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O primeiro pau gigante a gente nunca esquece

Disque sexo

Bem, lendo diversos contos neste site, me enchi de coragem para contar a primeira experincia “diferente” que tive na vida.

Vou contar um pouco de mim e da minha vida, para que possam melhor entender o acontecido.

Sou nascida e criada em Mogi das Cruzes/SP, que para quem conhece, sabe ser uma pequena e pacata cidade onde todos se conhecem, principalmente quando se pertence a colnia japonesa ali instalada.

Eu e meu marido (ambos com 39 anos), ambos descendentes de japoneses, estamos casados a cerca de 19 anos, e cabe relatar que perdi a minha virgindade com ele, poucos meses antes de nos casarmos.

At o acontecido, sexo para mim era algo que eu fazia apenas para satisfazer meu esposo, um homem bom, carinhoso, mas que no me fazia sentir arrepios de teso. Eu poderia dizer at que achava penoso fazer sexo em determinadas ocasies. Era mecnico, frio, rpido, sem qualquer preparao. Para se ter uma noo, nem filmes porns ns viamos. Tudo era tabu. Nada parecia me excitar, ou melhor…eu nunca havia me excitado verdadeiramente.

Tudo mudou numa viagem que fizemos a um resort na Bahia.

Chegamos num domingo a tarde, e nada de diferente aconteceu at o dia seguinte.

Aps o caf, fomos a praia particular do clube, e em conversa com outros hspedes que logo fizemos amizade, ficamos sabendo que bem na ponta da praia, a cerca de uns 500 metros, a praia era liberada para adeptos do nudismo.

Reparei que Sergio (meu marido), ficou curioso com a tal praia, mas como sempre foi muito respeitador comigo, nada comentou.

Os dias foram se passando, os laos de amizade com outros hospedes se estreitando, at o dia em que dois outros casais nos convidaram para andar at a ponta da praia.

Sergio meio sem graa comigo, no conseguia disfarar a vontade de ir, e aps alguma resistncia minha, e muita insistncia dos dois casais, fomos.

Chegando l, fiquei pasma com a naturalidade das pessoas, que andavam nuas como se fosse a coisa mais natural do mundo.

Vestidos (sungas e biquines), sentamos em um pedao de areia, e ficamos admirando as pessoas. Eu nunca havia visto nada parecido….para falar a verdade, at aquele momento, acho que s tinha visto completamente n, o meu marido.

No incio, me senti incomodada, mas com o passar do tempo fui me acalmando, pois reparei que ninguem me olhava. Todos estavam mais preocupados em ver as pessoas desfilando nuas.

Comecei a me sentir estranha…curiosa…

Comecei ento a reparar na diferena das pessoas, e principalmente dos homens.

Logo notei que os penis ali, na mdia, eram bem maiores que do Srgio. Eu estava pasma com tanta libertinagem.

At que sai de no sei de onde, um rapaz de cerca de 30 anos…corpo bem feito….rosto nem to bonito, mas msculo, e com um penis, que ainda flcido era muito maior e mais grosso que o do Srgio duro, um verdadeiro gigante. Era lindo….grosso por igual, cabeudo, rolio, bem feito….

Aquilo mexeu comigo, e creio que ruboreci no mesmo instante. Senti um arrepio, uma sensao que nunca na vida havia sentido.

Juarez (era o nome do rapaz), sentou-se sozinho, a poucos metros de ns. Eu, com uma viso privilegiada daquilo tudo (um penis lindo, bonito mesmo, e…. imenso…) reparava em todos os detalhes.

No sei bem quanto tempo fiquei viajando naquele penis, mais devo ter ficada hipinotizada por um bom tempo, pois fui acordada pelos chamados de um dos homens dos casais que nos acompanhavam, e que ria da situao.

Constrangida, pedi para irmos embora, o que fui prontamente atendida por Sergio. No trocamos palavra na volta.

Aquilo me desconcertou. Eu no queria pensar, mas a imagem daquele pau gigante, rolio, me vinha cabea, me deixava louca, mexia demais comigo. Eu tremia literalmente.

