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Trocando filhas

Disque sexo

Essa histria aconteceu de verdade, apesar de que, pode parecer surreal.
Na realidade, esse caso no aconteceu comigo, mas sim com um amigo meu do Sul do pas.
Eu gostaria de dizer antes de mais nada que, tudo ocorreu a muito tempo e trocarei nomes e lugares para preservar os envolvidos no fato.
Amanda, linda, loirinha de olhos azuis, como comum com as garotinhas do sul do Brasil, tinha 18 aninhos apenas quando seu corpinho comeou a sofrer as mudanas tpicas da adolescencia.
Aquela bundinha que j era notada mesmo na sua infncia, pois com seu tamanho maior do que o normal para as meninas daquela idade, ganhava mais volume ainda e suas coxinhas comearam a ficar rolias.
Agora seu pai, Mauro, podia notar que naquela blusinha de escola saltavam dois biquinhos durinhos como pedra e que pareciam querer furar a fina blusinha que usava.
- Precisamos comprar um suti, em menininha! – Disse o pai em tom de brincadeira para a filhinha.
- Pai, que legal, as meninas l na escola usam e eu j estava querendo mesmo. – Disse a filha sorrindo feliz.
Naquela tarde ele saiu e com a filha foi comprar o suti-infantil, mais parecia um top.
Cuidava muito bem dela pois, a me morrera a alguns anos, ento eram apenas os dois naquela casa.
A menina tinha muita intimidade com o pai ento, logo que a porta se fechou ela tirou a blusinha que usava revelando ao pai aqueles biquinhos inditos, para poder colocar o suti.
-Olha pai, fiquei bonita?
O pai sentiu pela primeira vez algo novo, uma sensao estranha, viu uma menininha que estava virando mulher.
A curiosidade foi inevitvel, querendo ver qual a consistncia daqueles seios pequeninos, puxou a filha e colocou em seu colo.
- Nossa! Como cresceu rpido e to durinho… parece uma pedrinha! – disse isso passando a mo em seus peitinhos, sem cerimnia.
A menina achou normal, pois, eles mantiam mesmo muita intimidade. Ficou orgulhosa e at deu uma estufadinha nos peitos.
- Ah! Pai, nem grande ainda… – falou meio desapontada consigo mesma.
- No filha, voc t virando mocinha e logo vai mudar muita coisa em voc… Por exemplo, aqui (pois a mo sobre a xoxotinha dela) vai crescer pelinhos…
Ele comeou a sentir teso por aquela mocinha estar em suas mos… deu uma apertadinha na xaninha macia.
Ela deu uma risadinha e perguntou?
- No sei nada sobre ser mocinha, voc me ensina tudo, papai?
Ele ficou excitado mas, recuou, pensou: Meu Deus! minha filha, confia em mim e no futuro vai me cobrar qualquer atitude.
Pensando assim ele disfarou, se levantou e disse que precisava trabalhar, saindo pela porta da frente e indo direto para um barzinho de amigos que ficava a algumas quadras dali.
Passado alguns dias, ele percebeu que sempre se pegava pensando naquela ninfetinha linda e decidiu algo inusitado:
Procurou um amigo, Sandro, conhecia desde criana e no tinham segredos um para o outro. Meio sem jeito ele disse:
- Cara, eu t com um problemo e queria sua opinio, mas, voc vai me prometer que tudo o que eu te disser vai ficar entre ns.
- Claro, Mauro, pode confiar… – incentivou o amigo.
- Sandro eu t tendo problemas para controlar um teso muito doido que eu t sentindo pela minha prpria filha. Eu sou louco para experimentar uma menininha novinha como ela, mas ela e minha filha, cara, no tem cabimento!
O amigo ficou estatico por uns instante, suspirou e disse:
- Cara isso mais comum do que voc imagina.
- mesmo, Sandro, voc por um acaso j notou se sua filha t ficando gostosinha? J ficou passando a mo no peitinho dela morrendo de vontade de chupar, e pensar na bucetinha lisinha ento, j pensou?
Mais um minuto de silncio.
- Pra falar a verdade… j.
- Mesmo?
