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A viagem de ônibus

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Conto enviado por: R.T.

Uma vez eu e minha prima Camila, fomos passar uns dias na casa de amigos no nordeste.

Nós preferimos ir de onibus pra curtir a paisagem. Saindo da rodoviaria, a viagem ia durar a noite e mais o dia seguinte todo, chegando lá no fim da tarde.

Tava um dia quente, então fui de moletom, camiseta e tenis sem meia. A Camila de mini saia jeans, top e sandalia.

Não conseguimos poltronas juntos. Então ela sentou num lugar na frente do onibus, do lado de um cara e eu na poltrona atras dela, do lado de um coroa.

 

 

Beleza, arrumamos as coisas e taus e o busão saiu. Eu tava sentado na janela e fiquei olhando o onibus sair da cidade e pegar a estrada. De vez em quando eu levantava pra falar com a Camila e percebi que ela ja tava entrosando com o cara do lado dela.

Deixa eu falar aqui, que minha prima é a maior putinha. Ela é bem bonita: tem 17 anos, loira de cabelos longos e olhos castanhos, estatura média e tem um corpinho muito gostoso, que por onde passa, os homens ficam olhando e mexendo com ela, e a Camila curte isso. Se veste com roupas bem sexy e provocantes, pra ficar exibindo seu corpo malhado, os seios firmes redondinhos e a bundinha empinada. Gosta de chamar a atenção por onde passa e ta sempre ficando com um cara diferente.

No onibus, é lógico que ela deve ter se insinuado e o cara, vendo aquela gata dando mole, entrou na dela e lá estavam os dois conversando animadamente.

Então fiquei na minha, olhando pela janela. O homem sentado do meu lado, dava umas olhadas pra mim de vez em quando. Ai puxou assunto. Disse que se chamava Felipe e estava indo visitar uns parentes. Me apresentei e taus, e começamos a conversar.

Ele era um coroa grandão, bonito, sarado e pela conversa parecia ser legal. Falou que trabalhava na area de informatica e como eu curto computador e internet, tivemos bastante assunto.

Eu tinha uma sacola com lanche pra comer durante a viagem. Peguei um refri e fui tomando enquanto conversava com o Felipe. Ai o onibus balançou e o refri caiu no meu colo, me molhando todo “Aaaai que merda!” eu falei alto. Minha prima ouviu, olhou pra tras e vendo minha situação deu risada.

Como todas as minhas roupas tavam na mochila no bagageiro do busão, a Camila me emprestou umas roupas, que ela tinha numa mochila pequena lá “Só tenho isso aqui” ela falou.

Fui no banheiro, no fundo do ônibus me trocar. Era uma calcinha e uma bermuda legging de nylon branca, colada no corpo. Me senti meio estranho usando aquelas roupas num ônibus cheio de gente desconhecida, mas era melhor do que ficar todo melado de refrigerante.

Voltei pro meu assento. De vez em quando eu levantava pra falar alguma coisa com a Camila, e numa levantada que eu dei, percebi que o Felipe ficava olhando minha bunda apertadinha naquela bermuda, mas nem liguei. Sentei e voltei a conversar com ele normalmente.

Estavamos falando de videogame e no meio da conversa, dei uma olhadinha disfarçada pro meio de suas pernas e vi que ele tinha uma mala bem volumosa. Estava usando uma calça de tecido fino que deixava bem delineadas sua rola grossa e duas bolonas. Aiai, fiquei meio assim, né. E volta e meia, enquanto a gente falava, eu não conseguia evitar uma olhadinha.

O Felipe se ligou nos meus olhares, então se esticou na cadeira, com as pernas abertas, exibindo o volume no meio de suas pernas. De vez em quando ele dava uma ajeitada na rola com a mão. Aquilo me excitou, então resolvi provocar, pra ver o que ele fazia.

