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O primeiro menino na nova cidade

Disque sexo

Aps minha primeira estria contando como foi minha iniciao (Inocncia perdida), passo a contar como as coisas se sucederam na nova cidade.
O fato era que eu j estava viciado em levar uma rola no cuzinho. Gostava muito de sentir meu buraquinho de menino sendo fodido. Meu professor de 13 anos me ensinara muitas coisas sobre sexo ou pelo menos aquilo que ele sabia melhor do que eu. Nunca revelei nosso segredo a ningum e tivemos muitos momentos de extrema felicidade, embora, s vezes, eu achasse que os outros meninos desconfiassem de mim.
Nova cidade, novo bairro cheio de garotos, nova escola, a vida seguia em frente, mas eu j me incomodava com a vontade de ser enrabado de novo.
Eu estava com 8 anos, meu corpo se desenvolvia, minha bunda estava mais arrebitada e rechonchuda que nunca e, embora eu agisse como um garoto normal (no era afeminado e nem agia como um viadinho), no demorou para que os outros moleques comeassem a fazer comentrios a respeito de como eu tinha um traseiro gostoso e essas coisas todas. Era corriqueiro levar passadas de mo e encoxadas, mas eu me mantinha firme e procurava no dar bandeira sobre meus desejos mais profundos. Eu tinha sido bem instrudo pelo meu mestre quanto ao modo de agir na frente de outros meninos. Ento sempre que um moleque vinha com aquelas brincadeiras eu revidava ou fingia ficar irritado para manter as aparncias, de modo que no desconfiavam que na verdade aquilo me dava um enorme teso.
Passaram-se os meses, eu j tinha feito alguns amigos e nada tinha acontecido ainda.
Um belo dia, um garoto chamado Z Paulo de 14 anos que era amigo do meu irmo mais velho foi procur-lo em casa, mas ele no estava e ficamos os dois conversando. O papo foi evoluindo e eu percebia que vez ou outra o cara esfregava o pinto, o que atraia o meu olhar. Ele usava uma bermuda um pouco apertada o que demonstrava o volume que aos poucos se formava dentro dela. Era ele tocar no cacete e meus olhos imediatamente seguiam seu movimento. Claro que no demorou para o Z Paulo perceber meu incmodo e foi levando o papo para o lado que ele queria. Perguntou se eu sabia brincar de troca-troca e eu respondi que no, ento ele me disse que se eu quisesse ele poderia me mostrar. Eu quis saber como era aquela brincadeira e ele me explicou que primeiro ele colocaria o pinto na minha bunda e depois eu colocaria o pinto na bunda dele. Quando ouvi aquelas palavras meu cuzinho piscou de desejo e eu nem vacilei para topar brincar com ele. Ele reagiu com um sorrisinho maroto e sugeriu que fssemos procurar um lugar para brincar.
Lugares escondidos eram o que no faltavam, pois havia muitas casas em construo (o bairro estava se desenvolvendo) e tambm muitos terrenos com mato relativamente alto que serviriam de esconderijo para esse tipo de brincadeira. Samos dali e nos dirigimos a um terreno prximo onde ningum poderia nos ver.
Achamos um lugar ideal e quando Z Paulo tirou a bermuda, saltou para fora um pinto bem maior que aquele com o qual eu estava acostumado (devia ter uns 16 cm e era um pouco grosso, com uma cabea grande e vermelha). Meus olhos brilharam ante aquela viso e ele percebendo meu xtase pediu para eu pegar nele. Sem qualquer pudor agasalhei aquela carne dura com minha mo pequena. Estava quente e babava um lquido transparente. Instintivamente comecei uma punheta de leve naquele mastro o que foi suficiente para a pergunta dele: Voc j pegou num cacete antes n?. Meio sem graa por ter sido desmascarado respondi que sim e contei a ele sobre minha experincia anterior. Seu rosto ficou iluminado de felicidade e ento ele disparou: Voc gosta muito de rola?. Respondi que gostava e sentia muita vontade de pegar numa fazia muito tempo, mas ainda no tinha tido coragem e ele era o primeiro garoto do bairro para quem eu fazia aquilo. Ele me disse: Ento chupa seu pirulito porque eu sei que voc deve gostar tambm. Sem vacilar abocanhei a cabea do caralho que pulsava na minha frente e como j tinha alguma experincia, comecei a chupar com todo o cuidado para no raspar os dentes. Seu caralho era um pouco grande para minha boquinha pequena, mas eu me esforava para proporcionar prazer para aquele machinho delicioso. Ele elogiava: Nunca um viadinho me chupou to gostoso. Desse jeito vou querer sempre. No respondi nada, pois tinha a boca ocupada e no pretendia parar de chupar, j que sentia tanto teso naquilo. Aps algum tempo mamando, ele me pediu para parar seno ele acabaria gozando e estava a fim de fazer outras coisas comigo. Ele falou: Bom, eu te chamei para fazer troca-troca, mas na verdade eu quero mesmo comer seu cuzinho. Deixa eu enfiar em voc?. Claro que deixo, respondi tremendo de teso. Voc ta viciado em pinto. Vou te comer to gostoso que voc vai querer sempre meu cacete enterrado em voc. Tira toda a roupa e fica peladinho que eu quero ver o meu