A Evangélica – A amiga
Karina e eu resolvemos morar juntos, ela embora continue freq�entando a Igreja n�o participa mais da ceia, nem assume cargos de responsabilidade, porque vivemos de forma marital, mas n�o temos um v�nculo oficial.
Quanto a n�s, est� tudo maravilhoso , a cada dia procuro conquist�-la fugindo da rotina, embora n�o seja f�cil, pois passamos o dia juntos, no trabalho e em casa, mas com um pouco de criatividade e boa vontade temos conseguido.
O meu ciclo de amigos foi ampliado com os amigos de Karina em sua maior parte evang�licos entre esses, um casal muito simp�tico, Marcos e Mariana, ele com 49 anos e um pouco obeso e ela uma bela mulher de 32 anos, sempre que havia uma oportunidade est�vamos juntos.
No meu trabalho a apar�ncia � fundamental, pois lido diretamente com o p�blico, procuro estar sempre com a apar�ncia em dia, a cada seis meses vou ao dentista,tenho as m�os e as unhas bem tratadas, me visto com bom gosto e simplicidade e fa�o minhas caminhadas todos os dias pois a loja que gerencio, abre as nove da manh� e acordo sempre as seis.
Procuro manter-me sempre em forma f�sica e mental, o que me traz algumas vantagens seja na vida profissional e na vida sexual, pois n�o existe maior estimulante para o sexo do que voc� estar de bem com a vida e ainda mais quando voc� tem uma mulher muito gostosa e quente, se voc� n�o estiver preparado para satisfaz�-la, estar� arrumando problemas futuros para sua cabe�a.
Pois bem numa dessas caminhadas encontrei Mariana e ap�s o exerc�cio convidei-a para tomar uma �gua de coco pois � muito bom para reidratar o organismo, conversamos um pouco e perguntei pelo Marcos, ela falou-me que ele era sedent�rio, que n�o era adepto de caminhadas e nem de exerc�cios, nos despedimos e eu pude observar melhor o corpo de Mariana , ela parecia uma pantera andando, 1,75 cm, seios m�dios, cintura fina, coxas grossas, uma bunda do tipo m�dia arrebitada, tudo isso acompanhado de belos olhos azuis e uma boca de l�bios finos e bem desenhados.
Assim que cheguei em casa falei com Karina acerca do encontro com Mariana para evitar qualquer constrangimento ou desconfian�a por parte dela, Karina falou-me que Marcos h� cerca de tr�s anos teve um problema de sa�de (diabetes e press�o alta), o que o prejudicou em sua vida sexual tornando-o praticamente impotente, e eles encontraram na religi�o um ponto de equil�brio para aquela situa��o, externei a minha surpresa com o fato.
Na manh� seguinte encontramo-nos de novo e Mariana perguntou se havia algum problema em nos exercitarmos juntos pois as vezes ela parava de se exercitar pois n�o havia ningu�m conhecido para acompanh�-la e isso a desestimulava, falei-lhe que n�o, mas gostaria que ela comentasse com Karina para que n�o houvesse problemas futuros.
Assim foi feito e com o conhecimento e consentimento de Karina come�amos a caminhar todos os dias, ap�s a caminhada, a tradicional �gua de coco e um pouco de conversa fora e volt�vamos a nossa vida, eu trabalhando, ela cuidando da sua casa.
Numa dessas conversas, perguntei-lhe porque eles n�o tinham filhos e ela falou que quando se casaram Marcos tinha 34 anos e ela 17 anos, era muito nova e queria fazer uma faculdade, mas n�o foi poss�vel, porque Marcos n�o ganhava muito e n�o permitia que ela trabalhasse fora, quando as coisas melhoraram ele foi acometido de uma doen�a que o impossibilitou de ter filhos e ela andava um pouco desanimada da vida.
Percebendo a sua baixa estima, comecei a ter sempre uma palavra de incentivo e apoio, o que come�ou a fazer que quase sempre eu conseguisse tirar um sorriso dos seus l�bios.
