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Tara Incontrolável

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Ol�. Eu sou o Gelson e já publiquei um conto aqui em 31 de janeiro deste ano. O título foi �Aprendendo sexo liberado�. Nele eu relatei uma experiência sexual que jamais vou esquecer, a minha primeira com uma travesti muito feminina e sensual, chamada Amanda. Depois daquela experiência, eu fiquei algum tempo sossegado, tentando avaliar o que eu havia feito. Recordava-me da aventura e me excitava. Minha mulher voltou de viagem e retomamos nossa vida sexual normal. Mas sempre que me lembrava de tudo que havia feito sentia uma excita��o muito grande e ficava com muita vontade de experimentar novamente. Cerca de um m�s depois do ocorrido, minha mulher teve que fazer outra viagem de trabalho e eu fiquei novamente s� em nossa casa. � noite passava o tempo vendo e baixando alguns vídeos de sexo pela Internet. Aquilo foi me deixando louco e alguma coisa me dizia que eu tinha que aproveitar aquela oportunidade. Quando foi num s�bado, eu estava em casa e comecei a sentir um tes�o muito forte, uma vontade de fazer nova aventura sexual. Sem assumir completamente o que eu estava pensando, resolvi tomar um banho, para me vesti e sair para a noite. Eu me lembrava do meu �ltimo di�logo com a travesti Amanda e ela perguntando:

- Agora que j� perdeu o cabacinho do rabo. Est� feliz?

Eu havia concordado refor�ando:

- Nunca imaginei que fosse t�o gostoso! E voc� � maravilhosa!

A travesti agradeceu satisfeita e aproveitou pra dizer:

- Voc� aprendeu como � gostoso dar sua bundinha! Agora, sempre que olhar para um cacete duro vai ficar com vontade de sentir ele dentro do seu rabo! N�o tem jeito, j� pegou gosto. Virou putinha pra sempre!

Naquela ocasi�o eu respondi:

- Mas n�o sinto tes�o em homem. N�o sou homossexual.

Amanda havia respondido com ironia:

- N�o � atra��o por homem. � aprender a gostar de uma pica. N�o tem jeito, 99 por cento de todos que saem com travestis querem ser comidos tamb�m. Eles querem sentir o pau dentro deles. E tem vergonha de dizer que gostam de pica porque se falarem abertamente s�o rotulados de homossexuais. N�o conhe�o ningu�m que experimentou dar a bunda assim gostoso e n�o sente vontade de dar de novo.

Naquela noite eu n�o entendia muito aquilo. Perguntei:

- Quer dizer que mesmo que n�o sinta atra��o por homem, est� dizendo que vou ter vontade de dar a bunda e sentir uma pica me comendo?

Ela acenara afirmativamente completando:

- � isso. Por isso que nosso ramo est� em alta. Saindo com travesti o cara quer tamb�m uma mulher que ele come, mas tamb�m quer ser comido.

Naquela noite eu n�o levei muito a s�rio aquilo. Mas depois de algum tempo notei que me excitava mais quando via v�deos de sexo anal, e como j� havia experimentado a sensa��o da penetra��o, me pequei analisando a imagem tamb�m pelo lado de quem era penetrado. Imaginei as sensa��es de ter aquele pau na bunda e me lembrei das palavras da Amanda:

- Vai sentir vontade de novo. Pode me ligar. Gostei muito de voc�. Adorei inaugurar seu cuzinho. Voc� � muito simp�tico e fode gostoso.

Naquela noite me senti impelido a buscar novas aventuras. Quando peguei o carro para sair estava trajado informalmente, com jeans, camiseta e sand�lias. Por garantia, levei uma bomba de fazer lavagem intestinal, gel lubrificante e v�rias camisinhas. Eu tinha contado por e-mail para um amigo com quem sempre troco v�deos e papos sobre sexo pela Internet, a aventura que havia feito e ele ficou contente, confessando que tamb�m adorava sair com uma travesti de vez em quando. Ele contou:

- Nossa! Eu adoro ver aquela mulher de corpo sensual e pinto duro. Uma travesti � uma coisa muito tesuda! Eu j� perdi o medo de um cacete e fico muito tarado ao ver o pau da travesti duro. Eu sempre cavalgo sobre ela e a primeira entrada do pau nessa posi��o � muito gostosa porque consigo controlar a penetra��o. Mas depois de algum tempo eu fico de quatro para a trava socar com for�a at� eu gozar. � muito bom!

S� de pensar no que ele dissera e me lembrar fazendo aquilo com a Amanda, j� me deixava louco, meu pau n�o amolecia. Meu amigo dissera:

- Entenda que � somente sexo. Perca o preconceito e aprenda tudo que pode lhe dar muito prazer. Dando seu cuzinho para um travesti de pau gostoso voc� vai delirar.

