TRANSAS PELA NET
Conto Enviado Por: Alves R…
Desde que comecei a usar a Internet, sempre gostei de participar das salas de bate papo. Meu objetivo � conhecer mulheres. J� tive grandes decep��es e algumas surpresas bastante agrad�veis. Sandra foi uma dessas balas surpresas. Quando nos cruzamos pela primeira vez ela estava na sala da minha cidade, apesar de morar em Florian�polis. Muito arredia e desconfiada, ficamos mais de tr�s horas no chat at� que ela criou coragem e me adicionou no MSN.
Casada, 34 anos e m�e de uma garota de 8 anos, Sandra estava com problemas no casamento. O marido trabalhava muito e ela, que abrira m�o da profiss�o quando a filha nascera, se sentia solit�ria. Parece que somos dois estranhos que moram na mesma casa, ela chegou a me dizer.
A dist�ncia funcionava como uma garantia de que nada de mais s�rio aconteceria entre a gente e isso fez Sandra se soltar. Ela tinha em mim uma �melhor amiga� e me contava todas suas ang�stias. Eu gostava das nossas conversas � era uma maneira de aprender mais sobre o casamento e ao mesmo tempo tinha a chance de ajud�-la, como realmente aconteceu em algumas ocasi�es. Juntos descobrimos que haviam coisas que ela poderia fazer para trazer de volta o clima do in�cio do casamento quando, segunda ela, era uma trepada atr�s da outra!
Encorajei Sandra a retomar as atividades f�sicas e a melhorar a alimenta��o. Em poucos meses ela recuperou a velha forma de garota de praia e voltou a chamar a aten��o por onde passava. Com uma provoca��o aqui e outra acol� de Sandra, o casamento entrou nos eixos novamente.
Eu tinha nela uma amiga e tamb�m compartilhava com ela as minhas ang�stias no casamento e fora dele. No come�o Sandra me recriminava pelos meus casos, mas depois passou a enxergar como uma coisa normal e sempre queria saber mais detalhes deles. Eu via aquilo como uma curiosidade normal entre amigos.
Sandra sabia que eu era tarado por sexo anal e eu sabia que ela n�o gostava dessa pr�tica. Sandra n�o era nenhuma santa e havia tido v�rios homens antes do casamento, mas realmente n�o gostava de dar a bunda. Eu dizia a ela que era porque n�o havia encontrado um homem que soubesse fazer o servi�o direito e ela, protegida pela dist�ncia, me desafiava, dizendo que eu fazia muita propaganda, mas ela achava que eu n�o era de nada. Algumas vezes essas provoca��es tomavam toda a nossa tarde, que era quando mais nos encontr�vamos no MSN.
J� havia se passado mais de um ano desde que nos encontramos pela primeira vez no chat quando Sandra resolveu passar um final de semana em S�o Paulo visitando uma amiga de inf�ncia. J� tinha combinado tudo com o marido: iriam os dois, deixariam a filha com os av�s e aproveitariam o final de semana para se divertirem em S�o Paulo. Sandra estava muito empolgada com essa viagem.
No dia anterior � sua viagem, ela me disse que o marido n�o poderia ir, por compromissos no trabalho. Sandra estava furiosa com a situa��o, porque ela tinha certeza que ele poderia ter evitado isso e se sentia preterida. Vi naquilo uma chance de realizar o que era um sonho: conhecer Sandra pessoalmente e tentar transar com ela.
Aconselhei Sandra a manter a viagem, uma vez que ela tinha sua amiga em S�o Paulo e sua filha poderia ficar com seus pais. Ela disse que o marido iria ficar chateado e eu argumentei que isso o ajudaria a valoriz�-la melhor numa pr�xima oportunidade. Sandra se convenceu e manteve a viagem, mesmo sob os protestos do marid�o.
Mais do que depressa arrumei uma viagem �s pressas para S�o Paulo. Ainda n�o sabia se Sandra aceitaria sequer se encontrar comigo, mas corri o risco.
