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Pzinhos da minha aluninha

Disque sexo

Isso aconteceu comigo h um tempo atrs. Acreditem se quiserem, mas lhes afirmo que tudo verdade.

Bem, como puderam notar pelo ttulo, sou louco por ps. Adoro mesmo e adoro os da minha namorada, entretanto, o que vou contar agora aconteceu h um tempo atrs quando eu estava solteiro.
Sou professor de ingls em uma grande escola da cidade. No sou muito bonito (acho), mas gosto de fazer muitas piadas e animar a turma e, modestia a parte, sou muito querido por meus alunos.
A vantagem de ser professor que voc pode brincar e pega amizade fcil com qualquer aluninha vagabundinha que aparea (e acreditem, so muitas).
Eu tinha uma aluninha linda que vou chamar de Eliane. Ela era muito lindinha, morava em uma cidade visinha, portanto quando vinha para a \’cidade grande\’ se produzia toda e estava sempre cheirosinha e (o melhor de tudo) solteirinha.
Ela tinha 17 anos na poca. Branquinha, olho castanhos claros, aparelho nos dentes, carinha de anjo, loirinha de lindos cabelos longos. Seus peitinhos era lindos e eu quase no conseguia dar aula quando ela aparecia de decote. Mas o que realmente me chama a ateno em uma garota realmente no so essas partes, mas as pernas e, principalmente, os ps. Quando conheo uma garota bonitinha, a primeira coisa que fao, instintivamente olhar seus ps, se forem bonitos, timo, garota perfeita, se forem feios, mesmo com uma garota bonita, estraga …
Ainda bem que isso no era um problema para a Li, ela tinha lindos pesinhos, pequenos, lisinhos, os dedinhos perfeitos, ela nunca usava esmaltes, mas fazia pequenos desenhos nos dedos que me deixava de pau duro na aula.
Sempre que eu me masturbava pensava em como seria bom chupar aqueles lindos pzinhos e gozar em cima deles. Eu chegava ao cmulo de sair da aula (aps dar alguns exerccios) e correr para o banheiro, me trancar e me masturbar apenas para aliviar, pensando naqueles ps que eu no conseguia tirar da cabea (s assim para meu pau no ficar volumoso na calsa).
Por muito tempo dei aula para ela, o que me dava uma certa intimidade, mas eu sempre achei esse lane de relacionamento de professor-aluno, meio sujeira, afinal, poderia por meu emprego em risco. Entretanto, tudo mudou um belo sbado.
Como ela fazia aulas de sbado, a turma ficava 3 horas comigo (o normal eram 2 aulas de 1h30min na semana), e em um lindo dia estava chovendo. Vocs sabem como so os dias de chuva na escola, no vem quase ningum, pois todos vem de moto ou bicicleta, ou mesmo a p. Entretanto, Li vinha de outra cidade e veio de nibus (que os deixa na frente da escola), ento, ela no tinha como escapar.
Houveram vrios dias de chuva, mas ou ela no vinha, ou vinha uns 5 ou 6 alunos, mas naquele maravilhoso dia, somente ela veio para a aula.
Fiquei eufrico, falei para ela entrar na sala e rezei para que nenhum outro aluno aparecesse, assim eu teria 3 horas sozinho com a Li, era como se um sonho se tornasse realidade. Fiquei na frente, na recepo e esperei 20 min. (alguns alunos realmente atrasavam, principalmente em um dia de chuva). Quando estava para entrar na sala e me deliciar com minha ninfetinha somente para mim, chegou um aluno meu. Putz, no preciso dizer que quase soquei o muleque.
Eu tinha que dar um jeito nele, ento puxei ele de canto e falei: \”cara, no veio ninguem at agora, voc o nico, vai querer ficar 3 horas comigo ou ir p/ casa? No darei falta j que falta coletiva\”. Oras, sbado, de manh, dia de chuva, lgico, o cara pegou a chave do carro e sumiu.
Otimo, era tudo o que eu queria. Entre na sala com aquela minha cara de espanto e disse: \”Poxa … s voc … aula particular ein?\”. E ela disse: \”poxa, verdade … mas vamos mesmo assim\”