Me levantei outra vez pra falar com a minha prima e empinei o bumbum. A vadia da Camila ja tava se pegando com o cara. Os dois se beijando, ele com a mão enfiada por baixo da saia dela e a putinha acariciando a rola dele por cima da bermuda. Fiquei olhando os dois um pouco e aquela cena me deixou com tesão. Minha prima gemia baixinho se abrindo toda pras caricias na sua bocetinha e apertava forte a rola dura, do cara com a mão. Empinei mais a bundinha, pra olhar a cena, e os dois nem ai pra mim.

Quando me virei pra sentar, vi que o Felipe estava devorando minha bundinha com os olhos e acariciando a rola inchadona, por cima da calça. Sentei na minha poltrona cheio de tesão, mas sem saber o que fazer. Então resolvi fazer xixi pra me distrair um pouco.

Voltei ao banheiro do busão e tava lá mijando de boa, quando de repente entra alguém. Era o Felipe. Entrou rapidamente, fechou a porta e já foi me agarrando. Me abraçou por trás e ficou esfregando sua mala quente na minha bundinha. No começo, fiquei meio assim, pensei em protestar, sair, sei la. Mas na verdade eu tava com muito tesão e sem ficar pensando muito, entrei no jogo dele.

Empinei a bunda e me entreguei naquele abraço gostoso. “Hmm, delicia” murmurou no meu ouvido. Ele me abraçava forte e se esfregava, com a rola grossa encaixada bem no meio do meu bumbum. “Menino, eu to numa seca danada, e vou te comer todinho” falou, me encoxando e passando as mãos pelo meu corpo todo. A cada movimento dele, sentia que seu pinto tava mais duro. E eu fui ficando cheio de tesão, com vontade de sentir sua pica grossa toda enfiada em mim.

Sentei na tampa do vaso, acariciei sua rola por cima da calça e esfreguei o rosto na sua mala. Ai olhei pra ele com uma cara bem safadinha, abri seu cinto, o ziper e baixei sua calça e sua cueca de uma vez. De lá pulou sua rola enorme e grossa, latejando de desejo “Nossa Felipe, que grandeee” ele sorriu e falou “E vou enfiar ela toda na sua bundinha” as veias pulsavam saltadas e a cabeçona rosada brilhava.

Peguei aquela tora na mão, punhetei de leve e depois meti a boca. Chupei com gula, punhetando com uma mão e acariciando suas bolonas com a outra. Ele devia ta na maior seca mesmo, porque na terceira chupada, segurou minha cabeça, deu um grito abafado e começou a gozar. Soltou jatos fortes de porra quente, farta, densa que eu punetando e chupando sem parar, engoli tudo. Uma delicia. Chupei até a ultima gota, dando um beijinho na sua glande, quando ele terminou de gozar.

Então ele me levantou e me virou de costas pra ele, se abaixou e ficou beijando, cheirando, esfregando a cara na minha bunda, por cima da legging. Parecia um tarado. Então puxou a legging e a calcinha pra baixo e enfiou a cara na minha bunda. Chupou e lambeu meu cuzinho com vontade. Tava uma delicia. Eu empinava o bumbum, me abrindo pra sua lingua nervosa.

O Felipe, lubrificou meu cuzinho com gel, encostou a cabeçona quente da sua rola e foi forçando o anelzinho. Dando soquinhos leves mas decididos ela entrou num pulo. Gemi baixinho. Ele com movimentos rapidos de vai e vem foi enterrando tudo até o talo. Parou um momento, com aquele caralho enorme todo enterrado em mim e falou “Agora vou te foder bem gostoso” e começou a bombar. Me apoiei com as duas mãos na parede e arrebitei a bundinha me oferecendo todo.

Ele me agarrou pela cintura e mandou ver, começou a bombar com tudo. Socava sem dó. Eu rebolava e gemia. Aquela tora grossa me fodendo tava uma delicia. Eu dava gritinhos que nem atriz porno. Ele me comia com vontade, bombando cada vez mais forte. A cada estocada suas bolas batiam no meu bumbum. Me fodia com força, sem parar. Até que gozou enchendo meu rabinho de esperma quente.

