma cervejinha em casa, após o expediente. Foi o que fiz, eram quatro, chamei-os na mesa, fiz o convite e deixei meio que a entender à todos qual era a minha idéia, o que todos aceitaram de imediato, mesmo que meio desconfiados, pois não é comum, um cara casado, oferecer a esposa assim, só pra satisfazer seus desejos. Mas, deixei claro à eles que sempre fazemos isso, só que, esta seria a primeira que a entregaria para quatro machos a comerem ao mesmo tempo, e que eles deveriam ter cuidado, até porque, ela ainda não sabia. Tudo acertado, liguei para ela, informei que chegaria mais cedo naquele dia e com visita.

Ela já de pronto me perguntou se seria mais “um amigo” pra festinha da semana, disse apenas que sim, mas não disse quantos seriam, pedi apenas, que ela ficasse bem gostosa pra nos esperar, do jeitinho de costume quando recebemos amigos. (mais…)

Mamei e dei por 5 reais

sexta-feira, outubro 9th, 2009

Me sentia superior as demais prostitutas que se enfileiravam na esquina à espera do “Ganha Pão”. O incômodo do salto 15° não era menor que o desejo recém parido por entre minhas pernas de dar. O fascínio pela vida fácil havia me levado àquela esquina agitada em uma noite de sexta feira na grande São Paulo. As demais mulheres fáceis olhavam para mim fascinadas pelo meu porte feminino. Meus cabelos pretos, lisos e longos caíam sobre meus ombros tal qual uma ofensa as demais mulheres. Concorrência para as mais inseguras, carne nova para os clientes! Eu as olhava com certo desdém… Embora fôssemos todas putas da rua naquela ocasião! Trajava um vestido de lycra preto curto, abaixo da virilha acompanhado da taxativa “bolsinha de puta”. Por mais que tentasse evitar meus pensamentos e ações, caí no cliché de rodar a bolsinha na esquina. Estava configurado o rótulo de “puta do calçadão”! Agora só faltava iniciar o serviço! Receber por rola! Ganhar a vida deitada na cama, dando o que é meu de fato! Fascinada, impunha respeito diante das demais vadias. Mesmo vestida como vagabunda, mantinha um certo recato e um ar de superioridade, um certa elevação espiritual que não me deixava cair na afetação ridícula das demais putas profissionais. Anfíbia por natureza, tomei uma decisão singular: Daria àquela noite como uma puta de rua da pior espécie! Barata e boa de falo! Na calçada sorria para as putas e bêbados que me cumprimentavam com olhares e gesticulações obscenas, quando percebi um carro parando próximo de nós. Logo algumas putas correram até a janela do carro. Vi que conversavam alguma coisa com o homem dentro do veículo, mas pela distância que me encontrava não consegui partilhar sobre o quê se tratava. Após alguns minutos, as putas se afastaram do carro e uma seguiu em minha direção. Tremi na hora…, de tesão. – Ô Morena, o cliente está querendo levar um papo contigo, Guria… Vai lá que ele parece cheio da nota. Disse um seguindo adiante atrás de outras “amigas” de profissão. Caminhei, tremendo nas pernas e com a calcinha já inundada, até o carro preto. Era um homem branco na faixa etária dos 35 anos, de gravata e porte executivo, boa pinta. Coxas grossas foi o que pude ver pelo “volume” quando olhei rapidamente de fora do carro. – Oi, tudo bem? Minha colega me disse que queria bater um papo comigo? Perguntei assustada, embora excitada. – Entra no carro, teu dia já está ganho (mais…)

