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Na volta da escola 2 a irm

Disque sexo

Para quem no leu a primeira parte vou tentar resumir rapidamente o que aconteceu.
Meu nome Paulo na poca eu tinha 16 anos, estudava na ZS e morava na Barra/ZO, voltava da escola em uma van com alunos de diferentes turmas, na volta da escola eu e mais duas irms ramos os ltimos e ser deixados em casa e fazamos uma viagem de quase duas horas, devido ao transito, at a Barra aps ter deixado todos os outros alunos na ZS. Costumvamos fazer o trajeto- ZS/Barra dormindo esticados um em cada fileira. A van tinha alguns fatores que favoreciam as circunstancias, primeiro tinha vidros escuros o que impedia quem estava fora ver o lado de dentro, com o motorista no tinha problema pois estava ligado no transito e no ouvia nada que ocorria atrs, pois o som s funcionava do lado dele e para ouvirmos tinha que ficar bem alto. Certo dia Flavia que era a mais nova das irms se deitou comigo alegando frio e este roa-roa acabou com ela se entregando totalmente para mim, pedindo para eu ser o primeiro e que ensinasse tudo. Porem ao terminarmos nossa farra vimos que Claudia, a irm mais velha, havia visto pelo menos o final de nossa foda.
Flavia era linda, tinha 13anos, lourinha bronzeada, do tipo magrinha, mas com belos seios que apesar de ainda estarem em formao eram lindos como duas pras, suas pernas eram lisinhas com ralos pelinhos dourados, uma pequena deusa de deixar qualquer marmanjo louco, sua irm Claudia tinha 15 anos, do tipo carnuda, com um belo par de coxas, lidos seios e bunda, toda proporcional como tivesse sido esculpida, e as duas tinhas belos olhos verdes.
O fato…
Flavia conversou com Claudia em casa sobre o que ela havia visto, e no dia seguinte me procurou na hora do recreio e disse que eu teria uma surpresa na volta da escola, lgico que eu no consegui pensar em mais nada depois disso, olhava para o relgio de cinco e cinco minutos esperando a aula acabar. Aps uma eternidade corri para van, como o de costume Flavinha se sentou ao meu lado, no agentava mais esperar at que o ultimo aluno fosse deixado em casa e rumssemos para Barra, quando estvamos em frente a casa do ultimo aluno da ZS Flavia falou num sussurro em meu ouvido A Claudia deu fora. neste momento tive a certeza de que iria rolar muito mais, mas foi muito mais do que imaginei.
Agora s tinha ns trs, ento Flavia falou que Claudia iria dormir enquanto agente brincava. Cludia se deitou na penltima fileira eu e Flavia na ultima, estranhei a Claudia se deitar to perto mas no dei bola. Flavia se deitou de lado de frente para os encostos e pediu para eu encostar por trs dela que ela havia adorado, atendi prontamente porem antes levantei sua sainha e tirei sua calcinha, comecei a esfregar ainda de bermuda e ela rebolava igual uma putinha experiente, empinava a bundinha esfregando diretamente o c no meu pau por cima da bermuda, tirei meu pau da bermuda enquanto ela no parava de rebolar minhas mos estavam massageando seus pequenos seios, ela j quase gozava sem eu ter nem encostado em sua buceta, ento encostei a cabea do meu pau em seu cuzinho, como ela rebolava loucamente meu pau entrou at o final da cabea, na mesma hora ela parou e deu um gemidinho de dor, perguntei se ela queria, quase chagando ao orgasmo e sem voz ela acenou com a cabea positivamente, fui metendo devagarzinho ela gemia de prazer e dor mas no pedia para parar, quando vi meu pau estava todo atolado naquela bundinha pequena e redondinha, comecei um vai-e-vem suave e foi acelerando, estava quase gozando quando ela pediu para sentar no meu colo como no dia anterior, porque ela queria gozar assim, me sentei e ela veio sedenta se sentando e pulando, parecia que tinha muito experincia e era s seu segundo dia de sexo. Flavia cavalgava e gemia, quando pude ouvir um segundo gemido bem baixinho, pus a mo na boca de Flavia e pude ter certeza, era Claudia que se masturbava no banco da frente, no liguei e resolvi no falar nada, Flavia continuava cavalgando at que chegou ao orgasmo desfaleceu deixando seu corpo cair sobre o meu, coloquei seu corpo mole deitado nos bancos e continuei a bombar, Flavinha j no estava em si seu corpo no respondia, soltava uns gemidos estranhos e no abria mais os olhos, foi ai que eu ouvi atrs de mim Claudia dizendo Voc j acabou com ela, agora acabe comigo larguei Flavia toda arregaada e desmaiada e pulei para o banco da frente. Claudia j era experiente, tinha fama de ficar com os garotos bem mais velhos, e j foi me boquetando, vi ai que boquete est no sangue pois o boquete da Flavia tambm era maravilhoso, falei para Claudia que eu queria meter logo pois o trajeto estava acabando, ento ela pediu que eu gozasse no cuzinho dela e alertou que nunca havia feito isso, a van tem um bom espao entre uma fileira e outra, ento ela se ajoelhou no cho com o quadril no banco de cara para o encosto, encostei a cabecinha e fui metendo com muito menos d que em sua irm, pois alem de no acreditar que ela nunca tinha feito anal o cu era bem maior, mas estava muito apertado e ela reclamava de dor, quando entrou tudo eu deixei um tempo para ela se acostumar e comecei a meter freneticamente, com a mo eu a masturbava, ficamos assim at ambos gozar, Flavia j nos assistia e discretamente brincava com sua vagina, acabei com a Claudia e fui chupar Flavia at ela gozar novamente. Nos arrumamos no tempo certinho do fim do trajeto.
Muitas coisas aconteceram nas voltas da escola, fizemos varias experincias, estvamos aprendendo um com o outro. Elas brincaram juntas, Carla de 12 anos, a amiguinha de Flavinha teve sua inicializao com agente e varias outras historias. Contarei todas nas continuaes de Na volta da escola.
99% do relatado verdico, a exceo so os nomes que so fictcios, por mais inacreditvel e maravilhoso que seja, graas a Deus, ACONTECEU!

1 Comentário para “Na volta da escola 2 a irm”

  1. joy Says:
    Esse conto me deixou tesudo e de pu duro! Eu tambm como minha irm at hoje! ela alm de bonita, gostosa demais, pernas bonitas, ttas e uma bunda de enloquecer! Ela “completinha” mais tarde, vou buscar ela e trazer pro meu apto: pois mro sozinho, hoje eu vou foder ela at ela dizer chega!

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