Sandra chegou na sexta pela manh� em S�o Paulo e passou o dia com sua amiga, que era noiva e ainda morava sozinha. Consegui conversar com Sandra pelo MSN na noite de sexta e disse a ela que tamb�m estava em S�o Paulo. Ela se assustou quando percebeu que poder�amos nos encontrar.
- N�o estou preparada para isso! N�o terei coragem!
Eu disse a ela que n�o estava em S�o Paulo por causa disso. Disse tamb�m que adoraria almo�ar com ela, se isso n�o fosse causar algum problema a ela e que entenderia se ela n�o quisesse. Acho que ainda puta da vida com o marido, Sandra disse:
- Quer saber?! Vamos almo�ar sim! Aquele frouxo que se foda!
Nos encontramos em um restaurante nos Jardins e Sandra estava acompanhada de sua amiga. Ela nos apresentou e sua amiga saiu logo em seguida � Sandra me disse que ela ficou curiosa em me conhecer e por isso estava ali na mesa.
No almo�o conversamos e fiz Sandra sorrir o tempo todo. Ela estava muito bonita. Seus cabelos eram claros, levemente encaracolados e chegavam um pouco abaixo dos ombros. As atividades f�sicas estavam fazendo muito bem � Sandra que estava na sua melhor forma, segundo me disse.
- Minha bunda nunca esteve t�o dura, disse ela me provocando.
O vestido florido se destacava no seu corpo bronzeado. Seus olhos verdes eram uma atra��o � parte e eu me sentia um verdadeiro gal� com aquele mulher�o na minha mesa.
Ao final do almo�o, Sandra estava muito desinibida, provavelmente pelo efeito do vinho que tomamos.
- Eu queria passar o final de semana inteiro fodendo e aquele frouxo me atrapalhou, ela chegou a comentar.
- Se quiser, posso lhe ajudar com isso. Afinal, para que servem os amigos? arrisquei�
- Voc� � um belo de um filho da puta, n�?! J� quer comer a sua amiga, n�? e sorriu�
Trocamos de assunto e logo pedi a conta. Na sa�da do restaurante Sandra pediu que eu chamasse um t�xi. Eu disse a ela que estava de carro no hotel, que ficava a duas quadras do restaurante e que se ela n�o se importasse, eu a levaria at� a casa de sua amiga.
Sandra me olhou, ficou s�ria por alguns instantes e disse:
- Que se dane! Vamos!
Chegamos no hotel e subimos para o quarto, afinal a chave do carro estava l�. Quando entramos, tentei beij�-la e ela correspondeu. Que beijo delicioso! N�o resisti e agarrei sua bunda.
- Nem pense nisso, seu tarado! A� n�o!!
N�o disse nada, e a empurrei na cama. Tirei suas sand�lias e comecei a beijar suas pernas bem torneadas. Minhas m�os iam na frente e em pouco tempo eu estava mordiscando sua bucetinha por cima da calcinha. Ali�s, que espet�culo de calcinha: branca, rendada� adorei!
Puxei a calcinha para o lado e comecei a chup�-la como merecia. Eu sabia que o marido n�o gostava de fazer isso e estava disposto a fazer Sandra gozar na minha boca. Passava a l�ngua em sua buceta, no seu grelinho e nas suas coxas. Sandra apertava minha cabe�a com as m�os e em pouco tempo estava gozando.
- Que del�cia! Chupa! Chupa, seu cachorro!! Eu vou gozar!!! VOU GOZAR!!! AI!!!
Subi e a beijei com minha boca toda lambuzada com seu mel. E disse ao seu ouvido:
- Agora tira sua roupa e vem me chupar, que eu mere�o!
Sandra tirou rapidamente o vestido e a calcinha. Ela n�o usava soutien e os seios pequenos completavam muito bem o corpo daquela bela mulher.
A acompanhei e tirei minha roupa. Sandra se aproximou, me deitou e come�ou a chupar meu pau com muita vontade. Ela estava decidida a retribuir o orgasmo que eu a proporcionara e queria que eu gozasse na sua boca. Ela chupava muito bem, lambendo as bolas, engolindo o pau quase inteiro e punhetando sempre. Sua boca molhada realmente era deliciosa e eu estava adorando aquele boquete. Mas n�o queria gozar rapidamente e alcancei uma camisinha que deixara em cima do criado-mudo.
