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Quando Joel me comeu ? Primeira parte.

Contas Oficiais

Conto enviado por: Bonzinho

Aconteceu por volta de 1990. Eu tinha 12 anos e estudava no Ronaldo, no Jardim das Rosas, aqui em São Paulo. Era  gordinho, tímido e vivia meio perdido pelos campinhos de várzea da vizinhança.  Gostava demais de futebol, mas o isolamento imposto pela timidez não me permitia insistir em participar  das partidas. Tinha moleque de tudo o que era jeito e de todas as idades. Tinha os pequenos de quem era mais fácil aproximar e jogar uma partidinha, tinha os médios que eram mais ou menos da minha idade e que não perdiam oportunidade de zoar com caras como eu e tinha os maiores que não davam a mínima para os demais.

Eu vivia com minha mãe e meus dois irmãos gêmeos mais novos,  de quem eu deveria tomar conta pela manhã e levar à escola na parte da tarde, o mesmo horário que eu estudava.  Levávamos uma vida dura, difícil mesmo. A grana era curta e o carinho mais curto ainda. Naquela sexta-feira, eu estava livre. Os gêmeos  tinham ido com a minha mãe para o trabalho a pedido da patroa e a escola havia dispensado os alunos  devido a uma reunião de professores.
Naquela época, não havia tantos perigos como hoje em dia. Sequer a palavra pedofilia existia. E eu passava todo o tempo de folga na rua.
Apesar da folga das aulas, o campinho do Irene tava vazio. A maioria dos meninos estavam jogando  Attari.  Para mim, viedo-game não era utopia. Era delírio. Se mal tínhamos o que comer, como poderia pensar  em ter um?
Mas naquele dia havia jogo dos maiores. Não eram muitos. Devia ter uns sete ou oito jogadores na pelada.  A poeira subia e o cheiro de terra seca invadia minhas narinas alérgicas. Minha mãe dizia: ?Num fica no meio do pó que de noite cê fica com crise…? Mas não adiantava, eu não conseguia ficar dentro de casa mesmo.
Talvez pelo frio e pela falta de agasalho, sentado ali nas bordas do campinho comecei a sentir uns calafrios no corpo. Não era como nas crises de bronquite.  Fiquei ali, sentado, encolhido e já nem prestava mais atenção na partida de futebol. Por isso, nem percebi  que anoitecia e  que  quase todos caras já tinham  ido embora.
No meio da poeira que ainda estava no ar, percebi que um deles, com uma mochila nas costas,   vinha em minha direção. Era magro, alto, branquinho e eu sabia inclusive o nome dele: Joel. Já o vira outras vezes jogando ali. Devia ter uns 20 anos  e em algumas ocasiões eu chegara a ter medo dele.  Era comum as peladas terminarem em porrada. Joel tava vestido com short branco, curto e folgado. As pernas eram finas, mas fortes e com alguns pelos.
- Tá tudo bem, moleque? ? a voz era amigável. Grave, mas amigável.
Eu tremia de frio.
- Você não está bem, cara.
Sentou-se do meu lado e começou a  fazer um punhado  de perguntas sobre a minha mãe e os meus irmãos.  Sabia coisas sobre a minha família que eu jamais pensei que ele conhecesse. Sabia de tudo.  Da casinha feia e pobre onde eu morava, da minha mãe e do meu irmão mais velho que sumira nas ruas de São Paulo. Sabia até o meu nome.
Ficou mais escuro.  Pequenas estrelas apareceram no céu negro de São Paulo.
- Vou dar uma mijada. Levanta daí, Ronie. Tem que se movimentar para espantar o frio.
Levantei com dificuldade e o segui quase que mecanicamente em direção àquele matinho que ficava ali perto do campinho.  Quando o mato ficou um pouco mais espesso, Joel parou, desatou o cordão do calção de nylon e tirou o pinto para fora. Na escuridão, eu não consegui distinguir muito os contornos do pinto que ele segurava com a mão direita. Começou a urinar. Era um jato grosso que fazia barulho na grama seca do mato.
- Não vai mijar, moleque?
- Num to com vontade.
- Tá com fome?
Só então eu percebi que não almoçara. Estava sem comer desde o café da manhã com pão dormido.
- Tô.
Cambaleei e quase fui ao chão. Parece que a fome, quando lembrada, se manifesta de forma agressiva.
- Êpa, moleque. Vai desmaiar?
Trocou o pinto de mão e me segurou.
Eu me apoiei nele  já quando ele balançava o pinto mole para tirar as últimas gotas de urina.
