O outro homem do bar
Ele tentava tomar um café, era rotina depois do trabalho, mas não descia havia algo que o chamava atenção, era complicado, era outro homem, aquela espera por Maira, aquela troca de olhares com um estranho. Quinta vez que Daniel olhava pro relógio, chovia mais ele transpirava. Três vezes a mesma pergunta _mas alguma coisa senhor?
a mente os olhos estava do outro lado do bar, o garçom em outra tentativa _senhor?
Daniel que tinha sua imaginação voltada para o homem do bar assustou se e decidiu pedir algo quente, wiske seria bom, outro motivo de susto, a espera por Maira foi anulada avisada por uma mensagem no celular a chuva. Ir embora, ou um wiske ou essa seria uma desculpas para olhar para o homem? Uma olhada pelo ambiente, confirmar se tem alguém conhecido é sempre bom. _Mas o que eu to pensando? Eu sou um homem. Garçom? Uma tentativa inútil de ir embora, _Pois não?_Outro wiske, por favor. Algo estava errado a chuva não passava esse homem não ia embora e Daniel já não decidia por si, levantou se foi ao banheiro lavou o rosto na tentativa de voltar e ir embora, mas se deu conta de que no espelho já não refletia só a sua imagem, havia alguém, havia um homem havia, outro homem, ele ficava calado e aquilo angustiava Daniel. Ele mordeu os lábios olhou pra Daniel e ambos sentiam suas respirações, aquele homem beijou Daniel um beijo onde suas línguas brincavam numa sensação de prazer, e a mão do estranho tocou seu pênis fazendo com que o beijo ficasse mais ardente, não havia porque sair seu corpo pedia mais. E a mão daquele homem foi entrando por dentro da calça e aos poucos Daniel já não tinha mais roupa em seu corpo. E sentia a língua daquele estranho em seu peito o que fazia segurar a cabeça do homem puxando os cabelos, ele descia com língua sobre a barriga até chegar ao pênis e ele chupava Daniel, sua respiração forte, ele queria aquele estranho dentro dele e ele pedia. Aquele homem forte e atraente virou Daniel de bruços na pia e sim, colocou todo seu instrumento de prazer dentro de Daniel, em movimentos lentos que fazia Daniel suspirar e pedir mais e ele movimentava mais rápido ate que chegou ao ponto. Mas Daniel ainda não tinha provado do estranho, ajoelhou se em frente ao estranho e sugou o mel que vinha dele e chupava o pênis daquele estranho com excitação que nunca sentiu e então beijou e dividiu o gosto com o estranho. Ele se vestiu e
saiu do banheiro. Daniel saiu logo depois, mas o estranho não mais estava no bar.



março 16th, 2010 at 14:40