Coloquei a camisinha e me sentei na cabeceira da cama, encostado na parede. Chamei Sandra para cima de mim e ela se sentou, de frente para mim. Com uma das m�os ela ajeitou meu pau na entrada de sua buceta e foi descendo devagar, fazendo meu pau entrar todo naquela xaninha toda molhada. Sandra se ajeitou, rebolou um pouco e come�ou a cavalgar.
- Nossa, que pau gostoso!! Que del�cia! Me fode, seu puto!! Mete em mim, mete!!! FOODDEEE!!!!
Eu ajudava Sandra segurando em seus quadris e coordenando seus movimentos. Meu pau estava muito duro e eu sentia que podia gozar a qualquer momento. Para prolongar aquela transa, segurei Sandra e a levei para a beirada da cama. Continuei sentado, agora com as pernas para fora da cama e ela voltou a cavalgar.
Nessa posi��o tive um acesso melhor a sua bunda e comecei a passar meu dedo em seu cuzinho. Sandra sabia de minha tara por sexo anal e eu sabia que ela n�o gostava. Coloquei meu dedo indicador na porta de seu cuzinho e quando ela se mexia eu pressionava o dedo. Sandra n�o dizia nada sobre isso e continuava cavalgando, agora mais rapidamente. Eu dizia ao seu ouvido:
- T� gostando do meu pau, sua safada?! Goza nele, goza!! Quero ver voc� gozar no meu pau, sua putinha! Vai, trepa nele, vai!!
Sandra acelerou ainda mais os movimentos e anunciou que iria gozar novamente.
- Eu vou gozar! EU VOU GOZAARRR!!! AI, AI, AI!!!
Aproveitei e enfiei meu dedo inteiro no seu cuzinho. Sandra gozou, apertando minhas costas e mordendo meu ombro. Chegou a me deixar uma marca no ombro que me causou problemas em casa depois.
Ela ficou ali, agarrada, com meu pau inteirinho enterrado em sua buceta e meu dedo no seu cuzinho. Eu sentia seu cuzinho e sua buceta me apertando. Quando se recuperou um pouco, Sandra perguntou:
- O que esse dedo est� fazendo a�?
- Preparando o caminho, eu respondi. Voc� vai ter que deixar eu comer sua bunda.
- N�o, voc� sabe que eu n�o gosto!
- N�o gostou do meu dedo?
- Gostei, mas seu pau vai me machucar.
- Isso � o que voc� acha. N�o pode saber antes de tentar�
Insisti mais um pouco e a convenci a me deixar tentar. Meu pau do�a de tanto tes�o e agora ainda mais, com a chance de comer aquele cuzinho praticamente virgem.
Coloquei Sandra deitada de bru�os, com um travesseiro sob seus quadris e deixei sua bunda arrebitada. Pequei o KY dentro da gaveta e Sandra n�o perdoou:
- Seu puto!! Voc� n�o s� se preparou para me comer, como se preparou para comer minha bunda!!! Cachorro!!!
- E voc� vai gostar, safada!!! Eu respondi�
Lambuzei um dedo e enfiei� depois mais um e depois outro� em alguns minutos eu estava com tr�s dedos dentro da sua bunda� Sandra gemia, reclamava, mas n�o pediu para eu parar em nenhum momento. Se ela pedisse, eu pararia, como concordamos antes de come�ar.
Lambuzei meu pau, esfreguei KY no seu cuzinho e coloquei a cabe�a de meu pau na porta de seu buraquinho traseiro. Sandra tentava olhar o que estava acontecendo por cima dos ombros e isso a deixava em uma posi��o tensa. Pedi a ela para relaxar e curtir a paisagem.
- Relaxar com um pau no cu?! Como, seu filho da puta?? e deu uma gargalhada�
Aproveitei e enfiei a cabe�a. Seu cu era muito apertado e ela sentiu!
- Ai, seu cachorro!! Devagar que seu pau � grosso!!! Ai!!