Reparei que Juarez passou a estar em todos os lugares que estvamos (restaurante, piscina, quadra de esportes, praia,…). Mesmo de longe, sempre que via, nos cumprimentava com a cabea.

Eu me pegava, sempre que tinha oportunidade, olhando o volume na bermuda do rapaz, e sempre pasma com o tamanho. Imaginava como seria aquela rola imensa, quando estivesse dura.

Sergio j havia percebido (acho que todo mundo), mas continuava respeitoso comigo…sem dizer palavra.

Os dias foram se passando com esta tnica. Eu mirando…Juarez mostrando discretamente e Sergio fazendo de conta que nada acontecia.

Ate uma noite em que houve um jantar regado a muito vinho e camaro, em que Juarez sentou-se a mesa junto conosco e mais outros 5 hspedes (isso comum no resort).

Durante o jantar, Juarez mostrou-se falador, mas nunca diretamente a mim. Brincou com todos igualmente.

Depois do jantar, assistimos um show (tb regado a muita bebida), e depois ficamos todos (um grupo de umas 15 pessoas) conversando na beira da piscina, quando Juarez veio ao lado de Sergio e disse: -Estou um ppouco alto…acho que preciso de uma sauna para me recuperar….gostariam de ir?

Sergio olhou pra mim, e perguntou se eu queria tomar uma sauna. Meio que por impulso, disse que sim, eu topava.

Samos os tres meio que de mansinho, bem discretamente. Eu e Sergio fomos ao quarto botar os trajes de banho, enquanto Juarez foi pedir ao administrador para ligar a sauna.

Logo, estvamos os 3 sentados na sala de descanso da sauna, esperando ela esquentar.

Eu no entendia muito bem o que acontecia, pois havia bebido um pouco, e no acreditava que Sergio pudesse sair da sua rotina, mas estava excitada com aquilo tudo.

Sergio deitou numa cama, e eu sentei em seus ps. Juarez se deitou na cama exatamente ao lado da nossa.

Sergio fixou o olhar no teto e ficou olhando pro nada. Eu tentando ser discreta, olhava aquele volume enorme na sunga de Juarez.

Juarez, j evidentemente percebendo minha indiscrio, jogou as mos para trs da cabea, e deitou de barriga para cima.

O que acontece dai para frente, at hoje (passados quase 9 anos) ainda me fazem tremer nas bases.

Com Sergio e Juarez deitados, olhando para o teto, fiquei a vontade de fixar o olhar no brinquedinho de Juarez.

Aps uns minutos, comecei a reparar que aquilo comeou a crescer. A forma como eu olhava, estava excitando o rapaz….Comeou inchando….crescendo, crescendo, crescendo…e eu fixada…no acreditava que aquilo estava acontecendo. A sunga marcava nitidamente um verdadeiro colosso. O negcio foi…foi…foi….at que derrepente, sem ninguem botar a mo, saiu pra fora da sunga uma cabeorra, que mais parecia um pessego de to grande. Eu esbocei uma reao, mas imediatamente fiquei sem ao. Sergio ento, olhou para aquele monstro sem tb dizer nada. Juarez deu um sorriso safado, sentou-se na cama, e puxou a sunga para baixo das bolas, deixando expor todo o pau.

Saltou pra fora uma anaconda enorme…gigante…muito grossa….brilhava de to dura…rolia…cheia de veias, que pareciam querer estourar, e que apontava pro cu, imensa…rgida …a cabeorra brilhando de to esticada…como eu nunca havia visto, nem to pouco imaginava que pudesse existir.

Aquilo era mais que o triplo do Srgio…em tamanho e grossura. Talvez uns 25, 26 cm (sei por que era da medida do meu ante brao, s que mais grosso)….

Eu estava hipinotizada, vidrada naquele pau imenso e muito grosso…..minha xaninha comeou a encharcar como nunca havia acontecido.

Olhei pro Sergio, e ele apenas fez um sinal de afirmativo com a cabea. Foi definitivo pra mim.