Ap�s uma das minhas gostosas trepadas com Karina, ela falou-me que a Mariana havia tecido alguns elogios a minha pessoa numa pequena reuni�o que tiveram na igreja, diante deste coment�rio de Karina fiquei alerta, pois teria que ter cuidado com Mariana pois ela poderia falar com Karina qualquer tipo de investida que eu poderia fazer.
Comecei a falar menos e a ouvir mais, Mariana come�ava a colocar defeitos em Marcos e em certo dia fez uma compara��o entre ele e eu, falando que eu me cuidava, que procurava ser gentil e atencioso, al�m de ser vigoroso e ativo, falei-lhe que n�o era bem assim , no que ela retrucou falando que Karina as vezes lhe pedia algum conselho e dicas sobre perfumes e �leos para o corpo, para me agradar pois precisava me acompanhar na cama e que as vezes eu parecia uma m�quina de fazer sexo.
Eu quase ca� da banqueta em que estava assentado, sem gra�a e sem saber o que dizer pelo inesperado do acontecimento, falei-lhe que tinha que ir por causa do hor�rio.
A m�e de Karina ficou doente e ela teve que pedir uma licen�a na empresa pois precisaria viajar para o interior de SP e a vaga dela teria que ser preenchida temporariamente, e perguntamos ao Marcos se ele permitiria que a Mariana pudesse preencher a vaga, ap�s ouvir os nossos argumentos ele aceitou e Mariana come�ou a trabalhar comigo na loja.
Mariana sempre procurava usar vestidos que marcavam suas formas bem delineadas, seu andar esguio e sensual chamava a aten��o e sua bunda arrebitada era coisa de louco.
Comecei a olh�-la de uma maneira mais sensual e ela percebia meus olhares e as vezes retribu�a, est�vamos come�ando a jogar o jogo da sedu��o.
A doen�a de D� Marlene era um pouco grave e Karina telefonou-me dizendo que precisaria ficar um m�s ou mais para que ela pudesse se recuperar, falei que ela poderia ficar tranq�ila e apesar da saudade eu n�o poderia fazer nada a n�o ser concordar em que ela teria que realmente ser atenciosa com sua m�e.
Na loja a cada dia Mariana parecia mais sensual, nossa troca de olhares come�ava a expressar nosso desejos, num desses dias, chegou bastante material para promo��o e os corredores ficaram mais estreitos e ap�s o expediente eu estava conferindo duas pilhas de colch�es quando de repente ela resolveu passar entre eu e eles, neste momento faltou luz e ela parou e deu um passo inconsciente para tr�s e pude sentir aquela bunda de encontro ao meu pau, que na hora devido ao jejum obrigat�rio endureceu prontamente, pude perceber que ela levantou um pouco seus p�s e pressionou levemente aquele traseiro gostoso, n�o me fiz de rogado e sarrei gostoso aquela bunda, de repente a luz chegou e ela ficou sem gra�a e saiu direto para o banheiro.
No dia seguinte Mariana falou que Marcos precisaria fazer uma s�rie de palestras e que ele se ausentaria uma semana pois as mesmas seriam no interior, perguntei se ela iria o que ela acenou negativamente, o movimento estava um pouco fraco por ser meio de m�s, permitindo que n�s pud�ssemos conversar um pouco mais e eu procurei direcionar a conversa para o lado sexual dos casais falando sobre insatisfa��o, rotina e ela expressou a sua opini�o e em dado momento ela perguntou se eu teria coragem de trair Karina com outra mulher, eu n�o disse que sim, nem que n�o, que dependia das circunst�ncias e com quem seria, e retribu� a pergunta, no que ela me respondeu que tinha medo pois a pessoa poderia sair contando, pois homem � tudo fanfarr�o e ela tinha muito a perder, falei-lhe que a minha situa��o era a mesma dela, que eu tamb�m tinha a perder e que se arrumasse uma amante teria que ser algu�m igual a ela, e que tudo teria que ser com muita discre��o. Ela , come�ou a sorrir e falou que eu era doido, fomos embora pois ela tinha que arrumar as malas de Marcos.