Esperei um pouco e meu pau ficou ali, espetado na sua bunda. Eu tinha que pensar em outras coisas para n�o encher a camisinha de porra! Sandra era muito gostosa e sua bundinha me deixava louco, com uma marca linda de biqu�ni.
Sandra pediu para continuar:
- Com calma, seu cachorro!! Sen�o eu paro!
Empurrei um pouco mais e parei� depois mais um pouco� e em alguns minutos meu pau estava todo dentro da sua bunda. Quando Sandra sentiu meus pentelhos na sua bunda ela perguntou:
- Entrou tudo? N�o acredito!!
- Pois �, eu n�o disse que voc� ia gostar??
- Ʌ nem doeu muito�
- Agora rebola no meu pau e aproveita, vai, sua putinha!
Sandra come�ou a se mexer, devagar, ainda com medo. Eu sabia que n�o aguentaria muito tempo e fazia for�a para me segurar. Comecei a me mexer tamb�m, iniciando um vai e v�m bem devagar�
- T� sentindo meu pau na sua bunda, sua putinha?! T� gostando?? T� comendo seu cu, sua safada!!!
- T� sentindo� t� gostoso� n�o achava que ia gostar, mas t� gostoso� vai, mete� mete devagar�
Fui acelerando aos poucos e logo estava comendo aquela bunda como se deve.
- Caralho! Que pau gostoso!!! T� fodendo meu cu! Seu safado!! Mete, mete no meu cu! Ai, que del�cia!!! Fode, vai!! Fode!!!
Eu n�o aguentei e enfiei com for�a o mais fundo que consegui e gozei naquela bunda!
- T� GOZANDO, SUA PUTA!!! QUE BUNDA GOSTOSA!!!! CACHORRA!!!!
- GOZA, CACHORRO!! GOZA PRA MIM, GOZA!! QUE DEL�CIA!!
Ca� por cima dela� os dois completamente suados� tirei meu pau e fui retirar a camisinha no banheiro�
Quando voltei Sandra estava debaixo dos len��is e sorria feliz�
- Eu ainda n�o acredito que voc� comeu minha bunda, seu cachorro safado�
- Vou comer de novo para voc� ter certeza, sua putinha�
Sandra passou o resto do S�bado e o Domingo inteiro comigo e foi delicioso comer sua bunda no Domingo � tarde enquanto ela falava com o marido ao telefone�
A dist�ncia funcionava como uma garantia de que nada de mais s�rio aconteceria entre a gente e isso fez Sandra se soltar. Ela tinha em mim uma �melhor amiga� e me contava todas suas ang�stias. Eu gostava das nossas conversas � era uma maneira de aprender mais sobre o casamento e ao mesmo tempo tinha a chance de ajud�-la, como realmente aconteceu em algumas ocasi�es. Juntos descobrimos que haviam coisas que ela poderia fazer para trazer de volta o clima do in�cio do casamento quando, segunda ela, era uma trepada atr�s da outra!
Encorajei Sandra a retomar as atividades f�sicas e a melhorar a alimenta��o. Em poucos meses ela recuperou a velha forma de garota de praia e voltou a chamar a aten��o por onde passava. Com uma provoca��o aqui e outra acol� de Sandra, o casamento entrou nos eixos novamente.
Eu tinha nela uma amiga e tamb�m compartilhava com ela as minhas ang�stias no casamento e fora dele. No come�o Sandra me recriminava pelos meus casos, mas depois passou a enxergar como uma coisa normal e sempre queria saber mais detalhes deles. Eu via aquilo como uma curiosidade normal entre amigos.
Sandra sabia que eu era tarado por sexo anal e eu sabia que ela n�o gostava dessa pr�tica. Sandra n�o era nenhuma santa e havia tido v�rios homens antes do casamento, mas realmente n�o gostava de dar a bunda. Eu dizia a ela que era porque n�o havia encontrado um homem que soubesse fazer o servi�o direito e ela, protegida pela dist�ncia, me desafiava, dizendo que eu fazia muita propaganda, mas ela achava que eu n�o era de nada. Algumas vezes essas provoca��es tomavam toda a nossa tarde, que era quando mais nos encontr�vamos no MSN.