Peguei no celular e liguei para o telefone da Amanda, mas ela n�o atendeu. Insisti umas duas vezes enquanto rodava de carro pela cidade. Segui para a regi�o mais afastada da cidade onde sei que ficam muitos travestis, perto de alguns mot�is. L� o movimento era mais intenso, com carros e motos passando, olhando as travestis que se exibiam. Nos bares de cal�ada tinham cafet�es, putas, travestis e outras pessoas sentadas bebendo. Ali n�o vi nenhuma travesti que me agradasse, todas muito bombadas, exibindo-se semi-nuas. Resolvi dar uma volta maior e n�o encontrei ningu�m que eu sentisse confian�a. J� estava achando que a noite seria vazia, voltava para casa, quando vi uma morena bem feminina andando na rua, bem vestida, cal�a Jeans justa, sand�lias pretas de salto alto, blusinha de cintura aparente, um piercing no umbigo, e um cabel�o preto comprido muito bonito que balan�ava quando ela andava. Numa primeira olhada pensei que fosse mulher e s� quando parei o carro perto do passeio e a observei pude perceber que era uma travesti muito feminina. No volume da blusa parecia que tinha seios n�o muito grandes, mas bem firmes. A figura era elegante sensual. Ela veio para perto da janela do passageiro. Seu rosto tinha fei��es delicadas, nariz pequeno, sobrancelhas muito bem feitas, boca sensual, olhos bonitos e express�o simp�tica. Perguntei o nome e ela respondeu que era Lexia. Perguntei se topava sair e ela concordou. Entrou no carro e seguimos para um motel. No caminho percebi que ela tinha uma voz grave, mas delicada, e era bem educada, procurando ser simp�tica. Perguntei se ela fazia de tudo e recebi uma resposta afirmativa, esclarecendo que fazia sexo passivo e ativo. Quis saber se era �avantajada� e ela disse que tinha de dote 19 cm por 5 cm. Ela perguntou:

- Voc� gosta de ser comido? Gosta de dar o cuzinho?

Eu expliquei que tinha feito apenas uma vez, com uma travesti, e que fora muito bom. Confessei que sentia vontade de experimentar de novo. N�o sei qual o motivo, mas s� de levar aquele papo j� me deixava de pau muito duro. Em menos de 10 minutos entramos no motel. Na luz do quarto, com tranq�ilidade, pude observar melhor, e notei o p� delicado, bem feito, com unhas pintadas de esmalte branco. As m�os dela eram pequenas e tamb�m apresentava unhas bem feitas. Elogiei sua beleza e sensualidade e ela agradeceu sorridente. Ela tratou de descal�ar a sand�lia com gestos femininos e eu tamb�m retirei a minha. Eu perguntei:

- Vamos passar numa ducha?

Ela se despiu e me contou que acabara de tomar banho em sua casa para sair, pois iria a um barzinho gay. Eu pedi licen�a e fui ao banheiro para fazer a higiene �ntima enquanto ela ligava a TV e ficava assistindo um porn�. Eu j� estava bem tesudo de ver a travesti gostosa e sensual. Fiz minha higiene injetando �gua morna do chuveiro dentro do �nus com a bomba de borracha, exatamente como meu amigo me indicara e quando s� sa�a �gua limpa achei que estava pronto. Tomei um banho r�pido e voltei para o quarto. Sentia meu �nus sens�vel e minha vol�pia estava a mil. S� de pensar que eu estava me preparando para transar novamente com uma travesti me deixava completamente tarado. Ouvi mentalmente a voz do meu amigo insistindo:

- �Quando lembrar como � bom sentar num cacete bem duro voc� vai ver como fica tesudo!�

A travesti me perguntou:

- O que vamos fazer?

Eu lhe disse:

- Achei voc� muito bonita, sensual e feminina, me despertou o tes�o. Mas quero tamb�m voltar a sentir tes�o no cuzinho. Vou querer que voc� me coma bem gostoso e eu vou comer voc� depois.

Olhei a bunda dela, redonda e firme, empinada e com marquinha de tanguinha fio dental e aquilo me deu mais desejo. Vi os lindos peitinhos, como duas meias laranjas, os mamilos pequenos de biquinhos salientes, muito perfeitos. Eram deliciosos e eu comentei. Ela gostou de ouvir informando que era resultado dos horm�nios.

