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Vovô postiço

Disque sexo

Conto enviado por: J.G.

Esta é a primeira vez que escrevo em um site de contos eróticos. Adoro lê-los, mas nunca tive coragem de expor meus sentimentos e desejos. Para começar, quero dizer que todos as histórias que passarei a relatar aqui são fruto da minha imaginação e da minha vontade louca por sexo. Não quero desrespeitar ninguém, apenas escrevo para saciar meus desejos e ajudar, quem sabe, alguém a sentir tanto prazer quanto eu sinto quando imagino algumas ocasiões. Fiquem a vontade para comentar e se deliciar!

Tenho 23 anos, loira, morena claro, um pouco acima do peso mas ainda muito gostosinha. Tenho peitos grandes, com bicos rosados, uma xaninha gordinha. Coxas bem grossas, que adoro usar roupas curtas para destacá-las.

Estou de férias do trabalho, sou jornalista. Estou no meu 3º dia em casa, só imaginando sexo e lendo contos eróticos e vendo vídeos de suruba. Na flor da pele, para dizer a verdade! Em casa, teclando e navegando pela internet, reparei que meu cigarro acabou. O jeito foi ir na venda da esquina comprar. Mas pensei: Desse jeito não posso! Estava de calcinha preta, bem pequenininha, a coloco sempre enfiadinha na buceta e no cuzinho e fico me esfregando na cadeira, adoro! E com uma blusinha de alças, sem sutiã. Gosto de colocar o peitão pra fora da blusa e ficar alisando-os. Fui ao meu quarto e coloquei um shortinho jeans bem curtinho sem calcinha, adoro descer as escadas do prédio roçando a buceta no short e depois andar rebolando pela rua da minha casa que é bem movimentada. Coloquei também um top, com as costas estilo nadador e uma blusinha do mesmo estilo, branca e bem larguinha, e lá fui eu!

Desci as escadas e ao abrir o portão, vejo que há peões trabalhando em uma obra do lado da minha casa. Eles estavam tomando o café da tarde. Passo por eles rebolando bastante e ouço alguns palavrões. Com um misto de tesão e vontade de me abrir pra eles ali mesmo, continuo andando, mas mais devagar e deixo cair uma das pratinhas que usaria para comprar o cigarro. Na hora de abaixar, não deu outra, sem calcinha, meu short enfiou ainda mais e só ouço um: “Vem cá gostosa!” Aí não teve jeito me molhei toda! Fui rebolando ainda mais, pro short roçar bem no meio da minha buceta e cheguei na venda.

Seu Antônio é um homem viúvo, que nunca tive contato. Bem feio e baixinho, tem uma barriga grande e redonda, típica dos homens de sua idade. Sempre vou em sua venda mas nunca senti nada por ele, até esse dia. Como estava bem excitada por causa dos peões, me bateu um fogo que estava custando a esperar chegar em casa para tocar uma!

Dei boa tarde a Seu Antônio e o pedi um maço de Carlton. Quando me debrucei no balcão, reparei que ele ficou de olho nos meus peitos, que por causa da blusa larga, deixou o top aparecer. Ele levantou, se virou e foi pegar o maço de Carlton. Não tinha mais nenhum maço desse cigarro. Havia apenas uma caixa no alto da prateleira. Como ele é baixinho, pegou uma cadeira para subir.

Eu, como sou muito prestativa e estava super afim de uma sacanagem, mesmo que com um velho estranho e esquisito como ele, mas o que valia era matar a vontade, me ofereci para pegar. Na verdade não queria o sexo propriamente dito, talvez tinha até nojo dele, mas queria ser chupada e chupar, queria me sentir desejada.

Ele com um sorrisinho no rosto, diz: “Vem cá Julinha, pode vir me ajudar, que menina mais boazinha!” Entrei por dentro do balcão e passei a rebolar ainda mais, o tesão só aumentava. Ele pegou minha mão e me ajudou a subir na cadeira. Como também não dava altura, tive que ficar na pontinha dos pés. Às vezes, olhava pra trás e via Seu Antônio olhando meu bumbum e mexendo no pau que só aumentava de volume. Consegui pegar a caixa e quando estava descendo, fingi que iria cair só para me roçar no velho safado. Ele me segurou firme e ao me soltar pôs a mão bem em cima do meu cuzinho. Aquilo me acendeu ainda mais!

Fingi então que tinha torcido o pé e ele bem prestativo, me pediu para sentar que iria olhar meu pé. Me sentei, a cadeira estava geladinha e a poupinha de minha bunda naquele gelinho, me fez arrepiar todo o corpo. Tirei meu chinelinho para o tarado ver meu pé e ele disse que estava um pouco inchado, que teria que fazer uma massagem. Sentou em um banquinho menor e começou a alisar meu pé. Foi passando a mão e disse que teria que pegar gelo, para ele não inchar ainda mais. Foi no freezer e pegou cubos de gelo. E começou a passá-los no meu pé. Com isso ele sentiu meu corpo todo arrepiar e foi subindo. Passou na perna, no joelho, na virilha e ficou por ali. Como não demonstrei nenhuma reação, a não ser a de tesão, ele continou.

