Festinha na fazenda
Essa história é muito engraçada. Lembro-me quando passava as férias do colegial na fazenda do meu pai lá no interior de Minas. Iam todos os meus primos, era a maior bagunça sem dizer nos filhos dos peões e do caseiro que se misturavam conosco. O que mais gostávamos de fazer era nadar no lago que fazia parte da fazenda. Estávamos todos na adolescência e claro, despertando um pouco de malícia. Leandro era o meu primo preferido, aliás é até hoje. Eu não me achava bonita, mas os filhos do peão, o Marcelo e Maurício me achavam o máximo e para completar a brincadeira, os danadinhos eram gêmeos idênticos e sempre trocavam de identidade para me enganar. Numa tarde de Sábado estavamos cansados de nadar e resolvemos brincar de salada de fruta ali mesmo á beira do lago. E claro, eu estava com os olhos vendados pela minha canga, o meu subconsciente queria tanto que o apontado fosse o Leandro, mas para meu azar, pedi salada mista justo para o Maurício. Ele era bem bonitinho, os braços já começavam a despontar pois ele laçava os bezerros e sem dizer que era ótimo na montaria. Tinha os olhos claros como o pai, boca bem feitinha, mas não me despertava nada. Fiquei sem graça e dei o beijo na boca, quis dizer, um celinho. Percebi um pouco de frustração por parte de meu primo Leandro, acho que sentia a mesma coisa por mim. De repente, começou uma chuva muito forte, todos correram, eu e o primo ficamos abrigados no curral. Eu tremia de frio, pois estava trajando apenas um biquíni e short, porque ao correr a minha camiseta ficou para trás. Fiquei abaixada para ver se o frio passava então, ele me abraçou para esquentarmos um ao outro, um frio na barriga, que efeito elevador maravilhoso. Eu tremia, mas de nervoso e não de frio, ele me envolvia em seus braços, quando menos esperei, fui surpreendida por um beijo, eu não sabia o que fazer era totalmente iniciante na arte de beijar, aliás, de todo o resto. Treinava no espelho, mas não era a mesma coisa que beijar um primo, o qual você é completamente apaixonada. Teve bastante paciência comigo, segurava bem forte em meu quadril. Aos poucos fui me acostumando com a aquela língua macia em minha boca, ele pedia para que eu chupasse sua língua e eu fui pegando o ritmo. Senti um volume em sua bermuda, me afastei, por um momento tive muito medo, eu não sabia como me comportar naquela situação. Ele se declarou, disse sentir algo muito forte por mim e não era só amor de primo, era paixão, desejo. A chuva havia passado e todos estavam a nossa procura, o Leandro não queria que nos vissem naquela situação, saimos do curral com a cara mais lavada e voltamos para casa. Um belo jantar estava a nossa espera. Tomamos banho e as 19:00, estavam todos em volta da mesa. Após o banquete, a galera foi para o pátio contar piadas, eu ria muito, até perceber que Maurício não tirava os olhos de mim e o Leandro, já havia percebido. Disse estar com dor de cabeça e fui para o meu quarto, graças á Deus a casa é enorme e tem quarto para todos. Entrei, liguei o rádio e apaguei as luzes. Coloquei uma camisola que a mamãe me deu de presente nos meu 15 anos, pois é ,na época da farra na fazenda tinha 17. Estava completamente apaixonada pelo meu primo, mas algo desviava o meu pensamento e impulsionava a minha mão para as minhas partes íntimas, já havia lido muito coisa, então resolvi experimentar. Como gostava de dormir sem calcinha, facilitou bastante. Comecei pelos meus peitinhos de cabrita, apertando os biquinhos, queria chupa-los mas, eram tão durinho e pequenos que minha língua não alcançava. Aos poucos fui descendo e com o meu dedo fui acariciando bem devagar os meus pêlos pubianos, senti que estava um pouco seca, resolvi pegar um óleo corporal, e passei em meu clitóris, tão virgem quanto minha xaninha. abri minhas pernas e massageava bem devagar e gostoso, senti meu clitóris esquentar então, comecei a fazer movimentos com a pélvis para cima, fazia, fazia até que algo muito diferente e nunca sentido estava acontecendo, um orgasmo. Que coisa mágica e deliciosa. Fui até o banheiro tomar um banho, pois estava bastante quente, neste meio termo não ouvir mais as vozes na varanda. Voltei para o meu quarto no escuro mesmo, pois conhecia aquilo ali até de olhos fechados. Deitei em minha cama quando senti uma respiração ofegante em meu ouvido, quando ia gritar, seguraram a minha boca, eu não sabia o que estava acontecendo. Foi quando abraçou-me e eu pude sentir o seu cheiro, era o Leandro. Queria expulsa-lo dali, mas não conseguia, me deitou e me beijou a porta do quarto estava trancada e não havia responsável ali, a não ser os pais dos gêmeos e Dona Dirce que era a esposa do caseiro. Ele tirou a blusa e deitou sobre mim, senti o seu pau duríssimo roçando por sobre minha camisola, aos poucos desceu as alças da mesma e fez o que eu não consegui, chupar os meus meninos, estavam completamente arrepiados, que gostoso. Ele aos poucos acariciava minha xaninha, eu estava nervosa e ele também, dois imaturos querendo fazer amor. Ele colocou a camisinha em seu pau, bem interessante por sinal e pediu que eu abrisse minhas pernas que ele colocaria bem devagar, eu tremia, aos poucos senti a cabeça do seu pau, parecia rasgar tudo, como doía, estava com medo de que alguém