O flagrante

Estou arrasado. Não sei como foi acontecer. Estou envergonhado. Bom… primeiramente deixe eu me apresentar. Meu nome é Jair (fictício). Sou casado há 15 anos. Amo minha esposa e, apesar do tempo de casado, ainda tenho muito tesão por ela. Agora estamos perto de nos separar e a culpa foi minha: ela me flagrou dando o cu!!!
Preciso avisar ao leitor que não sou homossexual… ok, ok! Sou bissexual. Acontece que a minha última experiência com um homem havia sido há 30 anos, aproximadamente. Hoje tenho 44 anos. Na adolescência fiz um troca-troca com um amigo de infância (levei prejuízo: o pau dele era enorme e o meu deve ter uns 12 centímetros). Apesar de ter gostado, eu era muito tímido e optei então por ser hétero. Passou-se o tempo, conheci a minha futura esposa, casamos, tivemos 3 filhos e estávamos vivendo o melhor momento de nosso casamento. Tanto que fomos para a praia neste verão. Pela primeira vez, fomos sem as crianças, que ficaram com minha sogra. Alugamos um chalé e estávamos loucos de tesão. Transávamos pelo menos 2 vezes todos os dias. No terceiro dia de nosso passeio, conhecemos o casal do chalé ao lado do nosso. Eu os chamarei de Richard e Letícia. Casal simpático: gaúchos, 45 anos (acho). Ele forte sem ser malhadão, 1,75 m, barbudo, alguns cabelos brancos. Ela, branca, cabelos ruivos, sorriso lindo, pernas lindas e seios grandes. Devia ter cerca de 1,65 a 1,70 m. Nos conhecemos, conversamos um pouco e jantamos juntos naquele dia. Então, cada casal foi para seu chalé. Minha esposa vai tomar um banho enquanto eu fico assistindo TV. Ao sair do banho, ela chega na janela e pára repentinamente. Apaga a luz e me chama. Disfarçadamente, olhamos para o chalé de nossos vizinhos e, janelas abertas, luzes acesas, vemos o casal Richard e Letícia transando. Minha esposa se impressiona com o tamanho do pau dele. Ficamos ali no escurinho assistindo um bom tempo. E o casal mostrava que tinha um fogo maior que o nosso. Notei que minha esposa estava encantada com o pau dele. Isto me excitou. “Sua safada”, disse, “queria estar em cima dele, não é?” Ela me olhou meio acanhada, mas, não negou. “Venha cá que vou te dar o que você merece”.Fomos para cama num estado de excitação que há muito não sentíamos. E depois de gozar duas vezes, fiquei deitado, quieto. Ela então, provocou: “Pelo jeito, vou ter que chamar o caralhudo da vizinha para apagar meu fogo”. Fiquei excitado de novo, só de pensar no pauzudo comendo minha esposa. E ela: “um pau daquele tamanho entrando no meu cu, eu acho que não agüento”. Já havia tempos que não fazíamos sexo anal. Pois comi o cu de minha esposa com gosto. Caímos exaustos na cama. Ela, então, dormiu. Eu não conseguia. Ficava imaginando ela dando pro gaúcho. Deixei Lili no quarto e fui andar lá fora. A noite estava linda, lua cheia. Dava para enxergar bem, mesmo sem iluminação. Andava distraído quando noto a presença de mais alguém: Richard. Ele comenta: “ Parece que a noite foi agitada no seu chalé”. “Inspirados por vocês”, respondi. Ele riu. Tanto eu como ele estávamos só de sunga. Senti despertar em mim a velha bissexualidade, tanto tempo adormecida. Pensei: “Não tenho coragem mesmo. E depois, ele não pareceu mostrar interesse”. Mas depois de algumas conversas amenas ele disse: “Tu tens uma esposa bem gostosa. Não toparias fazer um swing?” Minha vontade foi topar na hora, mas nunca tinha conversado com Lili sobre isto e disse isto a ele. “ Pois então fale. Com todo o respeito, tua esposa tem uma bunda gostosíssima que me deixou excitado demais. E quem pagou o pato foi Letícia. Comi o cu dela duas vezes esta noite, chamando-a de Lili”. Fiquei excitado pensando naquele pauzaço entrando no cuzinho de Lili. Meu pau endureceu e ele