Carta de fogo para polvora

sexta-feira, outubro 9th, 2009

Às vezes somos pegos de surpresa diante de certas diversidades da vida, coisas que vem nos acrescentar ou uma admiração por alguém que nem se faz idéia de quem seja, fico muito feliz, pois isso não é para qualquer uma mulher. E o fato de ser reconhecida é algo vibrante e coisas pequenas que valem a pena em nossas vidas. Esse será o tema de nosso conto hoje, cujo nome será “Carta do fogo para pólvora”. Fogo… (…) Eu te imagino uma menina escondida atrás de um botão de rosa, um perfume doce feminino e agradável, uma linda camisola e por baixo da camisola uma tanguinha fio dental e lacinho de lado, bem menina feita mulher com rendas e desenhos, meias e ligas na cintura, maquiagem no rosto, lápis nas sobrancelhas, batom nos lábios polpudos e generosos, as unhas pés e mãos esmaltadas, uma mulher conhecedora e sabedora do seu enorme poder de sedução sobre seu namorado. Eu me vejo de sunga demarcando meu membro empinado e todo babado de tesão, sentado numa poltrona do nosso ninho de amor te tarando se trocar e se embelezar, se vestindo com pecinha intimas delicadas e fazendo de conta que não existo, que você esta em seu cantinho feminino se preparando para sair com seu namorado. Quase gozando na sunga eu vejo uma menina doce e gostosa se transformando numa esplendida e maravilhosa mulher, muito vaidosa e muita segura de si mesma. Sabe você que conquistara o coração do teu namorado e por isto você capricha cada vez mais em tua produção. Antes de tudo você tomou um banho gostoso com sais aromáticos entre muita espuma de um sabonete liquido e cheiroso você se depilou e se livrou dos indesejáveis pelos espalhados pelo corpo. É mais uma vaidade feminina, penso te observando enquanto você se produz de maneira a agradar ao amante namorado que espera fazer amor contigo de tudo quanto e jeito. Através de exercícios constantes teu corpinho se moldou femininamente, o lindo bumbum cobiçado por homens é todo arrebitado, durinho e batidinho, a vagina e estreita e sempre se encontra molhada na espera do membro que ira violar tuas entranhas com um membro grande e grosso, o anus é depilado e pregueado em volta e constantemente visitado por membros masculinos ávidos por se enfiarem dentro de você, a cinturinha fina e as coxas torneadas e grossas formam o conjunto mais doce e gostoso de ver numa linda mulher como você. Eu sou totalmente fissurado em você (mais…)