- Aguenta firme, moleque.
Abracei-me firmemente àquele corpo  magro   e esguio e pus minha cabeça na altura do tórax  dele.
- Cê tá mal, heim?
Nessas alturas, já tinha guardado o pinto. Eu estava mole, as pernas bambas acho que de fome.
Meu braço atravessando a barriga dele  ali onde ficava o umbigo. Dei-me conta que ele estava sem camisa. Havia um caminho de pelos entre o umbigo e o calção que fazia cócegas no meu braço. O corpo dele estava quente e a situação era muito agradável. Eu não estava acostumado ao contato físico com ninguém. Nem mesmo com a minha mãe. Lá em casa, nem abraço tinha.
Não me lembro em que momento meu braço alcançou a linha do calção e, com o peso, o forçou  um pouco pra baixo. Senti o arbusto de pelos ásperos no meu antebraço. Estávamos quase imóveis.
Joel estava em silêncio. O mundo estava em silêncio.
A barriga magra parecia mais funda ainda, como se quisesse que meu braço descesse mais, além do cós do calção. Larguei um pouco mais o antebraço. Ali senti o volume de alguma coisa viva, volumosa, macia, mas consistente…
Deixei-me ali. A respiração de Joel estava um pouco mais acelerada.  Meu pau pequeno endureceu.
O volume macio no calção parecia elevar-se, forçando meu braço. Fiz força no sentido contrário e o volume respondeu.  Joel  pegou a minha mão e colocou o sobre a rola endurecida. Só colocou e eu comecei a apertar aquela massa comprida. A sensação era doida. Maluca mesmo. Algo que eu nunca sentira antes. Agora o pau projetava para frente do calção querendo rasgar o tecido sintético. Sentia a tela que ficava entre  nylon e aquela barra dura que me provocava arrepios na coluna.
Não sei quanto tempo fiquei alisando, apertando e mexendo na rola do Joel sob o calção até que ele me forçasse a ajoelhar diante dele.
Minha fome agora era outra. Minha cabeça ficou na altura daquela tenda branca armada. Minha boca salivou. Foi apenas um movimento para a ponta estufada da rola tocar nos meus lábios e eu abrir a bola chupando…
- Ai, moleque… Chupa, viadinho. Chupa seu macho…
Passava a mão na minha cabeça carinhosamente.  Alisava meus cabelos e gemia.
-  Hummmm….
Respiração curta.
- Deixa eu tirar pra fora. Cê quer?
- Hum.
- Cê quer, moleque? Fala pra mim se você quer.
- Quero. Quero sim, Joel.
Ele não baixou o calção como esperei que fizesse. Subiu a perna do short e tirou a rola.
Agora, acostumado à escuridão, eu conseguia ver. Tinha tamanho médio. Mas era cabeçuda. Aproximei minha boca e senti o cheiro suave da urina que acabara de sair. Estava dura. Duríssima. Lambi. Passei a língua pela cabeça lisa e suave. Ele gemia agora, sem se preocupar .
- Chupa, moleque. Chupa, meu cacete.
E eu chupava. Tenteva engolir, mas não conseguia avançar muito.
Encantei-me com a mata de pelos e  com o saco pequeno e peludo. Não sei como sabia, mas sentia que o saco também podia ser chupado. Desci a boca até os ovos e os lambi.
- Chupa, bichinha. Chupa, meu caralho. Hummmmm… Ai, boquinha gostosa…
Projetava o púbis para frente e para mim, a rola dura parecia enorme…
Segurou a minha cabeça e começou a foder a minha boca. Eu não largava o saco peludo, acariciando com a mão direita as bolas gordas e cheias de Joel.
- Cê gosta, né, viadinho…!? Fala.
Tirei a rola da boca e falei:
- Gosto.
- Quer levar essa rola no cuzinho?
Fiquei mudo.
- Não vai me dizer que não sabe disso? Nunca ouviu falar de rola no cu, moleque?
Puxou para cima e ficamos ali, frente a frente, até que Joel me puxasse e me abraçasse.
O corpo dele estava mais quente.  A rola dura espetava  meu peito e eu tentava encontrar a cabeça lisa e enfiá-la de novo na boca.
- Gostou, heim, moleque?
Uma das mãos de Joel desceu até a calça do meu moleton e  entrou por baixo do elástico tateando a minha bunda. Apertava uma das partes da minha bunda. A massagem era deliciosa.
- Agora, sou seu dono, moleque. Vou foder esse cuzinho. Você vais ser a minha mulherzinha.
A cabeça da rola agora estava  na minha boca. Solta uma babinha salgada.
- Para… tira meu pau da sua boca, moleque. Não quero gozar ainda.
Os dedos de Joel chegaram no meu cuzinho e começaram a brincar na portinha.