percebeu, apesar do tamanho mignon. “Eu e Letícia somos um casal liberal e gostamos de trocar experiências com outros casais. E eu aprecio também bunda de macho”. Eu estava cada vez mais excitado. Olhava para o mar e fingia pensar na proposta dele. Ele se aproximou mais e pegou na minha bunda com vontade. Eu tentei evitar: “Espera, vou conversar com ela amanhã e ver se ela topa. Eu tentava tirar a mão dele da minha bunda, mas ele não tava nem aí. E eu, disfarçadamente, olhava para aquele volume que crescia embaixo da sunga. Eu tirava uma mão e ele colocava a outra. Eu estava no dilema: queria, mas desde que casei tinha assumido uma posição de heterossexual. Minha resistência não era das mais fortes e, quando ele conseguiu enfiar o dedo no meu cu, não sobrou resistência nenhuma. Era alta madrugada e não havia ninguém por perto. Mesmo assim, ele me levou para o fundo do chalé dele, quase que carregado pelo dedo grosso que ele me enfiou. Ele me levou para a pequena área de serviço no fundo do chalé e eu já não resistia. Pelo contrário, facilitava. Pernas esticadas, apoiei as mãos na parede, e abri bem as pernas. Ele deu uma cuspida certeira, bem no centro, e começou a enfiar. “Devagar cara, eu nunca dei o cu” disse. Ele me abria e ia enfiando devagar. Aquilo me dilacerava. Mas, quanto mais entrava, mais eu queria dentro. Eu gemia alto de dor e prazer. Ele me deu uma toalha que estava no varal ali perto e disse: “ Morde isto aí ou você vai acordar toda a cidade”. Para mim, o mundo não existia. Só aquele pau grosso entrando na minha bunda e mais nada. Quando ele já tinha colocado mais ou menos a metade do caralho, ouvi o meu nome, gritado por uma voz bastante conhecida. Minha esposa havia acordado e, sentindo a minha ausência, saiu a me procurar. Provavelmente, se guiou pelos gemidos. Eu tentei apavoradamente me desvencilhar de Richard. Mas ele me segurou e me levantando em cima do seu pau se virou para Lili. Lili estava chocada. Deu as costas e correu para o chalé. Richard não mostrava nenhum interesse em interromper o ato. Eu, entre preocupado com Lili e querendo continuar. Richard então desempatou. Continuou comendo o meu cuzinho sem dó nem piedade. Tenho que dizer a verdade: a esta altura já não era um cuzinho. Não sei dizer que tempo ele levou, mas quando ele gozou, eu já não agüentava de dor. Fui pro chalé e encontrei a porta fechada. Então, percebi que estava nu. Nem sei onde foi para minha sunga. Tive que implorar para Lili abrir a porta. Ela estava furiosa! “Seu veado. Eu achando que seu tesão esta noite era por mim”. “Mas, era Lili. Eu não sei o que deu me mim”. “Eu sei seu veadinho, cuzudo. Deu em você foi a vontade de dar o cu”. E o pior era que ela tinha razão. Dei por vontade e com vontade. “Vamos embora amanhã” , ela disse. Peguei umas pedras de gelo, pus no cu que doía pra caralho e fui dormir no chão. Custei a dormir e acordei logo com uma barulheira lá fora. Lili foi até o outro chalé contar para Letícia sobre o flagra. E a reação de Letícia deixou Lili ainda mais nervosa. Lili chegou gritando que havia flagrado o marido de Letícia comendo o cu do marido dela. Isto fez com que as pessoas que estavam em outros chalés no mesmo condomínio fossem saindo para ver o barraco. E Letícia, sem alterar a voz, mas falando numa altura que todos pudessem ouvir, disse: “ Olha querida, eu conheço meu marido. Qualquer bunda que passar rebolando na frente dele, ele traça. Meu macho não perdoa frescura.”Lili ficou uma arara. Voltou, passou por mim e me olhou como quem diz: não posso falar nada. Meu marido é um veado mesmo. Viemos embora naquele mesmo dia. Bom, pelo menos ela não contou para nossos filho o motivo da separação. Sinto muito a falta dela. E do Richard, também.