J� havia se passado mais de um ano desde que nos encontramos pela primeira vez no chat quando Sandra resolveu passar um final de semana em S�o Paulo visitando uma amiga de inf�ncia. J� tinha combinado tudo com o marido: iriam os dois, deixariam a filha com os av�s e aproveitariam o final de semana para se divertirem em S�o Paulo. Sandra estava muito empolgada com essa viagem.
No dia anterior � sua viagem, ela me disse que o marido n�o poderia ir, por compromissos no trabalho. Sandra estava furiosa com a situa��o, porque ela tinha certeza que ele poderia ter evitado isso e se sentia preterida. Vi naquilo uma chance de realizar o que era um sonho: conhecer Sandra pessoalmente e tentar transar com ela.
Aconselhei Sandra a manter a viagem, uma vez que ela tinha sua amiga em S�o Paulo e sua filha poderia ficar com seus pais. Ela disse que o marido iria ficar chateado e eu argumentei que isso o ajudaria a valoriz�-la melhor numa pr�xima oportunidade. Sandra se convenceu e manteve a viagem, mesmo sob os protestos do marid�o.
Mais do que depressa arrumei uma viagem �s pressas para S�o Paulo. Ainda n�o sabia se Sandra aceitaria sequer se encontrar comigo, mas corri o risco.
Sandra chegou na sexta pela manh� em S�o Paulo e passou o dia com sua amiga, que era noiva e ainda morava sozinha. Consegui conversar com Sandra pelo MSN na noite de sexta e disse a ela que tamb�m estava em S�o Paulo. Ela se assustou quando percebeu que poder�amos nos encontrar.
- N�o estou preparada para isso! N�o terei coragem!
Eu disse a ela que n�o estava em S�o Paulo por causa disso. Disse tamb�m que adoraria almo�ar com ela, se isso n�o fosse causar algum problema a ela e que entenderia se ela n�o quisesse. Acho que ainda puta da vida com o marido, Sandra disse:
- Quer saber?! Vamos almo�ar sim! Aquele frouxo que se foda!
Nos encontramos em um restaurante nos Jardins e Sandra estava acompanhada de sua amiga. Ela nos apresentou e sua amiga saiu logo em seguida � Sandra me disse que ela ficou curiosa em me conhecer e por isso estava ali na mesa.
No almo�o conversamos e fiz Sandra sorrir o tempo todo. Ela estava muito bonita. Seus cabelos eram claros, levemente encaracolados e chegavam um pouco abaixo dos ombros. As atividades f�sicas estavam fazendo muito bem � Sandra que estava na sua melhor forma, segundo me disse.
- Minha bunda nunca esteve t�o dura, disse ela me provocando.
O vestido florido se destacava no seu corpo bronzeado. Seus olhos verdes eram uma atra��o � parte e eu me sentia um verdadeiro gal� com aquele mulher�o na minha mesa.
Ao final do almo�o, Sandra estava muito desinibida, provavelmente pelo efeito do vinho que tomamos.
- Eu queria passar o final de semana inteiro fodendo e aquele frouxo me atrapalhou, ela chegou a comentar.
- Se quiser, posso lhe ajudar com isso. Afinal, para que servem os amigos? arrisquei�
- Voc� � um belo de um filho da puta, n�?! J� quer comer a sua amiga, n�? e sorriu�
Trocamos de assunto e logo pedi a conta. Na sa�da do restaurante Sandra pediu que eu chamasse um t�xi. Eu disse a ela que estava de carro no hotel, que ficava a duas quadras do restaurante e que se ela n�o se importasse, eu a levaria at� a casa de sua amiga.
Sandra me olhou, ficou s�ria por alguns instantes e disse:
- Que se dane! Vamos!
Chegamos no hotel e subimos para o quarto, afinal a chave do carro estava l�. Quando entramos, tentei beij�-la e ela correspondeu. Que beijo delicioso! N�o resisti e agarrei sua bunda.
- Nem pense nisso, seu tarado! A� n�o!!
