Esta história aconteceu na semana do réveillon de 2009.
Meu nome é Rafael, tenho 29 anos e moro em São Paulo. Na semana do réveillon eu estava só, não estava muito disposto a viajar, badalações ou algo do tipo, enquanto todos meus amigos já haviam viajado para curtir a virada do ano.
Após alguns meses solteiro, e já começando a bater o arrependimento de ter ficado só, resolvi me cadastrar em um site de relacionamentos e quem sabe encontrar alguém interessante para a noite tão esperada, que até então parecia perdida.
Para minha surpresa, foi a partir daí que minha sorte começou a mudar. Ao procurar neste site alguns perfis de mulheres cadastradas, teve um em especial que me chamou muito a atenção, o nome dela era Débora, 26 anos, cabelos castanhos, compridos e sedosos, pele clara, rosto delicado, que vivia no interior de São Paulo. Não tive dúvidas, e logo mandei uma mensagem dizendo que gostaria de conversar com ela, e passei meu MSN.
Para surpresa ainda maior, logo recebi seu convite para que a adicionasse e então começamos a conversar. Após as apresentações preliminares, ligamos nossas câmeras. Nossa! Ela era perfeita, linda, sensual, sorriso encantador e dona de uma boca que parecia deliciosa.
Naquele dia conversamos muito, demos muitas risadas e a conversa se estendeu madrugada a fora. Naquele momento já tentava disfarçar aquela sensação voraz que tinha dentro de mim em devorar aquela ninfeta.
No dia seguinte voltamos a nos falar, daí, as conversas amistosas passaram a dar espaço para conversas mais quentes, de pura sacanagem. Ela me dizia que já estava há algum tempo sem sexo, e que com isso estava subindo pelas paredes. Eu a disse que adoraria matar seu desejo, e que estava cheio de tesão por ela, que gostaria de desvendar cada pedacinho de seu corpo.
Mostrando seus ares de uma ninfeta bem safada, começou a me provocar mostrando seu corpo. Colocou seu decote frente a câmera, me mostrava suas coxas grossas, de pele lisinha, e ao mesmo tempo me dizia que estava cheio de tesão por mim. Aquilo me enlouquecia, queria atravessar a tela do computador e atacar aquela mulher que me deixou excitado, a ponto de meu pau não caber mais dentro da minha cueca, e logo, o mostrei para ela.
Disse a ela que era muito gostosa, que ela tinha me deixado cheio tesão e que queria muito fazer amor. Sua resposta foi imediata, disse que também estava com muito tesão e que queria sentir meu pau na sua bucetinha que estava toda molhada. Esse dia era 30 de dezembro, e perguntei se ela tinha algo programado para a noite do réveillon, e ela me respondeu que não, e me fez a mesma pergunta. Também respondi que não tinha nada programado e que poderíamos aproveitar para nos encontrarmos, passarmos juntos a virada do ano, e que lhe daria uma noite de prazer que jamais esqueceria.
No início Débora ficou relutante, porém, seu tesão falou mais alto e no dia seguinte veio à São Paulo ao meu encontro. Assim que a avistei pela primeira vez pessoalmente, um frio subiu pela minha espinha e ao mesmo tempo fiquei excitado, ela era muito gostosa, muito mais do que aparentava ser pela internet. Fui ao seu encontro, lhe abracei puxando-a para junto ao meu corpo para que sentisse o quanto já estava excitado. Lhe dei um beijo no canto da boca e em seguida sussurrei ao seu ouvido dizendo: que bom que você veio minha cachorra gostosa. Confesso que após ter feito isso temi por sua reação, no entanto, ela abriu um sorriso safado e disse sou toda sua, meu cachorrão.
Em seguida partimos para o litoral de São Paulo, local que escolhemos para passar nosso réveillon e termos nossa noite de amor. Como já esperado, o trânsito estava muito lento, e a ansiedade que tínhamos de estar a sós, fazia com que tudo ficasse mais lento e demorado. Foi então que em uma das vezes que o trânsito parou dentro de um dos túneis da serra, começou a acariciar meu pau, beijar meu pescoço e abriu meu short. Meu pau já estava muito duro, latejava de tanto tesão, ela pegou-o de um jeito tão gostoso que jamais havia experimentado. Naquele momento não conseguia pensar em mais nada, não me preocupava com as pessoas nos carros ao lado, apenas olhava para aquela boca gostosa e carnuda imaginando-a abocanhando meu pau.
