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Mamei e dei por 5 reais

Disque sexo

Me sentia superior as demais prostitutas que se enfileiravam na esquina espera do Ganha Po. O incmodo do salto 15 no era menor que o desejo recm parido por entre minhas pernas de dar. O fascnio pela vida fcil havia me levado quela esquina agitada em uma noite de sexta feira na grande So Paulo. As demais mulheres fceis olhavam para mim fascinadas pelo meu porte feminino. Meus cabelos pretos, lisos e longos caam sobre meus ombros tal qual uma ofensa as demais mulheres. Concorrncia para as mais inseguras, carne nova para os clientes! Eu as olhava com certo desdm… Embora fssemos todas putas da rua naquela ocasio! Trajava um vestido de lycra preto curto, abaixo da virilha acompanhado da taxativa bolsinha de puta. Por mais que tentasse evitar meus pensamentos e aes, ca no clich de rodar a bolsinha na esquina. Estava configurado o rtulo de puta do calado! Agora s faltava iniciar o servio! Receber por rola! Ganhar a vida deitada na cama, dando o que meu de fato! Fascinada, impunha respeito diante das demais vadias. Mesmo vestida como vagabunda, mantinha um certo recato e um ar de superioridade, um certa elevao espiritual que no me deixava cair na afetao ridcula das demais putas profissionais. Anfbia por natureza, tomei uma deciso singular: Daria quela noite como uma puta de rua da pior espcie! Barata e boa de falo! Na calada sorria para as putas e bbados que me cumprimentavam com olhares e gesticulaes obscenas, quando percebi um carro parando prximo de ns. Logo algumas putas correram at a janela do carro. Vi que conversavam alguma coisa com o homem dentro do veculo, mas pela distncia que me encontrava no consegui partilhar sobre o qu se tratava. Aps alguns minutos, as putas se afastaram do carro e uma seguiu em minha direo. Tremi na hora…, de teso. – Morena, o cliente est querendo levar um papo contigo, Guria… Vai l que ele parece cheio da nota. Disse um seguindo adiante atrs de outras amigas de profisso. Caminhei, tremendo nas pernas e com a calcinha j inundada, at o carro preto. Era um homem branco na faixa etria dos 35 anos, de gravata e porte executivo, boa pinta. Coxas grossas foi o que pude ver pelo volume quando olhei rapidamente de fora do carro. – Oi, tudo bem? Minha colega me disse que queria bater um papo comigo? Perguntei assustada, embora excitada. – Entra no carro, teu dia j est ganho! Mandou. Olhei para as demais putas a minha volta e entrei no carro sem pestanejar. Era minha primeira noite como puta. – Quanto o programa? Perguntou sem rodeios. – 20, respondi prontamente. – 20 mil? Chocou-se. – 20 reais. Disse. – Putinha barata voc, hein? Rola tudo por 20? – Rola! Respondi amedrontada mais muito lubrificada. – Eh….RLA mesmo a noite toda? Disse rindo e passando as mos em minhas coxas grossas. No consegui sorri da tirada maldosa dele. Apenas abri as pernas e contrai a vagina para me excitar mais fisicamente. Emocionalmente, j havia gozado. Disse- me que se chamava Dr. Henrique no sei das quantas. No prestei muita ateno em seu nome fake. No trnsito falava alguma coisa, enquanto alisava minhas coxas, em direo ao motel. O que de certo, no seria caro, uma vez que ele rumava a um bairro do subrbio bem pobre. Um Dr. que parecia ter uma condio financeira confortvel, fato comprovado pelo belo carro e pelas roupas que usava, se dirigindo a um motel de quinta categoria no subrbio da cidade. Sentia minha vagina escorrer um lquido fcil e abundante, o que me revelava mais ainda como puta barata. Senti vergonha de meus instintos de vadia. Naquele momento em que entrvamos em um bairro, considerado por mim favela, surgiu-me mente uma estranha viso e medo: 20 reais e um pnis dentro da boceta. 20 reais apenas, era o quanto valiam minhas entranhas, meus seios fartos, minhas tetas duras e meu orgasmo. Chegamos! Disse ele tirando a mo de minhas coxas suadas. O local era realmente um casebre, penso de carroceiro. No consegui achar melhor descrio para o chiqueiro em que iria levar vara. Sim, a expresso levar vara concretizava-se j em meus pensamentos pecaminosos. Ele parou o carro do lado da casa, e descemos. Ele na frente e eu atrs, sendo vista pelos transeuntes da vizinhana. Entramos na casa e uma senhora velha veio atender em um balco ainda no cimentado. – Um quarto, por favor! Disse educado. – 30 reais pra pernoitar. Respondeu a senhora concentrada na novela das 8 que via na pequena televiso ao lado do balco. Henrique pagou