Sentada na cama, ela me pediu para que chegasse perto dela e segurou meu pau. O bicho estava r�gido e empinado para cima como se eu tivesse 20 anos. Ela deu um beijo na cabe�a e passou a l�ngua sensualmente. Aquilo me fez soltar um gemido. Pedi que ela chupasse e pude ver como ela era experiente, lambendo e sugando minha pica com uma suavidade enorme. Com a m�o ela me acariciava as n�degas e o saco. Eu passava a m�o em seus cabelos, alisava sua pele macia das costas e apalpei de leve os peitinhos firmes. Ela soltou um gemidinho e sugou meu pau de um jeito mais intenso. Vi que ela estava ficando com tes�o porque o pau dela come�ava a se empinar. Era de um tamanho muito pr�ximo do meu, talvez um pouquinho mais longo. Um cacete bem feito, quase reto, com uma ligeira curva para cima, a cabe�a meio coberta pelo prep�cio. O saco era castanho escuro e estava bem depilado. Fiz algumas car�cias nela elogiando seu corpo e ela tamb�m me acariciou dizendo que eu era muito simp�tico. Acabamos nos deitando sobre a cama e ela continuou a me chupar bem gostoso. Eu aproveitei para pegar em seu pau e ajudar a masturbar de leve. Estava bem duro e eu apertei um pouco para sentir como ele vibrava. Ao segurar no pau dela percebi que me sentia mais excitado. Eu disse:

- Seu pau � muito gostoso, firme e bem feito.

Ela sorriu agradecendo e perguntou:

- Sente tes�o de segurar nele?

Eu concordei e perguntei se ela tamb�m sentia o mesmo. Ela disse:

- Sinto tes�o em ver que est� de pau duro por minha causa.

Eu sorri porque era exatamente o que eu estava sentindo ao segurar no pau duro dela.

Lexia falou:

- Eu prefiro dar meu cuzinho, mas quando vejo que o parceiro est� com muito desejo, fico tarada para foder ele tamb�m.

Eu perguntei:

Sempre acontece isso?

Ela respondeu:

- Na rua a maioria dos programas � para ser ativa. O cara j� escolhe voc� pensando em dar e isso deixa a gente excitada. Eu gosto tamb�m de comer. Gosto de ver a pessoa gozando quando estou fodendo nela.

Ouvir aquilo me deixou muito mais animado. Ela chupava meu pau com um jeito muito gostoso e sensual e tamb�m acariciava meu �nus com os dedos.

Ela perguntou:

- Gosta de ser acariciado no cuzinho?

Eu estava em ponto de bala. Respondi meio ofegante:

- � a segunda vez e estou adorando! Deixa-me muito tesudo.

Eu tamb�m fiquei acariciando entre as pernas, passava a m�o no cacete, tocando em seu saco, pressionava o �nus dela e voltava a segurar em seu pau que estava muito enrijecido. A excita��o que eu sentia de poder estar experimentando aquilo era enorme. Eu tinha certeza de que n�o era homossexual, n�o me sentia interessado em homens, mas fazer aquela aventura com aquele travesti, poder segurar em seu cacete e masturbar, imaginando que ele em breve ia me penetrar estava sendo alucinante. Em pouco tempo perdi totalmente a timidez e passei a masturbar o pau da travesti que suspirava enquanto chupava meu pau. Ela mamava e eu apreciava como ela fazia, lambendo e sugando de um jeito muito gostoso. Ela continuou a tocar em meu �nus com a ponta dos dedos, toques suaves e que me deixavam tremendo de tes�o. Meu pau parecia que iria explodir. Fiquei muito tarado e resolvi colocar uma camisinha no pau dela, pois queria chupar tamb�m. Eu falei:

- Quero chupar seu pau. Est� t�o gostoso e duro, quero aprender a fazer como voc�.

S� de dizer aquilo eu quase gozava assumindo totalmente minha fantasia.

Vesti a camisinha no caralho duro dela. Eu pensava:

�Agora voc� est� assumindo mesmo o gosto por uma pica! Bem que a Amanda falou que ia aprender.�

Ter consci�ncia do grau de libertinagem da minha atitude me tornava mais tarado. Lexia perguntou:

- Voc� gosta de chupar um pau duro?

Eu respondi que vendo ela de pau duro com tanto tes�o comigo me deixava tarado de vontade.

Lexia ficou deitava em posi��o inversa � minha na cama. Iniciamos um 69 deitados de lado. Sentia a vara pulsando na minha boca e explorei a anatomia da pica com a l�ngua enquanto sugava de leve. Lexia gemeu satisfeita e me sugou o caralho com mais vontade. Ela fazia com suavidade e eu imitei o que ela fazia. Fiquei mamando no pau enquanto ela me masturbava e me acariciava na base do saco. Ela dizia baixinho:

- Voc� chupa bem gostoso! Estou louca pra foder seu cuzinho.

