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O Corno Manso

Disque sexo

Conto enviado por: Cowboy Insolente

(continuação de A Grande Surpresa)

Fomos todos tomar banho. Todos é maneira de dizer, porque quando eu tentei entrar com eles p’ra banheira, minha mulher logo me travou:
- Corninho, estás a ficar muito abusador. Não vês que aqui não há lugar para ti? Ficas aí e vês como é que eles esfregam a tua mulherzinha.
E eles deram-lhe um banho completo. Despejaram grandes quantidades de gel nas mãos e percorreram todos os recantos do seu corpinho delicioso. De pé no meio dos dois, minha mulher delirava com as carícias que eles lhe faziam.

 

- Parem, por favor, disse ela com lânguida. Se me venho outra vez, acho que vou desmaiar.
Depois foi a vez dela se ocupar da higiene deles. Virava-se para um deles e, enquanto o outro a encochava por trás, percorria-lhe o corpo todo com as mãos cheias de sabonete. Quando chegava ao cacete, demorava-se uma eternidade, esfregando todo o comprimento com movimentos de vai-vem. Era uma verdadeira punheta. Quando sentia que o cara começava a gemer, deixava-o e virava-se para o outro, repetindo com ele o que tinha acabado de fazer. Enquanto tratava de um, o que tinha sido abandonado em ponto de bala, por trás dela, tentava meter-lhe o caralho. Mas ela recusava, deixando-o louco.
- Não mete não, senão eu morro aqui.
Não sei p’ra quem é que a tortura era maior, se para eles que não a podiam comer, se para mim, que não podia aproximar-me, nem tão-pouco tocar-me. Naquele dia já tinha visto as melhores fodas da minha vida, mas ainda não me tinha vindo vez nenhuma.
Finalmente saíram da banheira e eu pude também entrar na banheira. Só que sozinho.
Fomos ao self-service do campismo e comemos todos como se já há 3 dias não víssemos comida à frente.
Minha mulher sugeriu então que déssemos uma volta pelo parque, para facilitar a digestão.
- Vamos dar um passeio pelo parque. O corninho manso vai atrás.
E dizendo isso, abraçou-se aos dois e começou a caminhar. De vez em quando parava e atracava-se num beijo de língua com um deles, enquanto o outro a apalpava descaradamente. Voltava a andar mais um bocado e voltava a repetir a cena, agora com os parceiros trocados. Quando isso acontecia, eu parava e ficava a alguns metros deles observando. O pessoal com quem nos íamos cruzando, percebia que eu era um corno mansinho e olhavam para mim, uns com ar de pena e outros sorrindo, com cara de gozo.
Numa extremidade do parque deparamos com um jogo de vólei, com muitos caras a assistir. Minha mulher cochichou alguma coisa no ouvido dos dois e separou-se deles indo p´ró meio da galera que estava assistindo ao jogo. Insinuou-se descaradamente no meio deles, aproveitando o entusiasmo deles com o jogo, para se roçar sem vergonha, ora num, ora noutro dos rapazes. Alguns, mais ousados, começaram também a aproveitar para lhe apalpar a bunda e roçarem-se pelas mamas dela. Cada vez mais caras se aproximavam dela e cada vez eram mais ousados nos apalpanços e na maneira como se roçavam encostados à bunda dela. Quando viu que já os tinha deixado loucos, fez tensão de se afastar mas, um deles mais ordinário agarrou-a num braço e tentou impedi-la de sair dali. Foi aí que o Jair, com seu físico imponente, se aproximou, tocou nas costas do rapaz e perguntou?
- E aí cara. Você não sabe respeitar uma senhora? Vou ter que te educar?
Nenhum dos caras replicou alguma coisa. Abriram rapidamente a roda em volta deles e os dois saíram dali atracados, com ela rebolando a bundinha, p’ra deixar os garotos ainda mais furiosos.
No caminho volta ao bangalô, várias repetiu a cena dos linguados e apalpanços com o Elias e o Jair. Quanto maior fosse o grupo de pessoas assistindo, mais putinha ela se mostrava.
Chegados ao bangalô ela não perdeu tempo e abaixando-se à frente dos dois começou a passar os lábios e a língua por cima do volume que o caralho deles fazia por baixo dos calções. Em pouco tempo já lhes tinha baixado os calções e mamava desenfreadamente, ora um ora outro.
- Chega aqui corninho, chamou ela. Me ajuda aqui que tem pau que chega p´ra nós dois. Vem mamar que eu sei que você gosta.
