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Taradinha por coroas

Disque sexo

Meu nome Talita, adoro ler contos erticos, em especial aqueles de meninas que como eu adoram atiar os homens mais velhos, adoro os coroas com idade acima dos 40 anos, eles realmente so atenciosos, acho um charme aqueles que tem cabelos meio grisalhos, s no gosto muito dos barrigudos e se tiver pouca barriga tudo bem, tbem no gosto dos muito branquelos, prefiro os morenos ou negres, meu teso deixa-los babando quando passo usando roupas insinuantes, os coroas geralmente so discretos mas sabem como mexer com uma ninfeta, no so como esses pivetes idiotas, bando de babacas. Ah ! j ia me esquecendo de contar detalhes a meu respeito, tenho ** anos, sinto muita vontade de transar mas tenho um pouco de medo, na verdade ainda no pintou a pessoa certa, algum com quem eu me identifique, moro em So Paulo, pele clara, pouco bronze, cabelos castanhos claros at os ombros, um corpo legal, na verdade sou do tipo mignon, cintura fina, bumbum redondinho empinado, meus seios so pequenos tipo pontudos, no gosto muito de usar suti, s uso de vez em quando, adoro usar cala jeans com cintura baixa, sempre uso um top deixando minha barriguinha de fora, no uso pircing, tenho medo de furar o umbigo, adoro tbem usar shorts e as vezes mini saias, principalmente quando quero azarar os coroas no shopping. Por falar em shopping, um dia desses eu estava com minha amiga Paulinha dando umas voltas no shopping e resolvemos comer no Mac. Estvamos na fila para pegar o lanche quando percebemos na fila ao lado um coroa moreno alto devia ter 1,75 m, aparentava uns 40 anos, perceb que ele no tirava os olhos da gente, estava com uma criana, um menino de uns 5 anos que segurava sua mo, mas no perdoei, comecei a olhar pra ele, sem que minha amiga percebesse pois ela no curte muito os coroas, alis o pai dela um tipo, o coroa usava uma bermuda caqui e camiseta plo branca, tnis da Nike e meias brancas esportivas, tinha o corpo definido quase nada de barriga, um pouco calvo. Neste dia eu usava um top azul claro, sem suti claro, que deixavam meus peitinhos bem visveis, minha cala jeans agarrada ao corpo deixava meu bumbum saliente, o cs desse jeans baixssimo, praticamente deixa a mostra o elstico de minha calcinha. Percebi que o coroa estava inquieto e agora olhava direto para minha barriguinha, parecia me comer com os olhos, fiquei gelada, mau entendia o que Paulinha dizia, passei a lngua nos lbios, joguei meus cabelos de lado e tentei disfarar, no podia dar bandeira, mas meus peitinhos entregavam, os biquinhos j estavam durinhos, olhei discretamente e vi que ele estava com a mo esquerda dentro do bolso fazendo movimentos vagarosos, meu corao disparou, fiquei imaginando o tamanho do pau dele, pelo volume parecia bem dotado. O menino que segurava sua mo falava algo e ele as vezes sorria e olhava pra mim. A Paulinha tambm falava feito matraca sobre surf e uns carinhas que ela conheceu na praia e eu apenas concordava, dava sorrisos falsificados e lanava meus olhares em direo ao coroa tesudo. O lanche dele saiu primeiro, acompanhei para ver onde ele foi sentar, em seguida pegamos nosso lanche, a Paulinha queria sentar nas mesas do mezanino, mas insisti que embaixo era melhor e procurei uma mesa prxima a dele. Sentei de maneira que podia v-lo de frente, Paulinha estava sentada de costas para ele. Percebi que apenas o menino comia, ele no parava de olhar em nossa direo. Teve um momento que nossos olhares se encontraram, ele piscou e sorriu, fiquei vermelha, meu rosto parecia pegar fogo, no sabia onde por a