Aos poucos os dedos dela provocavam meu �nus de leve e me arrepiava o corpo todo. Eu fazia o mesmo em seu cuzinho e senti o pau da travesti dar uma sacolejada na minha boca. Chupei mais um pouco ouvindo a travesti gemer enquanto me lambia o pau e o saco e em seguida passou a dar lambidas em meu �nus. Fui at� �s estrelas, quase gozei com aquilo. Com a l�ngua eu explorava a forma sensual da pica da travesti em minha boca e com sugadas de baixa press�o eu curtia fazer aquele boquete. Minha m�o acariciava as n�degas dela e tocava em seu cuzinho que parecia piscar. Senti que o meu �nus tamb�m estava sendo lambido e provocado pelos dedos dela e quase se introduzia em minhas pregas. Ofeguei deliciado. Eu disse:

- Que gostoso que �.

Lexia gemeu e continuou mamando. Depois de uns segundo disse:

- Chupa com calma. Voc� agora sabe como � bom. Estou quase gozando!

Eu disse:

- Estou sentindo seu pau duro e pulsando em minha boca. Nunca pensei que gostaria se sentir isso. D�-me um puta tes�o!

Ela gemeu e falou:

- Voc� j� pegou o jeito. Sempre que ver uma pica tesuda vai querer chupar bem gostoso.

Quase gozei ouvindo aquilo. A travesti suspirava ofegante demonstrando que estivera quase por ter um orgasmo com minhas chupadas. Foi naquele momento que ela falou:

- Est� com tes�o no cuzinho? Vamos meter gostosinho? O que voc� tem vontade?

Tive coragem de dizer:

- Estou muito tarado. Quero sentar e sentir sua pica entrando no meu rabo.

Ela se deitou de costas na cama recostada nos travesseiros. O pau duro estava empinado quase tocando o ventre da travesti. Vi como tinha crescido e era bem grande. Acho que passava de dezenove cent�metros. Naquele momento entendi o que o meu amigo havia dito, que quando visse um pau duro ficaria com vontade de sentar sobre ele. O tes�o era muito forte e meu �nus piscava.

Eu falei:

- Que pau mais tesudo! Duro e empinado!

Lexia me pediu:

- Vem, monta agora, faz como tem vontade.

Eu peguei a bisnaga de gel e passei um pouco no meu �nus enfiando um pouco para dentro. Depois passei no pau da travesti vestido com a camisinha. A seguir montei a cavalo de frente para ela. Quando encostei meu �nus no pau, a sensa��o da cabe�a espalhando gel no meu cuzinho aumentou a vontade de sentir a pica ali dentro. Eu disse:

- Que loucura. Nunca pensei que sentisse tanta vontade de dar a bunda.

Ela disse:

- Sente o pau encostado no cuzinho.

Cheguei a rebolar as cadeiras enquanto ela ajeitava a cabe�a da pica sobre minhas pregas. S� de saber que estava fazendo aquilo sem nenhuma vergonha como se fosse mesmo uma puta me levava ao del�rio. Ofeguei de prazer. Naquele momento ela disse:

- Vem cadelinha! Senta na piroca. Vem dar essa bunda gulosa. Sei que voc� est� muito tesuda para ser minha putinha. Diz que quer ser fodida como uma putinha sacana.

Eu estava descontrolado de desejo e aceitei a proposta. Comecei a falar baixinho, meio sussurrado:

- Quero ser sua putinha bem fodida! Mete gostoso esse pau tesudo e me faz virar uma cadelinha sacana!

A travesti sorriu e falou:

- Voc� est� com tes�o de argola. Voc� j� queria dar o rabo antes de me encontrar. Mas agora que viu meu pau duro est� sentindo muita vontade de ser comido.

Eu estava mesmo ofegante com aquela pica encostada nas minhas pregas.

Eu disse:

- Meu tes�o � porque voc� � muito gostosa e sensual. Uma del�cia de morena com uma pica bem tesuda!

Lexia estava tarada tamb�m. Ela me acariciou nas n�degas e firmou o pau dizendo:

- Vem, senta gostoso no meu pau! J� est� taradinha. Mostra que j� � uma cadelinha sem vergonha.

Era verdade. Eu estava louco para dar e gemi concordando:

- Nossa, que tes�o no rabo. Nunca pensei.

Fui abaixando minha bunda e sentando sobre o caralho empinado. Senti quando a cabe�a esticou minhas pregas. Ali, a abertura do meu esf�ncter pela cabe�a causava uma ligeira ard�ncia. O mais incr�vel � que a sensa��o de ligeira ard�ncia aumentava ainda mais a vontade de sentir o pau se enterrando. Eu lembrei da primeira vez que havia feito aquilo e me senti mais tarado. As m�os da travesti me acariciavam na cintura como me convidando a me abrir para ela. Rebolei um pouco a bunda e exclamei:

- Nossa! Que pau mais duro e tesudo! Mete gostoso no meu cuzinho!

A travesti deu uma pequena empurrada com a cintura e senti o pau for�ar a passagem enfiando a cabe�a para dentro. Ofeguei deliciado com aquela sensa��o e disse:

- Ah, que gostoso! Est� se enterrando! Que sensa��o deliciosa! Me fode agora.

