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Amiguinha safada

Disque sexo

[Atenção: Todos os nomes do conto, menos o meu, são fictícios. A história é verídica, mas nem todas as falas realmente devem ter ocorrido como escrito, apenas me baseei no que lembrava]

Na época tinha 14 anos, alto, cabelos pretos e longos, estilo aqueles de rockeiro, alguns músculos definidos, devido ao exercício, olhos castanhos bem claros. Este conto é verídico.

Minha irmã, Renata, tinha 18, e possuía várias amigas bonitas. Mas, apenas uma me chamava a atenção: Vanessa.
Vanessa era uma garota de 16 anos, com seios enormes e bem grandes pra sua idade (sou tarado por seios), uma bunda não tão diferente de suas outras amigas, mas ainda sim, boa, e coxas grossas. Loira, com cabelos até a cintura, olhos castanhos escuros e um pouquinho gordinha. Ela sempre usava aquelas camisetas de alça, com decote, apertada, deixando os seios pressionados e saindo para fora da blusa. Pra mim, ela era muito gostosa. Eu já havia batido algumas punhetas para ela, na maioria das vezes que a via. Ela demonstrava algum interesse em mim, mas era raro, me lançando alguns olhares e me encarando, com um sorriso bem doce. Também já havia encoxado ela algumas vezes, mas bem rápido.


Em uma sexta-feira, às 17:00, estava sem blusa, com uma bermuda de pano um pouco fino, até os joelhos, vendo tv… quando ouço a campainha do apartamento. Eu ficava bastante sozinho em casa, porque meus pais trabalhavam até madrugada, e minha irmã também trabalhava, só que de vez em quando dava uma fugidinha pra fazer besteiras. Enfim, fui até a porta, atender, e quando abri… era Vanessa, usando um short de educação física, uma daquelas blusas que citei acima, mas não tão apertada. Dava para ver um pouco o biquinho de seus seios, o que me deixou excitado na hora, meu pau se endureceu dentro da bermuda, minha cueca era de pano fino. Ela observou bastante meu corpo e disse:

- Oi, Isaak, a Renata tá ai?
- Ah, não… – coloquei a mão na frente da bermuda, tentando difarçar – Ela deve estar no trabalho.
- Ahn, mas será que ela chega logo? Preciso falar com ela.

Tive uma idéia.

- Hum, se quiser pode esperar ela aqui. Eu tô sozinho, e sabe, a gente podia conversar um pouco.

Ela assentiu, com aquele sorriso doce de lábios carnudinhos.
Ela se sentou na poltrona, e eu no sofá. Começamos à conversar. Eu comecei:

- E aí, como está no colégio?
- Tudo ótimo. Você faz exercícios desde quando?
- Ah, é. É que eu tinha um pouco de vergonha de andar sem blusa, então acho que você nunca tinha reparado. Faço exercícios sim, e vou a academia de vez em quando.
- Você já era bonito, e agora, posso até te chamar de gostoso. Seu gostoso!

Eu continuava tapando o pau duro com a mão por cima da bermuda. Então falei:

- Gostoso? Hahahaha, obrigado. Err… você também é…
- Sou o que?
- Gostosa.
- Acha mesmo?
- Acho, Van, principalmente com essas roupas aí. Você tá gostosa até demais – comecei a me empolgar, enquanto não tirava os olhos de seus peitões, então, ela reparou:

- Você tá de olho nos meus peitos…
- E-eu?
- Você sim, seu safadinho. Acha que eu não percebo? Aliás, eu adorava aquelas encoxadas que você me dava – ela disse entre dentes

Eu gelei. Tirei a mão de cima da bermuda, deixando que ela visse meu pau, que tinha quase 19cm (ou menos), duro, bem destacado na bermuda.
Ela deu uma olhada rápida, mas não resistiu, e ficou olhando. Então ela perguntou:

- Você é virgem?
- Sou. Você é?
- Sim, sou também…

Comecei a alisar meu próprio pau, com o polegar, por cima da bermuda, a deixando vidrada naqueles movimentos. Enquanto isso, eu olhava seus peitões, ah, que peitões. Então ela de repente parou, olhou pra parede e se levantou, foi até a cozinha beber água. Eu estava meio trêmulo, afinal, não era o garoto mais experiente, pegador, e ainda virgem. Ela voltou, e antes de se sentar, parou de costas, se inclinou, e alisou o assento, como se estivesse limpando. Aquele movimento mais se pareceu com um convite para esfregar meu pau naquela bunda gostosa. Então me levantei, e com calma, a encoxei, fazendo pressão do meu pau em sua bunda, e abraçando seu corpo, colocando as mãos em sua barriga. Ela tomou um susto, e se remexeu um pouco, dizendo:

- Isaak, para…
- Não consigo, não posso.
- Ain, Isaak, quer que eu rebole?
- Sim, vai.

Ela começou a rebolar intensamente no meu pau, e eu seguia o ritmo, ela gemia baixinho. Eu senti meu pau se esfregar um pouco em sua buceta, quando ela empinou o bumbum. Eu acabei sentando no sofá, e ela sentou no meu colo, sem parar de rebolar. Então a virei de frente, ela ficou de pernas abertas no meu colo, de frente pra mim e começamos à nos beijar, era um beijo de língua molhado, veloz, como se fossemos nos comer ali mesmo. Comecei a esfregar o pau em sua bucetinha, e ela fazia pressão, abraçando meu corpo, sem parar de rebolar. Eu falei, em meio a respirações rápidas:

- Quero pegar nos seus peitos, Van.
- Pega, pode pegar neles. Aperta, chupa, faz o que você quiser.