Ajoelhei-me ao lado dela e fiquei com o compridão do Elias enquanto ela ficou com o grossão do Jair. A partir daí, parecia um concurso a ver quem caprichava mais na mamada. Às vezes abandonávamos um deles e dividíamos o pau do outro, lambendo um de cada lado do cacete. Quando viu que os caras já não aguentavam muito mais, levantou-se e foi rebolando em direcção à cama.
- Venham cá meus garanhões. Meus buracos estão precisando de cacete.
- Você tem a certeza que quer estrear o cuzinho com essas duas anacondas, perguntei eu, preocupado. E tentando aproveitar a situação, tentei insinuar-me:
- Não era melhor começar com um mais pequeno para se ir acostumando?
- E há aqui mais algum homem tirando esses dois? Acha que eu vou querer a terminação, podendo ganhar a taluda?
Estava visto que esse domingo eu ia ficar na secura. Foi nessa altura que bateram à porta.
Fizemos silêncio, pensando que quem quer que fosse acabasse por desistir, mas não tivemos sorte.
- Abram, por favor. Eu sei que estão aí dentro e essa situação é irregular.
Percebi que agora é que devia ser a cobrança pelo excesso de pessoas no bangalô. Eu tinha pago apenas por uma pessoa e já éramos 4. Novamente peguei a carteira e fui abrir a porta.
Era de facto um empregado do parque, rapaz alto e bem constituído, a quem eu perguntei quanto é que tinha que pagar a mais.
- Tenho que verificar quantas pessoas são, para saber quanto o senhor tem a pagar.
- Somos 4 ao todo. Como paguei por uma pessoa você tem a cobrar pelas outras três, disse eu.
- E porque é que eu hei-de acreditar no senhor? Você já mentiu na recepção dizendo que estava sozinho e agora já diz que são 4.
- Eu não menti, repliquei. Na altura eu estava sozinho, disse.
- Pois, mas agora eu tenho ordem p´ra verificar todas as divisões, para não ser enganado.
-Deixa o garoto entrar, disse a minha mulher de dentro do quarto.
Já se vestiram, pensei. E afastei-me para o lado deixando passar o rapaz que logo se dirigiu para o quarto. Quando chegou à porta ele parou de repente e ficou especado, com cara de quem tinha visto um fantasma. Aproximei-me e percebi porquê. Minha mulher cavalgava no caralho do Elias que estava deitado e o Jair, de pé, dava-lhe o pau para mamar. Durante todo o tempo que eu tinha estado a discutir com o rapaz, eles não tinham parado de foder.
- Você não queria que eu não estreasse o cuzinho com estes dois pauzudos, maridinho corno? Então pergunta aí ao garoto se não quer ser ele o primeiro a comer-me o cuzinho, disse ela.
Como eu me mantive calado, ela sem parar de cavalgar o Elias, ordenou:
- Já te mandei perguntar ao garoto se quer comer o meu cuzinho. Está à espera de quê? Vais ver, ele ainda te faz um desconto.
Obediente, virei-me para o rapaz, e perguntei?
- Você não quer ter o prazer de inaugurar o cuzinho da minha mulher?
O rapaz não respondeu. Limitou-se a baixar os calções e a entrar para dentro do quarto. O pau dele já em ponto de bala com a cena que presenciava, sem se comparar com os outros dois, era um belo cacete duns 18 cm. Minha mulher que cavalgava o Elias de costas para ele, deu meia volta sem deixar o caralho sair de dentro dela e, de cu empinado, virado para a porta, disse:
- Está aí. É todo seu.
Ela ia inaugurar o cuzinho em grande estilo. Com uma DP.
O rapaz subiu para a cama e posicionou-se de modo a enrabá-la. Encostou o pau ao buraquinho, agarrou-a firmemente pela cintura e fez pressão tentando que o pau entrasse. Como não conseguiu à primeira vez, o rapaz que devia ser bastante experiente, caiu de boca no cuzinho dela tentando lubrificá-lo.
- O garoto sabe do ofício, disse ela. Que delícia de língua. Lambe querido, lambe. E você corninho, venha aqui p’ró meu lado, de gatas p’ró negrão te comer o rabinho.
Como todo o corninho bem comportado, pus-me de gatas como ela ordenara e o negrão preparou-se para me enrabar. Encostou o pauzão, fez força e eu senti meu cuzinho a abrir-se para alojar aquela benga. Quando a cabeça começou a invadir-me a dor que eu já bem conhecia, obrigou-me a morder o lençol. Centímetro a centímetro o caralho do Jair foi tomando conta do meu rabinho. Percebendo que eu já tinha alojado a jeba do Jair, minha mulher ergueu o corpo para ver como era possível eu aguentar tamanho cacete.
