Gozo canino

Sou zoófilo há anos, comecei por volta de 12 anos com o dog de um vizinho e desde então, sempre mantenho minha paixão pela zoofilia viva.
Hoje estou com 36 anos, me considero pansexual, pois curto transar tudo: homem, mulher, animal e brinco com o que tiver formato fálico, preferencialmente. Estou com um dog que eu mesmo treinei e que cumpre bem sua função de alfa, além de ser um grande amigo. Ele é um dogue alemão, enorme e como você pode imaginar, tem um pau proporcional (um amigo especialista em medidas de membros caninos estimou em 32cm aproximadamente). Bom, vamos ao que interessa, contarei a você uma das minhas últimas trepadas com ele.
Bom, como tenho o cu bem largo, toda vez que dou pra um dog, na hora que ele desmonta e vira, o movimento força o nó pra fora e meu cu e apesar do esforço para manter o pau dentro, este acaba arrombando meu cu de dentro pra fora me causando dor e prazer. Confesso que sempre gostei disso como parte do meu ritual de transa com os dogs, mas conheci este amigo no chat e com a proximidade, ele sugeriu que eu tentasse permanecer “grudado” ao meu dog por mais tempo, pois iria curtir muito.
Com as dicas do meu amigo, voltei pra casa no maior tesão, e depois de um belo banho e preparo, desci para o quintal e fui experimentar a nova modalidade. Quando adentrei, meu dogue já veio pulando em cima de mim, pois sabia que iria me foder. Tive que controla-lo um pouco pra poder me despir. Assim que ajoelhei ele veio com tudo e tentou me montar. Foi colocar as mãos ao chão para dessa vez não escapar às suas patas e sua carcada. Logo ele montou em mim, fechou suas patas em volta do meu quadril com força e começou a estocar seu pau ainda fino. Sentia as cutucadas no cu, num misto de tesão e prazer. Na hora que a ponta de seu pau encontrou a abertura do meu cu, ele meteu com tudo, arfando em minha orelha e metendo com toda a força num movimento frenético. Nessa hora estava entregue, sentindo o pau dele crescer absurdamente dentro de mim e só esperando o fim do movimento frenético.
Quando me dei conta, ele parou de bombar e como já o conheço, sabia que iria descer de mim e desvirar. Logo que ele se movimentou, tratei de agarrar o rabo dele e puxar pra perto de minha bunda evitando que ele saísse de perto de mim e escapasse ao meu controle. Feito isso consegui mantê-lo engatado em mim e aproveitei pra curtir o momento. Ali, engatado no meu dogue, sentia as pulsações dos seus gozos no meu cu, através da base do seu pau. Estava como de costume excitadíssimo, deixando ele encher meu cu de porra. O pau estava enorme em mim, preenchendo-me por dentro. O pulsar dos gozos ainda fortes… comecei a me masturbar e já sentia escorrer pelo meu cu um pouco de porra. Resolvi acelerar os movimentos da minha mão e gozei. Assim que o fiz, soltei o rabo dele e apesar de toda a dor, deixei o nó sair, pois meu cu estava travado pela gozada que dei. Assim que escapou de mim, uma enxurrada de porra e secreção anal saiu de dentro de mim e me molhou o saco e as pernas… fiquei com meu cu arrombado e totalmente melado. Sem poder resistir, fiquei metendo os dedos dentro do meu cu e logo me voltei ao dogue com a enorme pica pra fora balançando e esguichando ainda. Peguei o pau dele entre suas pernas, puxei pra trás novamente e comecei a colocar meu cu nele, fazendo movimento de ida e volta… sentindo a textura do pau passando pelo meu cu. Às vezes virava pra saboreá-lo em minha boca, sentir aquela verga inchada, receber seus jatos de porra na garganta. Fiquei revezando por um tempo até que deixei ele se afastar e se lamber. Beijei meu cão e saí!
Procuro homens e mulheres de São Paulo, praticantes ou não, pra amizade e real com animais (também procuro formar grupo). Também quero alguém que tenha garanhões pra me iniciar.
Calígula: calígula_sm@hotmail.com

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