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Filha safada comi o cu

Disque sexo

S posso dizer que sempre fui contra a relao entre pessoas da mesma famlia, ou seja, o incesto.
Mas depois que veio a acontecer comigo, senti que deve acontecer com centenas de famlias.
Vou narrar algo que mudou minha vida a qual estou adorando.
Sempre fui um cara que adorou o sexo, para mim mulher a melhor coisa que existe.
Casei-me aos 25 anos, hoje estou com 45 anos, minha esposa tem 40 anos, sou alto tenho 1,80 mts. 78 Kg, cabelo grisalhos, no vou dizer que sou bem dotado, tenho um pnis normal de 17 cm, a nica diferena que acho que mais grosso que a mdia.
Minha esposa uma morena, no muito alta, com 1,65 mts, seios fartos, coxas grossas, um bumbum maravilhoso.
Nossa relao no deixa nada a desejar, principalmente na cama, adoramos o sexo, e entre quatro paredes fazemos tudo, mas sempre respeitando o gosto de cada um. Como por exemplo, foi difcil induzi-la a fazer o sexo anal, hoje fazemos sempre que temos relaes, pois acho que toda relao deve rolar um sexo anal, feito com carinho e cuidado leva a um imenso prazer tanto para o homem como para a mulher. Mas o que vou relatar sobre minha filha, uma morena, de 18 anos, seios mdios, mas uma bunda de dar inveja puxou a me, pernas torneadas, muito bonitas. Tudo aconteceu sbado passado dia 09/01/2010, estvamos eu e minha filha, sozinhos em casa. Minha esposa estava no trabalho, enfermeira chefe de um Hospital famoso de So Paulo, trabalha 12hs horas e descansa 36 hs, voltaria no Domingo as 6 hs da manh. Estvamos os dois sozinhos em casa.
Por volta das 16 hs, o tempo comeou mudar, o cu escureceu, parecia noite, em poucos minutos a chuva caiu forte, o vento soprava, parecia que arrancaria as rvores, estvamos olhando pela janela e comentando o estrago que estaria acontecendo em lugares onde a enchente prevalece.
E a conversa foi se estendendo, at que um forte relmpago acompanhado de uma trovoada estrondosa, fez com que Cris ( assim irei cham-la) levasse um susto, soltando um grito e me abraando, no vou mentir tambm me assustei. Involuntariamente nos abraamos, uma de minhas mos parou praticamente sobre um dos seios de Cris.
Ficamos assim por alguns minutos, sentia seu corao batendo fortemente, sua respirao ofegante, realmente havia se assustado.
Minha mo continuava sobre seu seio, fazia aquilo sem me aperceber, senti que minha filha se abraava mais forte, apertando seu corpo de encontro ao meu,
Estava gostando de tudo aquilo, senti meu pau dar sinal de vida, acho que minha filha percebeu, se aconchegou mais, estava de saia, sentia o calor da sua boceta na minha perna, a qual tentava ajeitar entre suas coxas.
Ficamos assim por algum tempo nos sentindo, a chuva j diminua sua intensidade e aos poucos foi parando, mas a luz apagou ficamos sem energia.
Como estava claro e o tempo estava quente, resolvemos ir tomar um sorvete. Fomos a uma lanchonete prxima de casa, no havia luz tambm, pedimos o sorvete nos sentamos e saboreamos, olhava minha filha e um desejo que nunca havia sentido, habitava meus pensamentos. Ficamos por ali por algum tempo, e fomos para casa j estava escurecendo, e nada da energia voltar.

Ascendi uma vela, sentei-me no sof, ascendi um cigarro e fiquei pensando, pensando em sexo, estava com teso. Minha filha veio mente, quando fui interrompido por ela: – POSSO SENTAR AO SEU LADO PAPAI? Respondi rapidamente:- CLARO FILHINHA, SE NO SE INCOMODAR COM O CIGARRO! FIQUE A VONTADE!
Sentou-se ao meu lado, encostou a cabea em meu brao e colocou uma das mos em minha perna, aquilo me causou um tremor, um arrepio, que acho que at ela percebeu. Ficamos assim por algum tempo, j eram quase 9:00 hs e nada da energia voltar.
No percebi, mas devo ter dormido, fui abrindo os olhos devagar, quando percebi que Cris estava com a mo em cima do meu pau e por sinal duro, talvez por isso acordei.
No a deixei perceber que havia acordado, pois tocava bem levemente, sentindo sua grossura, sua rigidez, com medo de me acordar.