- Que beleza, ver o teu rabinho a ser enrabado. Também quero pau no cuzinho. Agora, disse ela para o rapaz.
O rapaz voltou a encostar o pau no buraquinho dela e agora, logo que deu a primeira investida, a cabeça desapareceu dentro do cuzinho dela. Ela deu um berro e o rapaz ficou por momentos parado, para logo de seguida forçar mais um bocado e o pau começar a deslizar para dentro dela.
- Ai, foda-se. Dói p’ra caralho, queixou-se ela.
O garoto começou então, lentamente a fazer os movimentos de vai-vem, tirando o cacete quase todo e voltando a enfiá-lo até metade. Também o Elias que tinha parado os movimentos, recomeçou a bombar, apanhando o mesmo ritmo do rapaz.
A cama começou a ranger com o movimento dos 3 machos e eu pensei que, a qualquer momento, ela se fosse partir. Afinal, estávamos 5 numa cama que devia ser para 2.
Os 3 tinham as bombadas perfeitamente sincronizadas. A cadência das estocadas era cada vez mais rápida e expressão de dor ia desaparecendo da cara da minha mulher. O rapaz agora tinha-se inclinado para a frente e, agarrado às mamas dela, ia aumentando o ritmo e a profundidade das metidas. Eu também já sentia que não faltava muito para começar a sentir os colhões do negrão encostados aos meus. Era uma cena digna dos melhores filmes pornográficos. Um casal sendo comido por 3 machos que pareciam inesgotáveis.
- Fodam-me, caralho. Comam-me a cona e o cu. Enterrem-me os paus até às bolas, dizia ela.
E não tardou muito já tínhamos os paus enterrados até aos colhões, em todos os nossos buracos. O Jair fodia-me como da primeira vez. Dava cada estocada como se fosse a última da vida dele. O empregado e o mulato comiam a minha mulher como se não fodessem há um mês. A cama cada vez rangia mais.
O meu prazer ia aumentando, mas mantive-me calado para que minha mulher não me impedisse de gozar. Sentia o cu todo arregaçado, mas era isso mesmo que eu queria agora.
O primeiro a gozar foi o empregado que depois da primeira leitada dentro do cuzinho de minha mulher, tirou rapidamente o cacete e veio acabar de se esporrar na cara e na boquinha dela. Esteve durante um bom bocado a dar-lhe o cacete para ela o mamar e quanto a erecção começou a desaparecer, saltou da cama, vestiu os calções e dirigiu-se para a porta.
- O que é que você vinha cobrar, perguntou-lhe a minha mulher.
- Um cuzinho, respondeu o rapaz, saindo porta fora.
Foi uma gargalhada, mas o assunto agora era sério. Enquanto o Jair me fodia divinalmente, minha mulher ergueu-se ligeiramente, deixando o cacete do Elias sair de sua coninha e olhando directamente nos olhos dele começou a baixar o cuzinho. O Elias agarrou no cacete para o manter direito e, logo à primeira tentativa o mangalho foi entrando, pedacinho a pedacinho, no cuzinho dela. Ela só parou de descer quando já não tinha mais pau para enfiar. Na primeira estocada, tinha enfiado 27 cm de pau no rabinho. Não querendo ficar atrás, pedi ao Jair para se deitar e, de cócoras em cima dele, engoli o cacete todo com o cuzinho.
Agora, eu e minha mulher, lado a lado, cavalgávamos nas pirocas dos nossos garanhões. Ela inclinou-se para mim e, sem parar de cavalgarmos, iniciámos um longo linguado. Com as mãos nas nossas nádegas o Elias e o Jair ajudavam-nos na cavalgada. O Elias foi o primeiro a encher o cu da minha mulher de leite. Quando ela sentiu o pau a murchar dentro dela, rapidamente saiu de cima dele e veio abocanhar o meu cacete.
- Quem aguenta um pau desses merece uma mamada, disse ela.
Eu e o negrão esporramo-nos ao mesmo tempo. Minha mulherzinha engoliu todo o meu leitinho e caiu para o lado desfalecida. Eu, com o rabinho todo dorido, caí para o outro lado.
Quando acordámos eram 8 horas da noite. Tomámos banho, agora os 4 juntos e vestimo-nos.
- Vão desfazer a tenda, disse a minha mulher para o Elias. Venham connosco para nossa casa. Só temos uma cama, de casal, mas não precisamos de mais. Podemos dormir sempre dois por cima e dois por baixo.

Fim (será?)

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