Lexia estava muito tesuda tamb�m de ver meu prazer e falou:

- Que cuzinho mais guloso! Quer ser putinha como eu?

Eu sentia a pica me esticando as pregas e deslizando apertada para dentro do meu reto. A sensa��o da penetra��o era muito gostosa, mas era ampliada pelo tes�o de saber que eu estava confirmando o ditado que dizia que uma vez aprendendo a gente fica viciado em dar a bunda. Soltei um gemido de prazer exclamando:

- Estou adorando! Quero ser sua putinha agora! Que del�cia! Que pica mais tesuda! Enterra tudo!

Eu me sentei sobre o caralho rijo e rebolei enquanto a travesti dava as estocadas bem firmes, me fazendo quase gozar. Eu exclamava:

- Que maravilha! Que pau mais tesudo! Estou adorando!

Eu estava ajoelhado sobre o colch�o montado � cavalo sobre o ventre da travesti e naquela posi��o podia ir para frente e para tr�s, e rebolar sentindo o pau duro me socar as pregas. Aquilo proporcionava sensa��es alucinantes de prazer. Vi que a travesti tamb�m tinha os olhos bem abertos observando com satisfa��o o meu prazer de rebolar sobre sua pica. Ela gostava de sexo e aquilo me motivava mais. Naquele momento, minha vol�pia chegou ao m�ximo e eu curtia o pau do travesti me fodendo de um jeito arrebatador. Poder me movimentar sobre ela, desfrutando cada estocada que a travesti dava era um prazer incontrol�vel. A sensa��o de ter o pau atolado era �nica. Ent�o, coloquei a m�o para tr�s e segurei a base do pau dela para poder firmar e fui com o corpo pra frente, at� a pica sair do meu �nus. Quando o pau saiu do �nus eu ofeguei de prazer e voltei a recuar dizendo:

- Quero sentir a enterrada de novo. � muito bom sentir o pau se enfiando!

Firmei o cacete e recuei a bunda sentando sobre ele, sentindo a cabe�a alargar minhas pregas e deslizar bem justo pra dentro. O prazer era enorme e eu ofegava:

- Que tes�o gostoso quando o pau entra!

Senti o caralho dar um solavanco indicando que a travesti tamb�m tinha sentido tes�o com aquilo e admirava minha sensa��o de ser enrabado.

Ela j� estava completamente envolvida pelo clima de vol�pia e tamb�m rebolava os quadris fazendo o pau se movimentar dentro de mim. Ela adorava foder. Eu repeti a retirada e ela perguntou:

- Agora a cadelinha est� tesuda?

Eu me preparei para sentar novamente e disse:

- Estou no maior tes�o! Como � bom sentir o pau se enterrar!

N�o d� para descrever em palavras a vol�pia que eu estava sentindo. Na minha cabe�a passavam as coisas que meu amigo havia dito, e tamb�m as minhas taras antes de estar ali. Olhei de lado no espelho e vi a nossa imagem, eu numa posi��o de sentar na caceta da travesti. Era uma imagem parecida com as que eu havia visto nos filmes porn�. As m�os de Lexia, com as unhas pintadas me acariciavam na cintura. Perdi totalmente a vergonha e comecei a pedir:

- Isso mesmo! Invade as minhas pregas. Enfia essa pica inteira aqui dentro. Ah, como � bom ser uma putinha com voc�!

Lexia passou a dar pequenas estocadas e eu rebolava com o pau enfiado no �nus. Cada ida para frente e depois a recuada arrancava suspiros de ambos. Acho que fiquei uns tr�s minutos curtindo aquela trepada, olhando a imagem da nossa vol�pia refletida no espelho e observava quando a travesti deixava o pau quase sair do meu rabo e depois enfiava de novo com uma enterrada do quadril. Jamais poderia sonhar que ver aquela cena, me ver ali, sentado a cavalo sobre a travesti, vendo no espelho a piroca aparecer saindo do cu e depois se enfiar novamente nas minhas pregas, me daria tanta satisfa��o.

Sem perceber eu murmurava:

- Voc� � uma del�cia! Fez-me ficar muito tesuda de ser putinha! Que gostoso que � sentir voc� me fodendo!

Foi nesse momento que percebi que Lexia estava curtindo muito aquela trepada. Olhei em seu rosto e via express�o de quem estava contente, se controlando para n�o gozar. Eu parei um pouco de fazer movimentos e ela abriu os olhos. A travesti perguntou:

- Ent�o, est� feliz? Sentiu como � gostoso?

Eu concordei arfando e ela ent�o me disse:

- Fica de quatro e empina a bunda. Oferece esse cuzinho para mim.

