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Me e filho puro amor

Disque sexo

Hoje tenho 35 anos e mame 62, s agora que nossa histria voltou a acontecer, tomei coragem para relatar os fatos.

Tudo comeou quando eu tinha 18 anos, at ento era um garoto como outro qualquer, batia punheta pra tudo, nunca tinha visto minha Me como mulher, muito menos sentir desejos por ela.

At que um dia ao entrar no banheiro encontrei sua calcinha usada cada no cho, quando peguei-a pra por no cesto de roupa suja, o cheiro de buceta me deixou doido, lambi e cheirei a calcinha at gozar alucinadamente. Como nossa casa tinha fechaduras daquelas antigas ,no dia seguinte quando ela foi tomar banho, corri para espiar, no acreditava no que via, aquela buceta rosada envolta numa selva de plos pretos, seus seios grandes, um pouco cados, mas bicudos e sua bunda branca e farta me fizeram gozar rpido. Quando ela saiu do banho, voltei ao banheiro e punhetei lambendo sua calcinha ainda mida pelos seus lquidos vaginais. Fiz disso uma rotina diria, primeiro v-la no banho e depois punhetar com suas calcinhas usadas.

Passados algum tempo, mame que era uma mulher muito conservadora, no tocou no assunto, mas descobriu o que eu estava fazendo, pois comeou a tapar a fechadura e no deixava mais calcinhas sujas aps o banho, no comeo tive medo pois achei que ela havia realmente descoberto me daria bronca ou contaria pro meu pai, porm nada disso aconteceu, pois depois de alguns meses notei que suas calcinhas voltaram a ficar no banheiro e a fechadura no estava mais tapada. Ai que fiquei totalmente confuso, afinal ela sabia ou no do meu teso por ela ou foi s coincidncia ela tapar a fechadura e no deixar mais suas calcinhas usadas no banheiro?

Comecei a fazer coisas inconseqentes, gozar nas calcinhas usadas, mas nada dela tocar no assunto, ento pra ter certeza se ela sabia do meu teso, certa vez que ela menstruou, gozei no modess que ela iria usar, foi a certeza que eu queria, quando ela acabou o banho e viu o modess cheio de porra, olhou fixamente pra fechadura deu uma lambida na porra, vestiu-se e saiu.

As coisas ficaram assim por um bom tempo, at que papai precisou fazer uma viagem de negcios e ficamos ss em casa, aps o jantar ela sentou-se na sala, ascendeu um cigarro, comeou a beber vinho e me chamou pra conversar, me ofereceu um cigarro, o qual de cara no aceitei dizendo que no fumava, at ela dizer que sabia que eu fumava escondido e pegava cigarros do mao dela, fumei aquele cigarro totalmente em silncio e apavorado, ai ela falou abertamente sobre o que estava acontecendo, disse que no fosse o vinho no teria coragem de falar que sabia tudo o que eu sentia, fazia, que eu a espiava no banho e punhetava com suas peas ntimas, que aquilo era errado, que era pecado, mas a deixava excitada, me desculpei pelo que eu fazia, mas como era virgem ainda eu no resistia. Ela falou pra eu ficar calmo e ir pro quarto dela, logo ela veio apagou a luz e comeou a me beijar, sua lngua na minha boca parecia um sonho, logo estvamos totalmente nus e eu lambendo aquela buceta peluda que tanto desejei, dai foi a vez dela me chupar, engoliu meu pau algumas vezes de maneira que logo enchi a boca dela de porra, ento ela me puxou pra cima dela e ainda com porra na boca comeou a me beijar novamente.

Quando notei meu pau j estava dentro dela num gostoso vai e vem, s lembro dela dizendo…assim…vai…no para…gozei umas 3 vezes sem tirar de dentro dela.

Dormimos exaustos, na manh seguinte, ela me disse que eu poderia at continuar espiando ela no banho, punhetando, mas que sexo foi s aquela noite e que no tocaramos mais no assunto.

E assim foi, durante aproximadamente 22 anos, silncio de ambas as partes, tudo mudou a coisa de 2 ano atrs, mas fica pra prxima histria.

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