De vez em quando me mexia, ela tirava a mo, depois voltava docemente sem querer me acordar, mas acho que chegou uma hora que ela no resistiu, levantou-se calmamente, acho que para no me acordar e apagou a vela, ficamos no escuro, estava imaginando o porqu dela ter feito isto, quando senti sua mo novamente me tocando, agora em plena escurido.
Meu pau estava estourando de duro, no iria ficar assim, coloquei minha sobre a dela e a apertei sobre meu cacete, Cris se assustou, tentou tirar a mo, com o outro brao a abracei praticamente colocando a mo por baixo do seu brao sentindo seu seio.
Falei calmamente no seu ouvido: – CALMA FILHINHA! FIQUE CALMA! PAPAI TAMBM EST COM TESO!
Cris ficou muda, no proferiu uma palavra, meu teso era imenso e agora no iria parar, puxei minha bermuda junto com a cueca, meu pau saltou duro, pena qu estvamos no escuro, adoraria ver a cara de Cris.
Peguei sua mo e fiz com segurasse meu pau, um arrepio percorreu meu corpo ao sentir a mo envolvendo meu pnis: – ISSO CRIS SEGURA MEU CACETE, SENTE COMO EST DURO DE TESO POR VC! ISSO APERTA! BATE UMA PUNHETA PRO PAPAI!
Segurei sua mo e guiei os movimentos bem levemente, compassadamente para cima, para baixo, fazendo cobrir e descobrir a glande, me arrancando arrepios, um teso maravilhoso.
Soltei sua mo, Cris continuou os movimentos, a outra mo a qual estava bem abaixo do seu seio, fui deslizando, passando pela suas coxas sentindo a curva da sua bunda, acariciei seus glteos, fui puxando sua saia para cima at sentir uma minscula calcinha enfiada entre as ndegas, nesta hora meus pensamentos voavam, na escurido estava praticando o incesto e com consentimento.
Meu dedo passou entre s ndegas em direo ao meio das coxas, senti Cris se ajeitando e separando um pouco as pernas, dois dos dedos tocaram a macia boceta ainda protegida pela calcinha, a afastei e senti os lbios vaginais, passei o dedo entre eles, Cris tremeu e apertou meu cacete, estava toda mida, sentia o melado da lubrificao, a ponta do meu dedo penetrou levemente senti algo, impedindo a passagem, no acreditei era virgem, minha filhinha era virgem, pensei maravilha, vai continuar assim.
Puxei a calcinha para baixo desnudando sua bunda, louco para ver aquele corpo, mas a escurido no deixava, passei novamente o dedo em sua boceta deixei bem molhado fui at a entradinha do seu cuzinho e enfiei a ponta do dedo, arrancando um gemido.
Meti o dedo inteiro, e depois tirei agora fodia aquele cuzinho apertado com o dedo, quando sentia lngua de Cris na cabea do meu pau para logo em seguida sentir sua boca, sugando a cabea que mal cabia em seu interior. Era um prazer imenso que estvamos sentindo no escuro daquela sala.
Passaram-se algum tempo, agora estava sentado no sof, j havia ficado nu juntamente com minha filha, ela ajoelhada ao cho chupando meu pau, agora era uma das melhores chupetas que me fizeram, segurava sua cabea e enterrava ao mximo minha rola na sua boca, a sentiaela engasgar e a saliva escorrendo.
Estava quase gozando, quando para minha alegria a luz se ascende, minha filha olhou para mim com minha rola atolada na boca, nossos olhares se cruzaram, soltei sua cabea, ficou ajoelhada, no proferimos palavra alguma, estvamos como hipnotizados.
Ficamos assim por alguns minutos voltando realidade, disse: – FIQUE CALMA FILHA, AGORA COMEAMOS ALGO E VAMOS ACABAR! Segurei meu pau e bati em seu rosto de um lado e do outro ela sorriu, agarrou meu pau e comeou a punhetar, depois enfiou na boca e voltou a mamar como nunca ningum tinha feito.
Novamente segurando sua cabea forava ela engolir o mximo, mas pela grossura no conseguia, sua boca estava aberta ao mximo, at reclamou que seu maxilar estava doendo.
Tirei o pau da boca de Cris, pois no queria gozar ainda falando: – CRIS MINHA LINDA, AGORA PAPAI VAI LHE RETRIBUIR ESTA CHUPADA! Levantou-se e sentou no sof, trocamos de lugar, fui para o cho ficando entre suas pernas as separei, nossa, para meu deleite estava a minha frente boceta mais linda que havia visto pequena, lbios polpudos, toda depilada.