- Eu andei dando uma olhadinhas na Bruninha, enquanto ela se trocava para ir pra escola. Voc lembra dela?
Mauro ficou estarrecido, mas euforico por dentro, afinal, descobriu que no era to maluco assim. Tentou lembrar da filha do amigo que no via a uns 6 ou 7 meses.
Lembrou de Bruninha, uma menina meiga, cabelos escuros e compridos, pele clara como e tambm um corpinho bem gostosinho, no tinha seios quando a viu na ltima vez.
- Lembro, ela uma gatinha tambm, deve ter crescido…
- quase um ano que voc no a v, nem imagina como t gostosinha.
Mauro ficou saboreando a idia em sua mente por um instante.
- Mas e agora? Vim te pedir um conselho e voc parece que est com o mesmo problema.
- o que vamos fazer pra matar esse teso? Eu no posso transar com minha prpria filha! E t louco pra comer uma ninfetinha tambm.
- Fora de cojitao! Vamos esquecer isso…
- mas, e se a gente fizer um acordo?
- Que tipo de acordo?
- Podemos marcar um fim de semana na sua casa, eu saio com a Bruninha e levo ela na sua casa.
- Pra que?
- Cara, a gente pode fazer umas brincadeirinhas e a eu brinco um pouco com sua filha e voc pode brincar com a minha.
- Mas qual a diferena?
- No percebe? Assim a gente no faz nada na prpria filha, mas deixa um amigo que a gente confia fazer. No incesto.
- Verdade! Mas e elas ser que topam?
- Cara, vamos tentar e ver como que rola…
Assim, no dia marcado l estava Sandro com sua filhinha Bruna prontos para uma festa na piscina da casa de Sandro e Amandinha.
Logo que chegou, Bruninha toda meiguinha foi abraando o \”tio\” Mauro e dizendo:
- Onde eu troco de roupa? quero por logo o meu biquini.
Sandro j aproveitando a deixa responde:
- Que isso filha, aqui estamos entre familia, tire sua roupa aqui mesmo e pe logo esse biquininho.
A filha era obedinte e mesmo com um pouquinho de vergonha, sentou no sof e tirou a blusinha, revelando seus pequenos seios, pareciam um pouco maiores do que os da sua filha.
Nisso a Amandinha se encheu de coragem e tambm tirou a blusinha revelando ter menos vergonha que a amiguinha.
Ambas comearam a por a parte de cima do biquini, quando Mauro percebendo a chance disse:
- Nossa que beleza! As duas j tem peitinhos! Qual delas ter o maior?
Elas se olharam e ficaram sem saber o que fazer quando Sandro completou:
- Vamos ao campeonato de peitinhos!
Chegaram perto e comearam a olhar bem de perto e admirar:
- Nossa Mauro, sua filha tem um peitinho lindo.
- Sandro, mas a sua ja t maior, n?
- Talvez por ser 6 meses mais velha, Mauro! mas aposto que o da sua filha mais durinho!
- Pega neles ento! – Foi dizendo e colocando a mo do amigo nos seios da sua filhinha Amanda.
Amandinha era um docinho. Ao invs de ficar com vergonha deu uma estufadinha pra frente pro amigo do pai sentir melhor a firmeza.
- Nossa! Que coisa de louco. – Disse Sandro, j fazendo o mesmo que o amigo, pegou a sua mo e ps sobre o peitinho da filha.
Bruninha era mais vergonhosa. Abaixou a cabea e ficou calada. Mas deixou a brincadeira prosseguir.
Ambos apalparam e apalparam os peitinhos da filha do outro e decidiram dar por empatada a disputa.
- J que no tem mais ningum, podem ir pra piscina s com a parte de baixo do biquini. – Disse Mauro
- Gostamos de ver esses peitinhos lindos. – Emendou Sandro.
Elas rapidamente obedeceram e correram pra piscina.
Eles colocaram uma sunga bsica e cairam na agua tambm.
Em meio a brincadeiras na agua rolava sempre uma passadinha de mo nos seios das duas ninfetinhas.
- Sandro, precisamos desempatar aquela disputa, n?