- Cuzinho apertado… Hummmmm…
Percebi que molhou  os dedos da outra mão e a levou até o meu cuzinho virgem. Forçou um deles na entradinha e o anelzinho cedeu.
- Hummmm… Aiiiiiii…
Gemi com a boca cheia.
- Tá gostando, moleque?
- Hummmmm…
A dor era terrível. Tirei o pau da boca:
- Não. Tira, tira!
- Espera um pouquinho. Esse cuzinho vai relaxar e ai você se acostuma.
Fazia movimento com o dedo ao redor do meu anelzinho. O courinho respondia pressionando a cabeça do dedo.
- Esse cuzinho tá precisando de pica, Ronei.
Revezava  as mãos, trocando os dedos enquanto colocava cuspe  nos outros.
Eu gemi alto.
- Tá gostando, viadinho? Gosta de ter o cuzinho laceado?
- Ai, ui…
Um dedo conseguiu forçar a entrada e chegar ao meio caminho, quando Joel resolveu colocar mais um. Meu cuzinho reagia pressionando os dois dedos que agora deslizavam quase com facilidade para dentro e fora do meu buraquinho.
-  Cuzinho gostoso!
A manipulação surtiu efeito. Já não sentia mais dor. Os dedos entraram e Joel fodia meu cu sem piedade.
- Ai. Ai.
- Tá gostoso? Fala vai, viadinho…
- Ai, Joel. Faz mais forte, faz. Enfia mais…
- Acho que tá na hora de experimentar uma coisa mais grossa….
Virou-me  de costas. Ouvi quando cuspiu na mão e molhou a chapeleta lisa do pau e pincelou a porta do meu cuzinho… A sensação era insana. Meu cuzinho parecia soltar um vapor quente que abrasava a entradinha quando o pau passava pelas preguinhas.
- Ai… Hummmm….
- Levanta a bundinha, moleque. Isso. Agora cê vai sentir gostoso.
Joel  pôs a cabeça e cutucou, ele cedeu um pouco, de novo cutucou, cedeu mais um pouquinho, abriu com os dedos e colocou a cabeça de novo, e encaixou dentro do primeiro anel.A cabeça parou ali, na entradinha. Joel abaixou o corpo e arremeteu a virilha vagarosamente para frente. O cuzinho abriu, mas a cabeça bem mais grossa que os dedos não conseguiu romper a barreirinha de couro. Joel forçou e eu gritei:
- Aiiiiiiiiii, aiiiiiiiiiii, uiiiiiiiiiii… Tá doendo, Joel. Tira, tira. Dói demais. Tá doendo muito.
-  São as pregas, Ronie…  Assim que você relaxar, passa a dor.
Tirou o pau. Eu fiquei ali, arreado, como se quisesse que a tortura continuasse. Pensei que havia desistido, mas em seguida cuspiu novamente na mão, lambuzou a cabeçorra da rola e posicionou-se para o ataque. Desta vez encostou o tronco em mim. O peitoral tava colado na parte superior das minhas costas. Aquele calor quentinho era demais.
E novamente aquela coceirinha na porta do cu recomeçou quanto ele pôs a cabeça do pau duro na entradinha do meu cu.  Joel segurou me abraçou com um dos braços enquanto forçava  o pau molhado na abertura estreita do meu cuzinho. Meu cuzinho gemeu e dilatou esperando aquilo tudo, ele deixou com calma e empurrou mais um pouquinho. A cabeça espremeu-se toda e como uma rolha ao contrário entrou no buraquinho apertado.  Joel continuou forçando. Entrou mais e  logo a  cabeçorra já estava toda dentro.
- Hum…. Ahnnnn…. Que cuzinho apertadinho, Ronnie.
A dor era lancinante. Parecia que algo rasgara dentro de mim. Um dor fina, como se um espeto tivesse me furando.
Joel parecia saber o que estava fazendo.  Ficou ali, paralisado, esperando eu me acostumar com o intruso. Demorou tanto tempo que eu tomei a iniciativa e rebolei no seu pau, já acostumado com o volume no salãozinho de entrada.
- Passou a dor, né, viadinho?
Parecia uma agulha quente rasgando meu cuzinho…
- Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!!!!!!
Segurou forte a minha cintura e entrou firme no meu cu.  A rola foi deslizando dentro do meu cuzinho e tora de carne maravilhosa invadiu minhas entranhas.As minhas pernas ficaram moles novamente.
- Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!!!!!!
Mas já não era somente dor que eu estava sentindo.  Era um misto de prazer que queimava o meu cuzinho e subia pela espinha…
Os pentelhos de Joel estavam colados na minha bunda.
- Hum…. Ahnnnn…. Agora esse cuzinho é meu. Eu fui o primeiro a meter nesse buraquinho….
Tirou uma porção da rola dura e meteu novamente me fazendo gemer….
- Aiiii…. Ui…
- Vou te foder agora, viadinho…