Bendito engarrafamento

sexta-feira, outubro 9th, 2009

Bom, esse é o meu primeiro conto, portanto peço a complacência de todos caso eu seja prolíxo. Também estou aberto a críticas, pois é sempre bom melhorar. Quando leio alguns contos aqui, sempre me identifico com os verídicos, por essa razão todos os que me propuser a escrever serão experiências reais. Tenho 30 anos, moro em Niterói ( RJ ), sou engenheiro de telecomunicações, divorciado e moro sozinho. Sou branco, meço 1,80m de altura, peso 77 kg , olhos castanhos , cabelos castanhos escuros e liso, gosto de malhar , portanto mantenho o corpo bem cuidado, embora não seja marombado. Tudo aconteceu numa sexta-feira, quando estava voltando do trabalho, nesse dia estava acompanhando a construção de uma obra num condomínio no bairro do Fonseca, esse dia em especial eu não fui trabalhar de carro. Então na volta para casa eu peguei um puta engarrafamento, a Van que peguei estava cheia e o ar condicionado estava quebrado, imaginem o sufoco? A única coisa boa naquele momento era a morena que estava sentada ao meu lado, ela estava com um vestido preto lindíssimo, com um decote que valorizava muito seus seios, que por sinal eram lindos visto daquele ângulo. Começamos então a conversar coisas triviais tipo: como estava calor e como nós sofríamos presos em engarrafamentos. À medida que íamos conversando fui descobrindo mais sobre ela, descobri que ela tinha 31 anos e vivia com um homem bem mais velho, tinha também um filho de 8 anos e passava a maior parte do tempo sozinha, pois seu marido é marinheiro e vive viajando. Por fim, quando estava prestes a descer no meu ponto, eu perguntei se ela tinha orkut ou msn, justificando que adoraria conhecê-la melhor, pois achei à sua companhia muito agradável. Prontamente ela escreveu num papel e me passou. Ao chegar em casa a primeira coisa que fiz foi abrir o msn e adicioná-la , igualmente com o orkut, pois o e-mail era o mesmo para ambos. Feito isso, fui fazer as coisas normais que precisava fazer de forma que só voltei para o computador lá pelas 22h. Ansioso para encontrá-la on line esperei que ela entrasse. Ela entrou lá pelas 23h e me aceitou. Mais uma vez começamos a conversar, só que dessa vez com mais liberdade, acho que o mundo virtual possibilita certas atitudes desinibidas que pessoalmente não conseguimos. Revelei que estava ansioso para que ela entrasse, pois estava com muita vontade de conhecê-la melhor. Logo nossa conversa girava em torno de carências emocionais e físicas, óbvio que tudo isso faz parte de um jogo virtual maravilhoso. Abrimos a web cam e nos ensinuávamos, mas não de maneira explícita, apenas brincando com o imaginário e a curiosidade. Isso foi maravilhoso, pois foi sutil e ao mesmo tempo íntimo. Conversamos por uma semana, e nos víamos apaixonados, que loucura aquilo tudo! Foi então que ela me convidou para ir a seu apartamento, disse que levaria seu filho sábado pela manhã na casa da mãe e o deixaria lá até domingo. Sugeriu que eu a visitasse no sábado a noite, pois estaria sozinha ( seu marido estava de viagem). Nos preparamos para aquele dia , levei dois filmes , um romântico e um pornô, sou assim, romântico, gentil, educado ,mas extremamente pornográfico também. Seu prédio não tem porteiro, de forma que apenas interfonei e ela abriu o portão, ao chegar ao apartamento a vi deslumbrante (mais…)

Descobrindo meu lado devassa

sexta-feira, outubro 9th, 2009

É a primeira vez que escrevo um conto erótico,E como a maioria dos contos nesse site começa com uma descrição física, vou fazer diferente, posso ser como vocês quiserem me imaginar….Sou mulher, tenho 28 anos e me considero atraente, bem resolvida e descobrindo um mundo novo em relação ao sexo nessa fase da minha vida…Talvez eu seja aquela sua vizinha, sua colega de trabalho, ou aquela menina que estudou com você no colegial, ou até mesmo sua amiga. Sou aquele tipo de mulher com jeito de menina, que muitas vezes passa despercebida por preferir ser discreta e não chamar atenção desnecessária…Aparento ser mais nova, e quem me vê nunca imagina o quanto eu me transformo e enlouqueço na cama. Estou saindo com um cara que tem muitas qualidades e afinidades comigo, tanto na cama, quanto fora dela…Mais o sexo é intenso e eu estou descobrindo um lado meu bem puta, bem safada e estou a-d-o-r-a-n-d-o! Vamos logo pro que interessa…da ultima vez que encontrei com ele, realizei duas vontades de uma vez só…Transei dentro do meu carro no estacionamento do mercado…Já transei no carro antes, mais o meu ainda era virgem, e tinha tudo para não ser, porque ele tem um insulfilme™ bem escuro que impossibilita quem está do lado de fora ver quem está dentro.Hum…E no estacionamento de um super-mercado movimentado, perto da minha casa, onde eu vou sempre…Não foi nada planejado, e isso foi legal.Foi tesão de momento, e o meu tesão era tanto que eu não agüentei, nem pensei em nada na hora, só que eu queria ele, e queria aquela hora… Aquele dia eu acordei pensando em sexo,com um tesão acumulado de alguns dias sem ter ele dentro de mim…Eu contava as horas e tentava ocupar minha cabeça com outros pensamentos pra ver se o tempo passava mais rápido… Para sair com esse cara que estou saindo,alguns uns dias atrás depilei totalmente minha bucetinha, e adorei deixar ela assim lisinha, a dor da depilação compensa, porque senti que o meu prazer aumentou muito, ficou mais sensível. Fui tomar banho e me preparar para me encontrar com ele. Passei meu melhor hidratante, pensando nele, e comecei a ficar exitada me vendo nua em frente ao espelho, com aquele creme suave e perfumado deslizando pelo meu corpo…Comecei a me pegar e me tocar, acariciei meus seios e achei linda a visão do biquinho clarinho ficando durinho…hum…brilhando com o creme hidratante, apertei , deslizei minhas mão pela parte interna das coxas, da minha bunda durinha…hum… não agüentei e deitei na cama e comecei a passar o dedo ainda molhado do creme no meu grelinho que foi ficando durinho, enquanto isso ele me mandava msgs no celular e eu até liguei pra ele, mais ele não podia falar no momento, e nem sequer percebeu como eu estava.Gozei mais não parei de me estimular, pensando que tudo que eu queria era o pau dele entrando dentro de mim devagar e constante (mais…)