Senti uma vertigem de vol�pia. Ela se levantou e ficou de joelhos sobre a cama. Eu me mantive de joelhos e empinei a bunda, me apoiando sobre os antebra�os no colch�o. Com o traseiro empinado pude ver minha posi��o pelo espelho. Recordava-me do amigo dizendo:

�Vai ficar de quatro oferecendo o rabo igual uma cadelinha no cio e muito tarada para sentir a piroca se enterrar�.

Eu arfava de t�o excitado. Olhei no espelho da parede e vi minha situa��o, de quatro sobre a cama, com a bunda oferecida e Lexia, uma del�cia de travesti, sensual e feminina, passando gel no meu �nus, me levando a pedir desesperadamente que me deixasse louco pedindo por uma pica. Pensei:

�Jamais poderia imaginar, mas no fundo tenho que reconhecer que foi uma fantasia muito desejada nas �ltimas horas�.

Consegui dizer:

- Meu amigo tinha raz�o. Ele falou que eu ia virar uma cadela no cio. Eu estou maluco de tanto prazer.

A travesti de joelhos atr�s de mim passava o pau na minha bunda dizendo:

- Quer ser uma cadelinha? Quer que eu encha de pica este cuzinho sacana?

A sensa��o da piroca encostando-se a meu rabo era de enlouquecer. Eu tremia de tes�o e quando vi estava confirmando:

- Vem! Faz-me de sua cadelinha! Estou com muita vontade de voc� socar bem gostoso. Virei uma putinha tesuda!

A travesti ainda ficou passando a cabe�a do pau na entrada do meu �nus o que era muito provocante. Ela dizia:

- Olha como voc� me deixou tarada. Fiquei com muita vontade de atolar de novo o seu cuzinho.

Eu gemia:

- Quero dar para voc�. Quero que me coma de todo jeito.

A morena come�ou a beijar minha nuca dizendo em sua voz rouca:

- J� � uma putinha bem tesudinha! Viciou em levar piroca no cuzinho.

Eu estava sentindo tanto prazer que nem respondi. S� consegui pedir:

- Vai, mete gostoso, enfia essa pica no meu cuzinho. Est� uma del�cia! Que loucura.

Ela me segurava pela virilha e me puxava ajudando meus movimentos.

- Vem cadelinha! Rebola na minha piroca! Pisca esse cu guloso!

Lexia dava algumas estocadas procurando sincronizar o ritmo com meus movimentos para frente e para tr�s.

Quando percebi est�vamos fodendo bem gostoso, o pau indo e vindo e eu ofegava deliciado. Consegui dizer:

- Que coisa mais louca! Est� me fodendo bem gostoso, eu adorei virar uma cadelinha no cio. Seu pau � muito tesudo.

Meu prazer era realmente enorme e eu estava deliciado.

Ela me controlava dizendo:

- Vai com calma, sen�o eu gozo logo. Se voc� quer curtir bastante tem que ter calma. Sente o pau atolando o seu cuzinho e aproveita.

Delirei ao sentir cada enfiada do cacete duro. Fiquei alguns minutos desfrutando daquela sensa��o maravilhosa. O caralho entrava e me preenchia provocando um prazer enorme. Depois ao recuar a sensa��o era outra ainda mais gostosa, despertando o desejo que se enfiasse novamente. Meu �nus se contra�a em volta do pau. Jamais pensei que teria tanto prazer. Estava admirado com aquilo e confirmei:

- Que coisa mais gostosa! N�o quero parar mais. Estou adorando tudo.

Lexia sorriu com express�o feliz:

- Agora voc� j� sabe ser bem cadelinha.

Eu concordei e esperei que ela retirasse o cacete. Depois permaneci de quatro apoiando na cama e empinei minha bunda, pedindo:

- Vem enfia de novo! Come a sua putinha!

Olhei no espelho e vi a travesti se aproximar do meu rego com o pau duro. Vi como aquela pica estava grande e tive uma grande satisfa��o em saber que aquele pau duro e tesudo iria me penetrar de novo. Tive a certeza de que eu queria muito aquilo. E por incr�vel que pare�a, ficar na posi��o de receber a enrabada me deixava tamb�m bastante excitado, como se fosse um prazer secreto poder dar daquele jeito. A travesti se ajeitou atr�s de mim e encostou o caralho bem rijo no meu rego. Senti a cabe�a roli�a novamente for�ando minhas pregas. Mas j� estava completamente relaxado e meu cu se oferecia para o pau duro entrar. Eu pedi voluntariamente:

- Vem, enfia gostoso! Quero sentir novamente como se fosse uma cadelinha no cio.

Lexia me segurou pelas cadeiras acariciando um pouco minhas costas. Ela me arranhou as costas com a ponta das unhas e falou baixinho:

- Agora j� aprendeu como � gostoso ser putinha! Est� querendo meu pau?

