Férias em Angra dos Reis
Sou um rapaz de estatura mediana, 1,70 m, olhos castanhos escuros, 27 anos, me chamo Roberto, cabelos pretos, H�terosexual, tipo f�sico bem atl�tico e definido, bem macho. Tenho uma virilidade que extrapola a normalidade. Minha mente desde muito cedo foi muito libidinosa, para voc�s leitores terem uma id�ia, meu primeiro orgasmo foi aos 6 aninhos. nunca tive d�vidas quanto a minha sexualidade, sou um homem que sempre soube o que quis. Mas quanto ao sexo, possuo uma gama infinita e insaci�vel de fantasias, e sempre buscando novas formas cada vez mais excitantes de satisfazer-me e a minha parceira. Tenho uma mente aberta e respeito a individualidade de cada um, se minha parceira excita-se com a id�ia de foder comigo e com mais uma mulher, estou dentro, se ela quer ser fodida por outra pica enquanto eu aprecio tudo, tamb�m estou dentro, e por a� vai. Jamais deixo a rela��o tornar-se morna. Dentre tantas fantasias j� realizadas e outras tantas que ainda n�o realizei, tenho uma em especial, foder com um homem e com um Travest�, destes bem femininos e lindos, ainda n�o me vejo em contato f�sico com um homem, pois � algo que n�o aprecio, mas quando estou s� viajando na internet, volta e meia me pego visitando sites de Transexuais e Gays. Minha piroca fica dura por todo o tempo em que eu estiver fazendo esta viagem, vendo as fotos e v�deos que abundantemente, encontramos nestes sites. A cada vez que vejo uma foto de um cara tomando no cu fico cheio de tez�o, quando vejo uma foto em que o cara mama uma piroca at� ela explodir em porra em sua boca, por certas vezes chego a querer tal coisa. Certa vez a cerca de dois anos, fui passar umas f�rias num carnaval em Angra dos Reis, fiquei por uma semana numa bela pousada e pude desfrutar de algumas lux�rias as quais nem imajinava l� encontrar, mas como era carnaval, de certa forma sempre fica uma esperan�a de algo satisfat�rio e inusitado acontecer. Numa destas noites de carnaval, adentrei um bloco que passava e segu� com eles, quando dei por mim, estava misturado com Gays, L�sbicas e H�teros neste bloco carnavalesco. Parei numa birosca para tomar uma cerveja e v� duas mulheres lindas e pequenas fantasias e tr�s rapazes que poder�amos taxar como tr�s Deuses Gregos, tipo modelo, eram um grupo e sempre permaneciam juntos. Na birosca ao comprar cerveja, estive muito pr�ximo de todos eles e n�o pude evitar de escutar o que falavam de certa forma bem baixinho um para o outro. Resolv� segu�-los para ver se dava para introsar-me, quando sem muita demora, paramos um pouco mais a frente e as duas mulheres e os tr�s rapazes desviaram-se do bloco tomando um caminho para dentro do mato, tinha uma trilha e perguntei-os se para aquele lado, tinha alguma divers�o melhor que permanecer no bloco, e um dos rapazes, o que era H�tero, abra�ou as duas meninas, uma de cada lado e disse-me ele: Para onde iremos, se vieres conosco, ter�s a divers�o maior que j� podestes ter tido na vida, indaguei se poderia ir com eles e os outros dois rapazes Gays, por�m Deuses Gregos tamb�m fizeram quest�o de que eu os acompanhasse. Andamos num caminho at� muito escuro, mas com cerca de vinte minutos de caminhada, chegamos a um lugar onde estavam acampados, tinha uma certa infraestrutura montada, barracas de camping, chuveiro adaptado e banheiro qu�mico, achei tudo aquilo meio estranho, mas resolv� cair na farra. Quando derrepente uma das meninas agarrou a outra e a sentou num banco tipo daqueles de refeit�rio, bem compridos, tirou toda a sua roupa e come�ou a tirar a roupa de sua amiga, beijando-a na boca, decendo e lambendo seu pesco�o, os dois rapazes Gays me pegaram pela m�o e tamb�m sentaram-me neste banco perguntando-me sobre minhas op��es sexuais, mencionei ser H�tero por�m de mente completamente aberta e sempre em busca de novas, excitantes e prazeirosas sensa��es. Eles me parabenizaram e me brindaram tamb�m tirando a roupa deles e logo em seguida tiraram a minha, ficamos todos n�s no grupo de seis pessoas, completamente