Anjo se acha a noite

sexta-feira, outubro 9th, 2009

A noite daquele plantão tava calma, tava até pensando em descansar um pouco no alojamento, era meu costume passar a noite toda atento e permitir que meus colegas descansassem um tanto, por dois motivos… pra que se o bicho pegasse, eles estivessem descansados e também pra ficar um pouco sozinho, curtindo o silencio e a solidão da noite. Antes, porém resolvi dar uma mexida nas pernas, e me coloquei em frente à base, pra ver mais de perto a rodovia e quem passava por ela. Pouca gente se movimenta de noite, nesta BR principalmente com este frio, já me virava pra entrar quando ouvi o som de um carro de aproximando, dei uma olhadinha e pensei… vai, vamo vê o que esta noite ainda pode oferecer. Posicionei-me no meio da pista, bem protegido, tanto do frio quanto do mal, jaqueta, colete, arma sempre pronta, enfim, um policial. Dei ordem de parada e o carro parou, estacionou próxima a pista, abriu o vidro, não pude ver bem quem dirigia, mas pedi que posicionasse melhor o veículo, e o colocasse a frente da viatura, onde a luz me permitiria visualizar o interior do veículo. Ai sim, me aproximei, cumprimentei educadamente como sempre fazia aquele tempo, e recebi de volta um; boa noite, igualmente educado, voz macia misturada a um aroma perfumado que saia de dentro do carro, tratava-se de uma mulher de uns 30 e tantos anos, cabelos curtos, negros e de um rosto lindo… Solicitei seus documentos, e como estavam em ordem, aproveitei para descobrir quem era, a idade e essas coisas que o uniforme nos propicia simplesmente por obrigação do oficio, afinal, precisamos saber quem é que esta ali, é nossa função. Clara, era seu nome, estaria de aniversário naquele mesmo dia, mas pra mim, isso era amanha, porque quando se trabalha num plantão de 24 horas, o próximo dia meio que se confunde, começando só depois da hora que deixamos o plantão… então nem me dei conta. Chamou-me a atenção sua beleza, olhos verdes num rosto delicado, ainda mais destacados pelos seus cabelos escuros… ela me olhou, sorrio e perguntou.. o que você faz à uma hora dessas aqui, neste frio… eu sorrindo respondi… olha, pra gente, não tem muito essa de frio, noite, dia, chuva, afinal, pra que vocês estejam seguros, temos que nos libertar desses detalhes (rsrsrsr) -Nossa, assim me sinto até mais segura – disse ela Eu apenas sorri e a olhei. Não tenho o hábito de obrigar alguém, principalmente uma mulher, a me aturar, então respeito as mulheres e as trato como elas merecem, com educação, acima de tudo (mais…)