Criei coragem, pois mesmo muito excitada eu estava morrendo de medo, e encostei apenas um dedo na cabeorra do pau do Juarez. Senti-a quente. Fui colocando os dedos, um a um, criando coragem, e quando minha mo envolveu o que dava da cabeorra, senti o pau latejar. Senti as veias pulsando, sentia a cabea do pau inchada demais, parecendo um veludo de to lisa…

No mesmo intante, foi como se um raio tivesse passado dentro de mim….literalmente tomei um choque. Aaaiii que sensaooo!!! Tive o primeiro gozo, s de sentir aquele pau latejar nas minhas mos.

Me recuperei, e comecei a alisar o pau bem devagar, segurei-o com as duas mos, que quase no se fechavam, eu estava fissurada, pasma com aquilo tudo, e comecei uma punheta….alternando com alisadas de costas de mo…de dedos…alisava o saco….alisava com a palma da mo…punhetava … pqp….olhava para a cabeorra, e no acreditava que aquilo pudesse existir. Enorme….pulsante…brilhosa…..linda…as veias…hummm que veias…

Um liquido transparente e viscoso teimava em sair da cabeorra, e eu lubrificava o pau todo com o tanto que saa.

Eu j no via mais nada que no fosse aquele pau…apenas no largava….no sei quanto tempo fiquei ali..com aquele monstro nas mos….eu completamente louca de excitao….olhava fixada para aquilo,,,

Passado alguns minutos, fui me acalmando, me tranquilizando, e dai criei coragem, encostei a lingua, dei uma lambida ….gosto de macho…pqp….lambi…lambi….abri o mximo que pude da boca, e tentei botar a cabea para dentro. Chupei o que deu….alternava lambidas, chupadas, olhava admirada, punhetava, alisava…e fiz isso por muito tempo…que delcia de pau…aquele lquido salgadinho…hummmmmm

Derrepente, enquanto chupava, lambia, alisava, punhetava, percebi que o pau foi ficando mais rgido, como se ainda pudesse ficar mais…mais grosso, as veias mais salientes…Juarez comeou a se contorcer, a balbuciar palavras sem sentido….e jorrou uma srie de jatos de porra, que talvez nunca mais na vida eu veja igual. O primeiro, quando eu fiz o movimento de punheta pra baixo, saltou forte, a quase um metro, espesso, grosso, farto…continuei punhetando bem devagar, e uma srio de jatos, impressionantes, jorravam daquele pau maravilhoso.

Neste instante, novamente senti como se um raio estivesse atravessando meu corpo… eu simplesmente estava gozando como nunca….

A porra havia atingido as pernas do Juarez, a cama, a mim…espessa, farta, viscosa… e ns, apenas olhavamos vidrados….mas nada fazamos.

Eu apenas esperava com aquele pau imenso na mo…paradinha, hipinotizada…no conseguia largar…

Devo ter segurado por uns 5 minutos ainda, pois s larguei quando Sergio me chamou, e v que o pau do Juarez j estava em estado de descanso.

Levantei, e sem falar nada, apenas sai junto com Sergio. Levava porra no ombro, na barriga, nas mos, mas pra mim, foi como se nada me incomodasse.

Eu estava no extase…atravessei o clube at meu quarto, deste jeito…feliz da vida.

Chegando no quarto, pulei em cima do Sergio…afoitos…fomos nos despindo….e logo que nos vimos livres de nossas roupas, Sergio me botou de quatro (o que nunca havia feito), e me penetrou. Metia e tirava, com fora… e em menos de 5 minutos, pela primeira vez em tantos anos de casamento, eu estava gozando com uma penetrao.

Sergio tb gozou, e como eu nunca vi ele gozar.

Viramos de costas um para o outro, calados ainda, e fiquei sem conseguir dormir, pensando naquilo tudo que havia acontecido. Tenho certeza que o mesmo aconteceu com ele.

Mal consegui pregar os olhos naqula noite. A imagem daquele colosso me consumia. Precisava senti-lo dentro de mim.