n�s como viemos ao mundo. A menina l�sbica partiu para dentro da outra, chupando os extremamente lindos seios estumecidos, todas duas era duas potrancas sexis. O rapaz H�tero ajudava as meninas nas sacanagens das duas, lucrando muito mais que eu aparentemente, por�m os dois Gays ao se chuparem, enfiarem os dedos um no cu do outro, enfiarem suas l�nguas um na olhotinha do outro, pararam por um momento e viram-me completamente excitado e j� masturbando-me delicada e sorrateiramente, sem nenhuma pressa. Os dois vieram at� mim, abriram minhas pernas e me puseram de p�, um chupava minha pica completamente dura como a�o e pegando fogo, e o outro come�ou a fazer-me car�cias delicadas e gostosas em minhas n�degas, fui-me permitindo a tal desfrute e de certa forma gostando extremamente, o garanh�o come�ou a foder a sapat�o e a outra num fant�stico, lindo e delicioso Men�ge, e eu olhando-os ainda mais excitado ficava por ver aquelas duas putas lindas que a tudo se permitiam desfrutar. Meus meninos seguiam acariciando-me quando n�o mais aguentava com a quela car�cia em minha bunda come�ou ele a abrir minhas n�degas com as m�os e come�ou um movimento com a l�ngua em meu rego e parou por um tempo significativo com a l�ngua no olho do meu�C�, coisa que jamais tinha eu vivenciado e que adorei imensamente, embora fantasiasse a longa data, extremec�a-me incondicionalmente de tez�o e prazer, n�o podendo evitar, esporrei horrores inadivertidamente na boca do rapaz que me mamava a piroca de forma espetacular, e ele n�o permitiu que ca�sse uma gota sequer da minha porra, bebeu tudinho, deixando minha piroca limpa como se nada tivesse acontecido. Como fico horas a fio ereto na internet, n�o foi nada dif�cil para mim permanecer com meu caralho invernizado como se ainda nada tivesse se passado. a bunda do rapaz que me chupava era uma del�cia, redondinha, dur�rrima, sem imperfei��es, clarinhas e com pelos muito escorridinhos loirinhos por todas as n�degas, que mais pareciam p�ssegos em tamanho fam�lia, e ele ao ver-me ainda ereto, com a piroca quente e dura como ferro, se colocou na posi��o de tomar no C�, onde eu mais do que depressa agaxei-me e me pus de quatro como ele, arreganhei suas n�degas e comecei freneticamente a chupar aquele delicioso e cheiroso cuzinho de veludo, o que arrancava gemidos de tez�o daquele Deus Grego. o que lambia o meu C� a cada segundo melhorava suas car�cias em minhas zonas er�genas me dando cada vez mais prazer e cada vez mais maior apetite, a coisa estava tomando propor��es t�o ava�aladoras, que nem reparava mais a foda das duas meninas com o outro rapaz. Na verdade sent�a-me tirando a sorte grande por ter sido sorteado com aqueles dois P�ssegos Gregos e deliciosos. Comecei a chupar o cusinho dele e alternava as estocadas de l�ngua com as estocadas com os dedos naquele buraquinho delicioso e quente. O mesmo fazia o cara que estava com a cara enfiado no meu rabo, quando perceb� eu j� estava com dois dedos daquele safado atolados no meu buraquinho virgem, mas estava t�o delicioso que nem mais olhava para tr�s ou mesmo tentava evitar que ele o fizzesse, somente gemia de tez�o e sentia cada vez mais minha piroca enrrijeser-se. Levantei o rapaz da minha frente e o pus de joelhos no banco, debru�ando-o na grande mesa de pic-nic que al� nos dava suporte totalmente, dei uma cusparada no olhinho do c� dele e tamb�m na cabe�orra da minha pica, que a esta altura estava a ponto de explodir pela segunda vez em porra abundante, no frenez� da foda que dava neste rapaz, quando perceb� o outro j� tinha passado KY no meu C� e na piorca dele, e quando eu fodia o da frente, beijando-lhe a nunca, falando-lhe as maiores e piores sacanagens que se poderia vivenciar, o que estava atr�s de mim somente repetia o que eu fazia com o rapaz da minha frente, e o que eu achava mais estranho, � que em nenhum momento, me sent� invadido ou profanado, como sempre achei que ficaria, estava uma atmosfera de bacanal, daquelas que n�o deixam pedra sobre pedra. Quando dei por