N�o disse nada, e a empurrei na cama. Tirei suas sand�lias e comecei a beijar suas pernas bem torneadas. Minhas m�os iam na frente e em pouco tempo eu estava mordiscando sua bucetinha por cima da calcinha. Ali�s, que espet�culo de calcinha: branca, rendada� adorei!
Puxei a calcinha para o lado e comecei a chup�-la como merecia. Eu sabia que o marido n�o gostava de fazer isso e estava disposto a fazer Sandra gozar na minha boca. Passava a l�ngua em sua buceta, no seu grelinho e nas suas coxas. Sandra apertava minha cabe�a com as m�os e em pouco tempo estava gozando.
- Que del�cia! Chupa! Chupa, seu cachorro!! Eu vou gozar!!! VOU GOZAR!!! AI!!!
Subi e a beijei com minha boca toda lambuzada com seu mel. E disse ao seu ouvido:
- Agora tira sua roupa e vem me chupar, que eu mere�o!
Sandra tirou rapidamente o vestido e a calcinha. Ela n�o usava soutien e os seios pequenos completavam muito bem o corpo daquela bela mulher.
A acompanhei e tirei minha roupa. Sandra se aproximou, me deitou e come�ou a chupar meu pau com muita vontade. Ela estava decidida a retribuir o orgasmo que eu a proporcionara e queria que eu gozasse na sua boca. Ela chupava muito bem, lambendo as bolas, engolindo o pau quase inteiro e punhetando sempre. Sua boca molhada realmente era deliciosa e eu estava adorando aquele boquete. Mas n�o queria gozar rapidamente e alcancei uma camisinha que deixara em cima do criado-mudo.
Coloquei a camisinha e me sentei na cabeceira da cama, encostado na parede. Chamei Sandra para cima de mim e ela se sentou, de frente para mim. Com uma das m�os ela ajeitou meu pau na entrada de sua buceta e foi descendo devagar, fazendo meu pau entrar todo naquela xaninha toda molhada. Sandra se ajeitou, rebolou um pouco e come�ou a cavalgar.
- Nossa, que pau gostoso!! Que del�cia! Me fode, seu puto!! Mete em mim, mete!!! FOODDEEE!!!!
Eu ajudava Sandra segurando em seus quadris e coordenando seus movimentos. Meu pau estava muito duro e eu sentia que podia gozar a qualquer momento. Para prolongar aquela transa, segurei Sandra e a levei para a beirada da cama. Continuei sentado, agora com as pernas para fora da cama e ela voltou a cavalgar.
Nessa posi��o tive um acesso melhor a sua bunda e comecei a passar meu dedo em seu cuzinho. Sandra sabia de minha tara por sexo anal e eu sabia que ela n�o gostava. Coloquei meu dedo indicador na porta de seu cuzinho e quando ela se mexia eu pressionava o dedo. Sandra n�o dizia nada sobre isso e continuava cavalgando, agora mais rapidamente. Eu dizia ao seu ouvido:
- T� gostando do meu pau, sua safada?! Goza nele, goza!! Quero ver voc� gozar no meu pau, sua putinha! Vai, trepa nele, vai!!
Sandra acelerou ainda mais os movimentos e anunciou que iria gozar novamente.
- Eu vou gozar! EU VOU GOZAARRR!!! AI, AI, AI!!!
Aproveitei e enfiei meu dedo inteiro no seu cuzinho. Sandra gozou, apertando minhas costas e mordendo meu ombro. Chegou a me deixar uma marca no ombro que me causou problemas em casa depois.
Ela ficou ali, agarrada, com meu pau inteirinho enterrado em sua buceta e meu dedo no seu cuzinho. Eu sentia seu cuzinho e sua buceta me apertando. Quando se recuperou um pouco, Sandra perguntou:
- O que esse dedo est� fazendo a�?
- Preparando o caminho, eu respondi. Voc� vai ter que deixar eu comer sua bunda.
- N�o, voc� sabe que eu n�o gosto!
- N�o gostou do meu dedo?
- Gostei, mas seu pau vai me machucar.
- Isso � o que voc� acha. N�o pode saber antes de tentar�
Insisti mais um pouco e a convenci a me deixar tentar. Meu pau do�a de tanto tes�o e agora ainda mais, com a chance de comer aquele cuzinho praticamente virgem.