cara, mas sorri tbem… em seguida ele tirou um carto da carteira e ficou rolando o carto entre os dedos e olhando pra mim. Fiquei desconsertada, mas entendi que o carto devia ser pra mim. Tomei coragem e resolvi arriscar, pedi a Paulinha que fosse buscar mais Cat-Chup, e assim que ela saiu criei coragem e olhei nos olhos dele, ele fuzilou-me com seu olhar penetrante, fiquei trmula quando ele levantou-se e veio em minha direo, passou do meu lado, colocou o carto na minha bandeja e disse apenas: Ligue-me se puder ! Fiquei travada, olhei seu brao peludo, sua mo grande no consegui olhar pra ele, s olhei ele retornar a sua mesa, peguei o carto e meti no bolso traseiro mas no conseguia parar de tremer, sentia meus mamilos durinhos quase doendo, a bucetinha molhada…premi as coxas e tentei me recompor. A Paulinha voltou com os Cat-chups, terminamos de comer, levantamos e samos, dei uma piscadela ao passar por ele. Seu olhar sobre meu corpo excitou-me literalmente, tenho certeza que o coroa tbem ficou tarado por mim, esse o meu prazer, adoro ser desejada por homens mais velhos. Disse a Paulinha que precisava ir ao toalete urinar. Entrei, tranquei a porta e peguei no bolso o carto dele. Estava escrito o nome de um escritrio de engenharia, seu nome o qual prefiro preservar e um telefone celular. Peguei meu celular e disquei uma voz grave atendeu, perguntei seu nome ele quis saber quem tava falando, eu respondi : A garota do shopping, voc me deu seu carto agora a pouco. Ele pediu que eu falasse mais alto, tava muito barulho, eu disse que no podia, que estava no toalete do shopping . Ele disse no ter entendido direito e pediu para que eu apenas ouvisse, disse que queria me conhecer, que me achou uma gatinha, que precisava falar comigo pessoalmente, disse para eu me livrar da amiga e espera-lo no shopping as 7:00 da noite ao lado do sorvete Mac. Olhei no relgio eram 5:30 da tarde, fiquei em duvida, senti um cala frio, meu corpo ficou arrepiado, ele insistiu: E ento ? Posso te esperar ? Fiquei muda por instantes… engoli seco e respondi quase gaguejando… P-pode, estarei l. Desabotoei a minha cala jeans, baixei at os ps junto com a minscula calcinha rosa clara, passei a mo na bucetinha, estava molhada como nunca, passei o dedo mdio meu clitris durinho, meu corpo estava em brasa, coloquei a ponta do dedo no meu buraquinho melado, tirei e esfreguei um dedo no outro, senti a viscosidade do meu liquido, era uma babinha transparente, levei ao nariz, senti o cheiro achei estranho mas adorei o cheiro do meu sexo. Forrei a tampa do vaso e sentei-me para fazer xixi. Quando fico com teso dava uma vontade enorme de urinar. Sai do shopping com a Paulinha e fomos pra casa dela ela mora perto do shopping d pra ir a p . Dei um tempo por l depois disse que ia pra casa e voltei ao shopping, cheguei as 18:40, fiquei perambulando prximo ao local marcado. Fiquei olhando meio de longe, ele chegou no horrio marcado, usava a mesma roupa, fiquei gelada, meio nervosa, era a 1 vez que fazia uma coisa dessas, gosto de me instigar os coroas mas nunca havia marcado encontro antes, na verdade no aconteceu antes por falta de iniciativa deles, os tiozinhos adoram ninfetinhas mas muitos pecam pela covardia, acho que ficam com medo de chegar e serem rejeitados. Tomei coragem e aproximei-me dizendo oiiii.!!! Ele sorriu deu-me um beijinho no rosto, apresentamo-nos ele disse chamar-se Ricardo e perguntou se eu aceitava tomar um sorvete. Pegamos os sorvetes e sentamos mais afastados do povo. Enquanto tomvamos nossos sorvetes ele me olhava como se quisesse me despir, disse que percebeu meus