A batida que me rendeu uma foda

sexta-feira, outubro 9th, 2009

Quinta-feira, 17h20min, trânsito tumultuado em razão da volta as aulas, paro em um cruzamento e sou abalroado na lateral direita do meu carro. Antes mesmo de descer pra ver o tamanho do estrago escuto o esbravejo de uma mulher vindo em minha direção. Descontrolada ela dizia toda sorte de palavras ofensivas, dizendo ser eu o responsável pelo acontecido, e que somado ao barulho do trânsito e o aglomerar das pessoas, me deixou zonzo. Sai do carro e fui ver o que tinha acontecido enquanto a mulher continuava a falar. Visto o estrago, voltei a atenção para a mulher que estava ao meu lado falando sem parar. Por impulso segurei em seus braços, e com certa força a girei colocando-a com as costas em seu carro e gritei um cala a boca bem perto do seu rosto. Gritei mesmo com vontade enquanto a apertava de encontro ao carro. Ela assustada deu um tapa que pegou em meu ombro, e que por reflexo levou outro, fazendo sua cabeça balançar e soltar o prendedor do cabelo, que solto e despenteado, caiu sobre seus ombros. Foi ai que eu prestei atenção na situação: eu estava praticamente no meio de suas pernas, tinha dado uma senhora de uma bolacha em seu rosto, que já começava a ruborizar as marcas dos meus dedos, ela com o rosto abaixado, com a respiração ofegante e com o carro batido. Quando senti o cheiro delicioso do perfume que ela usava foi que eu realmente olhei para a mulher que ali estava. Soltei então uma das mãos e retirei a prendedor de cabelo que estava pendurado, acertei o cabelo dela e com a outra mão levantei seu rosto segurando em seu queixo. Seus olhos já mareados pelo choro do susto que levou, realçavam ainda mais a “belíssima” mulher que ela era. Com uma voz firme disse: – Situação nenhuma, por pior que possa parecer, merece que uma mulher tão bela quanto você abaixe a cabeça. Tenha calma que nós vamos resolver isso da melhor forma possível. Soltei seu rosto e me afastei. Pensando na situação, imaginei ai o motivo do descontrole dela ao bater em um esportivo italiano, por trás. A aglomeração já se fazia grande ao redor do acidente, apesar do pouco estrago (mais…)

Pesqueiro sem peixe

sexta-feira, outubro 9th, 2009

Pesqueiro sem peixe Há alguns anos atrás fui convidado por um amigo a ajudá-lo a transformar seu sitio em um pesk-pag. Ao chegar verifiquei outros antigos colegas de trabalho, dando uma força ao Osvaldo que chamou sua esposa Mara e pediu a ela que me apresentasse aos demais: Carlos e sua esposa Cintia, Roberto e sua esposa Laura, e o Robson que como eu, fui sozinho. Começamos a derrubar e a fazer algumas paredes do casarão existente para transformá-lo em um restaurante. No final do dia fomos para a casa do Osvaldo, casa grande, os quartos ficam de um lado da casa, suíte do Osvaldo, banheiro social e dois quartos interligados por um corredor, do outro lado, sala enorme, copa cozinha e outra cozinha do lado de fora com fogão a lenha. Dona Mara determinou que os casais ficassem nos quartos, eu e o Robson, dormiríamos na sala, o colchão foi colocado bem em frente do corredor e da porta do banheiro, pois o resto da sala estava ocupado com diversos materiais. Jantamos, ficamos conversando trocando algumas idéias enquanto as mulheres viam novelas. Eu conhecia os demais, mas não tinha muita intimidade, éramos apenas amigos de trabalho. Terminou a novela cada esposa foi arrumar seu quarto e em seguida todos foram deitar, fomos os últimos a tomar banho, arrumamos nosso canto também e nos acomodamos. Eu estava deitado de lado, de costas para o Robson esperando o sono chegar, imaginando que seria uma bela oportunidade para realizar um troca-troca adulto, mas isso não seria possível, pois os outros estavam com suas esposas. Envolto em meus pensamentos, percebo que ele se vira encostando-se a mim e coloca sua mão em minha bunda. Eu que já estava com aqueles pensamentos, resolvi fingir que estava dormindo para ver até onde chegaria aquilo. Aos poucos ele começa a escorregar a mão levemente e vai puxando minha cueca para baixo. Fazia isso bem devagar e de leve, imaginando que eu estivesse dormindo, fui levando a brincadeira, me mexia e com isso a cueca descia mais e fui ficando com a bunda toda fora, mas debaixo do cobertor (mais…)