trofu, ordenou. Fiz como ele mandou e ele elogiou muito o que viu: Nossa, caralho! Que bundinha maravilhosa voc tem! Quero ficar horas metendo nesse cuzinho delicioso. Fica de quatro pra mim fica!. Fiquei de quatro na sua frente, arrebitando bem o traseiro e expondo meu buraquinho o mximo possvel. Ele se aproximou e comeou a me lamber. Aquela sensao nova eu no conhecia e fui s nuvens com aquele cunete. Meu corpo tremia a cada passada de lngua. Quanto mais metia lngua mais eu me entregava a ele e percebendo meu bem estar, perguntou: Acha que vai agentar meu pau dentro do seu cu?. Respondi: Acho que sim apesar de ser grande e grosso. Ele cuspiu vrias vezes no prprio pinto e passou bastante saliva no meu furinho. Encostou a cabea da rola comeou a pressionar. Eu reclamava um pouco da dor, ele passava mais saliva, me segurava firme pela cintura e voltava a tentar enfiar aquele cabeo dentro de mim. Tentou e tentou at que conseguiu fazer passar pelo anel. Eu vi at estrelas e gemi um pouco mais alto. Ele pediu silncio para que ningum nos ouvisse e continuou forando at estar metade dentro de mim. Lgrimas rolavam pelo rosto, mas eu no estava disposto a perder a chance de levar novamente uma rola na bunda, de modo que agentei como pude e fiz o possvel para receber aquele pedao de carne delicioso no rabo. Agora eu j sentia seus pentelhos encostando nas polpas da minha bunda e suas bolas batendo nas minhas prprias bolas. Ele se movimentava devagar at eu acostumar com todo aquele volume me penetrando e rasgando e aproveitava para dizer umas barbaridades: Caralho! Nunca meti num cu to gostoso. Voc tem mesmo que dar esse rabinho de ouro. Moleque como sua bunda generosa. Engoliu toda minha piroca. Ta tudo atolado!. Eu no dizia nada, s ouvia e gemia no compasso do vai-e-vem que estava me proporcionando um prazer imenso. Sentia arder por dentro, mas nem de longe queria que ele parasse. Z Paulo no parou, continuou aumentando aos poucos seus movimentos. Agora eu j no sentia mais dor alguma, s mesmo teso de estar invadido de novo por trs e como eu gostava daquilo. Sentir o caralho alojado l dentro, entrando e saindo, rasgando e fazendo arder de prazer. Eu estava nas alturas. Depois de uns 20 minutos me fodendo, ele estocou bem forte meu cuzinho e gozou sua porra quente dentro de mim, gemendo e urrando de prazer.
Eu j sabia que ele tinha me inundado de porra, mas nem me preocupava, pois estava acostumado a levar esses jatos quentes que eram o meu prmio por ser obediente.
Saciado, ele se sentou ainda sem a bermuda e com o pau meio amolecido. Eu me sentei de frente para ele e comeamos a conversar. Obrigado por deixar eu meter em voc. Levanta e deixa eu ver uma coisa. Levantei, ele me colocou de costas para ele, abriu minhas ndegas e foi conferir o estrago que seu pinto tinha feito. Seu cuzinho ta arrombado, mas acho que eu no machuquei voc. Ta doendo muito?. Sentei-me novamente sua frente e respondi: Ta ardendo um pouco, mas depois passa. que seu pinto muito grande. Nunca tinha experimentado desse tamanho. Voc gostou?, ele quis saber. Gostei e quero fazer de novo quando voc quiser. Voc ta viciado mesmo em levar no rabo n sua bichinha. Pode deixar que eu vou querer comer sempre. Essa sua bunda merece um cacete todo dia. No esquece que esse vai nosso segredinho, se contar pra algum a gente se ferra. Pode deixar que eu no vou contar. Eu sei o que pode acontecer se meu pai souber disso.
Ficamos ali ainda algum tempo, eu completamente pelado, ele sem bermuda, conversando sobre o que faramos na prxima vez, quase sussurrando para no alertar nossa presena ali.
Depois de um tempo resolvemos que era melhor nos vestir e sair dali pra no chamar a ateno.
Alguns dias depois ns teramos uma nova trepada, mas contarei como as coisas aconteceram em outra oportunidade.
Os fatos relatados aqui so reais e aconteceram h muito tempo.

4 Comentários para “O primeiro menino na nova cidade”

  1. gese Says:
    adorei quero dar o cu tambem o meu ajnda virgrm vc qeur meu e-mail gessemariasilva@hotmail,com
  2. joy Says:
    Eu ja comi o cuzinho de um garoto de 13 aninhos, que delcia!
    Eu no sei como eu no rasguei ele, pois tenho um pu grande e grosso com uma cabea tambm grande! Sou louco por um cuzinho!
    Como o c da minha mulher direto! Ela bonita, gostosa e uma bela bunda! As prgas eu arrebentei na lua de ml! eu enchi ela de wiskey, ela meio bebada, pus ela de quatro na beira da cama do motel, untei o cuzinho dela acertei o pu bem no olhinho de seu cuzinho, peguei ela com as duas mos pela anka, e dei uma puchada forte! Ela gritou! Mas o pu ja estava todo enterrado em seu c, bombei, bombei e chuaaaa! enchi o cuzinho dela de prra!
  3. igor Says:
    adorei o conto eu queria fuder vc com uma mulher
  4. paulo Says:
    e muito bom,tamben ja comi;so coloco a cabeçinha para nao machucar; e ter outra vez e muitas outras

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