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Transei com a filha do pastor

Disque sexo

Conto enviado por: O.F.

Sou um negro discreto, tenho 1,69, não sou jovem, não sou bonito e nem chamo a atenção das mulheres. Pois bem, por essas voltas que o mundo dá, fui, e ainda sou contratado para exercer a função de caseiro/jardineiro/faxineiro e motorista em uma comunidade evangélica de um populoso bairro de classe média alta da Zona Leste de São Paulo. Nos fundos do terreno da Casa Pastoral, existe uma pequena e confortável casa com quarto, sala, cozinha e banheiro que me servem de acomodação. Um casal de missionários americanos pastoreiam a Comunidade Evangélica – Pr. Peter e Pra.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Hellen (todos os nomes são fictícios por santa obviedade), possuem duas filhas e dois filhos, todos ainda jovens, Karen, a mais velha tem 22 anos, Sara, 18 anos, Tom, 14 anos e o mais novo George, 12 anos (me consideram como membro da família), as meninas são duas beldades fantásticas de longos cabelos loiros, olhos cinza-claros cujos jeans escondem corpos esculturais, os rapazes também são bonitos. No mês de julho o casal fez uma viagem inesperada aos Estados Unidos para resolver um problema de herança, Voltariam em um mês. Karen, a filha mais velha, alegou que não poderia ir, pois estava atrasada com alguns trabalhos na faculdade e que aproveitaria para colocar as matérias em dia. Os pais então resolveram que os demais iriam e como confiam em mim eu dormiria na casa pastoral no quarto dos meninos, pois temiam por assaltos, pela segurança da filha, etc. etc. Na primeira semana tudo correu bem, com respeito mútuo e amizade. Além de cuidar dos meus afazeres, levava-a pela manhã (para evitar o trânsito pesado da manhã, saíamos de casa por volta das 05h40/05h45, com o carro dos pais – uma Eco Sport prata (2010), e ia buscá-la à noite, na estação dp Metrô, ela faz arquitetura na USP pela manhã das 07h15 às 12h45, e no horário das 14h00 às 22h00 gerencia uma loja de famosa rede de cosméticos num shopping na Zona Sul da capital (SP). Por volta das 23h30/ 23h35 ela desembarcava e nós seguíamos para casa. Certa noite um vento incômodo prenunciava um temporal daqueles que os paulistanos conhecem bem. Mas, no trajeto, ela surprendeu-me quando começou a fazer um bombardeio de perguntas e questionamentos de natureza íntima sobre minha vida pessoal: “Você não sente falta de mulher? Conheço uma pessoa que é completamente apaixonada por você. Você sempre está bem asseado, perfumado. Você é um negro bonito. Você sabia que muitas das minhas amigas nos Estados Unidos e na Faculdade ficariam loucas por você se te conhecessem?”, e por aí afora. A princípio, extranhei o tipo de conversa. Apesar de surprêso não consegui esconder minha curiosidade, que ficou aguçada e quando ia começar a responder e perguntar quem era a tal pessoa, desabou um temporal diluviano com trovoadas, relâmpagos e ventania. De repente, faltou energia elétrica. Ela apavorou-se e, de imediato, se aconchegou em mim. Comecei a dirigir mais rápido afim de chegar logo em casa. Olhei-a de soslaio e percebí que vestia uma calça jeans bem justa e uma camisa pólo azul, um pouco folgada, e dava para ver que ela estava sem sutiã. Ela fica à beira de um ataque de nervos quando a chuva vem acompanhada de raios e trovões. Um trovão forte fêz com que me abraçasse apavorada e trêmula. A chuva desabou de forma torrencial. Ela pediu para parar o carro até a chuva passar, não dava para ver a rua direito, A tempestade estava muito forte. Entrei com o carro em uma rua de pouco movimento, que eu conheço bem, estacionei, desliguei o motor e ficamos à espera do tempo melhorar. Mas, o calor de nossos corpos grudados um no outro, nos trouxe uma inesperada surpresa. Percebí que o bico dos seus mamilos estavam em pé. A respiração ofegante dela em meu pescoço me dava leves arrepios de prazer. O cheiro do seu hálito era de fêmea no cio. Eu, bem, eu estava a um bom tempo sem sentir uma mulher tão próximo. Não deu outra, não pude controlar e nem disfarçar uma forte e súbita ereção – meu pau, quando estou excitado, fica bem grosso e alcança 20cm. Ali, na escuridão do momento, ela olhou-me no fundo dos olhos e sussurrou sedutora: “Me beija…” Fiquei momentaneamente confuso, mas logo me refiz e beije-a, a princípio, com calma e paixão, mas pouco a pouco com fúria e desejo. Lembrei-me das inúmeras punhetas que já tinha batido pensando nela, desde o dia em que num descuido (ou seria