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Viajem para a fazenda

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Vocs j me conhecem, eu sou aquela do conto “Gosto de ser observada” em fetiches. Mas para quem no me conhece vou me apresentar. Eu me chamo Ana Claudia, mas podem me chamar de Aninha, tenho 22 aninhos, sou loira, tenho 1,65 de altura, 55 kilos, tenho seios mdios e adoro ficar me exibindo. Eu adoro me exibir, gosto de me sentir observada… desejada… e ser o centro de atenes de homens, E gosto de ver os homens todos sujos, suados e que no teria como arrumar uma mulher assim, pois eu sou de classe mdia alta, tenho meu prprio apartamento, meu prprio carro e meu emprego. Pois bem, em maio, fui convidada por uma amiga minha para passar uns dias na fazenda da familia dela que fica bem isolada no Mato Grosso, pois ela estava precisando descansar alguns dias, chegando na data combinada fomos, o pai dela nos levou at o aeroporto, pois disse que um empregado da fazenda nos esperaria em Cuiab. Chegamos no aeroporto era umas trs horas da tarde e teriamos pela frente umas 2 a 3 horas de viagem de carro, como havia dito a minha amiga. Ah!!! eu ainda no falei como ela , ela moreninha clara , com olhos verdes e tem 1,73 de altura, peitinhos mdios e uma bundinha bem arrebitadinha, que d gosto de se olhar, e o nome dela Sandra. Quando chegamos ela disse que o empregado deveria estar por ali, nisso veio um senhor que estava aparentando ums 55 anos e depois ele me disse que tinha 58, bem feiosinho, mulato e faltando alguns dentes na frente e o nome dele Dito e gostava de fumar cigarro de palha, depois da Sandra ter me apresentado ele me olhou de cima em baixo, pois eu estava com uma blusinha bem folgadinha e sem suti claro e com uma sainha curta folgadinha. O seu Dito nos ajudou com as malas e fomos at uma caminhonete a Sandra foi na frente com ele e eu fiqui no banco de traz, eu percebi que o seu Dito posicionou o espelho retrovisor para poder ficar olhando minhas pernas, ai eu no me fiz de rogada e como quem no quer nada fiquei sentada bem no meio dos dois bancos da frente, como quem est somente querendo olhar a estrada e abri ligeiramente as minhas pernas, eu percebi que ele sempre dava uma olhadinha, eu de proposito abria mais as minhas pernas para ele ter uma boa viso da minha calcinha de renda branquinha e que deixava alguns pelinhos de minha xoxotinha de fora e a calcinha eu tinha deixado ela bem enfiadinha no rego e percebia que com meus movimentos ela tambm entrava na minha xoxotinha, Seu Dito suava e sem que minha amiga Sandra percebesse ele passava a mo em seu caralho para ajeita-lo dentro das calas, depois de uma hora na estrada a minha amiga pediu para ele parar em um posto da estrada pois ela estava com muita sede, eu falei que queria s ir ao banheiro, quando descemos a Sandra foi para o restaurante e eu fui para o banheiro, quando eu chego perto da porta encontrei o Sr Dito e pela aparencia dele, estava me esperando, ele deu uma boa ajeitada no cacete dentro da cala, e olha que o tamanho era bem considervel, passei perto dele, ele me puxou para um cantinho e me disse: Voc uma putinha e que ficou me tentando at agora, s que eu quero ver esta bucentinha sem a calcinha me atrapalhando a viso e voc quer ver o meu pau, no quer? Eu falei para ele que ele deveria estar louco, onde j se viu eu querer ver um negcio desse. Ele percebeu que eu fiquei excitada,mesmo negando, ele foi com sua mo pegou a beirada de minha calcinha e puxou para o lado e me disse que se quizesse mijar que poderia mijar na mo dele, nesta hora eu j estava com a xaninha toda ensopadinha e doidinha para ele socar o dedo em mim, sem eu querer acabei soltando um gemido e ele mais do que depressa socou no s um dedo mais dois de uma vez s, dei um gritinho de dor e teso, ele me puxou para um canto mais afastado, me colocou sobre um tambor de oleo, subiu a minha sainha e falou que nunca tinha visto uma xaninha to loirinha e tesudinha assim na vida dele e queria chupar ela at eu gosar em tua boca, olha voc no imagina como ele chupava gostoso e isso me dava cada vez mais teso eu puxava a boca dele mais para dentro de minha xaninha, sua lingua esta me deixando doida era ggrande e entrava at no fundo de minha xoxotinha o gozo veio gostoso e muito forte, ele falou que agora que eu estava saciada, era a minha vez de satisfazer ele, me puxou para o cho