No acreditava no que estava vendo, encostei as mos abertas uma de cada lado na altura da virilha e com os dedos, um de um lado o outro do outro separei os lbios vaginais, quase morrei de teso, quando vi toda rosada, era virgem, coisa linda, deliciosa, imaginem, passei a lngua entre os lbios, Cris estremeceu quando encostei a ponta no seu grelinho, estava inchado, parecia um caroo de ervilha no tamanho.
Cris se mexia de um lado para outro, suspirava, sua respirao ofegante, demonstrava o prazer que estava sentindo.
Chupei aquela boceta, como nunca tinha chupado uma antes, minha filha de contorcia aprestava minha cabea de encontro a sua boceta, praticamente a esfregava em minha cara, levantei suas pernas, encostando seus joelhos nos seios, ficou na famosa posio frango assado, e continue chupando, mas agora ia do cu ao clitris, arrancando gemidos a cada passada de lngua, parei um pouco no seu cuzinho e forava a ponta a lngua na entrada, lambia, chupava, j estava todo molhado com a minha saliva, em seguida voltava para a boceta, fiquei assim por alguns minutos, era uma delcia sentir o gosto daquela boceta, meu cacete estava estourando de duro, quando Cris estremeceu todinha, apertou minha cabea e esfregou a boceta na minha cara, gemendo, se contorcendo, dizendo: – ISSO PAPPAI CHUPA SUA FILHINHA! ESTOU GOZANDO! ESTOU GOZANDO! HUMMMM1 TESO! QUE DELCIA!
Soltando um gemido mais forte, senti o gozo da minha filha em minha boca, estava toda molhada, lambi aquela boceta como se fosse ltima coisa que faria, sorvi todo o sumo, um gosto delicioso, salgado, com o cheiro caracterstico, um delcia, queria que no acabasse mais o teso que sentia.
Cris praticamente desfaleceu, ficou inerte por alguns minutos, sentei ao seu lado no sof e a abracei, meu estava duro como ferro, a cabea inchada vermelha, puro teso, fiquei punhetando levemente, pois no queria que amolecesse,
Aos poucos Cris foi voltando, e olhou para mim sorrindo me dando um beijo nos lbios dizendo: – PUXA PAPAI FOI TIMO! ADOREI! MAS O SENHOR AINDA EST COM O CACETE DURO! PRECISO ACALM-LO! DEIXA BATER UMA PUNHETA?
Prontamente disse: NO FILHINHA, QUERO METER ELE EM VC!
Ela:- MAS PAPAI SOU VIRGEM! NO POSSO DEIXAR!
Eu:- NO SE PREOCUPE, NO VOU TIRAR SUA VIRGINDADE! Disse rindo.
Ela: – NUNCA! NO VOU DEIXAR ENFIAR ESSA TORA NO MEU CUZINHO!
Fui acariciando minha filha, agora ela batia uma punheta bem cadenciada, subindo e descendo sua mozinha, cobrindo e descobrindo a glande, a qual deixava escorrer uma lubrificao espessa, grudenta, sentados lado a lado com a cabea em meu peito ficava olhando meu pau.
Estava falando em seu ouvido convencendo que no iria machuc-la, at que resolveu deixar comer aquele cuzinho maravilhoso, mas impondo uma condio, se doesse eu pararia.
claro que prometi, mas no cumpriria a promessa, claro.
Fui ao banheiro peguei um pote de creme, era a nica coisa que tinha para lubrificar, coloquei-a de quatro no tapete, colocando um travesseiro para apoiar a cabea, deixando sua bunda empinada ao mximo, Cris estava com a cabea repousada no travesseiro estava pronta para o ato anal: – AGORA FILHINHA FAA TUDO QUE PAPI MANDAR, QUE NO IR DOER! PROMETO A VOC!
Pedia para que separasse as ndegas, deixasse bem aberta, fui prontamente atendido, enfiei o dedo no pote de creme e passei no anus, aos poucos fui introduzindo a ponta do dedo.
Cris retesou o anus:- CALMA FILHINHA SE NO VAI DOER! O PAPAI VAI LUBRIFICAR SEU CUZINHO! SENTE COMO MEU DEDO VAI ENTRAR! Dizendo isso forcei a ponta do dedo, que deslizou para dentro arrancando um suspiro, fui introduzindo at entrar todo o dedo.