J sem qualquer pudor….louca pra sentir aquilo tudo, na primeira oportunidade que tive (no resturante do clube), pedi para Juarez me comer.

Meu teso era tanto, que fiquei pegando no pau dele por baixo da mesa o almoo inteiro. Que deliciaaaa…

Saimos direto pro quarto. Sergio foi junto. Mal entramos no quarto, eu ja fui segurando e tirando o monstro pra fora da cala do Juarez. Tirei meu vestido, minha calcinha (minha xaninha estava completamente molhada), botei Juarez deitado de barriga pra cima (o pau ia bem acima do umbigo..rs), me ajeitei por cima, e fui sentando lentamente…pqp….que sensaooooo…..

Fui sentando de uma vez , sentindo a cabeorra me rasgando…..parecia que nunca ia acabar…eu estava cheia…repleta…invadida….quando cheguei no meu limite, fiqui paradinha, sentindo o pauzo latejar….no demorou 3 minutos, e sem nos mexermos, comecei a gozar….meu corpo se estremeceu de tal forma, que quase desfaleci.

Dai, virei refem…..ele me penetrou de todas as maneiras possveis e imaginveis…metia forte, parava,,,metia devagarzinho..alternando….me chamava de sua putinha japonesa…pqp….perdi a conta de quantas vezes gozei….

Sergio gozou se punhetando apenas olhando nossa performance…

Pedi a Juarez, que quando fosse gozar, o fizesse na minha xaninha. Precisava sentir aquilo…. Apos quase uma hora de meteo, ele me botou deitada, e deitou-se por cima, num tpico “papai e mame”…o cacete escorregava macio, delicioso…ele metia e tirava bem devagar, nos beijavamos carinhosamente, seu cheiro, seu gosto…tudo me alucinava….derrepente, ele comeou a balbuciar palavras sem sentido…eu senti o pau ficar mais duro …mais latejante, e ainda maior (como se fosse possvel..rs)…..e de forma, suave, doce, calma …devagar….fomos ao extase numa exploso.

Quando ele comeou a jorrar jatos fortes na minha xaninha, no aguentei. Meu corpo se retorceu todinho, como se tivesse tendo vrios espasmos, e senti o “raio” me atravessando mais uma vez…….completamente atracada naquele corpo de macho, gozei forte….diversas vezes……multipla e seguidas vezes…

Ficamos alguns minutos abraados, o pau ainda dentro de mim, apesar de no to rijo….eu me via maravilhada…farta…satisfeita…me sentia mulher, em uma sensao nica de plenitude….

Desculpem-me se estendi demais…mas como foi verdico, achei que deviam participar dos detalhes.

bjssss

5 Comentários para “O primeiro pau gigante a gente nunca esquece”

  1. walber Says:
    Parabens, seu conto foi muito bom, me deu um tezao imenso imaginar vc sentando no cacete, tenho um tezao muito grande por mulheres orientais, bjs
  2. Mark Says:
    Ola, adorei seu conto e tenho tara por japonesas, me add pra conversarmos, marksuzano@hotmail.com
  3. aninha Says:
    poxa so naum foi melhor,Pq naum rolou nem uma chapadinha…srsrsr
  4. divorciado Says:
    Eu tive um namoro de vero com uma menina. Foi um ms, mas um ms de muito namoro e sexo. E ela sentia a mesma coisa, ou seja, tinha multiplos orgasmos. A cada uma gozada minha eram trs dela, sendo que em cada uma ela comeava tremer e no parava. Teve uma noite que ela gozou umas 12 vezes. Era muito show. Infelizmente, acabamos no nos casando. At hoje me arrependo pois teria essa delcia de mulher sempre comigo, alm de outras qualidades que seu que ela tem. No sei onde mora, mas se quiser mandar algum recado, favor enviarem para homemdiscreto-rj@hotmail.com
  5. negro Says:
    adorei este relato adoro nissei gostaria de que me enviassem um email falando das aventuras

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