- Claro, vamos ver quem t mais gostosinha! Venham c as duas!
Sairam da piscina e Sandro logo posicionou as duas de costas para o amigo.
- Vamos ver qual a bundinha mais linda e durinha.
- Vem aqui, Mauro, me ajudam nisso.
Mauro saiu da agua tambm e chegou j apalpando as bundinhas das duas.
- Nossa! Que beleza. – Alisou a bunda da filha e logo comeou a abaixar a tanguinha para mostrar melhor a bundinha pro amigo.
- Assim no vale! Vou ter que ajudar minha filha! – E abaixou tambm a tanguinha da filha revelando que tinha mais bunda do que pensavem
A viso era um paraiso. Naqela altura as duas j estavam rindo e se acostumavam com a nudez. Restava saber se sentiam prazer nisso.
- Por trs um teso, vamos ver como a frente!
Antes de Mauro terminar a frase as duas rapidamente j se viraram, mostrando as xaninhas lisinhas, mas bem rechunchudas. Elas estavam mesmo entrando na brincadeira.
- Senta aqui, amor – Pediu o pai de Bruninha para que assim ela pudesse abrir as perninhas na cadeira.
Amandinha, mais safadinha do que de costume tambm j foi sentado em outra cadeira e abriu a bucetinha para quem quisesse ver.
Ambos ficaram to excitados que o pau j no cabia nas sungas.
- No justo! – Disse Amandinha.
Nisso Mauro ficou assustado pensando que a filha ia pedir pra acabar com a brincadeira.
- A gente t aqui colaborando e vocs examinando nosso corpo e a gente tambm quer.
Surpreso mauro perguntou:
- O que filhinha? O quer da gente?
Nisso a outra ninfetinha completou:
- mesmo, voc quis ver qual era o peito e a bunda que era maior, agora a gente quer ver qual de vocs tem o pau maior.
Os dois ficaram assustados com as palavras, mas tambm excitados pela proposta.
- Ento pega aqui! – Mauro colocou o cacete na mo da filhinha do amigo, pois j estava mesmo apertado na sunga.
Amandinha nem esperou o Sandro tirar pra fora, socou a mo no cacete do \”tio\” e disse:
- Nossa! Que legal! Pai, eu posso pegar os dois, semnpre quis pegar no seu pau pra ver como era.
Mauro colocou o pau na outra mo de Amandinha que logo comeou a punhetar os dois.
- Vem aqui menina – Mauro chamou a Bruninha.
Quando ela chegou perto ele comeou a chupar seu peitinho.
Ela ficou dando gemidinhos e se contorcendo.
Vendo aquilo, Amandinha tomou coragem e comeou a chupar o pau de seu pai.
- Nossa Amandinha, onde aprendeu isso!
- Internet! – deu um sorrisinho safado e abocanhou a pauso do papai.
Sandro no perdeu tempo, ps a ninfetinha em posio, a perninha bem aberta e socou a boca no grelinho dela, que deu um pulinho e gemeu forte.
- Ai! que gostoso, me chupa tio, vai!
- Vou chupar tudinho. – respondeu Sandro, chupando a ninfetinha e j pondo o dedo na xaninha da filha ao lado.
- Agora chupa seu pai, cadelinha! – Pediu Mauro, ajeitando a menina para chupar o pau do amigo e j arrumando a bucetinha dela para chupar tambm.
Tava gostoso, mas queria revesar.
Trocaram de posio e logo estava Mauro a chupar a bucetinha da propria filha e o amigo fazendo o mesmo.
Elas deitadas no cho s deliravam de prazer,
- Agora me chupa, putinha! – Pediu Sandro para a filha do amigo. Era hora de revesar o pau tambm.
Logo as duas chupavam gostoso o pau de ambos enquanto, com o dedo eles davam uma alargadinha na xana delas.
Agora o pau deles j estava como pedra de to duros e precisavam se satisfazer.
- Meninas, vai doer um pouquinho, mas tentem aguentar que fico gostoso depois. Quem aguentar mais leva o prmio.
- T bom. – responderam as duas quase em cro.
Ambos comearam a enfiar o pau na bucetinha macia da filha do outro.