Eu gemi para dizer que sim. Exclamei:

- Estou. Quero que enterre tudo. Come meu cuzinho agora!

Ela sorriu:

- J� viciou na minha pica. � uma putinha sem vergonha e tarada por pau.

Ela estava sendo carinhosa e provocante. N�o enfiou de uma vez. S� colocou a cabe�a na entrada e esperou. Eu rebolei de satisfa��o. Depois ela recuou. O meu desejo era tanto que pedi:

- Enterra gostoso!

Ela for�ou de novo me puxando pela cintura e quando o pau se enfiou um pouco no �nus ela voltou a retirar. Eu gemi de vontade e falei:

- Que loucura! Mete fundo!

A travesti parecia deliciada com aquilo e falava bem baixinho:

- Est� taradinha? Diz que � uma cadelinha sem vergonha. Pede para ser fodida!

Eu quase gemia de tanto desejo:

- Mete agora! Fode sua cadelinha. Estou muito tesudinha. Enterra essa piroca bem fundo!

Ela enfiava um pouco o caralho no meu rabo e depois retirava. Quando entrava eu quase desmaiava de tanto prazer, mas quando ela recuava eu ficava com uma vontade maluca, gemendo de tes�o. Lexia perguntou:

- Gostou da pica? Agora sabe como � bom ser putinha?

Eu comecei a gemer em voz alta pedindo para ela me foder. Ouvir a minha voz gemendo era muito provocante.

- Amei ser putinha! Enterra tudo! Come meu cuzinho de novo! Fode sua putinha! Ai querida, que coisa mais tesuda!

As m�os dela que me puxavam com mais firmeza. Senti a press�o do caralho no rabo. Meu �nus de dilatou e o cacete se enterrou deslizando. Ofeguei. Eu desejava aquilo intensamente. S� consegui gemer de prazer enquanto a travesti me dava algumas estocadas mais firmes. Aquilo perdurou por uns tr�s minutos. Eu olhava no espelho e admirava cada detalhe da cena que estava vendo. Eu de quatro e a boneca linda, corpo de mulher, socando com firmeza e ritmo no meu rabo. Eu me deliciava curtindo aquelas sensa��es. Cheguei a ter tremores de orgasmo e quase ejaculei sem tocar em meu pau. A travesti metia com ritmo, fodendo vigorosamente e eu me concentrava naquela sensa��o deliciosa, pensando que talvez nunca mais seria o mesmo de antes, porque estava realizando um sonho e vivendo uma aventura inesquec�vel. Olhei no espelho e via ela metendo. Eu ouvia aquele barulho caracter�stico do saco batendo na minha bunda a cada enterrada. Eu disse:

- Ai, que gostoso! Estou adorando. Nunca mais vou esquecer disto.

Lexia dava estocadas bem firmes, o pau ia bem fundo e eu empinava minha bunda para poder sentir tudo com o m�ximo de satisfa��o. Ficamos curtindo alguns minutos. Enquanto ela metia com ritmo no meu rabo, eu comecei a apertar meu �nus em torno do cacete, arrancando suspiros de prazer da travesti. Ela falou:

- Seu cuzinho j� aprendeu a fazer massagem no caralho. Agora voc� vai ser uma putinha completa! Estou quase gozando.

Eu fiquei com tanto tes�o que achei que ia gozar e pedi para ela parar, pois desejava comer aquela del�cia de boneca. Quando o pau saiu do meu rabo, a vontade era de que n�o parasse. Eu falei:

- Queria dar at� voc� gozar. Mas eu que quase gozei antes.

Meu pau n�o amolecia de jeito nenhum. Vesti uma camisinha e trocamos de posi��o. Ela se ajoelhou e ficou de quatro, oferecendo sua bunda. Seu corpo modelado, bem feminino e sensual me deixava muito tarado. Olhei a bunda com marquinha de biqu�ni fio dental. Abri as n�degas e espalhei um pouco de gel no rego e no cuzinho dela. Vi aquele cuzinho castanho escuro, as pregas piscavam de desejo. A sacana tamb�m estava gostando de dar a bunda. Era um corpo sensual e provocante. Eu segurei em sua bunda e encostei meu caralho no cuzinho. Ela pediu:

- Vai com calma. Enfia com jeitinho para eu curtir essa piroca.

Meu pau era talvez um pouco mais curto que o dela, mas era ligeiramente mais grosso. Vi que ela estava muito tesuda tamb�m. Senti o �nus castanho piscar sobre a cabe�a do meu cacete. Eu perguntei:

- Voc� gostou do meu pau? Ficou com vontade?

Ela sorriu e respondeu:

- Quando vi fiquei muito contente. Tem o tamanho ideal para me dar muito prazer.

Eu tratei de encostar meu pau com mais for�a. Lexia gemeu e eu perguntei:

- Quer ser minha putinha?