proposital?) a flagara tomando banho com a porta do banheiro aberta – ela se acariciava suavemente, se contorcia e enfiava o chuveirinho na buceta rosada, cabeluda com grandes e carnudos lábios (adoro bucetas cabeludas). Aquela visão dantesca não me saia da cabeça e povoava minhas noites de insônia. Sem perder mais tempo, comecei sugar-lhe os seios e acariciar seu corpo, enquanto ela acariciava meu pau por cima da calça, suspirando e falando coisas em Inglês que eu não entendia. De súbito, a luz da rua voltou e nos devolveu à realidade. Nos recompomos rapidamente. Liguei o carro e fomos pra casa. O restante do trajeto foi feito em silêncio. Quando chegamos ela desceu do carro e entrou rapidamente na casa. Guardei o carro na garagem e assim que entrei ela gritou do banheiro: “Me espere aí, na sala!”. Sentei-me no sofá e fiquei à espera. Ao ouvir a água do chuveiro escorrer, fiquei imaginando-a no banho. Meu pau endureceu de imediato. De repente, a porta do banheiro se abriu e ela surgiu envolta numa toalha preta. Dirigiu-se até onde eu estava e ali, na penumbra da sala me beijou com ternura. Falei que ia tomar banho, mas, ela não permitiu. Então, ainda sentado fui tirando a calça e a toalha que a envolvia. Com a língua comecei um longo passeio pelo seu corpo cheirando a sabonete inglês. Lá fora, chovia copiosamente. Nos deitamos no tapete. O seu corpo imaculadamente branco-rosado contrastava com o negror do meu. Ficamos nos bolinando. Quando ela me tocou senti que um leve tremor percorreu seu corpo, ela olhou para o meu pau, arregalou os olhos assustada com o tamanho e murmurou: “Oh! My God!”. Passou seus dedos levemente pela cabeça dele, depois pela sua extensão, com carinho levou-o à boca (sua boca é grande com lábios carnudos), e, para minha grata surprêsa, chupou-o por um bom e longo tempo com habilidade profissional… (Ela faz uma garganta profunda cinematográfica. Juro que subi aos céus! Ah! Quem diria, que a organista da igreja, a líder das jovens é uma cadela loira, gulosa, deusa devassa com boca e lábios de veludo). Retribuí-lhe a carícia com ternura e paixão, sentí que ela gozou de forma abundante – encheu minha boca de néctar – enquanto se desmanchava em gozo ela soltava gritinhos abafados, seu corpo se contorcia em espasmos de prazer. Acredito que teve vários orgasmos simultâneos. Deixei-a se refazer, seu coração palpitava fortemente e seus olhos estavam esgazeados. Peguei-a no colo e fui na direção do seu quarto, mas ela protestou manhosa e apontou para o quarto dos pais. Queria ser possuída na cama deles. “Quero transar de todas as maneiras, quero ser possuída de quatro, de lado, quero trepar por cima de você, quero sentar nesse cacetão preto, meu cachorro safado. Quero que você me bata, coma a minha bunda, rasgue a minha buceta, encha a minha bôca, o meu cú e a minha buceta de leite, eu quero todo o leite que você tem guardado esse tempo todo. Você sabia que eu sou tarada por você? Que eu sonho com você? Me masturbo pensando em você? Me faça gritar com esse pau enorme entrando em mim. Será que eu vou conseguir aguentar esse pau de cavalo preto tirando sangue de mim na cama dos meus pais? Me jogue na cama e entre em mim”, sussurrou-me com lascívia em meu ouvido. Fiz o que me pediu, atirei-a na cama e na penumbra do quarto - a luz não tinha voltado – mostrei-me por inteiro a ela… (continuo outro dia)..        

4 Comentários para “Transei com a filha do pastor”

  1. pedro Says:
    publique só quando tiver o texto todo pronto, idiota.
  2. PAULO Says:
    Seu conto é interessante, mas e fantasioso, pois a luz já voltado lá na rua e vc disse que no quarto ela ainda não havia voltado, isso é tripico de contos inventados. detesto mentiras, o conto só é válido e interessante se for verídico o resto é balela, conversa pra boi dormir.
  3. ALEX Says:
    QUE DELÍCIA CARA! ADOREI TEU CONTO, PARECE MUITO VERDADEIRO.
  4. Pedro Paulo Silva Says:
    Gostei do conto. Muito bom! Excitante e bem escrito. Parabéns! Por favor, envie o final, eu e uma galera estamos ansiosos pelo desfecho final. Recado para o Paulo (comentário 2), às vezes, a luz da rua volta e a das residências demora um pouco mais ou vice-versa – falo isso porque trabalho na área de manutenção e reparos da CPFL e esse tipo de ocorrência é mais comum do que se imagina. Não achei fantasioso e nem inventado o conto enviado, vivemos num mundo e numa época em que o impossível é possível. Abraços do pepe_carioca@hotmail.com

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