Em casa ap�s falar com Karina pelo telefone e pensar nas duas mulheres que n�o me sa�am da minha cabe�a, deu uma vontade de voltar ao tempo da punheta, mais resisti tomando um banho morno e indo dormir.
Dia de limpeza pesada no banheiro da loja, deixei para faz�-la no final do expediente pois estava fazendo calor e depois iria para casa mais a vontade, falei para Mariana ir embora e ela falou que iria ficar para me ajudar pois n�o tinha nada para fazer em casa, pois Marcos estava viajando, e que iria trocar de roupa e j� viria me ajudar. Ela apareceu com um short de lycra colado no corpo e uma camiseta que mostrava que ela n�o estava usando suti�, e eu pensei, � hoje.
Come�amos a limpeza e j� no final come�amos a jogar �gua um no outro parec�amos duas crian�as brincando at� que num determinado momento, eu a agarrei para que ela n�o jogasse �gua no meu rosto, ela se virou e sua bunda se encaixou no meu pau que endureceu na hora, ela sentindo a rigidez do p�nis pressionando suas n�degas, olhou-me com aqueles lindos olhos azuis e pude ver o desejo no fundo de suas pupilas, de imediato invadi a sua boca enfiando a l�ngua o mais fundo poss�vel, no que fui retribu�do, encostei-a na parede e levantei a sua blusa revelando aqueles seios �vidos por serem acariciados o que prontamente fiz, mordiscando aquelas aur�olas e chicoteando seus intumescidos mamilos com a l�ngua, sua respira��o estava ofegante e ela ainda tentava resistir falando que n�o, mas sua resist�ncia foi jogada por terra quando ela sentiu minha m�o mergulhar por dentro de sua calcinha e o dedo m�dio penetrar aquela buceta encharcada, iniciando um movimento de vai e vem o que lhe arrancava sucessivos gemidos, abaixei meu short e peguei sua m�o colocando-a em meu pau, ela o acariciava feito uma louca eu tamb�m estava descontrolado, levei-a para nosso lugar de descanso, tirei-lhe o restante da roupa, deitei-a com as pernas abertas e penetrei-a firmemente iniciando um movimento alucinado fazendo-a se retorcer-se toda e come�ar a me morder, percebendo que ela tamb�m alcan�aria o gozo quase no mesmo instante, acelerei e entre gemidos de que havia gozado, mergulhei o mais fundo poss�vel e gozei de uma maneira que n�o gozava a algum tempo.
Depois de uma trepada dessas n�o h� muito o que falar, sab�amos o que hav�amos feito e das suas conseq��ncias, e do que ter�amos que fazer dali em diante, mas est�vamos felizes e satisfeitos.
No dia seguinte resolvemos ir para um motel, ela falou-me que Karina foi de certa maneira culpada dela est� ali comigo pois sempre elogiava o meu desempenho na cama e ela por sua vez sofria de uma car�ncia muito grande pois Marcos depois que ficou doente, come�ou a trat�-la friamente e ela se acostumou a esse tratamento e quando me conheceu , eu comecei a incentiv�-la a fazer as coisas, se exercitar, comecei a valoriz�-la, ela gostou disso e quando come�amos a trabalhar juntos, ela sentiu que poderia confiar em mim da� para o restante foi um passo.
Mariana como toda mulher tem fantasias e naquela noite eu iria realiz�-las, ap�s um banho relaxante pedi que ela se deitasse na cama, peguei uma boa por��o de �leo e comecei a massagear seu corpo come�ando dos p�s aos seios, devagar sem pressa a cada toque ela se excitava cada vez mais, coloquei-a de bru�os com carinho repetindo o ritual, demorando um pouco mais naquelas n�degas empinadas e cheias, um verdadeiro monumento.