Ela parecia ler meus pensamentos e abaixou-se, começou a lambê-lo, e depois o colocou em sua boca. Nossa, como chupava gostoso, me fazia gemer de tanto prazer, mal conseguia fazer o carro andar quando o transito seguia. Eu dizia que ela tinha uma boca deliciosa, e ela olhando para mim esboçando um sorriso bem safado sem tirar sua boca do meu pau me dizia que nunca tinha chupado um caralho tão gostoso quanto ao meu, que queria sentir todo meu leitinho em sua boca, e me pediu como uma verdadeira putinha: goza na boca da sua cachorra, goza! Ela usava uma sainha, pouco acima do joelho, soltinha, então eu levei minha mão por baixo de sua saia, puxei sua calcinha para o lado, e senti sua bucetinha lisinha, encharcada de tanto tesão. Comecei a acariciar seu clitóris, isso a fez gemer. Eu alternava os movimentos e enfiava meus dedos em sua xana molhada.
Tudo isso me deu muito tesão e imediatamente eu enchi sua boca com minha porra quentinha, dizendo: é isso que você queria sua vadia, gostosa… Deixando-a enlouquecida. Nessa hora senti em meus dedos seu gozo, enquanto ela engolia todo meu pau limpando aquela porra que havia jorrado. Depois, se levantou, e chupou meus dedos molhados com seu gozo.
Quando, enfim, chegamos a nosso destino, fomos diretamente para o quarto, não aguentávamos mais segurar nossos desejos. Eu a peguei, a virei, e a encaixei por trás, para que ela sentisse em sua bundinha meu pau duro, louco para penetrá-la, e ela falou: que caralho gostoso, enquanto esfregava sua bunda nele, dizendo que queria meu caralho todinho dentro dela e me pedia para que a xingasse. Com meu pau roçando sua bunda, eu pegava em seus seios já de fora, os acariciava, beijava seu pescoço e dizia em seu ouvido, hoje você é minha puta, quero fudê-la bem gostoso, minha cachorra, vou fazer você gemer como uma cadelinha no cio, e aquilo fazia com que ela de fato gemesse como uma verdadeira cachorra. Quando levei minha mão em sua buceta, ela estava muito molhada, a espera do meu pau. A joguei sobre a cama, a coloquei de quatro, levantei sua saia, puxei sua calcinha para o lado, e comecei a passar minha língua em sua xaninha. Ela se arrepiava, se contorcia, gemia enquanto eu também a penetrava com meus dedos.
Então a ninfeta gostosa me pediu: me fode logo caralho, quero sentir teu pau entrando na minha buceta. Comecei passar meu pau na xana, o colocava um pouco, tirava, aquilo a enlouquecia, até o colocar todinho naquela xota deliciosa. Ela gemeu, gemeu muito, seus gemidos aumentavam cada vez mais a cada vez que a xingava de cachorra, cadela, puta… vindo seguidos de um delicioso gozo. Em seguida me pediu que fudesse seu cuzinho, nossa, adorei a idéia, não pensei duas vezes, realizei seu pedido. Sua reação foi imediata, ela gemia, gritava e me pedia que a fudesse mais e mais. Coloquei também meus dedos em sua bucetinha falando em seu ouvido o que ela adorava escutar. Sua vadia, safada, cachorra no cio, é isso que você quer, ela enlouquecia de prazer, gritando cada vez mais alto, me pedindo mais e mais.
Depois ela pediu que eu me deitasse, e completamente nua se sentou sobre meu pau, começou a cavalgar enquanto eu a chamava de cachorra, gostosa… Aquilo fazia com que ela cavalgasse, fudesse cada vez mais forte, gostoso. Era muito delicioso ver seios durinhos de tanto tesão, fazendo-a delirar a cada vez que eu os colocava em minha boca. E foi assim, até que ela gozasse de novo, dessa vez junto comigo, fazendo escorrer em meu pau o mel de sua buceta deliciosa.
Após termos feito amor louca e deliciosamente, tomamos um merecido banho e fomos curtir nossa noite de réveillon, fomos jantar em um lugar muito agradável, nos divertimos a noite toda. No dia seguinte, fomos à praia e depois voltamos para nossas casas.
Sem dúvida tivemos um final de 2009 deliciosamente incrível, e a promessa de um 2010 com outros encontros ainda melhores. Afinal, além de uma cachorra gostosa, Débora se tornou especial para mim.




