Os virgens da minha vida
Conto enviado por: N.
Olá gente, aqui é a Nayara do conto Minha primeira vez e minha primeira pulada de cerca, gostei de compartilhar com vocês meus momentos e vou continuar contando.
No conto anterior contei sobre eu e meu primeiro namorado termos perdido a virgindade juntos e eu ter chupado o meu mulatinho que na primeira situação ainda era virgem, mas esses não foram os únicos virgens da minha vida.
Aos 16 anos comecei a ficar com o Breno, ele tinha uma deficiência que não posso citar, até pra preservar sua identidade, não era tão grave, mas mesmo assim ele sofria preconceitos, mas eu sempre com o coração e a bucetinha bem aberta só via nele uma pessoa maravilhosa.
Para vocês terem uma idéia fui atrás dele numa festinha de seu bairro após conversarmos pela internet, ele nem acreditou quando me viu, tímida pedi pra que alguém lhe chamasse e ele veio até mim. Ele tinha 15 anos e foi muito simpático comigo, mas seu beijo revelou uma inexperiência que mais tarde descobri que era porque ele nunca havia beijado.
Não lembro se foi na segunda ou terceira ficada exatamente, mas já fiquei de fogo, quando eu era mais nova, eu ficava gamada fácil, era inocente no sentido de que não sabia que os meninos espalhavam, ainda mais eu que fiquei com esses novinhos!
Eu era muito espontânea, sentia vontade e fazia, os rapazes mal esperavam, pois eu nunca fiz o tipo atirada, sou quieta e discreta, mas confirmo o ditado de que as quietinhas são as piores, nunca tomei a iniciativa, nunca cheguei em ninguém, mas quando estávamos só nos dois ninguém me segura.
Estávamos nos beijando no banco da praça e eu decidi levá-lo a minha casa, chegando lá o apresentei para minha avó, que conhecia a mãe dele, e disse que o levaria no computador (que ficava no meu quarto, haha, danada!).
Quando percebi que minha avó cochilava o joguei na minha cama, ele assustado perguntava: – Você ta louca? – e eu respondi: – Só se for de tesão! – mas não adiantou, ele aparentava ter mais juízo que eu, mas eu passava a mão no seu pinto por cima da calça e ele parecia querer que eu o pegasse de jeito, mas não adiantou, saímos da minha casa e fomos para a pracinha de novo, dessa vez fui de saia.
Chegando lá eu estava mais doida que ele, para variar, olhava aquela praça para ver qual lugar daria certo, foi difícil, mas daqui a pouco achamos umas plantas, uma moita (que não nos omitia totalmente, mas quebrava um galho), ele foi colocando o preservativo com as mãos tremulas, eu olhei para aquele cacete dele e pensei: – Nossa quem olha na cara dele não da nada, mas que ferramenta maravilhosa! – e era bem grande mesmo, então o ajudei a colocar a caminha, olhei no seu rosto dando um sorrisinho de cumplicidade e ele estava com a respiração ofegante, claramente era sua primeira vez, enquanto isso, tirei minha minúscula calcinha quem coube em meu bolso, fiquei de quatro pra ele, ajoelhada e levantando minha saia jeans, expondo minha bunda que desde aquela época já fazia de mim um tremendo mulherão.
Seu penis parecia não acertar o alvo, sentia ele tentando, encostando e batendo aquele cacete atrás, mas eu que sempre fui apertadinha não parecia colaborar, e ele frente a primeira mulher da vida dele talvez estivesse ficando nervoso.
Então não teve jeito, tive que me deitar naquele chão, puxei minha saia jeans pro alto novamente, abri minhas pernas, ele veio em minha direção, abri meus lábios pra ele e finalmente seu penis começou a entrar em mim.
Que anaconda! Eu com os meus 16 aninhos quase morri para abrigar tamanho instrumento, mas estava gostando de me sentir socada e preenchida daquele jeito e ainda eu ficava contraindo mais ainda a vagina de propósito, mordiscando aquele pau com a minha bucetinha, para mim não bastava estar apertada, eu queria era esmagar cada vez mais aquele pinto dentro de mim, enquanto ele me socava.
Depois de um bom tempo (mas um bom tempo mesmo, porque aquele menino tinha um fôlego) mudamos de posição, dessa vez ele deitou e comecei a cavalgar nele sem parar, toda empolgada e assanhada, muito satisfeita por estar sentando naquele pinto maravilhoso, foi uma metida histórica, adorava ver a cara de tesão que ele fazia espontaneamente.
Já que praça que é praça tem gente nela, e apesar de estar beirando a meia noite eis que ouvi vozes femininas, e eu lá rebolando em cima daquele cacete, será que elas passariam perto, será que elas me veriam? Então Breno me disse: – Deita em mim, amor! (Sempre tive tesão em ser chamada de amor por pessoa que só está me usando.) Então fiquei a li com o penis encaixado dentro de mim e deitada em cima dele, num momento de muita cumplicidade, temor e ansiedade, sem contar que o lugar que eu tava era meio diagonal com uma estradinha, se as mulheres reparassem não veriam meu rosto mas veriam uma saia levantada, um cuzinho exposto, e um pinto penetrado numa buceta não identificada.