batesse na porta, então ele resolveu parar. Desceu com sua boca até a minha menina e chupou, sinceramente, não esperava tanto, gente vocês não fazem idéia daquilo, fui relaxando aos poucos, ele percebeu que eu estava preparada e aos poucos tentou colocar novamente o seu pau, era um misto de prazer e dor. Foi metendo, metendo, senti parecer ter rompido alguma coisa, eu era muito apertada, ele pedia que eu fizesse movimentos para eu sentir prazer, mas estava completamente tensa. Eu atendia seu comando e chiava bem baixinho para ninguém ouvir, me pediu que eu ficasse de quatro, eu pensei que ele quisesse fazer sexo anal, mas ele disse que não, que isso seria depois. Ele empurrava tudinho bem devagar, parecia estar com fome, sentia a minha menina arder muito e eu queria que ele parasse e fosse embora ele não entendeu, mas respeitou e foi para o seu quarto dormir. Levantei e acendi a luz, percebi que havia sangrado um pouco, mais sei que é normal. O dia amanheceu com um lindo sol me dando bom dia, eu achei que havia sonhado, mais eu havia me tornado mulher. Tomei um banho e desci para o café, Leandro me olhava de uma forma estranha e meiga ao mesmo tempo, fez sinal dizendo querer falar comigo. Após o café fui cavalgar e ele me acompanhou, o resto da galera preferiu ficar na piscina. Fomos para uma cachoeira mais distante dali, durante o trajeto, eu estava com tanta vergonha que não conseguia falar nada. Apeamos os cavalos e fomos até a água, sentamos e ele segurou a minha mão pedindo que eu fosse ao máximo sincera. Havia perguntado se gostei da noite anterior, apenas olhei dentro dos seus olhos e fui bastante sincera, não, achei que a minha primeira vez, fosse ser mais romântica e não as carreiras. Ouvindo isto, Leandro abraçou-me e me pediu desculpas, neste meio tempo deu uma vontade louca de fazer sexo com meu primo. Tiramos a roupa e entramos na água NAS proximidades haviam pedras enormes, deite-me sobre elas e Leandro deleitou-se com a minha xaninha, como estava gostoso, dessa vez com gosto de liberdade, com cheiro de mato. Ele pediu que eu fizesse um boquete, mas eu nunca havia colocado um pau na boca, aos poucos fui perdendo a vergonha e me entregando a total sacanagem, não sabendo que o melhor ainda estava por vir. Chupei com muita vontade, desci da pedra e deitei na margem para melhor ser penetrada, quando estava no melhor do vuco-vuco, eis que aparece, ninguém menos que o Maurício, eu entrei correndo na água e pus aos mãos no rosto, o Leandro queria partir para cima, perguntei se havia acontecido alguma coisa, ele disse que há muito tempo estava escondido observando a nossa putaria e de jeito nenhum queria ficar de fora. Ou eu dava a ele também ou todos na Fazenda Pau da Rola iria ficar sabendo. Indaguei com os meu botões (será que é tão ruim trepar com os dois?) Maurício adentrou na água gelada da cachoeira me pegando pelos cabelos e me beijando, e não é que senti um tilintar na perseguida, chamei o Leandro para o meu lado que estava relutante, mas terminou cedendo. Beijava os meu peitos, enquanto Maurício acariciava a minha menina, que loucura. Fomos até a margem e deitei com o Maurício, parecia pegar touro brabo a unha, me pôs de quatro e ferro na boneca, ele tinha uma vara muito grande para a idade, então imaginem: me fudeu todinha. Me dava tapas na bunda e eu sentia muito tesão, ele falou para o Leandro que sabia domar cavalo brabo e que mulher iniciante gosta de foda picante e não de papai e mamãe no escuro do quarto. Tirou a sua longa vara e enfiou em minha boca, Leandro colocou uma camisinha e terminou o serviço começado. Gente estava muito bom quando Maurício teve a excelente idéia de querer me enrabar ali no matinho, eu simplesmente gritei que jamais faria aquilo. Os dois me abraçaram e bateram par ou ímpar para ver quem faria primeiro e novamente o Maurício se deu de bem, eu estava bastante lubrificada então, aproveitou o ensejo e pediu camisinha a Leandro que entregou com a cara muito feia eu já sabia em que posição ficar, de quina para lua. Antes deu uma lambida e pediu que Leandro enfiasse na minha bucetinha, aí sim eu gostei quando recebi uma vara absolutamente dura em meu menino, senti um prazer absoluto, não sabia que um Ménage á trois na cachoeira fosse tão bom. Eu estava sendo penetrada duplamente, me sentia uma selvagem no meio do mato, com dois gatos me comendo, eu nunca havia visto duas pessoas transando com tanta vontade, como eramos novos o clímax demorou um pouco a chegar eles não queriam mais trocar de posição e eu estava adorando tudo aquilo. Quando menos esperei Maurício me segurou pelos cabelos e enfiou com toda vontade do mundo, acho que se eu duvidasse, aquele pau enorme sairia pela minha garganta. Ele urrava de prazer e não demorou muito, o Leandro ao ver toda aquela cena, gozou em minha bucetinha. Caímos os três no chão e demos muitas gargalhadas, entramos na água e fiquei beijando os dois ao mesmo tempo, muito bom. Voltamos para o sítio e ninguém desconfiou de nada, acharam que estavamos cavalgando, pois estavam muito entretidos com a piscina. Aquele era o nosso segredo e ficamos de fazer aquela brincadeira no dia seguinte, depois e depois e quem sabe nos anos seguintes. A brincadeira, brincadeira denominada: FARRA NA FAZENDA.