CAPÍTULO II

Fui em casa dois dias depois, com a autorização de Lili, pegar algumas coisas minhas. Os meninos ainda estavam na casa da vó. Lili continuava me desprezando, mas, não me tratou mal. Como tínhamos muitos assuntos pendentes, ela me chamou para conversar. “ Senta aí”, disse apontando para a cadeira. Sentei e não consegui segurar um gemido. “Ta todo arregaçado né, seu veado (ela agora só me tratava assim quando estávamos só nós dois). E eu me segurando por fidelidade a você. Enquanto eu me segurava, você arrumava parceiros fora do casamento.” “Não é verdade, Lili. Eu nunca tinha dado o cu. Foi a primeira vez. Não tem porque eu mentir, já que você me flagrou na pior situação possível e eu já não tenho nada a esconder. Eu tinha vontade, já há muito tempo. Mas nunca tive coragem. E com você, sempre transei com gosto. Sempre senti, e ainda sinto, um tesão danado por você.” “Naquela noite eu estava me sentindo a mulher. Satisfeita e tinha satisfazido meu homem. Aí descubro que meu homem é veado e não tava satisfeito. Meu homem foi pra rua cantar o macho da vizinha.” “Não. Eu não dei em cima dele (dei em baixo, he he!). Ele que começou. Primeiro, disse que ele e a Letícia praticavam swing. E depois, me perguntou se eu e você não toparíamos uma troca”. Contei à Lili, tudo o que se passou naquela fatídica noite. Ela se interessou, vou pedindo detalhes. Queria saber o que eu tinha sentido. Ficou orgulhosa por Richard ter mostrado interesse nela. “Seu veado, se você me fala do swing antes de dar o cu, eu também teria aproveitado aquele cassete enorme.” “Mas, você toparia?” “Acho que não. Apesar de sentir vontade de experimentar um caralho daquele tamanho… você sabe, tanto tempo tendo que me satisfazer com esse seu pintinho de bosta… não teria coragem de admitir que estava afim”. “Então, nem você conheceria a potência daquele pinto e nem eu.” “Veadinho, e ainda admite que gostou de levar rola”. “Admito. Gostei sim. Mas estou dolorido até hoje.” “ Tire a calça. Deixe-me ver como está”. Apesar de casados há tanto tempo, fiquei embaraçado. Fiquei muitas vezes nu na frente de Lili, mas nunca para mostrar o cu. Mas, sabem como é veado, né? Não pode ter uma chance de ficar de quatro. Ela me levou pro quarto. Fiquei de quatro encima da cama, só de cueca. Ela abaixou a cueca e afastou as nádegas. “Puta que pariu! Tá rouxinho! Espera que vou passar um creme.” Fiquei ali, de quatro. Ela trouxe um creme que passou no meu cu. Foi refrescante e eu gostei de sentir o dedinho dela alisando meu cu. Ela notou que eu estava gostando e continuou massageando e dizendo: “Como pôde me enganar tanto tempo, seu veado. Está na cara que é disso que você gosta.” “Gosto. Mas gosto de boceta também. E do seu cuzinho, sempre tive um tesão danado e você sempre marrenta. O que fez eu me excitar com o gaúcho foi ele falar que queria comer seu cu. Imaginei a cena e gostei.” “Eu ia adorar ficar com o cu rouxinho assim.””Agora é tarde, nem nos despedimos do casal e não temos como entrar em contato com eles.” A gente conversando e ela alisando o meu cu. Meu pau já tava duro. “Deixa eu te massagear também, como nos velhos tempos”. “Não. Com você mais nunca. Gosto é de homem e não de veado de cu rouxo e frouxo”. Disse isto, tirou o dedo do meu cu e mandou eu levar minhas coisas.
Passaram-se dois dias e recebi uma ligação de Lili me chamando para uma conversa. Ela tinha uma proposta. Ao chegar lá, ela foi direto ao assunto: “Nós construímos muita coisa juntos. Esta casa, os carros, enfim, temos um patrimônio em comum. Como você já disse que gostaria de me ver transando com outro homem, eu proponho o seguinte. A gente continua casado. Só que nossa vida sexual se separa. Eu poderei transar com quem eu quiser e você com quem quiser. Podemos até entrar nestes clubes de swing. Assim, mantemos as aparências e podemos ser felizes sexualmente.” Eu sempre gostei de Lili e só sentia ela dizer que não queria transar comigo. Mas, pensei, quem sabe com o tempo, ela se acostuma com a idéia de ter um marido que gosta de dar o cu e nós voltamos às boas de fato. Topei. E para comemorar, disse que ia tentar localizar Richard e Letícia. No mesmo dia, liguei para o condomínio onde ficamos na praia. “Olha, eu estive aí semana passada com minha esposa. Sou o Jairo.” “Ah! To lembrado”, responderam. E depois, como se conversasse com uma pessoa ao lado: “É aquele marido que a esposa pegou dando o cu.”. Risadas.Vou ter que me acostumar com isto. “Pois não? O que o senhor deseja?” “Escuta, o senhor Richard ainda está hospedado aí?” Outra vez a conversa lateral:”Está perguntando pelo macho dele”. “Não ele já foi embora. Mas disse que, se o senhor ligasse que lhe desse o telefone dele, anote aí.”. “Richard, você é demais”, pensei. Richard confiava tanto no seu caralho que acreditava que eu ligaria. E acertou. Meu cu chegou a piscar de saudades. Quando voltei para casa, já levando minhas coisas, encontro Lili desligando o telefone. “Já avisei para a família toda que nós fizemos as pazes e que estamos saindo em nova lua de mel. “ “Ótimo, porque eu consegui entrar em contato com Richard e contei toda a situação. Ele já está em Porto Alegre e nos aguarda para uma temporada. Eu já comprei as passagens de avião. Ainda temos duas semanas de férias.” Ela ficou radiante. Me abraçou e eu pude sentir os peitinhos durinhos dela contra meu corpo. Sugeri: “ O caralho dele é muito grande e grosso. Seria bom se eu te alargasse um pouco.” Ela, feliz por ter recuperado o caralho perdido, não cabia em si de contente. “De jeito nenhum. Quero estar apertadinha para o meu macho. “ Durante a viagem, fui pensando: “será que ele vai me comer primeiro ou à Lili? Se ele quiser me fuder primeiro, será que ela vai ciumar? E a gostosa da Letícia? Puxa! Seria maravilhoso ver as duas gostosas transando! E eu quero chupar Letícia, sua bocetinha fodida e até seu cuzinho arrombado. E quero dar o cu sem complexo. Mamar aquela pica descomunal. Bem…depois eu conto como foi…

1 Comentário para “O flagrante”

  1. Paulo Says:
    Delicia…tb to na mesma espera y e tudo o que eu desejo..ser arrombado de calcinha..tenho 33 anos sou argentino moro en Bs As si quisser trocar fantacias me escreve..adorei tua historia.

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