Me deu um tapinha na bunda e saiu. Fui logo atras dele e voltamos pra nossas poltronas.

A Camila, tava ajoelhada no assento dela, de frente pra nós. Olhou pra nós dois com um sorrizinho cheio de malicia. Pegou na mão do seu vizinho de poltrona, deu uma piscadinha pra mim e foi com ele pro banheiro.

O Felipe ficou lendo uma revista e eu jogando no meu celular.

Minha prima e o cara, voltaram meia hora depois, suados, descabelados e sorridentes.

O onibus chegou numa parada, num posto de gasolina, onde desceu todo mundo. Na lanchonete do posto, tinha uma loja, tambem. Fiquei mexendo naquelas coisas que eles vendem como lembrança. Reparei que um monte de homens, ficavam me secando com olhares famintos, me vendo com a legging branca, quase transparente de calcinha toda atochada no bumbum.

Aqueles olhares me davam tesão. Eu fingia que tava vendo alguma coisa nas prateleiras de baixo e empinava bem a bundinha, me exibindo pra todo mundo, que nem uma putinha.

A Camila se ligou no lançe e olhou pra mim com um olhar bem safadinho e me mandou um beijo, como se manda pra uma vadia. Mostrei a lingua pra ela e ri.

Ela tambem, com sua mini saia curtissima, o top que marcava bem seus peitos redondinhos e deixava a barriguinha de fora mostrando seu piercing no umbigo, tava deixando os homens da lanchonete do posto todos eriçados.

Voltamos pro onibus e conversamos os quatro. O cara do banco do lado da Camila se apresentou. Chamava Tiago, fazia faculdade de direito e tava de férias. Era um garoto bonito, tinha 22 anos, sarado, com algumas tatuagens nos braços.

Era tarde da noite. Conversamos mais um pouco e enfim dormimos.

Dormi meio de lado, virado pra janela. No meio da noite, acordei com um tesão gostoso, sentindo ser bolinado. Era o Felipe passando a mão na minha bunda.

Me virei, sorri pra ele e passei a mão na sua mala. Seu pau tava duraço. Ele abriu o ziper e colocou pra fora. Sua rola pulsava de desejo, apontada pra cima com as veias saltando, a cabeçona rosada brilhando. Linda. Peguei aquela maravilha na mão e punhetei um pouco. Olhei em volta e como tava todo mundo dormindo, cai de boca.

Fiz uma gulosa com vontade. Chupava enfiando aquele mastro até a garganta. Chupava, beijava e lambia sua glande enorme, depois voltava a enfiar a rola na boca. Com a mão, punhetava com força e com a outra acariciava suas bolonas.

O Felipe esticou o braço, enfiou por dentro da minha bermuda e da calcinha e meteu um dedão no meu cuzinho, enfiando bem no fundo e tirando e enfiando de novo e tirando bem rapido, me deixando doidinho de tesão. Eu chupava com mais força, empinava o bumbum e rebolava na sua mão.

Ele se retorcia de prazer, segurando os gemidos pra não acordar ninguem.

Com a outra mão, acariciava meu cabelo e empurrava minha cabeça no vai e vem do boquete.

De repente estremeceu todo e esporrou varios jatos de esperma quente e denso, que eu ia engolindo. Não deixei cair nem uma gota e mesmo quando ele parou de esporrar, continuei chupando, levando ele a loucura de tanto prazer.

Virei pro lado pensando que ele tava satisfeito, mas a coisa não ia parar por ali.

Segurou forte na minha mão e me puxou até o banheiro. Fechando a porta, me virou de costas pra ele e abaixou minha bermuda e a calcinha, num puxão só. Me fez ajoelhar na tampa do vaso, passou gel no meu cuzinho e encostou a glande quente e macia, me arrepiando todinho.