Meu amigo rafael

sexta-feira, outubro 9th, 2009

Meu amigo Rafael Encontrei meu amigo Rafael no Shopping e ele pediu que eu fosse passar o dia com ele para ajudá-lo a estudar varias apostilhas, iria prestar um concurso e queria estar bem preparado. Eu o conhecia desde a escola primaria e sabia que eles receberam educação diferente. Desde pequenos eles tomam banho juntos e ficam a vontade dentro de casa na frente de seus pais. Chegando lá fomos para o quarto dele e lá ele tirou a roupa ficando a vontade e pediu que eu tirasse também, mas fiquei acanhado e deixei a cueca pelo menos. No decorrer do dia enquanto estávamos preocupados em estudar e fazer consultas na internet, a mãe Dª Maria, a irmã Sonia e ate seu pai Sr. Augusto entraram varias vezes, levando suco ou frutas. Eu ficava constrangido por estar de cueca, ate que em dado momento entra Da. Maria e a irmã Sonia, entraram para recolherem os pratos e copos. Ela se assusta a me ver de cueca e pergunta se o que eu estava escondendo era diferente do que seu filho e seu marido têm, pedindo que eu ficasse a vontade aqui todos são iguais e não vemos maldade nisso voce já sabe. Rafael então tomou a iniciativa e puxou minha cueca para baixo, quando eu fui levantá-la a Sonia acabou de tirá-la e pude ver que ela se entusiasmou em ve-lo mole ainda. Acabei ficando o resto do dia totalmente pelado e assim eu andava pela casa junto com eles. A tarde sua mãe vem e chama para tomarmos banho, Rafael disse vamos, depois voltamos a estudar mais um pouco. Pensei que iria tomar banho com ele, pois quando criança fazia troca-troca todos os dias na volta da escola, mas quando entramos no banheiro sua mãe já estava lá toda ensaboada e pediu justo a mim para esfregar-lhe as costas. Eu estava pasmo ao ver aquela coroa enxuta, nua, sem o menor constrangimento (mais…)

Apimentando o casamento

sexta-feira, outubro 9th, 2009

Uma das coisas mais difíceis em manter um casamento é a rotina do dia a dia, quem é casado sabe o que estou dizendo e entende. Por mais que se tenha paixão a rotina é algo que acaba devorando tudo e para eu manter meu casamento tenho que procurar outras fontes de poder viver a vida sem pensar em acabar com minha relação familiar. Visto que tenho uma família e que amo muito, já que pode não existir paixão. No entanto a amizade permanece! Concordam? E de tanto comer arroz e feijão sempre, chega uma hora que cansa e você acaba ficando de saco cheio de tantas cobranças e sobre tudo a rotina diária… Eu estudo e sou escritora vivo um mundo de novidades minha cabeça é um universo a ser conquistado sempre aberto a outras formas de ver mundo e a sexualidade, sou uma mulher de libido altamente acentuada. Não que eu não tranze com meu marido, mas é que o novo é algo que sempre estou em busca, para conseguir manter minha vida matrimonial. Minha mãe dizia que eu tinha espírito masculino, por ser uma pessoa que pensa no sexo como algo bom e fundamental. Os primeiros anos de casamento se passaram como se tudo fosse lua de mel e todos os dias às vezes três vezes durante o dia, agente tranzava em várias vezes e sempre que possível seja na praia, no sofá, em casa de amigos no banheiro e em nossa cama e vários lugares possíveis e imagináveis. No entanto, nada é para sempre e o que foi hoje amanha poderá ser diferente… Pois bem vivíamos brigando e meu valor era pequeno por mais que, fizesse nunca ele dava valor e foi numa dessas que comecei a abrir os olhos e observar meu mundo de outra forma e certo dia… Estava eu em meu trabalho e nesse instante chegou Vinicius ex- empregado da firma do meu marido (mais…)