me fez ficar de joelhos e foi abaixando a cala, na hora que eu vi o volume dentro da cueca dele, no precisou ele fazer mais nada, arranquei a cueca e saltou para mim um mastro duro… negro… brilhante e com uma cabeorra grande e que deveria medir mais de 25 cm] por uns 6 cm de largura, sem mais rodeios cai de boca neste pau maravilhoso, pois ele era imenso, no conseguia segura-lo com uma mo s e ele no cabia inteiro dentro de minha boca, fui chupando a cabea e depois descia lambendo ele dos lados, chegando at o seu saco onde chupei gostoso e tirei vrios gemidos de meu macho, coloquei a cabea do pau dele na minha boca e comecei a sugar bem gostoso, ele me disse que queria comer a minha bucetinha, ele tirou de minha boca deitou no cho com o cacete em p e mandou eu sentar, nossa… fiquei com medo, pois eu nunca tinha dado para um cacete to grosso e grande, mas como quem esta na chuva para se molhar, ento fui encaixando o cacete em minha xoxotinha e fui enterrando aquele pau em mim, estava doendo, quiz tira-lo, mas meu macho no deixou e antes que eu fizesse qualquer movimento, ele me puxou para baixo e enterrou de uma s vez aquele mastro em mim, eu vi estrelas na hora e senti ele tocar e empurrar o meu utero para dentro, nunca tinha me sentido to preenchida quanto naquela hora, ele parou e esperou eu me acostumar com aquele caceto to gostoso dentro de mim, quando ele percebeu que eu j estava mais relaxada comeou a bombar e foi bombando cada vez mais rpido, eu gemia, eu chorava de teso e o meu gozo veio gostoso… forte… e me sentia realizada neste cacete e o Sr Dito me socava cada vez mais rpido, gozei umas 3 vezes nele e o homem ainda no tinha gozado nenhuma, ele me vira de quatro ainda com o cacete enfiado em minha xaninha e comea a bombar rpido me chamando de sua putinha loira e que eu iria me arrepender de ter deixado ele doido, era de uma violncia que me deixava com medo, mas com cada vez mais teso, ele disse que queria comer o meu cuzinho, isso eu falei para ele que no dava pois o seu cacete era muito grande e grosso e eu ainda era virgem no meu buraquinhio, seria um arrombo mesmo, ele ficou nervoso, mas continuou a maltratar a minha xoxotinha com mais violncia ainda, de repente ele tirou o pau de minha xaninha e disse que iria gozar ento na minha boquinha, mandou eu chupar o pau dele, comecei a chupar a cabeona e ele socou sem piedade at o fundo de minha garganta, eu engasguei e quase vomitei em seu pau, ele comeou a bombar em minha boca como se fosse na minha xaninha, que a esta altura estava toda ardidinha e abertinha pelo caceto do seu Dito, ele foi cada vez mais rpido, senti ele se retesar na minha boquinha, chupei mais ripdo e com maestria, pois adoro chupar um belo cacete, ento jorrou toda aquela porra em minha boquinha, me engasguei de novo e ele disse, se voc derramar um pouquinho que seja eu vou arrombar o teu cuzinho agora mesmo, comecei a lamber e limpar todo aquele caralho na minha boca e fui engolindo tudinho, ele deu ainda umas 4 golfadas de porra na minha garganta. Depois fomos at o banheiro para nos limparmos e eu precisava fazer xixi, ele entrou comigo no banheiro e disse para fazer o xixi na sua mo, fiz e ele socou novamente seus dedos na minha xaninha, foi uma delcia, eu estava realmente saciada e o seu Dito me disse que tinha sido a melhor foda da vida dela, mas que era uma pena ele no ter comido o meu cuzinho, falando nisso seu cacete comeou a subir novamente e outra vez comecei a chupar ele bem gostoso ele cresceu em minha boca, mas como estavamos demorando muito resolvemos voltar para a caminhonete e Sandra disse que j estava se preocupando, pois ns ficamos sumidos por mais de 40 minutos, ai o seu Dito disse que tinha ido me mostrar um jardim atras do restaurante e como l tinha um laguinho com peixes e um parquinho com alguns brinquedos eu havia me demorado. claro que eu concordei com o que ele disse. E qual no foi a surpresa dele ao entrar na caminhonete sentar no banco e sairmos para a estrada, quando ele olhou pelo retrovisor eu estava descendo a minha calcinha e deixando a minha xoxotinha toda esfoladinha para receber as brisas e os olhares de desejo de seu Dito. Bem vou terminando por aqui, mas minhas aventuras na fazenda nestes 5 dias que ficamos por l ainda no acabaram, qualquer dia eu escrevo outros, est bem??? Beijos desta loirinha… Aninha…

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