E a rola começou a pistonar no meu cuzinho primeiramente de leve.  Joel parecia  enlouquecido metendo a rola duríssima no meu cu. Fungava. Gemia baixinho. Tava mechendo só com a bunda, sem afastar muito de mim.
- Cuzinho gosotoso… Cuzinho apertado… Vou arrombar você todinho, moleque… Pede. Pede pro papai te fuder.
- Ai, Joel…  Me fode…
- Cê quer rola, sua bichinha….? Toma rola, toma!
- Me fodeeeeee….
Iclinou o tórax para traz e a arremessou a virilha para frente  e ficou olhando pau entrar e sair. O pau entrou todo. Ele socava o pau no meu cuzinho com força e com tanta precisão que, em dado momento,  já nem se mexia mais, eu fazia todo o trabalho de vai-e-vem me jogando para traz, eu mesmo me fodendo naquela rola cabeluda de homem. O barulho escorregadio de saliva e da bunda se chocando com o púbis era excitante demais.
- Ai, gostoso. Me dá esse cu, dá.  Fala pra mim, fala. De quem é esse cuzinho?
- É seu Joel. É só seu…
- Meu cacete também é só seu, viadinho. Sente. Tá sentindo? Eu to te fudendo…
E metia e tirava a rola dura do meu cuzinho de menino. Eu chorava mole a cada empurrão.
Estocava fundo. Era gostoso demais. Eu tava dando pela primeira vez e para um homem lindo e carinhoso.
- Minha putinha… arranquei o seu cabaço, viadinho…
De repente, Joel tirou a rola do meu cu. Um vazio frio chegou na minha bunda.  Reclamei.
- Calma, minha putinha. Calma. Ainda não acabei.
Pegou a jaqueta da adidas na mochila, forrou a grama e me mandou deitar de costa.
- Levanta as pernas, moleque.
Levantei e ele segurou minhas penas arqueadas deixando a minha bunda exposta, virada pra cima. Desta vez cuspiu no meu cuzinho e passou os dedos.  A rola encaixou na entradinha e ele, agora por cima, enterrou o cacete até o saco. Senti a mata de pentelhos que já vira antes encostar na minha bunda.
- Agora vou te fuder. Cê nunca mais na vida vai esquecer disso.
Começou a fuder o meu cu. Batia com força o púbis na minha bunda que soava como um tapa.
Parou de falar e se concentrou em meter. Era bom demais.
- Hum… hum… ai… ui…  aiii…
Acelerou o compasso. Agora metia com força.
- hum… hum…
A rola saia até a cabeça e depois voltava toda pra dentro do meu cuzinho que se acostumara totalmente com o volume. O saco encaixava direitinho  no meu rego. Com uma das mãos, Joel me dava uns tapas fracos mas firmes na bunda.
- Te arregacei, moleque. Agora vou gozar. Vou te dar meu leitinho. Vou esporrar lá dentro.
E voltou ao bate-estaca na minha bunda. Acelerou. Gemia como um touro. Fungava.
- Toma minha rola, toma.
- Fode. Fode. Me fode Joel.
- Aí vai!
E eu senti a rola explodi dentro do meu cuzinho soltando uma enxurrada de porra no meu cuzinho recém-deflorado.
Ele soltou o corpo em cima de mim, e ficamos ali, grudados como cachorros no cio. Suor escorrendo, respiração descompassada. O pinto amolecendo no meu cuzinho. A porra escorrendo farta no meu rego.
Joel então levantou devagar. Vestiu o short branco e me disse:
- Vê se não abre o bico, viu, moleque.
- Pode deixar. Não vou falar pra ninguém, Joel.
- Leva a minha jaqueta que tá muito frio.
Me ajudou a levantar, tirou a grama que tava no meu cabelo e ficou me olhando.
- Vê se não vira bicha, viu?
- Não. Eu não vou virar não, Joel.
Enfiou a mão na mochila e triou 5 reais e me deu. Não acreditei.
- Vê se compra alguma coisa na padaria pra comer. Quer que eu te leve até perto do córrego?
- Precisa não, Joel. Eu vou sozinho.
- Eu vou primeiro, depois cê sai daqui do mato e vai logo…
Pôs a mochila nas costa e saiu… Não dera três passos quando eu o chamei:
- Joel!
- Que foi, moleque?
- Eu te ….
- Já sei, moleque. Já sei.  Vem aqui amanhã que a gente faz mais. Eu to de férias da faculdade e vou jogar aqui todos os dias.
Virou-se e foi andando na direção da rua.
bonzinho@r7.com

5 Comentários para “Quando Joel me comeu ? Primeira parte.”

  1. High Says:
    MUITO bom o conto! Ansiozo pela part 2.
  2. Biel Says:
    Muito bem escrito!
  3. Mezenga Says:
    Excelente história!
  4. Truta Says:
    Demais! Adorei!
  5. professor Says:
    Muito bem escrita! Fiquei com um puta tesão!

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