Uma noite nas nuvens

sexta-feira, outubro 9th, 2009

Oi, me chamo Aline, tenho 27 anos e trabalho em uma empresa há 8. Por muito tempo tive algumas dificuldades no quesito relacionamento com os colegas, mas, passado algum tempo, vieram novas pessoas e da mesma idade que eu, e isso, deixou-me mais animada. Estava de férias e nesse meio tempo terminei com meu namorado, voltei a trabalhar e para minha surpresa havia um novo colega. André, assim era o seu nome, 25 anos e era muito fofinho. De cara, nos demos super bem. A nossa aproximação foi aos poucos e sempre que podíamos, após o almoço, conversávamos. Sempre rolava alguns assuntos. De gastronomia à CPI da corrupção. Sempre fui uma pessoa centrada em meus estudos e ele pela mesma forma, então facilitava bastante o nosso diálogo cotidiano. O nosso grau de intimidade foi aumentando e todos os dias quando eu chegava, encontrava um bilhete sobre à mesa e em seguida, um telefonema de bom dia. Como me animava tal recepção, na verdade, não via a hora de olhar aquele rostinho de rapaz sério. Os colegas de trabalho não desconfiavam que algo estava pairando no ar, que eu e meu coleguinha estava se aproximando cada vez mais. Em uma sexta-feira, recebi através do meu e-mail um cartão virtual bastante interessante, na hora fiquei tão ansiosa que não entendi, e ele fez questão de me ligar e explicar tudinho. Era um convite carinhoso e sensual, fiquei um pouco enrubescida, mas não deixei transparecer. Quando menos esperei, ele apareceu em minha frente, fingido levar um documento só para ver a minha reação, na hora fiquei sem graça, mas como é bastante discreto, enquanto me entregava o documento, acariciou as minhas mãos. Retornando á sua sala me ligou e fez o convite, eu na hora não sabia o que falar, mas terminei aceitando. Sair no Sábado para um bate-papo em um barzinho da cidade, uhh!! topei. Na manhã de Sábado, acordei com um sorriso largo, pois tinha a certeza que a noite prometia. Um alongamento para esticar cada ossinho, um café da manhã bem rico e música, o dia inteiro de música. Passei metade do dia me arrumando (cabelo, unhas e pele), tudo tinha que estar perfeito. Nossa!!!!!! e a roupa, que dúvida. O que colocar? Um vestidinho tomara que caia? Uma calça? Ah! Um vestido sempre vai bem, e foi assim, um vestido preto com uma sándalia de salto transpassada nas pernas, cabelos soltos e perfumadas, unhas com um vermelho rubi, estava com um look perfeito, quer dizer, era o que eu estava achando. Meu celular tocou, era o André, dizendo que estava saindo de casa (mais…)