Parece mgica, mas o teso era tanto que comeou a deslisar os dois paus pra dentro das grutinhas apertadas.
A sorte pra elas que nenhum dos dois pais tinha paus enormes, eram tipo 15 ou 16 cm e no era grosso tambm.
Sorte pra elas, melhor ainda pros papais sortudos.
Logo comearam a bombar gostoso , pois a dor inicial j havia passado.
Depois de longas estocadas eles ouviram um pedido que no poderiam negar:
- Pai, t gostoso, mas quero esperimentar seu pau tambm. – Disse Amandinha.
- Eu tambm! – Reclamou a outra.
E agora, tudo o que eles queriam evitar, o incesto, estava sendo suplicado pelas suas filhinhas gostosas.
- Vamos l. – Decidiu Mauro. – Afinal, elas merecem qualquer coisa, n.
Trocaram de posies e colocaram as duas de quatro, uma ao lado da outra e com aquelas bundinhas lindas empinadas, os dois papais sortudos comearam a penetrar suas filhinhas deliciosas.
Logo as duas comearam a rebolar frenticamnete no pau dos queridos papais.
- Vem paizinho, come sua putinha!
- Vai pai, soca sua pica em mim! Vem conhecer minha rachinha.
E os dois socaram muito at que veio a vontade de gozar. Decidiram por bem trocar de novo.
Inverteram a posio e socaram de novo nas filhas trocadas, mexendo freneticamente at gozar dentro das grutinhas apertadas.
- Nossa! Que aventura – Gritou de prazer Mauro.
- ! Foi a melhor coisa que me aconteceu na vida! – Concordou o amigo.
Nisso as duas abraaram os pais e beijaram na boca de cada um deles.
- Mas lembrem-se! Vocs no podem contar nada pra ninguem sobre isso! – pediu Sandro.
- Pode deixar, seus bobos, a gente sabe. S que vo ter comer a gente todo dia agora.
Disse Bruninha
- mesmo! – Concordou a outra.
E assim combinaram que durante a semana elas daria a bucetinha pros pais diariamente, nos fins de semana, eles se reuniriam pra fazer suruba e dariam pros dois.
E assim Sandro e Mauro, satisfeitos e sem mais nenhum grilo sobre incesto, viveram felizes com suas ninfetinhas e comearam tambm a treinar com o dedo para futuramente comer elas no cuzinho.
Elas esto quase prontas para experimentar as varas dos papais no rabinho, mais isso fica pra prxima estria.
Se gostaram mandem e-mail para o endereo: papaiprocuratrocas@hotmail.com – Lembrando que este endereo no para marcar trocas de filhas, marcar encontros com incestos ou coisas parecidas e sim discutir sobre o assunto incesto e assim, as trocas so de experincias e ideias. Se isso te excita ou se voc esta a fim de trocar casos sobre o tema, fique a vontade para entrar em contato. \”Esse texto uma obra de fico\”.

6 Comentários para “Trocando filhas”

  1. Ronaldo Schneider Says:
    Pobre Amanda! S chegou adolescncia com 18 anos. A maioria das meninas j tm pentelhos com 11 anos.
  2. Dot:nineteen Says:
    hahahah, no sei no Sul, mas no Sudeste aos 18 a mina j devassa.
  3. Lobo Says:
    aqui em cuiaba 18 anos ja pode pedir aposentadoria por tempo de servio!
  4. Ryan Skiter Says:
    Acredito nisso nao, quantos anos tinha elas , e a maior pedofilia do mundo , tinha que levar porrada…
  5. Anonino Says:
    Nossa que delicia de conto estoua qui toda molhadinha só em pensar .. enfelismente quando eu tinha a idade dessas meninas eu não tinha ninguem pra mim comer .. pena pq era tudo q eu queria… acreditão q eu adorava botar o cabo da escova na minha chaninha?? nossa deliciaaa
  6. maria das neves araujo Says:
    perofilia por que?foi bom para todo mundo,elas perderam o cabaço de uma forma gostosa,descontraida e com os homens de confiança,seus pais,eu amei cada linha do conto,parabens ao autor

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