Perdi o caba鏾 com a empregada

Tenho um motivo especial para estar relatando este conto, pois o desfecho de algo que marcou minha vida. Me chamo Gilson, hoje com 26 anos, casamento marcado para o final do ano, tenho 1,80m, 75Kg, branco, cabelos castanhos claros, corpo malhado, um cara normal. Minha fam韑ia muito conservadora, meus pa韘 sempre r韌idos na cria玢o minha e minha irm, desde novo me masturbava com muita freqncia, escondia minhas revistas de sacanagem numa caixa no guarda-roupa e punhetas na hora do banho eram constantes… bem tudo come鏰 atr醩 numa tarde de 6 feira, quando cheguei do col間io, meu pai no trabalho, minha m鉫 havia levado minha irm ao m閐ico; estando em casa somente eu e Maria (nossa empregada desde meu nascimento), natural de Sergipe, era uma morena jambo, de formas generosas, seios grandes, bunda farta, cabelos encaracolados, l醔ios carnudos, olhos negros e grandes; n鉶 era bonita mas muito gostosa, na 閜oca estava com 34 anos (casada, 3 filhos). Maria me serviu o almo鏾 e foi para o quintal lavar roupa; depois de comer, subi para meu quarto e com uma revista ele & ela na m鉶 comecei a tocar uma bronha totalmente pelado deitado na cama… derrepente a porta de meu quarto se abre e Maria entra com algumas camisetas passadas e dobradas para colocar em meu arm醨io, me flagrando naquela condi玢o… apesar de novo j apresentava um cacete de bom calibre (duro 18 cm, grosso com a chapeleta coberta pelo prep鷆io avantajado)… fiquei totalmente sem rea玢o… foi quando Maria disse: – Menino voc precisa aliviar esse tes鉶… em pensar que te vi beb, troquei suas fraldas, brinquei com esse seu pintinho e olha o tamanho do bicho agora… deixa a Maria te ajudar….falando isso veio at a cama e come鏾u a chupar meu cacete… era uma especialista, abocanhava o rola inteira enfiando at a garganta, depois subia e afastando a pele liberava a cabecinha e passava a l韓gua bem devagar… por vezes punhetava enquanto l醔ia o saco e engolia as bolas…. n鉶 resistindo mais gozei um quantidade de porra lambuzando o rosto de Maria e parte em sua boca…. sendo que ela se deliciou lambendo e engolindo meu esperma. Refeitos, ela falou: – Pelo volume de porra essas suas bolas est鉶 produzindo mais do que suas bronhas d鉶 conta… voc precisa meter mais…eu gaguejando falei: – Meter?…eu nunca … sem terminar Maria, contatou : – Voc cabacinho menino?… acenei com a cabe鏰 confirmando. Com um largo sorriso nos l醔io ela me questionou se eu queria perder o caba鏾 com ela…mais que depressa a resposta veio pelo meu pau de ficou duro como a鏾…. Maria tirou as roupas mostrando um corpo volumoso e r韌ido para quem tinha 3 filhos (fruto do trabalho duro)… os seios fartos mostraram aureolas grandes e escuras com bicos tesos; ao tirar a calcinha j bem pu韉a mostrou uma xoxota muito peluda… afoito fui para cima dela…que alertou: -calma se n鉶 voc n鉶 vai se divertir o bastante…deixe que eu cuido de voc. Me beijou chupando a minha l韓gua, lambeu meus mamilos, depois montou em mim, colocando meu cacete na entrada de sua buceta e foi descendo at que meu pau sumiu entre seus pentelhos negros…. come鏾u a subir e descer com velocidade enquando gritava e gemia, dizendo meu beb…come sua empregadinha….come…. mostra que j um macho….fode minha buceta…fode…. percebi quando ela gozou, o ritimo diminuiu, ela apertou meu pau com a xota com muita for鏰 e gemeu fundo de tes鉶…. saiu de cima de meu pau e vendo que eu ainda n鉶 havia gozado se deitou e no papai-e-mam鉫, falou: – vem se acaba dentro de mim, me d sua porra pra valer a quebra do seu caba鏾…. meti com vontade, punha e tirava o cacede daquela xavasca…percebendo que mais duro ficava meu pau….vi que faria Maria gozar novamente e acelerei at que juntos chegamos l e eu despejei minha porra dentro daquela bu鏰 quente. Est醰amos acabados…mas sempre fui tarado pelas bundas que via nas revistas e vendo Maria deitada de bru鏾s me preparei para meter naquele cuz鉶…mas ela n鉶 permitiu… disse que ali s o marido dela… fiquei meio frustrado mas ela ainda fez um 69 comigo para mais uma gozada. Essa foi a primeira de muitas transas com Maria, sempre tentando comer seu rabo mas ela negando.

Conforme relatei no come鏾 da hist髍ia, o motivo especial que no dia que anunciei meu noivado, marcando a data do casamento, ao final das comemora珲es, Maria (j com 44 anos mas gostosa como sempre), me chamou num canto, relatou que dormiria aquela noite na casa devido o avan鏰do da hora e falou para que eu a esperasse em meu quarto na madrugada pois me daria um presente de noivado… l pelas 2h da madrugada, Maria s de camisola entrou no meu quarto chupo minha rola e quando ela estava bem dura, falou: – Hoje voc vai comer meu cuzinho… sei que sempre quis isso e vai ser meu presente de noivado….. de 4 na beira da cama e eu em p enfiei a cabecinha ouvindo Maria gemer, depois ela pediu…mete, enfia tudo, arrega鏰 meu rabo….seguindo suas ordens, meti fundo e fui estocando com vontade ate meu saco bater em sua bunda e naquele vai-e-vem gozei muito enchendo seu cu de porra. Passamos a noite toda juntos e trepamos at meu pau ficar esfolado de tanta mete玢o… Vou casar e minha noiva um tes鉶 j comi sua buceta e seu rabo… mas as lembran鏰s com Maria ser鉶 eternas.

One Response to “Perdi o caba鏾 com a empregada”

  1. jose Says:
    conto interessante.

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