olhares e no resistiu, tinha que me conhecer, que eu era linda, que na verdade nem acreditava que eu estivesse dando mole pra ele, que o sonho dele era ficar com uma gatinha como eu, confessou que estava nervoso com aquela situao, foi ai que eu relaxei e confessei que tbem estava nervosa, que jamais tinha ficado com um cara mais velho, aproveitei e perguntei-lhe a idade, disse que tinha 44 anos. Fiquei pasma o cara tinha idade para ser meu pai e estava sarado. Quis saber a minha disse que tinha 14 anos, ele no parava de me elogiar, conversamos sobre varias coisas, ele disse que era casado a 15 anos tinha dois filhos, dois meninos o mais velho tem a minha idade. Fiquei meio sem graa quando ele falou que tinha filho com minha idade, ele percebeu e disse pra eu relaxar que estava adorando estar ali comigo, confessou que s estava meio preocupado de ser visto comigo por algum conhecido, que achava mais seguro e mais tranqilo pra nos dois se fossemos a outro lugar. Fiquei muda, no sabia o que dizer, a idia de estar a ss com ele excitava-me ainda mais e ao mesmo tempo dava-me medo, mas meu teso foi maior, apenas balancei a cabea concordando, ele tinha um olhar penetrante, lbios carnudos, falava baixo de forma carinhosa, sua voz grave meio rouca, deixava-me hipnotizada. Ele sugeriu que ao sairmos ele deveria ir na frente e eu atrs. Concordei novamente, levantamos e samos em direo ao estacionamento do shopping. Ricardo entrou num carro astra cor prata, vidros filmados, ele abriu a porta, entrei e fiquei muda, uma mistura de medo e teso tomou conta de mim, o Cd que ele colocou pra rolar tocava musicas romnticas internacionais. Virou-se pra mim, olhando em meus olhos pediu um abrao, no tive como recusar, apesar do medo, meu teso era muito grande, eu estava trmula, ele abraou-me com carinho, senti o calor de seu brao peludo, ele enfiou o brao por traz de minhas costas e segurou-me pela cintura, abracei seu pescoo, quase tirando a bunda do banco, seus braos fortes apertaram-me com carinho, nossos rostos ficaram colados, senti seu perfume delicioso, ele deu um beijinho no meu rosto e sussurrou no meu ouvido que meu perfume era sedutor, seu hlito quente ao meu ouvido deixou-me toda arrepiada, meus mamilos estavam durinhos, em seguida deu-me um beijo na boca, seus lbios carnudos cobriram os meus, sua lngua quente procurava a minha, sua mo esquerda pousou sobre minha barriga fazendo caricias leves, meu corao disparou, sua boca quente deixou-me ainda mais excitada, jamais tinha sido beijada daquele jeito, premi as coxas de teso, senti minha calcinha melada, coloquei minha mo na barriga dele fazendo carinhos, subi at seu peito, dava pra sentir os pelos sob o tecido da camiseta, que gostoso, que teso. Afastamos nossos lbios por instantes, demos mais alguns selinhos e ele sugeriu sairmos dali para ficarmos ainda mais a vontade. Fiz um charme disse que no podia demorar nem poderia muito longe, alem disso acabara de conhec-lo e no confiava totalmente nele Ele concordou plenamente dizendo que eu tinha toda razo mas assegurou-me que podia confiar nele, que jamais me faria algo que eu no quisesse, que toda deciso seria minha, que de agora em diante ele seria meu escravo, que eu poderia fazer com ele tudo que tivesse vontade. Ao ouvir aquelas palavras fiquei sem reao e a idia de ter um homem daqueles s pra mim mexeu demais comigo, isso s fez aumentar ainda mais meu teso por aquele homem. Ficamos uma hora para decidirmos onde ir, ele disse que em motel no poderia, pois sou menor de idade, hotel tbem no, ento ele sugeriu irmos conhecer um Drive-in, na verdade era eu