Deitei-me ao seu lado e comecei a acarici�-la beijando-a sem pressa procurando eternizar o momento, aos poucos Mariana ficava mais excitada, beijei-lhe os seios at� que minha boca chegou a sua buceta , minha l�ngua trabalhava com maestria em toda a extens�o daquela vulva, fazendo-a ora levantar os quadris, ora levantar o dorso, estava completamente entregue ao prazer, quando percebi que ela estava quase gozando, parei os movimentos, deitei-me de costas, ent�o Mariana come�ou a acariciar o meu peito e come�ou a trabalhar com a l�ngua na minha barriga descendo at� a base do meu pau e come�ou a lamb�-lo da base at� a cabe�a e vice-versa, eu delirava com a sua l�ngua endiabrada, at� que num determinado momento, ela abocanhou e come�ou a chup�-lo como eu nunca havia sido chupado, era como se milhares de volts atravessassem o meu corpo, at� que n�o resisti e gozei em sua boca.
Depois de um pequeno descanso fomos para a hidromassagem e ali recome�amos nossas caricias em dado momento ela come�ou a esfregar a bunda no meu pau, sentou no meu colo, no que correspondi prontamente, esfregando o pau no meio do seu rego, arrancando-lhe suspiros, de repente Mariana se levantou e com aquele andar de pantera foi para cama e antes de se deitar olhou para mim com sensualidade e deu um sorriso de canto de boca, entendi o que ela queria e fui para a cama, ajoelhei-me a ao seu lado, peguei o �leo espalhei-o em suas n�degas me concentrado no cuzinho, ela come�ou a rebolar bem devagar, aquilo me levou a loucura, coloquei dois travesseiros por baixo dela o que levantou aquela bunda arrebitada, untei o meu pau com �leo e coloquei-o na entrada do cuzinho que piscava de desejo, comecei a for�ar a entrada com delicadeza, ela por sua vez empurrava a bunda ao encontro de meu pau, at� que num dado momento senti-o escorregar penetrando naquela gruta apertada e quente, Mariana deu um pequeno grito e se remexeu por baixo, enquanto eu com firmeza a penetrava, suas m�os agarravam a fronha da cama e ela come�ou a gemer, falava que eu era tarado, que era gostoso e cada vez mais eu enterrava o pau naquele cu, at� que em determinado momento eu senti o p�nis acomodar-se totalmente naquele cuzinho gostoso, desacelerei o movimento, pois aquele cu precisava ser comido e bem comido, ela j� acostumada ao vai e vem, rebolava e gemia no meu pau, falava que agora eu seria seu amante, que queria fuder sempre, que eu era seu macho, de repente senti o gozo chegar e voltei a estocar com firmeza ela falou que ia gozar e empurrava a bunda para cima, no que forcei o seu corpo de encontro a cama e despejei toda a minha porra naquele cuzinho gostoso que agora era meu.
Trepamos o resto da noite e de manh� ap�s um bom desjejum fomos trabalhar, na loja eu olhava para aquela bunda arrebitada e maravilhosa e pensava na pr�xima enrabada, quando o telefone tocou , era Karina que falou que chegaria no final da tarde, e agora Jos�, para onde?



janeiro 20th, 2010 at 13:56
janeiro 20th, 2010 at 15:58
janeiro 27th, 2010 at 13:56
janeiro 28th, 2010 at 21:39
Nossa essa mina deve ser uma delícia mesmo.
fevereiro 8th, 2010 at 3:51
Só curiosidade, não sou tão pentelho assim. Se esta bom para ambos, de a ela o que ela quer, vara….
fevereiro 13th, 2010 at 1:40
julho 6th, 2010 at 5:05
fevereiro 17th, 2011 at 17:25
isso é otimo fazer a mulher delira.
junho 9th, 2011 at 4:18
junho 17th, 2011 at 15:29