Abrimos os livros comeamos a revisar algumas licoes, mas sem nenhum aluno a aula fica um pouco chata e por muitas vezes desviavamos o assunto e comentvamos de nossa vida. Ela me contava como estava sozinha e que em sua cidade no tinha meninos bonitos e nao tinha nada para fazer.
Bem, naquele dia, Li estava com uma sandalinha linda, bem simples, com tiras de plastico transparente que deixavam marquinhas em suas pequenos ps lisinhos e branquinhos que ficavam ainda mais a mostra com uma calsa jean curta que deixava a mostra sua canelinha depiladinha. Ela usava um top branco que deixava parte de sua barriguinha a mostra. Por vezes eu me perdia nos quenenos pelinhos loiros de sua barriguinha. Ela tinha uma tatuagem no pescoo de uma lagartixa, que eu adoraria lamber. Ela ainda (talvez sabendo que era gostosa), prendia o cabelo para o lado, deixando a mostra a tatuagem, que me deixava louco.
Eu estava ficando com o pau roxo. Dei alguns exercicios e fui para o banheiro bater uma bronha. Gozei gostoso e peguei um pouco de ch para me acalmar (no tinha muita coragem de me aproximar dela).
A aula estava passando, j tinha gastado 1h e eu nao tirava os olhos dakeles pezinhos lindos. Ela por vezes tirava as sandalinhas enquanto estava fazendo os exercicios, esfregava os pzinhos lindos e os colocava novamente na sandalinha transparente. Eu ficava atras dela vendo o show e quando me dava coragem, me aproximava dela com a mo no bolso pegando meu pau e acariciando ele enquanto via bem de perto seus pezinhos.
Uma hora, aconteceu. Percebi que essa seria a nica oportunidade que eu teria durando o curso inteiro. Uma conjuno astral que eu no poderia disperdiar. Foi ento que eu tomei coragem, fiquei na frente dela, me ajoelhei para ficar bem na frente dela e pertinho de seus pezinhos. Ela me pediu uma explicao e, enquanto eu explicava, eu disfarcadamente derramei o meu ch nos lindos pezinhos dela.
Ela soltou um gritinho e eu pedi mil desculpas. Peguei o pano que eu limpava a lousa e comecei parte do meu sonho. Peguei seus pezinhos com minhas mo, meu corao batia a mil, com cuidado tirei uma das sandalinhas. Passei o pano nos pezinhos dela. Minha nossa, como era lisinhos e pequenos. os toquei como algo sagrada e meu pau estava latejando. Limpei sua sandalinha, sempre brincando que foi de proposito. Quando eu ia tirar a outra sandalinha percebi que ela estava deixando e gostando. No estava ligando que eu esfregava mais do que o necessrio seus ps. Ela ento me deu o outro p. Novamente limpei-os aproveitando para curtir bem aquele momento. Quando acabei, fiz algo ousado. Com uma risadinha, dei um beijinho no seu pezinho.
Ela deu uma risadinha e fui colocar novamente sua sandalinha quando ela empurrou seu pezinho no meu peito e falou: \”nao, continua\”.
No comeo fiquei desnorteado, porque nunca esperava por isso, mas na hora no pensei em nada, ia rolar, eu estava com aqueles pezinhos que estavam apenas nas minha punhetas. Fui at a porta e a tranquei por dentro. Voltei para ela e ela j tinha arrastado uma cadeira e colocado os 2 pzinhos em cima. Estava lindos, peguei-os e comeei a chupa-los. Ela ficava olhando … sorrindo, se deliciando com o momento. Chupei seus dedinhos lindos por muito tempo, todos eles, por igual, nos dois ps. Enquanto eu acariciava um pzinho eu lambia a sola do outro. Subia pelo peito de p e beijava a sua canela, a batata da perna, minha nossa, era um sonho.
Ficamos muito tempo assim, eu chupando, ela me olhando, curiosa e sorrindo, eu estava adorando. Por um momento, ajeitei meu pau na calsa porque estava muito duro e ela livrou um de seus ps da minha mo e comecou a passar na minha calsa.