quem iria conhecer, pois nunca havia entrado num Drive, nem sabia como funcionava. Ele tranqilizou-me, explicou como funcionava e acabou me convencendo. Antes de sair liguei para minha me dizendo que estaria no cinema do shopping nas prximas horas, portando iria deixar o celular desligado. Rumamos direto para o tal Drive, j eram quase 20:00 hs quando chegamos. Estacionamos num box, uma mulher, aproximou-se do carro e perguntou a ele se queramos alguma bebida. Ele olhou pra mim, fiz sinal negativo. A mulher saiu e fechou o box com uma cortina preta sanfonada, ele desceu do carro e apertou um boto que ficava na parede acendeu-se uma luz vermelha no ambiente. Ficamos no escurinho do carro iluminados apenas por aquela luz que deixou o ambiente aconchegante. Ricardo me abraou e comeamos a nos beijar com volpia, ele comeou a acariciar minha cintura sua mo quente foi subindo at tocar meu seio direito, fez uns carinhos e depois enfiou a mo por baixo do meu top e ficou passando a mo nos meus peitinhos, fiquei toda arrepiada e quase gozei quando ele apertou os biquinhos, sentia um calor que vinha desde minha chaninha em brasa e percorria meu corpo inteiro, seus beijos eram uma loucura, tava louquinha para ver o pau dele, lembrei-me do que ele disse faria tudo que eu quisesse, ento pedi para ele tirar a camiseta, ele obedeceu, livrou-se dela exibindo seu trax peludo, achei lindo, encostei meu rosto no peito dele, tava perfumado, passei a mo, dei alguns beijinhos, passei a lngua nos mamilos dele, sentia sua respirao forte, ele pegou minha mo e pousou sobre seu colo fazendo-me sentir seu volume, fiquei toda tremula e apertei um pouco, ele colocou sua mo sobre a minha fazendo eu acaricia-lo, percebi que seu pau estava duro, fiquei atnita, no sabia se beijava seu peito ou se mexia no pau dele. Ele tirou minha mo dali e foi levantando meu top, levantei os braos para facilitar ele jogou meu top no banco de trs e foi reclinando o meu banco, fiquei quase deitada, ele veio me beijando foi descendo, passando a lngua quente no meu pescoo at encontrar meus peitinhos, comeou a chupar e passar a lngua gil, ora no direito ora no esquerdo, aquilo era delicioso, comecei a gemer de teso e senti sua mo quente entre minhas coxas fazendo carinho, foi subindo, subindo a apertou minha bucetinha sobre a cala jens, pressionou meu clitris, fiquei louquinha quase soltei um gritinho, soltou o boto do meu jeans baixou meu zper, colocou a mo sobre minha calcinha apertando minha bucetinha, foi descendo, descendo massageando at sentir minha calcinha mida, comeou a me masturbar sobre a calcinha, dizia que eu era uma delicia, um tesozinho de menina, aquele homem estava me levando a loucura, j ao raciocinava mais, meu teso era tanto que no pensei duas vezes, tirei meu jeans e fiquei s de calcinha, vi seus olhos brilharem, ele parecia no acreditar no que via. Ele voltou a me tocar entre as coxas, abri as pernas, ele afastou a calcinha de lado e comeou a tocar na minha bucetinha que j estava toda melada, ele lambuzou seus dedos e levou at o nariz sentindo o cheiro do meu sexo, ficou alucinado, voltou a passar a mo na minha buceta, seu dedo grosso, ele tem a mo grande, tentou enfiar o dedo no meu buraquinho melado, fechei as coxas mas a ponta do dedo entrou, soltei um gritinho e ele parou, disse para eu relaxar que ele iria tirar o dedo, meu teso era incontrolvel relaxei um pouco e ele tirou o dedo, acariciou mais um pouco minha buceta, disse que meus pelinhos eram uma delicia, depois levou o seu dedo mdio at a minha boca, pediu que chupasse, queria que eu sentisse o gosto do meu