pelo quarto e seguimos adiante entrando em um corredor estreito, de portas feias e barulhos obscenos: Come… Gritava uma mulher. Toma Puta! Saa de outro quarto. Gemidos e gritos eram a trilha sonora do corredor. Sentia-me humilhada, porm molhada, vida por ser usada e paga pelo servio. Entramos no quarto de nmero 5. Uma cama de colcho velho, umas toalhas sem qualidade e um criado mudo acompanhado de um abajur sem lmpada. – Tira a roupa! Disse sem cerimnias j tirando a cala e mostrando a cueca branca abarrotada de carne. Tirei a roupa e me preparei para dar a xaninha melada. A calcinha ensopada caiu no cho quando ele me pegou com pressa e me beijou na boca arrancando um gemido sufocado de mim. Sentia sua lngua quente com gosto de whisky sugando a minha numa audcia jamais permitida a um reles cliente. Passei as mos pelo seu corpo e o tocava forte e firme. Aps tirar a camisa me mandou ficar no cho. – Para o cho vadia! Vai mamar na tora antes! Vadia sempre mama antes! Ajoelhei-me e peguei no bolo de sua cueca. Senti o cheiro de pau subir e invadir minhas narinas. De joelhos e em frente a uma rola, cheirei o vo de suas pernas e encostei meu rosto em suas carnes dilatadas dentro da cueca. – Mama! Ordenou! Subi a vista e olhei para seus olhos superiores e imponentes de homem! Encostei, nessa hora, meu nariz na cabecinha de seu pnis ainda empacotado. Senti umedecer e o cheiro forte de pica invadir todo o recinto. Puxei a cueca para baixo e revelei um pauzo suculento de cabea volumosa e melada. Grosso de sacos fortes e largos, cheios. – A putinha quer quanto para mamar? Disse segurando o pau e batendo em meus lbios. – 20, respondi! – 20 esta muito caro! Putinha de rua mama e d o buraco por 5! Consenti com os olhos e ele enfiou o pau dentro de minha boca dizendo: – Mas muito vagabunda mesmo! Mamando por 5 reais. S putinha de rua mesmo para mamar por esse preo!! E enfiou at a minha garganta deixando-me engasgar. Passei nesse momento a lngua na cabecinha com o intuito dele me deixar dominar a situao e poder mamar em paz! Pude ento curtir o sabor e a textura de sua lubrificao densa. Lambi e senti o gosto salgado e a vontade de chupar aumentou cada vez mais. Senti-me um criana mamando na mamadeira cheia de leite. – Mama direto! Gemia falando. Percorri com minha lngua a glande do pnis enquanto massageava as bolas com uma mo e usava a outra para molestar minha entradinha encharcada. Desci com a boca pelo corpo do pau e cheguei at o saco. O Smbolo da masculinidade! Um saco forte e cheio que mal cabia na minha boca gulosa. Chupei-o com gosto e sentir-me puta de um homem, puta por 5 reais. Minhas emoes e desejos se misturavam naquele momento com uma de suas bolas na boca e olhando para seus olhos me senti Deusa: – Vai apanhar de rola na carinha. Por 5 reais tenho direito a bater! E logo me pus em posio de apanhar na carinha, de pica. Exibi meu rosto bem levantado para cima e fechei os olhos para curtir as pauladas em minha cara. A primeira bateu em minha bochecha e fez um barulho alto e gostoso. Nas demais senti o corpo de carne cilndrica bater em minha cara com um certo cuidado para no machucar, apenas para humilhar, para mostrar-me que eu era a carne frgil e ele homem, o macho. Eu fmea, apanhei na cara de pnis de macho quando ele me puxou pelo ombro e mandou ficar de 4: – Vira a bundinha que vou comer um pouco. Tudo por 5! – 20! Bradei baixinho. – Quem decide sou eu. Puta leva calote! No discuti e me virei de quatro oferecendo minhas carnes para ele papar. -Papa tudo vai… Disse empinando a bundinha para sentir o ferro. – Papo tudinho para voc aprender a no ser to vadia de rua. Disse encostando a cabecinha de cogumelo na entradinha. – Nossa… Como est melada.. .Mas est um rio isso aqui… Que safada!! Est querendo rla hein, Safada?! Ofendida por sua constatao, fechei os olhos e esperei o ferro. Em pouco tempo estaria chorando em sua rola mesmo… Henrique no enfiou de uma vez, como havia pensando, mas bateu na entradinha com a rola e deu uma palmada em minha bunda me preparando para a rolada. Enfiou a cabecinha na entradinha de minha vagina suada e disse: Toma cadela! E enfiou at o saco de uma s vez me fazendo ver estrelas. Gemi alto sem me importar com os vizinhos. – Geme vadia! Chora na minha rola puta! E assim o fiz, gemi alto sentindo as paredes de minha xotinha estenderem-se para receber aquele tronco grosso de carne mida e quente. Senti umas bombadas gostosas me invadindo, e um barulho de saco batendo no vo de minhas pernas de forma acelerada e forte. -Ai.. gostoso… gemia e chorava em sua rola. – Vai me dar na hora que eu quiser e sem cerimnias morena. Pegou em meus cabelos falsos e jogou a peruca morena longe pegando meus cabelos loiros naturais e puxando como uma rdea socou-me forte montado em cima de mim. Senti minha boceta molestada e espancada pela velocidade de suas estocadas. Senti minha vagina se alargar e abrir espao para sua rola grossa. Senti-me puta de rua naquele quarto pobre, dando por to pouco dinheiro. 