- AGORA FILHINHA VOU MOVIMENTAR DEVAGAR! SENTE O TESO! A SENSAO DIFERENTE QUE IR SENTIR! Comecei a fazer um vai e vem, meu dedo entrava e saia sem causar desconforto, tirei e coloquei mais creme, agora fui colocando dois dedos, j causou um desconforto maior, mas forcei e consegui enfiar os dois, sentia aquele cuzinho ir se alargando aos poucos, o esfncter estava relaxando, logo estava enfiando trs dedos e arrancando gemidos, Cris at j ameaava um tmido rebolado, senti que chegou a hora de comer aquele cuzinho.
Disse a Cris:- PRONTO FILHINHA EST PRONTA PARA RECEBER O PAPAI! ABRA O MXIMO QUE DER SUA BUNDINHA E RELAXE.
Posicionei-me atrs olhando a bunda deliciosa o buraquinho rosado, o qual Cris me expunha ao mximo, peguei o pote de creme passei mais um pouco, passei bastante na cabea do pau e em toda sua extenso.
Com uma das mos segurei-a pelas virilhas com a outra acertei a cabea ma entrada do anus, e pressionei, forcei meu pau fazendo a cabea ir entrando, abrindo caminho, Cris soltou um gemido, a segurei pelos ombros com ambas as mos, no tinha como fugir.
-CALMA FILHA S VAI DOER PARA ENTRAR A CABEA, DEPOIS PASSA, RELAXA! FAZ FORA COMO SE ESTIVESSE INDO AO BANHEIRO!
Era um teso incalculvel, deu uma estocada mais forte, senti a cabea ultrapassar o anel, abrir caminho.
Cris soltou um gemido, que me assustou: – AIIIIIIII! TIRA PAPAI! TIRA! EST ME RASGANDO! POR FAVOR! DI MUITO! SEU PAU MUITO GROSSO!
_ CALMA FIELHINHA VOU FICAR QUIETO, A DOR VAI PASSAR! RELAXA, QUE QUANDO PERCEBER VAI ESTAR TODO DENTRO!
Foquei segurando Cris pelos ombros sem deixar meu cacete sair, aos poucos foi se acalmando, foi se acostumando, mexi um pouco, e fui enfiando aos poucos, depois tirava um pouco, enfiava uns trs centmetros tirava dois, isto para ir entrando aos poucos e relaxando o reto sem forar e sem causar praticamente dor, dando apenas prazer, a sensao diferente de ser enrabada.
Aos poucos meu cacete foi abrindo caminho, at sentir sua boceta encostar-se ao meu saco, pronto estava todo dentro, Cris se comportou muito bem, agentou tudo no rabo.
Curei-me e beijei sua nuca falando ao seu ouvido:- PRONTO FILHINHA, MEU PAU EST TODO DENTRO DO SEU CUZINHO, SENTE QUE DELCIA, SEU CU MARAVILHOSO!
Virando o rosto para trs e me olhando, notei lgrimas nos seus olhos, aquilo me fez pensar o que estava fazendo, mas agora no poderia haver arrependimento, o mal estava consumido, estava fodendo minha filha.
-PAPAI ESTA ARDENDO MUITO, PARECE QUE ESTOU TODA ABERTA! SINTO MEU CU ARREGANHADO!

-CALMA FILHINHA DEPOIS ELE VOLTA AO NORMAL, COMUM O ESFINCTER RELAXA, DEPOIS VOLTA COMO ERA! AGORA PAPAI VAI FAZER VOC GOSAR PELO CU!
Comecei a movimentar levemente meu cacete, indo e vindo aos poucos, sentia o reto apertar meu pau, uma sensao maravilhosa, que s quem comeu um cu sabe.
Cris enfiou o rosto no travesseiro, comecei a foder, aos poucos fui aumentando os movimentos, arrancando gemidos e suspiros, logo meu pau estava deslizando para dentro e para fora.
Tirava at a cabea e enfia novamente, Cris gemia e j estava mexendo as bunda de um lado para outro, gemendo e suspirando.
Tirei as mos dos ombros e segurei suas ndegas, Cris levou uma de suas mos at sua boceta e se masturbava enquanto com a outra apertava um dos seios.
Agora j fodia com fria, estocadas fortes, meu saco doa quando batia por baixo na boceta.
Mantinhas as ndegas separadas olhando meu pau entrar e sair, at que tirei por completo e olhei, o cu de Cris estava enorme escorrendo um liquido marrom, acho que fezes misturada com o creme, parecia um filme porn, segurava o pau e metia de uma vez e tirada, cuspia naquele buraco e metia de novo, quando ouvi a voz de Cris:- CARALHO! VOC EST ME ARROMBANDO! MAS EST UMA DELCIA! SE SOUBESSE QUE TO BOM D O CU ASSIM, J TINHA DADO FAZ TEMPO! VAMOS PAPAI FODE! ME FODE! ME FAZ GOZAR SEU PUTO!