Passou pelos braços, ombros e chegou aos meus seios. Como minha blusa era larga, ele pegou um novo cubo e foi passando por baixo dela, entre meus dois seios. Não resisti, me levantei! Como ainda estávamos dentro do balcão, e ele é do lado esquerdo, só quem viesse do outro lado nos veria, cheguei mais para o fundo da venda e tirei meu top, assim ele poderia abusar dos meus seios.

Voltei e fique frente a ele! Como um tarado, começou a passar as mãos nos meus peitos por baixo da blusa, com aquelas mãos sujas e grossas. Fui a loucura! Ele então me pede pra deixar ele me ver só de calcinha, que atrás do balcão ninguém veria. Ele não reparou que eu estava só de short. Ele me pediu para ficar de costas, fingindo que o estava ajudando na venda, que ele ficaria lá no fundo, me observando e tocaria uma punheta, porque há muito tempo não via uma mocinha novinha só de calcinha. Só tinha relações, desde que sua esposa morreu, com as putas do centro, mas elas era só pra tirar o atraso mesmo. Tesão sentia com outras mulheres, mas que não davam bola pra ele.

Fiquei com um pouco de pena do velho e fiz uma sugestão:

– Porque você  não fica no balcão, eu me agacho e te chupo bem gostoso até você gozar na minha boca hein?

O safado ficou doido! Já chegou, encostou no balcão e me pediu:

– Enquanto faz isso, me chama de vovô?

– Claro, meu vovozinho safadinho! Quer que a netinha te chupe quer?

O homem fechou os olhos e eu mandei ver. Abriu o botão da calça, depois o zíper, cheirei e tinha um cheirinho gostoso. Fui baixando a cueca e pulou pra fora um membro não tão grande, mas bem grosso! Abri meu short, agachei novamente e comecei a me penetrar com meus dedos e com a outra mão comecei a alisar o pau do meu novo vozinho. Quando comecei a chupar, escutei ele gemendo e disse:

– Vovô, mais baixo senão alguém da rua pode ouvir. Fica quietinho, que eu vou te chupar bem gostoso ta vozinho?

Chupei, punhetei, mordisquei e quando senti que o velho ia gozar, para alimentar ainda mais seu tesão, disse:

– Goza na boquinha da sua netinha, goza vovô gostoso! Quero tomar todo o seu leitinho, e todo dia!

Ele gozou horrores na minha boca, um esperma grosso e meio amarelado, parecia que há muito tempo não gozava assim! Depois que ele gozou ainda chupei mais um pouquinho para não desperdiçar nenhum pouquinho do delicioso leitinho do vovô. Ele se recompôs, vestiu sua calça e me perguntou se eu também tinha gozado. Respondi que não e já abaixou, e como eu estava com o short ainda arriado, começou a me chupar, e foi só enfiar dois dedos já gozei na boca do velho safado.

Fiquei ainda me masturbando um pouquinho, pois ainda estava com tesão e ele disse que iria fechar a venda, para me comer. Que tomaria um Viagra e eu iria dar pra ele como jamais dei pra ninguém. Fiz manha e disse que não.

Peguei meu cigarro e quando ia saindo da venda, ele me disse:

– Seu top ficará comigo, se o quiser de volta, venha aqui qualquer hora, mas dessa vez vai ter que ser completo. Você não vai se arrepender netinha gostosa!

Só aí lembrei do meu top e pensei: “Como vou passar na obra agora de blusa branca sem top?” Não teve jeito, fui andando, ainda rebolando, pois tava muito afim de uma pica. Na obra, olhei para dois peões que faziam massa de cimento, fiz cara de safada e passei as mãos nos seios. Eles ficaram loucos, então andei rápido e cheguei sã e salva em casa. Tirei minha roupa e claro, peguei meu vibrador e me imaginei com o velhinho safado que teria que visitar daqui há alguns dias.

Se gostou do meu conto, me escrevam, que tenho vários outros para relatar pra vocês! Com penetração, só masturbação, com outras mulheres e casais.

Façam sexo e sejam felizes!!! Beijos na pau e na buceta!!!

ju_garciahocks@hotmail.com

8 Comentários para “Vovô postiço”

  1. Club privé sex shop Says:
    hahaha muito bom. Sexo não tem idade!
  2. powerguido Says:
    ju,qndo vc tiver um tempo me add,vc vai ganhar um grande amigo para compartilhar contos de sacanagem, eu tenho varis de experiencia propria com mulheres kzadas,com ninfas ,com gordimhas ,com coroas e muito mais por favor se puder me adiciona.gostei muito de seu conto até bati uma e gozei muito gostoso xau me add.
  3. powerguido Says:
  4. Paulo Says:
    to aqui morrendo de tesão.. delicia..
  5. anzodf Says:
    vc deve ser muito gostosa mesmo em tesão
  6. Paulo Says:
    Como vc deve ser deliciosa, me passe um e-mail.
  7. Paulo Says:
    Como vc deve ser deliciosa, me passe um e-mail.
    paulorms@inpi.gov.br
  8. lima Says:
    nossa como vc é gostosa
    nossa nuna bate uma punheta assim pensando nos contos q eu leio
    se vc topar esperimentar .sou moreno claro tenho 1,80,sou sufista,tenho um casete de 23cm
    se enteresr manda teu imail pra mim q conversamos melhor vou aonde vc tinver bjos gostosa a detalhe sou muito insasiavel

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