Aqueles segundos em que tivemos que ficar parados pareciam eternos, aquele cacete latejava dentro de mim, com vontade de continuar a ativa, foi então que resolvi cavalgar mais um pouquinho, mas dessa vez de costa para ele observando o movimento, enquanto fornecia a ele, a visão do meu bumbum.
Que ereção duradoura, estava ótimo, mas eu já estava cansadinha, foi então que me virei a ele e cai de boca em seu penis, continuando com a saia meio levantada, deixando qualquer um que passasse por trás ver aquela cena, mas na empolgação eu nem estava mais notando.
Enquanto eu mamava no seu pinto via Breno se deliciando de tanto prazer, mas ele não dizia nada, só curtia o momento, então eu parei e perguntei:
- Porque você não fala sacanagem nenhuma em quanto transamos e enquanto te chupo? – Na próxima eu tento… – e ficou meio sem jeito.
- Me chama de puta agora!
- Ah não…
- Me chama de Puta agoraaaaaaaaaaa!
- Sua puta!
- Nossa esse “puta” seu não me convenceu!
E ele se alterando um pouco: – Cala boca sua puta e volta a mamar meu pau que é pra isso que você se serve!
Haha, depois dessa voltei a chupar satisfeita, agora sim ele se inspirou, finalmente o rapazinho bonzinho estava se revelando, se bem que não foi espontâneo e sim provocado, mas gostei!
Quando ele estava quase gozando tirei seu pau da minha boca e interrompi, e ele:
- Ué parou porque?
E então imitei a frase dele: – Cala boca seu puto e enfia teu pau em mim de quatro agora que é pra isso que você serve! HAHAHA
Ele sorriu e me obedeceu,então fiquei de quatro novamente e dessa vez deu certo: ele aprendeu a encontrar o caminho, e como aprendeu, meus joelhos chegava até doer naquela grama, e você acha que eu ligava? Nossa, só queria era sentir aquele pinto cada vez mais forte, cada vez mais fundo!
Breno começou a gemer e para meu delírio estava ainda mais veloz, socava com uma rapidez incrível, eu até me desequilibrava um pouco e mesmo assim me forçava de encontro com aquela pica, foi então que em uma explosão de prazer ele gozouuuuuuuu, adorei e não via a hora de repetir a dose!
Eu tenho uma prima mais velha casada e safada, ela me contava tudo e a gente se ajudava nos esquemas, um dia ela avisou que meus tios viajaram e eu fui até a casa deles e ela largou a chave comigo e foi pra casa que ela agora morava com o marido, entrei no MSN e convidei o Breno para vir até lá, minha prima então vazou antes que ele chegasse e eu fiquei ansiosa pelas sacanagens dessa vez num local mais apropriado.
Quando ele chegou eu não disse nem oi, já fui tirando sua camiseta e guiando ele pra sala, resolvi tomar banho junto mas ele tava tímido, improvisei um prendedor pro meu cabelo com uma pulseira e arrastei-o pro chuveiro, acabou sendo uma delicia, depois havia um espelho enorme no banheiro e a gente ficava se observando pelado, se encaixando, se pegando.
Seguimos então para cama dos meus tios, resolvemos manter as luzes apagadas para não chamar a atenção dos vizinhos e nos deliciamos num maravilhoso 69 iluminado apenas pela luz do poste, por trás daquelas cortinas vermelhas.
Depois da calmaria tomei pau adoidado, de todas as formas, na cama, subindo nos móveis, de quatro, de todas as formas, queria que aquilo não acabasse, lembro que senti seu pau ainda mais profundamente na cama, aí sim pude me concentrar no prazer, sem medo de ser interrompida.
A ultima vez que fiquei com o Breno eu havia ido a um baile, beijei um carinha, mas queria era que o Breno me levasse embora, a pé mesmo, só pra eu não ir sozinha, ir com mais segurança, então eu chamei ele, mas ele não queria vir bem na hora boa do baile, prometi um oral, haha, na mesma hora ele me trouxe, chegando na esquina próxima a minha casa, me neguei a chupá-lo disse que era perigoso, nos beijamos mas nunca mais fiquei com ele, bloqueei ele depois que fiquei sabendo que ele contou para os amiguinhos, faz cinco anos, e agora um colega dele mais interessante está me dando a maior bola, aposto que o Breno falou “Mal” de mim para ele e ele ficou interessando em me comer também, acabou sendo uma propaganda, mas faz dois anos que namoro fiel, só levando o mesmo pau, vamos ver até quando esta fidelidade vai durar, quero novidades na cama! Contar o meu passado faz reviver em mim a vontade do proibido!



julho 17th, 2010 at 14:48
julho 18th, 2010 at 0:34
SE VC QUISER DAR UM POKO (OU BASTANTE) PA MIM EU ACEITO ASAHSUAHSUASHUAHS VC Q SABE?
julho 20th, 2010 at 15:50
abril 12th, 2011 at 9:03
gostoso me add no msn que nao vai se arrepender
silas_vdlk@hotmail.com eu sou dotado(23cm)e adoraria
meter bem gostosinho com vc me responde.