Perguntei se eu poderia tirar, que eu no estava mais aguentando. Ela disse que sim, mas que no queria nada mais do que isso.
No preciso dizer que foi o mximo, abri o ziper e meu pau pulou para fora. Duro, pulsante, eu no aguentava mais, comecei a tocar uma punheta na hora, beijando seus pezinhos.
Me sentei na cadeira e coloquei seus ps no meu colo, um deles eu chupava e ela me ajudava colocando perto da minha boca, o outro eu colocava perto do meu pau. Ele estava geladinho, por causa do ar condicionado, e a sensao deliciosa, porque meu pau estava muito quente e voc podia sentir o choque da sola lisinha do pzinho dela com meu pau quente.
Eu no conseguia mais aguentar aquela sensao, queria tirar a roupa dela e traa-la ali mesmo, mas sabia que se eu fosse muito rpido a magia ia se acabar, e eu tinha ido to longe e quiz aproveitar o mximo porque no sabia at onde iria durar.
Ficamos muito tempo assim, eu chupando os ps dela e batendo uma e ela acariciando meus pau com os pezinhos geladinho. Por muito tempo segurei na hora de gozar para prolongar ao mximo. Prometi a mim mesmo que s gozaria quando ouvisse o sinal da saida, mas no aguentei. Falei: \”Nossa, no estou mais aguentando …\”. E ela sorriu e disse: \”Ento no segura no, quero sentir nos meus ps\”
Ento coloquei os dois ps dela apertando meu pau, como se fosse uma espanhola com os ps e comeei a bater mais rpido. O teso aumentava e eu gozei gostoso. Gozei muito, espirrou longe, na minha cala, na cala dela no cho, mas principalmente, gozei nos pezinhos dela. Era um sonho que eu no queria acorda, mesmo gozando continuei batendo at sair a ultima gotinha e meu pau estar mole. Ela disse: \”nossa, bem quentinho\”.
Ento peguei o mesmo pano que eu limpei o ch e cuidadosamente (e demoradamente) limpei a porra dos ps dela. Enquanto isso, ela fez algo estrango, pegou uma gota de porra da cala dela e lambeu: \” que eu nunca tinha provado isso, fiquei curiosa\”. Dei risada e fiquei fazendo uma massagem nos ps dela. Conversamos mais um pouco, coloquei meu pau novamente para dentro e destranquei a porta, mas mesmo assim coloquei uma cadeira na frente. Converamos mais um pouco e ela me confessou que sempre me via olhando para seus ps, e que ela sempre quiz fazer isso. Me falou tambm que sempre vinha com as sandalinhas que ela achava que eu mais gostaria e sempre testava novas para ver quais as que eu mais olhava. Fiz vrios elogios a seus ps e a ela, como ela era bonita, mas ela disse que era virgem ainda. Infelizmente nosso tempo acabou e tivemos que nos despedir pois eu teria outra aula. Perguntei se poderiamos repetir algum dia e ela disse que gostaria, mas no com hora marcada. Assim aconteceu somente mais uma fez at o curso acabar, no banheiro, entramos os dois em um banheiro afastado do movimento da escola, nos trancamos e silenciosamente fizemos isso novamente. Enquanto o curso andava ela sempre vinha com sandalias, tamancos e at sapatos de salto bem provocantes, eu sempre os olhava fixamente, e ela deixava, nem ligava.
At um dia eu receber uma proposta melhor de outra escola e ter que me mudar em 1 semana. Quando fui me despedir dela ela faltou na aula e no pude pegar o e-mail ou telefone dela. Uma pena, mas tenho algumas alunas da sala dela no orkut e estou perguntando, mas ninguem tem os dados dela, vamso ver mais para frente. Hoje namoro, mas nunca esqueci aqueles pezinhos que esto sempre na minha mente quando bato uma punheta.

1 Comentário para “Pzinhos da minha aluninha”

  1. Kemper Says:
    Duvido que esse cara é professor, tem muitos erros de portugûes no texto.
    Balela!

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