Claro que eu não iria recusar, comecei a apertar seus peitos por cima da roupa um pouco, e ela começou a tirar a blusinha. Então apertei seus peitões por cima do sutiã, e ela foi o tirando, eu realmente não sei como ainda não tinha gozado. Ela tirou o sutiã, e aqueles peitos, por serem grandes, despencaram do sutiã, suculentos, grandes, e com biquinhos marrons. Peguei um deles e comecei a apertar e xupar, lambendo o biquinho. Peguei o outro e comecei a mordiscar, enquanto o que eu acabara de largar estava tento seu biquinho pressionado pelos dedos. Eles endureceram. Ela gemia baixinho, e eu comecei a dar xupões fortes naquelas delícias. Ela disse:

- Já que você tá pegando nos meus peitos, quero pegar no seu pinto.

Ela nem esperou a resposta. Afastou-se um pouco, ainda no me colo, e começou a massagear meu pau, o apertando forte. Eu disse que ela podia abrir a bermuda, para ver, e foi exatamente o que ela fez. Quando ela o viu, ficou o olhando por algum tempo, e começou a massageá-lo novamente

- Ele é tão quente, e tá tão duro. É gostoso pegar.

Começou a me masturbar. Eu ainda não havia parado de me acabar naqueles peitões.

- Tá gostoso? – soltou um gemido, sentindo as mordidinhas, os xupões e lambidas em seus peitos
- Hmmm…

A beijei novamente, por mais ou menos 1 minuto e poucos segundos, então larguei seus seios, e ela olhou pro meu pau, com receio de dizer algo. Mesmo assim disse:

- Posso colocar a boca nele?
- Pode fazer o que quiser. Ele é seu.

Ela se ajoelhou a minha frente, e ficou olhando pro pau. Colocou a cabeça dentro da boca meio sem jeito, e foi colocando até onde dava. Nunca havia sentido meu pau dentro de uma boca. Sua língua quente começou a envolver a cabeça, e ela lambeu, lambeu muito. Começou a xupar todo o resto, sem por muito na boca, como se sua vida dependesse disso. Colocou dentro da boca, e começou a ir para frente e para trás, pagando o meu primeiro boquete. Foram 5 minutos de boquete, e eu estava quase gozando, mas me segurei bastante, tremendo as vezes. Ela tirou o short, e pra minha surpresa, estava sem calcinha.

- Eu não costumo usar calcinha aqui, era coisa rápida, só queria falar com a Renata – ela dizia, entre xupadas e lambidas – Que pau gostoso, é muito grande.

Eu gemia baixinho, então ela parou e me mostrou a bucetinha. Era carnudinha, raspada, completamente molhada. Eu perguntei se poderia por a boca, e ela assentiu. Ficou de pé no sofá, se equilibrando na parede, enquanto eu lambia aquela xana deliciosa. O líquido era bom, a bucetinha era carnuda, estava uma maravilha. Ela disse:

- Chega, ahhn, eu não aguento mais. Quero perder a virgindade com você. Quero que enfie seu pau em mim. Você é especial, Isaak, quer namorar?
- Quero, Van, quero!

Ela desceu, e sentou no meu colo, começou a esfregar a cabecinha do meu pau na entrada da buceta, gemendo. Decidimos ali, perder a virgindade juntos. Não usei camisinha (o que não é aconselhável). Ela sentou em cima do pau, pulsante, e eu fui enfiando devagar. Ela disse que já havia visto vários filmes pornôs e que essa posição ela adorava. Continuei enfiando devagar, até entrar. Não enfiei totalmente, porque ela disse que doia. Eu disse:

- Vamos agora.

Ela levantou, e desceu de vez, arrebentando sua cabacinha e jorrando um filete de sangue. Também senti algum incômodo na hora, mas foi passageiro. Comecei penetrar mais rápido, e mais rápido. Quando nos vimos, eu estava abraçado a ela, bem agarrado, xupando seus peitos e ela gemia alto, o que me dava mais animação. Fiquei em transe de tesão. Ela saiu de cima do pau após MUITO tempo, eu disse que já ia gozar, que não aguentava mais segurar. Ela deitou no sofá, e eu fui por cima, e comecei a enfiar em sua buceta, via seu rostinho, expressando prazer, falando meu nome, gemendo. Senti que ia gozar, e por pouco não foi dentro, gozei nos seus peitos, e ela começou a lambê-los.

Desde aquele dia, transávamos duas vezes por semana, e quase todo dia havia um oral. Era um vício. Quando ela completou 17 anos, as transar começaram a ficar raras, namoramos por um ano inteiro, e mesmo ela ficando com alguns outros caras (e eu com algumas outras garotas), só transava comigo. Nos meados do ano em que ela completou 17, soube por sua mãe que ela iria viajar, foi morar em Florianópolis. Eu fiquei triste, e fizemos uma última transa. Até hoje, Vanessa se mostra pra mim na webcam, e fazemos mesmo virtualmente.

Uma garota e um garoto que pareciam experientes, era apenas dois adolescentes que tinham taras bobas, dando início à uma transa maravilhosa que selou para sempre a minha vida.

1 Comentário para “Amiguinha safada”

  1. Anjinha Says:
    Ain Isaak eu tbm te quero tira o cabaço do meu cuzinho!!!

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