Contos Verídicos no Face
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Violentei a Vizinha

Disque sexo

Ol pessoal, estou aqui novamente para relatar mais um de meus contos, espero que gostem.
** Nomes Ficticios
Moro nos fundos da casa de minha v, e mais na frente do terreno existe uma terceira casa que minha v aluga, e nessa casa moram duas moas; uma de uns 24 anos (Sheila**), pele morena, cabelos castanhos, cursa faculdade e namora um cara que muito gente boa; a outra uma loirinha (Carla**) no muito bonita de uns 28 anos que veio do interior, no comeo achei que ela era timida, mas nos ultimos dois meses ela comeou a utilizar uns shortinhos bem curtos e at que ela era gostosinha.

J estava para completar dois anos que ambas moravam aqui, quando elas vieram comunicar a minha v de que a Carla estaria voltando ao interior para morar com sua me e a Sheila no iria aguentar arcar com as despesas do aluguel sozinha; assim que fiquei sabendo disso comecei a armar um jeito de comer aquela loirinha gostosa antes que ela fosse embora. Pensei ento em surpreende-la quando ela saisse do banho, j que o banheiro ficava para o lado de fora da casa; ela sempre tomava banho l pelas dez e meia da noite, e sempre saia vestindo um shortinho preto bem agarrado e curto e uma blusinha sem suti, pois os bicos de seios ficavam bem aparente sobre a blusa.
Foi ento numa sexta a noite que meus pais como de costume sairam para ir a um lugar para danar e levaram minha irm, minha v dorme muito cedo, l pelas nove da noite; peguei algumas camisinhas e fui ento para a varanda da casa da minha v e vi a hora em que ela entrou no banho, fui ento at a rea da casa de Carla que era onde se encontrava o banheiro, fiquei em um canto onde elas costuma guardar vasilhames, bacias, baldes, etc onde ela no pudesse me ver; Por sorte nesse dia a Sheila tinha saido com seu namorado, certamente para meter, e s voltaria pela manh.
Ficava escutando a gua cair, imaginando escorrer pelo seu corpo, meu pau j estava bem duro; foi ento que percebi que ela desligou o chuveiro, me posicionei ao lado da porta do banheiro, coloquei uma meia cala sobre o rosto para no ser reconhecido, e fiquei aguardando at que ela abrisse a porta. Eu estava de cala jeans, blusa de manga comprida, tnis, a meia cala sobre o rosto e um bon, sendo assim impossvel ela me reconhecer.
Escutei ela mexer no trinco da porta e no que ela abriu a porta eu saltei a sua frente e levei minha mo at sua boca para que no gritasse e a virei de costa para mim; sua bunda se encostou em meu pau duro e ela instantaneamente tentou fugir, mas eu vo, eu j tinha comeado uma loucura que no tem mas volta. Peguei um pedao de fita adesiva e tapei sua boca, coloquei uma venda em seus olhos, com uma meia cala eu amarrei suas mos para cima, e a encostei na parede de costas para mim, comecei a sarrar meu pau em sua bunda, ela chorava, pois sabia que seria estuprada; vendo o desespero daquela moa eu disse com uma voz um pouco direfente: \”Calma, se voc reagir vai ser pior, voc esta amarrada e no tem ningum para te socorrer !\”, foi ai que ela comeou a chorar mais e mais;
Prendi as mos dela no registro de gua que existia um pouco mais ao alto, comecei a passar a mo em suas coxas e fui subindo at agarrar com fora os seus seios, coloquei minha mo por dentro de sua blusa e constatei o que suspeitava, ela estava sem suti, comecei a esfregar o bico de seus seios com meus dedos e enquanto tudo isso acontecia eu continuava sarrando a sua bundinha. Comecei a abaixar seu shortinho e calcinha, deixando-a nuazinha, mas de costas para mim, ele entrou em desespero total. Tirei meu pau para fora e comecei a passar na porta de sua buceta, ela tentava se afastar, mas dava de encontro com a parede fria e molhada do banheiro; me abaixei e comecei a chupar sua buceta com muita volupia, ela estava muda e imvel, ela estava comeando a ficar molhada, sai de perto dela por um instante, ela tentava virar-se para ver o que iria lhe acontecer, mas a venda em seus olhos no permitia;
Coloquei uma camisinha e fiu atrs dela novamente, encaixei a cabea de meu pau na entrada de sua buceta, ela percebeu o uso da camisinha e sabia que agora iria levar ferro, comeou a se debater em vo, comecei a pincelar meu pau em seu grelinho e ela comeou e relaxar, mas ainda contrriada; comecei ento a penetrar, que buceta macia, quente e umida que ela tinha, meu pau parecia estar na mo de uma crianinha de uns seis anos; assim que entrou tudo eu disse a ela: \”Fique tranquila, no vou te machucar, estou usando camisinha !\”; ela no se importava e tentava escapar, eu comcecei a bombar no comeo mais devagar e depois com mais rapidez e violncia, no demorou muito e eu gozei, como aquela caipira era boa;
Decide ento que iria comer seu c tambm, tirei aquela camisinha, e comecei a lamber seu c, ela tentou sussurrar algo, cheguei mais perto dela, tirei a fita de sua boca e ela disse: \”Por favor, ai no, por favor, faa qualquer coisa mais ai no !\”; aquela suplica me deixou mais ouriado ainda para penetrar aquele botozinho;
Comecei a esfregar meu pau em sua bunda e ela continuava se debatendo, mas pau j estava duro novamente, coloquei outra camisinha, passei um pouco de shampoo no meu pau e no c dela; encostei meu pau na bunda dela e comecei a forar, era muito apertado, pensei que no iria entrar mas continuei forando at que a cabea do pau passou; continuei a empurrar o resto at entrar tudo; deixei um tempo ele l dentro para ela se acostumar, mas estava dificil, mas aos poucos ela foi se acalmando, comecei a bombar devagarinho para no machuca-l mais do que j estava, segurei firma na sua cintura e continuei a bombar s que agora com mais fora e rapidez, gozei novamente; aps essa gozada, ela desmaiou e ficou segura apenas pela meia que estava presa ao registro, desamarrei ela , deixando-a apenas com a venda nos olhos, deitei ela no cho do banheiro e comecei a chupar seus peitos, chupei sua buceta, seu clitris, coloquei outra camisinha e mandei ver, s que agora no tradicional papai – mame, gozei e ela tambm gozou, deixei ela deitada no banheiro e antes de ir embora eu disse: \”No conte a ningum, se no eu volto e acabo com voc e sua amiga !\”…

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