5 reais e uma pica grossa. – Toma vadia! Toma rola! Dizia metendo. De repente escutei uma porrada na porta e uma voz de um outro macho: – Come essa vadia com fora, soca ela todinha! Disse a voz do lado de fora. -Vagabunda.! Gemendo pra todo mundo escutar. Se souberem que a putinha de rua cobra 5 reais, vai ter fila aqui pra meter. E meteu forte me segurando pelos cabelos e puxando em direo ao seu corpo. Nesse momento j havia perdido todo o respeito e sensatez e me comportava como cadela dando para um cachorro de rua. Gemia alto e gritava que queria pica. – Mete a pica! Gritava para os demais hspedes da penso ouvirem. E ele meteu… e meteu, e socou, e tirou, e bateu em meu rabinho, e enfiou, e me chamou de puta e vadia, e avisou que iria comer o rabo: – Vai dar o rabo tambm. Tudo por 5 reais. Falava alto para ouvirem mesmo. Segurei o gozo para depois do enrabamento e me deitei de lado com ele na cama. Ele tirou da boceta e j encostou na portinha do nus: – Agora vai dar o cu! Disse alto. Senti a pica forando e deslizando na entradinha do reto, se apossando de minhas pregas e abrindo espao: – Ah…que cuzinho gostoso!! Estou comendo teu cu por 5 reais, vadia! Por 5 reais essa puta est dando o rabo! Gritou. Gemi alto e senti as estocadas me marcarem a carne. O ferro quente bombou algumas vezes dentro do cu e logo saiu para ir ocupar lugar na boceta, alargada das roladas anteriores. Ajeitei-me na cama e abri bem as pernas para o alto, pois sabia que ns gozaramos agora. – Abre bem as pernas para o alto, quero ver essas pernas no teto, puta! Abri o mximo que pude e senti a trosoba gorda entrando novamente em meu buraco barato. Entrou gostoso e quente, me arrancando na hora o choro, ora gemidos altos e gritos desesperados. Desisti de segurar o gozo e gozei em meio a uma rolada intensa que Henrique me dava. Soltei a gozada forte, melei seu pau e estremeci as pernas. Tremia-as e contorcia-me afobada pelo orgasmo sentido. – Gozou safada! Agora a minha vez. E j socou mais um pouco levantando mais minhas pernas e olhando em meus olhos disse : – Agora sente o banho quente que vou te dar, safada! Toma! E gozou 4 jatos de porra forte e fartos que me inundaram a xaninha gozada. Tirou o pau ainda melado e bateu com ele em meu rosto, me chamando de puta, ainda transtornado pela ejaculada. – Toda gozada por 5 reais… Disse caindo para o lado da cama. Fiquei l vazando porra pela boceta e com a carinha melada de esperma me sentindo a mulher mais feliz do mundo. Henrique aps alguns minutos levantou-se e vestiu a roupa me deixando naquela cama toda gozada e jogando uma nota de 5 reais em cima de mim disse : – Eu te amo! E me beijou um beijo apaixonado e singular de um amor maduro. Eu, j mais desvencilhada dos paradigmas conservadores e mais liberta dos liames sociais desvairados, pude entender livremente e mostrar a Henrique, meu marido, que o sexo fruto da nossa imaginao, nasce e se cria em nossos pensamentos e fantasias. o ponto pice de uma pea de teatro, ensaiada para ser um sucesso. E tanto verdade que, se uma puta no altera a virtude de uma mulher, a puta pode ser empregada para libertarmo-nos do tdio de nossos conceitos errantes do que ser uma puta. E assim, readquirirmos o direito a sair da caverna*. *

5 Comentários para “Mamei e dei por 5 reais”

  1. jonathan Says:
    fake.boy@hotmail.com(MSN/ORKUT)- e so add..
  2. Isabella Lourennzzo Says:
    Nossa, incrivel!
  3. Carlos Raposo Says:
    Acho q isso no passa de conto, para mim deve haver realidade, eu estou louco para realmente saber se esses contos aonteem mesmo, porque no fundo nunca acredito, mas eu quero experimentar, se vc ja fez ou sente vontade me manda um e-mail. tuninho2005@yahoo.com.br
    ou msn a.carlos_rj@hotmail.com
  4. GUIZO Says:
    PO QUE AULA DE CONTO EM MINHA FILHA RISOS……… CHIQ
  5. Carollayne Says:
    Muito criativo,parabns!
    quem ler o comeo nem imagina que o cara seu marido!rsrs…

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