Ela sorriu e fez que sim com a cabe�a. Depois ela disse:

- Voc� agora manda e eu obede�o. Fode gostoso!

Comecei a enfiar lentamente. Ela gemia a cada enterrada. Sentia o anel do �nus apertando meu caralho e percebi que ela estava se deliciando com meu pau exatamente como eu havia sentido:

Comentei:

- Sentiu que eu enfiei tudo? Isso � uma del�cia n�o �?

Lexia falou:

- J� sabe como � bom. Agora, sempre que voc� encarar uma pica empinada de tes�o vai ficar com vontade.

Eu estava com muita vontade de meter nela e fiz empurr�es com um pouco de for�a. Ela gemeu quando sentiu a pica bater no fundo Ent�o eu comecei a enfiar e recuar com muita calma. Ela gemia suspirando, e perguntei:

- Est� bom?

Ela afirmou com a cabe�a. Mantive meus movimentos suaves e comecei a perceber que ela piscava o �nus, para provocar mais prazer. Ouvi Lexia dizer:

- Fode gostosinho! Goza no meu cu.

Naquela hora, a vontade de foder foi enorme e passei a bombar com ritmo. Cada estocada ela gemia indicando que gostava daquilo. Reparei que ela colocava a m�o por baixo do corpo e batia uma punheta enquanto eu comia seu rabinho. Eu conhecia a sensa��o que ela estava tendo e fiquei bem tarado. Continuei bombando at� que percebi que estava perto de gozar, Ela pediu:

- Agora, enche meu cuzinho de porra! Goza comigo querido.

Eu disse:

- Vamos gozar juntos com meu pau no seu cuzinho!

Ela passou a rebolar a bunda e eu puxava suas ancas de encontro ao meu cacete. Percebi que n�o ia mais conseguir reter e explodi num orgasmo intenso, lan�ando jatos fortes de esperma dentro da camisinha. Comecei a gemer e falar coisas bem sacanas, chamando a travesti de putinha deliciosa. Vi que ela se masturbava eceleradamente e entendi que queria gozar com meu pau em seu rabo. Permaneci por uns dois minutos dando estocadas com meu pau bem duro, prolongando meu orgasmo, e ouvi Alexia gemer no gozo intenso quando tamb�m teve seu orgasmo com meu pau dentro dela. Foi muito bom.

Eu exclamei:

- Putinha sacana! Cuzinho mais guloso! Gozei demais!

Ficamos quase um minuto ainda engatados deixando as ondas intensas de orgasmo nos sacudirem os corpos. Imposs�vel descrever o prazer que sentimos. Esperamos um pouco e nos desengatamos. Permanecemos ofegantes e muito esgotados, durante alguns minutos. Depois, fomos para o banheiro e retiramos as camisinhas repletas de porra. Tomamos uma ducha morna enquanto Lexia sorridente dizia:

- Voc� gostou? Est� satisfeito? Foi bom?

Eu concordei refor�ando:

- Muito. Uma del�cia! E voc� � maravilhosa!

A travesti agradeceu sorridente e vi que estava satisfeita. Eu comentei:

- Tenho que admitir, nunca pensei que fosse t�o bom. Agora eu sei quando me falavam que vou ter saudade de uma pica.

Ela aproveitou pra dizer:

- Voc� aprendeu a dar seu cuzinho de um jeito muito gostoso! Agora, sempre que lembrar de um cacete vai ficar com vontade de sentir um pau entrando no seu rabo! Agora j� � putinha pra sempre!

Eu estava contente, embora n�o levasse aquilo muito a s�rio:

- Quer dizer que mesmo eu n�o sendo gay ou veado eu vou ter vontade de dar a bunda e sentir uma pica me comendo?

Ela sorriu e completou:

-� assim que vai ser. A sorte � que voc� sabe onde me pode encontrar. Gostei muito de transar com voc�.

Tomamos banho, nos vestimos, eu paguei a conta e fomos embora. Levei-a at� perto do barzinho gay onde ela disse que iria antes de nos encontrarmos. T�nhamos ficado duas horas juntos. Ao descer ela disse:

- Gostei muito de voc�. Voc� � um cara muito legal.

Agradeci e disse que ela era deliciosa. Que nunca mais iria esquecer aquela noite. Voltei louco por tomar um outro banho. Estava muito satisfeito com o que havia feito, embora sentisse meu �nus meio dolorido. S� de lembrar o prazer que havia experimentado com a travesti me comendo o cuzinho me sentia excitado novamente. Resolvi que no dia seguinte iria escrever para contar a minha aventura. Eu n�o podia imaginar que daquele dia em diante, sempre que me lembrasse, ia sentir falta de sentar numa caceta. Quando minha mulher regressou, eu estava pensando como faria para contar a ela o que havia feito. Mas isso eu vou contar em outro relato.

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