No col間io de Freiras

N鉶 sou muito boa para exprimir escrevendo o que j vivi, mas o Rick est me ajudando a escrever o que me aconteceu na inf鈔cia. Vamos l, espero que gostem.
Aos 18 anos, mor醰amos na ro鏰 e depois da 2 ano fui mandada para o internato num col間io de freiras na capital. Era um col間io que tinha fama de ser severo, minha m鉫 tinha estudado l, onde as meninas estavam sempre com saias compridas, roupas fechadas e, ver meninos, nem pensar. Eu era muito inocente, filha 鷑ica, nunca tinha sa韉o de casa, e l era tudo novidade. Sentia falta de casa, da fam韑ia, mas naquela 閜oca n鉶 se discutia o que os pais mandavam. Nos primeiros dias eu chorava muito, somente noite, de saudades, mas fui acostumando. No quarto 閞amos oito meninas em quatro beliches. Eu era caloura, as outras eram garotas que j estavam da 2 e 3 ano. De noite, 鄐 vezes, depois que dava o sinal de sil阯cio, algumas meninas iam para a cama das outras e ali ficavam cochichando, se movimentando, 鄐 vezes gemendo, mas eu n鉶 sabia o que era aquilo.
Na semana santa minhas colegas viajaram para casa na quarta-feira. Eu morava muito longe, tive de ficar sozinha. noite, ap髎 o sinal, veio uma freira ao quarto, assentou-se na minha cama e come鏾u a conversar comigo, se eu tinha medo de ficar sozinha, se eu tinha saudades de casa, etc. Era uma freira alta, bem bonita, devia ter uns 35 anos, irm Marisa. Ela conversou um pouco, passou a m鉶 no meu rosto num gesto de carinho, desceu a m鉶 no pesco鏾, no ombro e abaixando a al鏰 da camisola, tocou, acariciando, os biquinhos do meu peito, que, naquela idade eram min鷖culos, s uns carocinhos. Fiquei meio assustada, mas foi gostoso e deixei-a me acariciar. Ela somente falou: 揹eixa t? Eu fui deixando, ela abaixou mais minha camisola, curvou-se e come鏾u a lamber e chupar de leve meus peitinhos. Foi delicioso, fui ficando ofegante, ela correu a m鉶 sobre minha barriga, enfiou pela cintura da calcinha e come鏾u a passar o dedo de leve na minha bucetinha, abrindo as beiradas com cuidado e esfregando a ponte do indicador l dentro. Em pouco tempo senti uma coisa diferente, comecei a gemer baixinho como ouvia as meninas gemendo na cama das outras. Ela parou de mamar nos meus peitinhos, levantou-se, abriu o h醔ito e eu vi seus seios m閐ios, empinados, com os bicos grandes e endurecidos. A irm Marisa abaixou-se de novo e colocou o bico de um seio na minha buceta e ficou esfregando ali. Nesta hora eu fui 鄐 nuvens, gemi mais forte e joguei o quadril para frente procurando mais contato do bico de seio dentro de mim. Eu estava totalmente dominada pelo tes鉶, ela abaixou de novo e eu senti sua l韓gua entrando l dentro de mim. Ela me chupava forte, lambia, enfiava a l韓gua mais fundo, eu gemendo mais alto ainda, cheguei a sentir um arrepio, uma coisa que nunca tinha sentido, um desmaio, sei l, parecia que meu f鬺ego ia ser chupado da minha xoxota para a boca da freira. Fiquei toda mole, tremendo, ela levantou-se, me deu um beijo na boca enroscando sua l韓gua na minha. Senti o gosto salgado da minha buceta nela e ela falou; 揋ozou, n querida? Amanh fazemos mais. Vai ser muito gostosa esta semana santa, voc vai ver. Agora dorme, t? Mais um beijo forte, de l韓gua e ela saiu me deixando ainda exausta, com as coxas molhadas dos l韖uidos que saiam ainda de dentro de mim.