sexo, depois afastou o banco at o fim, ficou na minha frente entre minhas pernas, voltou a passar a lngua nos meus peitinhos foi descendo me lambendo at encontrar minha calcinha, dava pequenas mordidas por cima da calcinha, fiquei louca, segurei sua cabea e comecei a rebolar, ele afastou a calcinha e passava a lngua de baixo pra cima, recebi uma descarga eltrica no meu corpo ao sentir sua lngua no meu clitris no agentei, tive um espasmo, tentei fechar as pernas, ele no deixou, comeou chupar meu clitris e eu gozei como nunca havia gozado, tive meu primeiro orgasmo com um homem de verdade, aquele coroa me deixou quase desfalecida de tanto gozo, fiquei molinha mas meu teso agora parecia maior, eu queria mais sacanagens, ento decidi que iria realizar todas as minhas vontades com aquele coroa tesudo, no via a hora de ver o pau do coroa. Disse a ele que queria ver o pau dele, o safado tava louco para me mostrar mas ficou fazendo charme perguntando de eu tinha certeza, se era isso que eu queria, falava e ficava alisando o volume sob a bermuda, aquilo era uma tortura, pedi por favor, implorei at que ele pegou minha mo colocou sobre o pau dele, pediu pra eu soltar o cinto e abrir o zper dele, minha mos estavam tremulas, engoli seco e fui abrindo a bermuda dele. Neste instante ele sugeriu que passssemos para o banco traseiro para ficarmos mais a vontade, como sou baixinha, pulei na hora para trs, ele terminou e tirar a bermuda, ajeitou o banco do passageiro na posio normal, saiu do carro e entrou pela porta de trs s de cueca preta e sentou-se ao meu lado e ficou alisando o pau, eu no podia ver direito tava meio escuro, pedi para ele acender a luz de cortesia, queria ver melhor, ele obedeceu e perguntou-me: E agora? O que voc quer fazer ? Pea sou todo seu ! Esqueceu ? Fiquei muda, engoli seco de olhos grudados no volume sob a cueca, vi que a cabea estava pra fora da perna da cueca, tava brilhante, ele ficava mexendo no pau de modo que parecia ainda mais duro e agora j estava a metade fora da cueca. Criei coragem e pedi para ele tirar a cueca, queria ver tudo direito ele disse que eu quisesse poderia ajuda-lo a tirar, pegou minha mo direita guiou-a para dentro da cueca fazendo em segurar em seu pau, fiquei gelada ao sentir o tamanho e a grossura, ele tava quente e pulsava em minha mo, meu corao disparou, sentia a vagina em contraes, comecei a passar a mo nele inteiro, senti a cabea melada e a cueca tambm, perguntei se ele havia gozado, disse que no, explicou-me que quando estava muito excitado ficava assim com pau babando, tirei o pau dele pra fora da cueca e fiquei olhando abismada, o teso que eu sentia era fora do normal, no agentei meti a outra mo dentro da calcinha e comecei a me masturbar, o coroa ficou maluco, o safado disse que adorava ver uma menina se masturbar, apertou um pouco minha mo em torno de seu pau e comeou a movimentar bem devagar para cima e para baixo, fiquei louca a sensao era indescritvel, seu pau pingava e lambuzava minha mo, sentia as veias grossas do pinto dele pulsar ele aumentava o ritmo depois diminua, o safado soltou minha mo pediu que eu continuasse fazendo pra ele, segurei com as duas mos e continuei batendo pra ele bem devagar, o coroa ofegava e soltava gemidos de teso, dizia que eu era maravilhosa, que parecia estar sonhando, ele delirava e eu tambm, sempre tive vontade de pegar no pau de um coroa tesudo como ele, jamais pensei que isso aconteceria to cedo, o pau dele lindo tem uma cabeona, larguei o pau dele e pedi que ele ficasse batendo punheta olhando eu me masturbar, sempre tive essa fantasia, queria ver um homem se