Aquelas palavras me deixaram louco, entrava e sa fodia loucamente:- VAI MINHA PUTINHA, GOZA! GOZA PRO PAPAI! ESTOU ARROMBANDO SEU CU! SUA PUTINHA SAFADA! VOU ENXER SEU RABO DE PORRA!
No queria gozar, queria aproveitar ao mximo, mas neste momento senti Cris treme toda, seu corpo se retesou, senti seu reto apertar meu pau, parecia que ia esmagar, jogou sua bunda para trs, enterrando meu pau at o saco, esfregando a bunda nos meus pentelhos gritando:- SEU PUTO ESTOU GOZANDO! QUE DELCIA PAPAI! NUNCA GOZEI ASSIM! HUMMMMM! TESO! AIIII! HUMMMMMMMMM!
Dizendo est palavras se jogou pr frente deitando no tapete, parecia desmaiada.
Pensei e eu? Preciso gozar, Cris estava estirava com a bunda pr cima, coloquei meu pau entre suas ndegas acertei no buraco, que no foi nada difcil pelo tamanho que estava e enterrei tudo de uma vez.
Fiquei deitado sobre ela fodendo loucamente aquele cu, ouvia apenas gemidos fracos, sentia que ia gozar, meu pau inchou senti meu saco doendo de teso, a cabea do cacete parecia que ia estourar quando saiu o primeiro jato de porra.
Enterrei fundo meu cacete enchendo aquele rabo de porra, nunca havia gozado deste jeito, a cada jato me contorcia me arrepiava uma loucura, enchi aquele cu de porra me jogando sobre Cris, deixando meu cacete enterrado no seu cu. Cheguei a adormecer nesta posio tamanho o cansao.
Despertei com Cris querendo sai de baixo de mim, me joguei de lado, Cris me olhou e me beijou, com um sorriso nos lbios, passando a mo na bunda entre as ndegas sentindo seu cu melado disse: – VOC ME ARROMBOU ESTOU TODA ABERTA! MAS ADOREI! AGORA VOU QUERE SEMPRE DAR MEU CU PARA O SENHOR! Nada respondi, fiquei olhando, pensando, arrependido de tudo.
Mas meu arrependimento mudou quando Cris se levantou em direo ao banheiro para se lavar, olhei aquela bunda deliciosa e notei esperma entre as ndegas e por trs das coxas escorria esperma, uma viso excitante, pensei: FODA-SE J COMI MESMO, AGORA APROVEITAR. No prximo relato conto como quebrei seu cabacinho.

12 Comentários para “Filha safada comi o cu”

  1. joy Says:
    Delcia! fiquei de pu duro! nota 10
  2. toni Says:
    Gostei muito mesmo! Sua filhinha deve de ser muito gostosa mesmo! Ficara escrava do sexo! Vou ler como quebrou o cabacinho dela! Valeu!
  3. bjryhf Says:
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  4. Helena Marques Says:
    Tenho mais de 60 anos, e fui deflorada por meu pai. Foram as fodas mais gostozas de minha vida. Me casei, e j madura, sempre que nos encontrvamos amaos para a cama.
  5. nona Says:
    caramba posso comer sua filha tbm por favor?
  6. eu Says:
    adorei tanto que fiquei excitado, e me colocando no seu lugar.
  7. mario Says:
    muito bom mesmo, posso comer o cuzinho dela tb, diz que sim, por favor
  8. alguem Says:
    amo isso e adorei essa historia pena q n sou sua filhinha amaria dar o cuzinho pra vc
  9. Thiago Says:
    Poha mano essa sua historia foi a melhor que já li na minha vida toda!
    Me gozei todo lendo ela e nem cheguei a toca no meu penis
    se vc tiver mais alguma dessas ai fala mano pq estou super afim de ler mais contos seu você sabe como escrever um e como deixar quem le super intusiasmado com o que esta sendo passado!
  10. mano loko Says:
    vai toma banho seu porco do caralho mostro filha da puta sai fora pilantra se cai aqui sobe rapidim
  11. cicero Says:
    nossa um dos contos mas real que lie. fiquei com tesão do inicio ao fim. cumer um cuzinho virgem delicia.
    quero comer sua filha e continuara brincadeira
  12. julio Says:
    que bacana gozei varias vezes penas que não foi com migo

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