Começou a forçar e enterrou a cabeçona da rola me fazendo dar um gritinho de dor e prazer. Empinei a bundinha pra facilitar a penetração. Com movimentos rapidos de vai e vem ele foi enterrando sua tora poderosa cada vez mais fundo. Quando suas bolas encostaram em mim, apoiou as duas mãozonas no meu bumbum e começou a socar com força, balançando meu corpo todo a cada estocada. Aquela rola enorme, fudendo meu cuzinho, tava uma delicia. Eu me arrebitava mais ainda e gemia baixinho.

O Felipe socava com furia. Eu gosava seguidamente e não conseguia conter os gemidos. Bombava cada vez mais rapido, me arrombando gostoso com a sua tora grossa. Eu tava delirando de prazer. Ai ele apertou mais forte suas mãos na minha bunda e gozou me enchendo de porra quente.

Voltamos pros nossos assentos e dormimos profundamente.

Na manhã seguinte fui pro banheiro escovar os dentes, e levei um susto quando abri a porta. A Camila tava completamente nua, de pé com as mãos apoiadas na parede, toda empinada sendo fodida na bundinha pelo Tiago.

Fiquei olhando, sem saber o que fazer. O Tiago me puxou pra dentro e bateu a porta.

Ficamos os tres apertados naquele banheirinho. Ele deu mais duas estocadas no cuzinho dela e puxou o pau pra fora. Ela gemeu alto. A rola dele ficou balançando. Era enorme e bem grossona.

O Tiago baixou minha bermuda e a calcinha numa puxada só. Me colocou entre eles dois, passou gel lubrificante no meu cuzinho, encostou a cabeçona quente da sua rola e foi forçando a entrada. Quando entrou dei um gritinho de tesão.

Arrebitei o bumbum pra facilitar a penetração e ele foi enterrando fazendo um vai e vem devagarinho, enfiando centimetro por centimetro até encostar suas bolonas duras e quentes em mim. Eu gemi de prazer. Aquele caralho grande, grosso, quente, pulsando dentro de mim, estava uma delicia.

Meu pau tava durinho. A Camila pegou ele, encostou no cuzinho e com um movimento, se empinando pra tras, engoliu de uma vez só.

Ai o Tiago me deu um tapão no bumbum e começou a socar com força. A cada bombada me empurrava pra frente e eu socava meu pau na Camila. A bundinha macia da minha prima, seu cuzinho quente e apertadinho, tavam me dando um tesão louco.

A rola grossa do Tiago tava me arrombando gostoso. Eu empinava o bumbum, gemia e gozava a cada estocada dele. Ele me dava tapas fortes na bundinha, me fazendo gozar mais ainda. Com a outra mão, enfiou um dedo na minha boca pra mim chupar. Meu cuzinho piscava na sua tora e minhas pernas tremiam.

Meu pau entrava fundo na Camila e minhas bolas batiam na sua pepeca molhadinha. Ela enfiou o dedo na xaninha e se masturbava enquanto levava no cu, rebolando na minha rola, gemendo alto. O Tiago socava forte, sem parar, cada vez mais rapido. Os tres se movimentando no mesmo ritmo, gemendo, suando, gozando. Até que explodimos os tres juntos, num orgasmo delirante. Uma delicia.

Saimos eu e o Tiago, do banheiro. Na porta estava o Felipe, que vendo minha prima completamente nua, toda arrebitada e descabelada, entrou rapidamente e fechou a porta.

E ainda tinhamos o dia inteiro de viagem.

 

2 Comentários para “A viagem de ônibus”

  1. ADRIANA DE S BRITO Says:
    QUE LOUCURA QUERIA TA NESSE ONIBUS
  2. Arnaldo Says:
    Que pena que o conto é copiado e adptado de um homossexual, pois usa-se o masculino várias vezes. Não tenho preconceito algum, já até comi um, mas esse tipo de adaptação é lamentável.

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