Coloquei Sandra deitada de bru�os, com um travesseiro sob seus quadris e deixei sua bunda arrebitada. Pequei o KY dentro da gaveta e Sandra n�o perdoou:
- Seu puto!! Voc� n�o s� se preparou para me comer, como se preparou para comer minha bunda!!! Cachorro!!!
- E voc� vai gostar, safada!!! Eu respondi�
Lambuzei um dedo e enfiei� depois mais um e depois outro� em alguns minutos eu estava com tr�s dedos dentro da sua bunda� Sandra gemia, reclamava, mas n�o pediu para eu parar em nenhum momento. Se ela pedisse, eu pararia, como concordamos antes de come�ar.
Lambuzei meu pau, esfreguei KY no seu cuzinho e coloquei a cabe�a de meu pau na porta de seu buraquinho traseiro. Sandra tentava olhar o que estava acontecendo por cima dos ombros e isso a deixava em uma posi��o tensa. Pedi a ela para relaxar e curtir a paisagem.
- Relaxar com um pau no cu?! Como, seu filho da puta?? e deu uma gargalhada�
Aproveitei e enfiei a cabe�a. Seu cu era muito apertado e ela sentiu!
- Ai, seu cachorro!! Devagar que seu pau � grosso!!! Ai!!
Esperei um pouco e meu pau ficou ali, espetado na sua bunda. Eu tinha que pensar em outras coisas para n�o encher a camisinha de porra! Sandra era muito gostosa e sua bundinha me deixava louco, com uma marca linda de biqu�ni.
Sandra pediu para continuar:
- Com calma, seu cachorro!! Sen�o eu paro!
Empurrei um pouco mais e parei� depois mais um pouco� e em alguns minutos meu pau estava todo dentro da sua bunda. Quando Sandra sentiu meus pentelhos na sua bunda ela perguntou:
- Entrou tudo? N�o acredito!!
- Pois �, eu n�o disse que voc� ia gostar??
- Ʌ nem doeu muito�
- Agora rebola no meu pau e aproveita, vai, sua putinha!
Sandra come�ou a se mexer, devagar, ainda com medo. Eu sabia que n�o aguentaria muito tempo e fazia for�a para me segurar. Comecei a me mexer tamb�m, iniciando um vai e v�m bem devagar�
- T� sentindo meu pau na sua bunda, sua putinha?! T� gostando?? T� comendo seu cu, sua safada!!!
- T� sentindo� t� gostoso� n�o achava que ia gostar, mas t� gostoso� vai, mete� mete devagar�
Fui acelerando aos poucos e logo estava comendo aquela bunda como se deve.
- Caralho! Que pau gostoso!!! T� fodendo meu cu! Seu safado!! Mete, mete no meu cu! Ai, que del�cia!!! Fode, vai!! Fode!!!
Eu n�o aguentei e enfiei com for�a o mais fundo que consegui e gozei naquela bunda!
- T� GOZANDO, SUA PUTA!!! QUE BUNDA GOSTOSA!!!! CACHORRA!!!!
- GOZA, CACHORRO!! GOZA PRA MIM, GOZA!! QUE DEL�CIA!!
Ca� por cima dela� os dois completamente suados� tirei meu pau e fui retirar a camisinha no banheiro�
Quando voltei Sandra estava debaixo dos len��is e sorria feliz�
- Eu ainda n�o acredito que voc� comeu minha bunda, seu cachorro safado�
- Vou comer de novo para voc� ter certeza, sua putinha�
Sandra passou o resto do S�bado e o Domingo inteiro comigo e foi delicioso comer sua bunda no Domingo � tarde enquanto ela falava com o marido ao telefone�
Moreno GosTesao… SP



março 18th, 2010 at 18:09
julho 7th, 2010 at 15:42
julho 7th, 2010 at 21:22
agosto 24th, 2011 at 11:17
Se quiser se sentir realizada aqui é só um lance…
agosto 24th, 2011 at 11:19
clayton.ex@hotmail.com
à todas as mulheres que quiserem se sentir realizadas só me avisar…