Montagem e manutenção

sexta-feira, outubro 9th, 2009

Meu pc é muito ruim, vive dando pau. Estava em casa tranquilamente terminando de escrever um conto aqui pro meu blog quando o meu computador deu uma pane geral, travou e não consegui mexer em mais nada, liguei pra uma amiga que me forneceu o número de telefone de um técnico que ela conhecia liguei e agendei uma hora para o dia seguinte. Toca a campainha e quando abri a porta tive uma adorável surpresa, o técnico era um homem moreno, alto, corpo definido e uma barba por fazer, daquelas que fazem a gente arrepiar quando passam pelo nosso pescoço. O convidei para entrar e levei ele ate meu pc que fica no meu quarto, ele então examinou o computador e disse que precisaria de mais tempo para efetuar o conserto, assim ele precisaria levar o pc,sueim afinal tenho fotos, contos na memoria do pc e se ele copiasse? então disse que ele poderia fazer tudo ali mesmo gastasse o tempo que for, ele concordou.Conversamos um pouco enquanto ele mexia no pc, percebi que ele me olhava muito serio, eu tava usando um vestido preto bem decotado nos seios pensei em tirar aquilo ate me incomodou. Então disse a ele q ficasse a vontade eu estaria na sala. Liguei a tv mas fiquei imaginando como seria delicioso poder sentir aquele homem em cima de mim, me excitei e ja pensei em me masturbar no banho depois que ele fosse embora.Mais ou menos 30 minutos depois voltei ao meu quarto e percebi que meu pc já estava funcionando e que o técnico estava lendo meu conto e estava muito excitado com o que lia, ele se assustou quando cheguei bem perto do seu ouvido e perguntei a ele se estava gostando do que tava lendo, ele ficou sem graça, pediu desculpas e tentou se explicar.. então eu o perguntei se ele gostaria de experimentar algo semelhante ao que tava lendo (mais…)

Fiquei inteiramente submissa ao escroto do meu professor e seus filhos

sexta-feira, outubro 9th, 2009

Vou chamar o escroto do meu professor de Rui, como descrevi no conto “Depois de 01 ano de putaria, fui obrigada a dar para meu professor”! Ele me forçou a transar com ele por causa da minha nota, mas descobri que ele fazia isso sempre que podia e já tinha comido várias meninas da faculdade. Tinha nojo dele, mas depois que ele me comeu tudo mudou! Era um garanhão e nem parecia, baixinho, barrigudo e coroa e sem dúvida nenhuma delicioso! Tinha passado uma semana do dia em que ele me comeu, fui para a faculdade doida para vê-lo, me produzi toda. Estava frio e coloquei uma calcinha bem pequena vermelha e sutiã meia taça, por cima pus um, sobretudo Jens e lógico que coloquei um par de botas novas que tinha acabado de comprar pensando nele. Meus cabelos estavam soltos, batom cobre e sombra, fui entrando na faculdade e todos que passavam me olhavam com desejos nos olhos, entrei na sala e dei de cara com o professor Rui, que nem me olhou, literalmente me ignorou. Confesso que fiquei puta! Não acreditava que aquele escroto estava me desprezando. Acabou a aula e ele saiu rapidamente, sem dar tempo de falar com ele. Fui pro estacionamento pegar meu carro, abri a porta e senti uma mão segurando meu braço virei e vi que era o Rui, mas não consegui nem falar, tomei uma tapa na cara e ele me virou levantando meu sobretudo e afastando minha calcinha no meio do estacionamento da faculdade, tentei resistir, mas não sei porque ele mexia de tal maneira comigo que não consegui! Meteu em mim ali mesmo com os seguranças olhando e disse pra eles, e ai querem comer essa vadia? Todos riram, mas ele disse que outro dia! Foi metendo forte em mim me fazendo gozar ali mesmo, me senti a mais vagabunda das mulheres. Quando gozei ele tirou o pau e me mandou entrar no meu carro e ir pra casa dele, mas que eu ligasse para meus pais e avisasse que eu ia ficar o fim de semana na casa de uma amiga. Lógico que obedeci e depois fui para a casa dele. Não sabia o que me espera, era sexta e teria sexta a domingo para descobrir. Parei meu carro em frente ao prédio dele e entrei, subindo no elevador senti as minhas pernas tremerem, meu coração palpitava e a ansiedade tomava conta de mim. Toquei a campainha e Rui abriu a porta, ele estava com um roupão azul. Ele pegou na minha mão e me puxou para dentro, me beijando tão gostoso que praticamente fiquei entregue a ele, logo ele beijava meu pescoço alternado em falar putarias nos meus ouvidos, me chamando de putinha, vadia, vagabunda (mais…)