mim, a piroca do outro, que era de mais ou menos uns 18 cms, se alojara por completo bem dentro do meu c�, e causando-me os maiores frenez�s e fazendo extremecer de tez�o e prazer de estar enrabando e estar sendo enrabado, jamais pensei vivenciar tal experi�ncia, apesar das fantasias e de ficar sempre excitado ao deparar-me com hist�rias como estas. N�o demorou nadinha para que enchesse o cusinho de veludo daquele tezudo de porra abundante, grossa e quente como fogo, logo sendo tamb�m preenchido com cinco jatos fortes e precisos do outro que me fodia o cu deliciosamente. Estavamos chegando a uma esta��o naquele trenzinho delicioso, j� era hora de manobrar a locomotiva, que estava na frente agora seria o �ltimo, eu como estava no meio, para mim nada mudara, continuava eu tendo que foder e ser fodido, o que inusitadamente, traz�a-me extremo prazer. Debrucei o outro que antes fodia a mim, e o pus de quatro no banco, apoiando-o com os cotovelos na mesa, fazendo-o abrir bem as pernas e com as minhas m�os arrega�ava suas n�degas em sentido contr�rio para que deixasse o olhinho do C� dele bem exposto para as minhas dedadas e linguadas, o mesmo o de traz de mim, fazia comigo deliciosamente. Fui chupando o cuzinho dele e cheguei as suas bolas, jamais tinha aproximado-me de colh�es e de pirocas de outros, mas deixava-me levar por aquele desejo insaci�vel de fod�-los e deixar-me foder. Pus suas bolas na minha boca e chupava-as com press�o, fazendo-o gemer numa mistura de dor com tez�o e prazer. sent� que a piroca dele por eu fazer desta forma, estumecia-se a ponto de dar espasmos e bater em sua barriga, coloquei a m�o naquele membro deliciosamente duro, quente e espesso e comecei uma delicada e agrad�vel punhetinha enquanto lhe chupava o cu e os ovos. quando sent� que n�o dava mais para aguentar, era a deixa para o trenzinho novamente engatar seus vag�es e seguir nesta viagem alucinante. Lubrifiquei minha jeba novamente e fui empurrando no cu daquele que ainda n�o tinha sido brindado com a minha caralha dura como a�o e quente como fogo, o que imediatamente lhe arrancou gemidos, puz a metade, pedindo para o que me fodia que tamb�m pusesse somente a metade, quando fui empurrar o resto empurrei de uma vez, pedindo que o que me fodia tamb�m fizesse da mesma forma, tanto o de minha frente, quanto eu demos um grito de dor, tez�o e prazer, pois esta � a verdadeira defini��o que temos para o que sentimos ao fazer tudo o que fizemos, jamais imajinei aguentar dedados no cu, muito menos pirocadas, mas a gana do desejo, nos leva a criar resist�ncias que enquanto n�o as vivenciamos, n�o sabemos nem que as mesmas possam existir. nesta deliciosa putaria fodemos por toda a noite, pois lembro-me de chegar em minha pousada por cerca das 07:30 hs, da manh�, gozei oito vezes e os fiz gozar at� que suas pirocas n�o respondessem mais a qualquer est�mulos. Quanto a mim, voltei para a pousada e fui direto para um relaxante e delicioso banho, sentei-me um pouco no vaso para examinar o meu C�zinho, que perdera a virgindade na noite passada, e nada de anormal existia, comecei acariciar ao redor e ao lembrar-me de toda a vol�pia, de toda a lux�ria, de todo o desejo e prazer que tivemos, ensalivei o dedo maior e enfiei-o todinho no meu cuzinho, que parecia j� ter-se acostumado e que excitava ainda mais a minha caralha. Realmente mora na Pr�stata toda a sexualidade masculina. Quanto mais me catucava no C� relembrando as estocadas que levei na noite passada, mais tez�o me dava e minha caralha se punha ainda mais dura e quente. Moral da hist�ria, gozei oito vezes com os dois rapazes e toquei duas punhetas seguidas com dois dedos no C� na pousada em que eu estava, tomei um bom e relaxante banho e fui dormir, quando acordei fui louco para a rua ver se os achava ou mesmo se encontrava o caminho que me levasse para aquele acapamento em que fodemos livremente, mas sem qualquer sucesso, nem mesmo os nomes deles eu sabia, nem eles o meu.



agosto 28th, 2010 at 13:33
outubro 19th, 2010 at 12:35