masturbando e olhando pra mim, ele comeou a bater punheta bem devagar e pediu que eu tirasse a calcinha, o coroa disse que tinha fetiche por calcinha de adolescente, o safado pegou minha calcinha e comeou a cheirar, dizia que eu tinha um cheiro delicioso, enrolava a calcinha no pau, depois tirava, voltava a cheirar, fiquei encostada na lateral do carro, estiquei a perna esquerda e pousei sobre seu colo, toquei no pau dele como meu p ele deixou s um pouco depois continuou a punheta e eu ali de olhos grudados no pau dele fiquei me masturbando deliciosamente, o prazer que eu sentia em ver aquele homem batendo punheta olhando pra mim era demais, passei a me masturbar violentamente, ele ficava passando a mo nos meus peitinhos e me chamava de putinha safada, que tava louco pra meter em mim e encher minha bucetinha de porra, no agentei ouvir aquelas palavras, comecei a enfiar e tirar rapidamente o dedo mdio na buceta, lambuzar meu grelinho, esfregar ele rapidinho, o gozo se aproximando, minha buceta em brasa, as contraes aumentando, o corao acelerado, minhas viso escurecendo, as pernas bambas no agentei e gozei feito louca, gemendo e dando gritinhos, sentia meu liquido lavar meus dedos, recebia uma descarga eltrica que parecia vir do meu clitris e percorrer meu corpo inteiro, tive mltiplos orgasmos, parecia que ia para mais at que fiquei lagarda, quase desmaiada, o coroa esperou eu me recuperar do gozo, puxou-me para o meio das pernas dele e pediu que eu desse uma chupadinha, abaixei e dei um beijo, o safado ficou passando o pau na minha boca, no queijo lambuzando meus lbios, senti um cheiro forte, fiquei com nojo ele forou o pau e eu acabei abrindo a boca, tentei virar o rosto mas ele segurou minha cabea com as duas mos e foi metendo, pediu que eu chupasse, eu fiz sinal de no dava, mas pediu que eu abrisse bem a boca, obedeci e ele enfiou at minha garganta, tive nauzea, quase vomitei, meus olhos lagrimejaram, ele deu mais umas estocadas e tirou pedindo desculpas, porm continuou passando o pau no meu rosto, aumentou os movimentos com a mo deu urro dizendo que iria esporrar, senti o primeiro jato quente no rosto, ele tentou colocar de novo na minha boca, a porra saindo, espirrando sem parar, melecando meu rosto, meu pescoo e at nos meus cabelos. Ele ficou at sonolento, largado no banco do carro, dizia que parecia estar sonhando que eu era um teso de menina, a garota mais linda desse mundo. Depois pegou sua camiseta e enxugou a mo, o meu rosto, meu pescoso. Olhei no relgio dele, j passavam das 21:30, disse-lhe que precisava ir embora. Ele pegou pediu minha calcinha de lembrana, disse que queria sentir meu cheiro a noite toda, pediu-me ainda que na prxima vez eu levasse sempre uma calcinha extra para no voltar sem porque a que eu estivesse usando seria dele, depois me devolveria. Se vocs meninas e coroas gostaram desse relato, escrevam-me contando seus desejos e fantasias, prometo responder a todos. Em breve contatei como perdi o cabacinho com ele..aguardem

3 Comentários para “Taradinha por coroas”

  1. Dodo Says:
    Ol, delicioso conto, adorei….gozei gostoso…rsrs. Tenho 41 anos, moreno, 185m, 89kg, Moro em SP. Me escreva, pois o meu maior teso e sair com uma ninfetinha. Tb quero te contar uma aventura que tive com 3 mulheres…Beijos. Meu email: ( dsantos36@hotmail.com )
  2. LELEI Says:
    ola vc deve ser muito gostosa mesmo
    bati varias so de ler seu conto
    beijos
  3. rogerio Says:
    gatinha me escreva sou loco por uma aventura assim tenho 56anos te desejei como nunca que vontade

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