Na quinta-feira ela somente apareceu na hora do almo鏾 e logo depois me chamou e falou para eu ir com ela at a lavanderia ajudar a separar as roupas de cama para lavar. Assim que chegamos l ela trancou a porta e rapidamente tirou toda a minha roupa. Tirou tamb閙 o h醔ito ficando nua na minha frente e eu a pude ver que seu corpo era muito bonito. Coxas longas, lisas, uma buceta toda depilada, bem lisinha, estufada para frente, barriga lisa e firme, seios duros, empinados e bicudos. Me abra鏾u e falou: 揌oje vale tudo, meu amor. Voc vai ser mulher de verdade. N鉶 entendi aquilo, mas me deixei levar. Irm Marisa ent鉶 me deitou sobre um monte de len珞is que estavam ali e deitou-se em cima de mim, esfregando sua xoxota na minha. Abri minhas coxas ao m醲imo para encostar bem nela. Ela come鏾u a mo chupar os carocinhos dos seios, logo meu umbigo e em seguida sua l韓gua foi forte dentro de minha buceta. Senti aquele gozo de novo, fiquei toda relaxada, zonza, mole. Ela ent鉶 levantou-se, pegou uma bolsa que tinha trazido e tirou de l um pano branco, quadrado que vi que tinha escrito: L蚅IAN FERREIRA, 18 ANOS e a data daquele dia. Tirou ainda um objeto que parecia um cinto com duas pontas parecia de borracha. Cada ponta tinha uns 17 cm de comprimento e uns 2 cm de grossura. Calmamente colocou uma das pontas devagar dentro de sua pr髉ria buceta, afivelou o cinto por tr醩 de sua bunda ficando a outra ponta armada, apontando para frente. Abaixou-se, chupou-me mais um pouco me enchendo de saliva e deitou-se sobre mim colocando aquela ponta na entrada da minha buceta. Esfregou um pouco me deixando muito excitada e a falou: 換ueridinha, vai doer um pouquinho s, vou colocar l dentro e voc vai ver como ficar mais gostoso ainda. Abriu ao m醲imo minhas pernas e estocou de uma vez aquilo dentro de mim. Doeu muito, eu gritei, levei a m鉶 em baixo e notei que tinha entrado tudo mesmo. Ela ficou parada, quieta, esperando eu acostumar com aquele neg骳io dentro de mim e depois come鏾u a mexer de leve, num vai e vem ritimado, a dor inicial foi passando, fui acostumando com o movimento, foi ficando gostoso e acabei gozando de novo. Ainda naquela posi玢o, com as pernas abertas, os joelhos passando pelos ombros dela, ela tirou a ponta de dentro de minha buceta, apontou para meu cuzinho e entrou de novo. Desta vez a dor foi maior, ardeu muito, chorei, ela me beijava a boca, os olhos, meus seios. Ficou mexendo dentro de mim um bom tempo at eu acostumar e parar de chorar. Ent鉶 ela falou: 揋ozei tamb閙 minha linda. Agora voc mulher e vamos fazer muito disto sempre. Tirou aquilo de mim, manteve minhas pernas abertas, pegou o pano branco e apertou sobre minha buceta aberta, segurando um pouco ali. Quando tirou vi uma marca de sangue no pano. Ela falou ainda: 撋 o sanguinho da sua virgindade que agora minha. Seu h韒en foi s meu, amorzinho. Ela ainda me fez mamar nos seus seios, eu adorei (amo mamar em mulher at hoje), chupar sua buceta que estava encharcada de seu gozo, salgada, melada mesmo. Me fez gozar de novo numa gostosa chupada, falou que noite ia me ter de novo.
Depois deste dias eu fiz sexo com ela e com outras freiras e colegas muitas vezes. Fui a sua cela, vi numa caixinha, bem guardados, um monte de panos brancos, cada um com o nome de uma menina, sua idade e a data. Soube ainda que algumas freiras e professoras sorteavam as meninas mais novas para as deflorar e que tinham tamb閙 seus 搕rof閡s. Mas nem todas as garotas topavam. Fiquei interna 3 anos e foram anos de muito sexo l閟bico. Em internatos, principalmente nos de freiras, onde era proibido at olhar para meninos, a gente se virava entre n髎 mesmas ou na masturba玢o ou nos 揺sfrega-esfrega, principalmente nas noites de s醔ados, quando algumas das 搒閞ias iam para casa. Mas 搒閞ias, como a gente chamava as que n鉶 topavam fazer sexo, eram a minoria. Muitos anos mais tarde, depois de casada, conversando com minha m鉫. Contei este acontecimento. Ela riu e falou que ela tamb閙 perdeu a virgindade com uma professora num col間io interno.

One Response to “No col間io de Freiras”

  1. Marcos Says:
    Maravilhoso conto… e como eu adoraria ser um religioso padre e estar entre elas para delirar infinitamente.

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